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	<title>GeeX! &#187; pop</title>
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	<description>Mais um passo rumo a dominação mundial!</description>
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		<title>GeeX!</title>
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	<itunes:summary>GeeBeRiSh! - O Podcast do GeeX!

Nosso podcast foi carinhosamente nomeado de GeeBeRiSh, uma adaptação de giberish, que é o ato de discursar sem falar nada importante, ou sem significado algum, e um sinônimo para &#34;bobagem&#34; em inglês. É exatamente o tipo de coisas que vocês podem esperar ouvir no podcast, portanto. :)</itunes:summary>
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		<title>GeeX! Especial: Henrik José</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Apr 2010 20:02:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jairo Neto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
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		<description><![CDATA[Henrique Quem? Henrik José é um músico sueco de raízes portuguesas. Confuso? Nem tanto, já que quase tudo de novo e diferente nos últimos anos têm vindo da Suécia, como no trabalho de músicos como José González, Loney Dear, entre outros. Mas vai lá, o mais bacana e misterioso do trabalho do Henrik são as suas indas e vindas. Passam-se quase dois anos e ele ressurge com um EP, disponibilizado gratuitamente em seu site oficial. Denominado de The Little Things, o novo trabalho continua na estrada de seus experimentos com o electropop, dando a entender uma ponta de um trabalho conceitual e mais autoral. Dos distantes campos da Suécia, o músico trocou algumas palavras com a gente, conversando sobre o planos para este ano, visões de sua música no futuro e, quem sabe, uma visita ao Brasil: A Entrevista: Na sua página do Myspace, você cita a influência de bandas como o Sigur Rós, Pink Floyd, The Smiths, entre outros. Atualmente, que banda ou estilo musical te influencia mais? Eu ainda amo bastante o Sigur Rós. Eu sou influenciado atualmente por este tipo de techno &#8220;minimalista artístico&#8221;. Toda aquela noção das coisas estarem musicalmente no seu lugar certo. Para mim, a busca da perfeição em uma forma minimalista misturada com uma instrumentação eclética é o que tem me movido ultimamente. Eu estou realmente tentando trazer estes elementos para a minha música. Eu também sou influenciado por artistas como o Animal Collective e o Caribou. Você tira inspiração de outras áreas, como cinema, arte, etc? Não conscientemente. Mas eu me inspiro em geral pelas várias formas de cultura, e quando estou inspirado, eu tendo a fazer música. Então provavelmente está tudo lá. Você esteve por entre diferentes estilos musicais, de 8-bit music à peças orquestradas. Você tem planos para continuar estes projetos ou são apenas ideias esporádicas? Não existem exatamente planos elaborados. Eu sou bem aberto quanto criar em diferentes estilos musicais. É por isto que quero ser mais eclético para poder misturar tudo isso um novo tipo de música. Eu vou provavelmente fazer algo baseado no clássico/orquestral no futuro. Quanto o 8-bit music, eu não tenho tanta certeza. A prática leva a perfeição ou a neurose? Você trabalha sozinho? Você gostaria de um dia trazer outros músicos para o seu projeto, da mesma forma como o Sam Beam fez no Iron &#38; Wine? Praticar? Eu não sou um instrumentista, então raramente eu pratico alguma coisa. Apesar que eu deveria, já que hoje em dia estou fazendo mais shows ao vivo. Eu não ouvi falar desta colaboração em particular (Iron &#38; Wine), mas se encontrasse as pessoas e ideias certas, estaria mais do que feliz em colaborar. Geralmente eu trabalho sozinho do começo ao fim. É minha forma de garantir que a música é genuína em todas as partes. Acho que é daí que vem a neurose, eu acho. : ) Vamos colaborar! Porque você não está em nenhum selo musical? É uma escolha ou uma fase passageira? Não é exatamente...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Henrique Quem?</strong></p>
<p><a href="http://www.henrikjose.com/"><strong>Henrik José</strong></a> é um músