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	<title>GeeX! &#187; super</title>
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	<description>Mais um passo rumo a dominação mundial!</description>
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	<copyright>Copyright © GeeX! 2010 </copyright>
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		<title>GeeX!</title>
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	<itunes:summary>GeeBeRiSh! - O Podcast do GeeX!

Nosso podcast foi carinhosamente nomeado de GeeBeRiSh, uma adaptação de giberish, que é o ato de discursar sem falar nada importante, ou sem significado algum, e um sinônimo para &#34;bobagem&#34; em inglês. É exatamente o tipo de coisas que vocês podem esperar ouvir no podcast, portanto. :)</itunes:summary>
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	<itunes:author>Equipe GeeX!</itunes:author>
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		<title>WCG Brasil 2010</title>
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		<pubDate>Tue, 31 Aug 2010 02:03:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>César Martins</dc:creator>
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		<description><![CDATA[No último final de semana, aconteceu a final brasileira do World Cyber Games Brasil 2010, no Shopping Eldorado, em São Paulo. O evento é o maior da categoria e é conhecido como a &#8220;olimpíada&#8221; dos games. A etapa nacional definiu toda a delegação brasileira que representará o país na final mundial, que acontece em Los Angeles. A estrutura montada pela Samsung, organizadora do evento, merece elogios. Um palco principal bem grande e com três telões generosos atraía a atenção de quem passasse pelo lugar. Pessoas se amontoavam até nas escadas para acompanhar as partidas. Coisa fina. O evento foi dividido em seis categorias principais e duas promocionais. Vamos à elas: As disputas de Guitar Hero 5 foram, sem dúvidas, as mais acirradas. Na última partida do melhor de três, em que nenhum dos dois jogadores errou sequer uma nota, a vitória foi decidida por menos de dois mil pontos, o que em termos de Guitar Hero é mínimo. Fábio Jardim, atual campeão mundial, derrotou Lucas Gomes e garantiu o primeiro lugar na competição, pela segunda vez consecutiva. Com mais uma vaga em jogo, Lucas garantiu a passagem para Los Angeles na repescagem. No Counter-Strike 1.6, categoria mais tradicional do evento, a vitória ficou com o time Firegamers, que resurgiu da repescagem para garantir a vaga, derrotando o time CNB Gamming por duas vezes. As partidas de Fifa 10 estavam bem animadas. Tinha até narração, feita pelo radialista Domenico Gatto. Na final, Samuel Liberato venceu André Buffo, parceiros no time MiBR, por 4&#215;1 nos pênaltis, na primeira partida, e 5&#215;1, na segunda. Outro integrante do MiBR também conseguiu vaga para a final mundial, mas no jogo Forza Motosport 3, que pelo primeiro ano foi modalidade oficial no evento. Quem levou a melhor foi Paulliran Santos, veterano que em 2008 foi campeão de Need For Speed. No simulador de sinuca Carom 3D, a vitória foi do carioca Fabio da Fonseca, e em Asphalt 5, um jogo de celular, veja só, quem levou foi o paulista Bruno Alves, que se inscreveu para a competição na última hora e sem nenhuma pretensão de se sagrar campeão. As duas modalidades promocionais do evento foram Super Street Fighter 4 e F1 Armaroli, vencidas por Adson Okubo e Gabriel Bechtold, respectivamente. Estas categorias não valiam vagas na final em Los Angeles. Paralelo à etapa nacional, aconteceu também o WCG Pan-Americano 2010, com jogadores de todo o continente disputando em quatro categorias. Os jogadores brasileiros mostraram que estão no topo do ranking desse pedaço do planeta levando em três categorias. No Guitar Hero 5, Fábio Jardim se firmou como promessa para a final mundial, vencendo mais uma vez e acumulando os três principais títulos que um jogador pode conseguir na competição. O time Firegamers, de CS 1.6, também venceu duas vezes no mesmo dia de sorte. Já no Fifa 10, Wagner Turra venceu o venezuelano Robinel Lovena. A grande diferença do Pan-Americano para o nacional é a adição de StarCraft, ainda o primeiro da série. Aqui, a melhor colocação do...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No último final de semana, aconteceu a final brasileira do <a href="https://www.samsung.com.br/wcg/home/" target="_self">World Cyber Games Brasil 2010</a>, no Shopping Eldorado, em São Paulo. O evento é o maior da categoria e é conhecido como a &#8220;olimpíada&#8221; dos games. A etapa nacional definiu toda a delegação brasileira que representará o país na final mundial, que acontece em Los Angeles.</p>
<p>A estrutura montada pela <a href="https://www.samsung.com.br/wcg/home/" target="_blank">Samsung</a>, organizadora do evento, merece elogios. Um palco principal bem grande e com três telões generosos atraía a atenção de quem passasse pelo lugar. Pessoas se amontoavam até nas escadas para acompanhar as partidas. Coisa fina.</p>
<div id="attachment_6761" class="wp-caption aligncenter" style="width: 618px"><a href="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/08/27_419.jpg"><img class="size-full wp-image-6761" src="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/08/27_419.jpg" alt="" width="608" height="368" /></a><p class="wp-caption-text">Vencedores do CS1.6 posando com seus gordos cheques. Foto: Terra</p></div>
<p>O evento foi dividido em seis categorias principais e duas promocionais. Vamos à elas:</p>
<p>As disputas de <strong><a href="http://www.youtube.com/watch?v=M6MT8E5qRpY" target="_blank">Guitar Hero 5</a></strong> foram, sem dúvidas, as mais acirradas. Na última partida do melhor de três, em que nenhum dos dois jogadores errou sequer uma nota, a vitória foi decidida por menos de dois mil pontos, o que em termos de Guitar Hero é mínimo. Fábio Jardim, atual campeão mundial, derrotou Lucas Gomes e garantiu o primeiro lugar na competição, pela segunda vez consecutiva. Com mais uma vaga em jogo, Lucas garantiu a passagem para Los Angeles na repescagem.</p>
<p>No <strong>Counter-Strike 1.6</strong>, categoria mais tradicional do evento, a vitória ficou com o time <a href="http://www.fg-gaming.com.br/" target="_blank">Firegamers</a>, que resurgiu da repescagem para garantir a vaga, derrotando o time CNB Gamming por duas vezes.</p>
<p>As partidas de <strong>Fifa 10</strong> estavam bem animadas. Tinha até narração, feita pelo radialista <a href="http://www.youtube.com/watch?v=8s9tJBI4z7Y" target="_blank">Domenico Gatto</a>. Na final, Samuel Liberato venceu André Buffo, parceiros no time MiBR, por 4&#215;1 nos pênaltis, na primeira partida, e 5&#215;1, na segunda.</p>
<p>Outro integrante do MiBR também conseguiu vaga para a final mundial, mas no jogo <strong><a href="http://www.youtube.com/watch?v=iFwNP5zrvso" target="_blank">Forza Motosport 3</a></strong>, que pelo primeiro ano foi modalidade oficial no evento. Quem levou a melhor foi Paulliran Santos, veterano que em 2008 foi campeão de Need For Speed.</p>
<p>No simulador de sinuca <strong>Carom 3D</strong>, a vitória foi do carioca Fabio da Fonseca, e em <strong>Asphalt 5</strong>, um jogo de celular, veja só, quem levou foi o paulista Bruno Alves, que se inscreveu para a competição na última hora e sem nenhuma pretensão de se sagrar campeão.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="480" height="385" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube-nocookie.com/v/TCEjQCRAmpk?fs=1&amp;hl=pt_BR" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="480" height="385" src="http://www.youtube-nocookie.com/v/TCEjQCRAmpk?fs=1&amp;hl=pt_BR" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>As duas modalidades promocionais do evento foram <strong>Super Street Fighter 4</strong> e <strong>F1 Armaroli</strong>, vencidas por Adson Okubo e Gabriel Bechtold, respectivamente. Estas categorias não valiam vagas na final em Los Angeles.</p>
<p>Paralelo à etapa nacional, aconteceu também o <strong>WCG Pan-Americano 2010</strong>, com jogadores de todo o continente disputando em quatro categorias. Os jogadores brasileiros mostraram que estão no topo do ranking desse pedaço do planeta levando em três categorias.</p>
<p>No Guitar Hero 5, Fábio Jardim se firmou como promessa para a final mundial, vencendo mais uma vez e acumulando os três principais títulos que um jogador pode conseguir na competição. O time Firegamers, de CS 1.6, também venceu duas vezes no mesmo dia de sorte. Já no Fifa 10, Wagner Turra venceu o venezuelano Robinel Lovena.</p>
<p>A grande diferença do Pan-Americano para o nacional é a adição de <strong>StarCraft</strong>, ainda o primeiro da série. Aqui, a melhor colocação do Brasil foi um terceiro lugar, com o jogador Paulo Cardoso. A vitória ficou com o chileno Felipe Zuniga.</p>
<p>No geral, o WCG Brasil 2010 foi muito bom. Não compareci à edição do ano passado, então não tenho muitas referências de comparação, mas gostei mesmo do que vi. Claro, houve alguns poucos momentos constrangedores, como quando algumas partidas de GH5 eram interrompidas por um &#8220;pause&#8221; inesperado, que forçava o reinício. Mas nada que não pudesse ser contornado.</p>
<p>Depois de tudo isso, só dá para concluir uma coisa: o Brasil é uma das maiores potências no esporte eletrônico. Novos jogadores de nível altíssimo aparecem a cada ano. Quem sabe, daqui uns anos, a gente não começa a escutar histórias de garotos(as) que trocaram uma bola por um joystick ou apareça na TV algum &#8220;E-Sport Espetacular&#8221;. Tá certo, estou viajando demais.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="640" height="385" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube-nocookie.com/v/zm-Z3WPZZdM?fs=1&amp;hl=pt_BR" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="640" height="385" src="http://www.youtube-nocookie.com/v/zm-Z3WPZZdM?fs=1&amp;hl=pt_BR" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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		<title>The british way: Misfits</title>
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		<pubDate>Thu, 28 Jan 2010 18:47:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Muñoz</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A formula de super-heróis e super poderes é muito batida hoje em dia, tanto nos quadrinhos como na TV e nos filmes. Surpreendetemente, de vez em quando alguém faz alguma coisa diferente, seja com filmes baseados em HQs como Kick-Ass, ou em uma visão menos tradicional dos mutantes da Marvel, com X-Statix. Estes dois exemplos podem ajudar a entender o conceito da série britanica: Misfits. Um grupo de jovens &#8211; não tão rebeldes, são na verdade um retrato da juventude transviada da classe média mundial &#8211; que estão sendo obrigados a participar do serviço comuntário, dada pequenas infrações que cometeram, se veem carregados com algum tipo de &#8221;super poder&#8221; [spoiler]( nada mais é do que uma de suas características mais marcantes significativamente ampliada)[/spoiler] depois de uma estranha tempestade que passou pela cidade. Afirmo, já de antemão, que não estamos de frente com mais um Heroes &#8211; ou Mutantes (ou Caminhos do Coração). Misfits é muito mais profundo e mais pesado, mostra uma racionalidade em seus personagens, que justifica suas ações humanas e seus poderes, e ainda é excelentíssimamente bem editada e dirigida, trazendo um quê quase surreal, adicione então a isso o típico sarcasmo britânico mais seu humor negro tanto no visual quanto no roteiro e está fechado o porquê você deve assistir. Resumindo, o grande diferencial da série é sua origem. Apesar de &#8211; como a maior parte das séries inglesas &#8211; ter apenas seis episódios em sua temporada, é isso que lhe garantiu uma qualidade tão boa. Pesquisei para saber porque os ingleses fazem tão poucos episódios de suas séries (Paradox e IT Crowd sofrem do mesmo &#8220;mal&#8221;), a razão é simples e lógica, e nos faz pensar o que seriam das sitcoms americanas se seguissem o mesmo principio: as redes de televisão e produtoras britânicas tem menos dinheiro para investir em seus programa, porém sabem como investir melhor. Normalmente, cada emissora tem apenas um redator e quando ele está escrevendo um programa, se dedica inteira e exclusivamente a este &#8211; e o mesmo acontece com o diretor contratado para cada série. A série é gravada então, apenas quando seu arco de história está fechado (com seis episódios) e tem um tempo maior para sua finalização e edição. O que temos então é algo com muito mais sinergia, muito mais autoral, do que séries que começam com um escritor e no meio temos mudanças sem sentido, decorrentes de cortes de funcionários, orçamento ou greves. E, claramente, nada impede que outras temporadas sejam feitas logo na sequência &#8211; dependendo do sucesso e da audiência. Misfits retrata muito bem essa qualidade. A intensidade do roteiro, da edição e da direção. A profundidade dos personagens &#8211; e de seus atores -, e a empatia que sentimos é tão grande quanto a imersão na série. Cada episódio é muito bem escrito e tem começo, meio e fim &#8211; e ainda assim deixam sempre com mais vontade do que virá a seguir. Aliás, a segunda temporada já foi confirmada, e quando você assistir a primeira,...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A formula de super-heróis e super poderes é muito batida hoje em dia, tanto nos quadrinhos como na TV e nos filmes. Surpreendetemente, de vez em quando alguém faz alguma coisa diferente, seja com filmes baseados em HQs como <a href="http://www.kickass-themovie.com/" target="_blank">Kick-Ass</a>, ou em uma visão menos tradicional dos mutantes da Marvel, com <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/X-Statix" target="_blank">X-Statix</a>. Estes dois exemplos podem ajudar a entender o conceito da série britanica: Misfits.</p>
<p>Um grupo de jovens &#8211; não tão rebeldes, são na verdade um retrato da juventude transviada da classe média mundial &#8211; que estão sendo obrigados a participar do serviço comuntário, dada pequenas infrações que cometeram, se veem carregados com algum tipo de &#8221;super poder&#8221; [spoiler]<span style="color: #ffffff;">(</span><span style="color: #ffffff;"> nada mais é do que uma de suas características mais marcantes significativamente ampliada)</span>[/spoiler] depois de uma estranha tempestade que passou pela cidade.</p>
<p style="text-align: center;"><img class=" aligncenter" src="http://www.bleedingcool.com/wp-content/uploads/2009/10/m4.jpg" alt="BOOM!" width="504" height="283" /></p>
<p>Afirmo, já de antemão, que não estamos de frente com mais um Heroes &#8211; ou Mutantes (ou Caminhos do Coração).<br />
Misfits é muito mais profundo e mais pesado, mostra uma racionalidade em seus personagens, que justifica suas ações humanas e seus poderes, e ainda é excelentíssimamente bem editada e dirigida, trazendo um quê quase surreal, adicione então a isso o típico sarcasmo britânico mais seu humor negro tanto no visual quanto no roteiro e está fechado o porquê você deve assistir.<br />
Resumindo, o grande diferencial da série é sua origem. Apesar de &#8211; como a maior parte das séries inglesas &#8211; ter apenas seis episódios em sua temporada, é isso que lhe garantiu uma qualidade tão boa. Pesquisei para saber porque os ingleses fazem tão poucos episódios de suas séries (Paradox e IT Crowd sofrem do mesmo &#8220;mal&#8221;), a razão é simples e lógica, e nos faz pensar o que seriam das sitcoms americanas se seguissem o mesmo principio: as redes de televisão e produtoras britânicas tem menos dinheiro para investir em seus programa, porém sabem como investir melhor. Normalmente, cada emissora tem apenas um redator e quando ele está escrevendo um programa, se dedica inteira e exclusivamente a este &#8211; e o mesmo acontece com o diretor contratado para cada série. A série é gravada então, apenas quando seu arco de história está fechado (com seis episódios) e tem um tempo maior para sua finalização e edição. O que temos então é algo com muito mais sinergia, muito mais autoral, do que séries que começam com um escritor e no meio temos mudanças sem sentido, decorrentes de cortes de funcionários, orçamento ou greves. E, claramente, nada impede que outras temporadas sejam feitas logo na sequência &#8211; dependendo do sucesso e da audiência.</p>
<div class="mceTemp">
<dl class="wp-caption alignleft" style="width: 256px;">
<dt class="wp-caption-dt"><img class=" " title=" " src="http://www.broadcastnow.co.uk/pictures/586xAny/1/0/0/1110100_E4_misfits.jpg" alt="" width="246" height="164" /></dt>
<dd class="wp-caption-dd"></dd>
</dl>
</div>
<p>Misfits retrata muito bem essa qualidade. A intensidade do roteiro, da edição e da direção. A profundidade dos personagens &#8211; e de seus atores -, e a empatia que sentimos é tão grande quanto a imersão na série. Cada episódio é muito bem escrito e tem começo, meio e fim &#8211; e ainda assim deixam sempre com mais vontade do que virá a seguir.</p>
<p>Aliás, a segunda temporada já foi confirmada, e quando você assistir a primeira, vai comemorar isso <img src='http://www.geex.com.br/blog2/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' />  &#8211; e se já começou a esperar, dê uma lida na <a href="http://www.e4.com/misfits/comic.html" target="_blank">HQ que tem no site da emissora E4</a>, enquanto isso.</p>
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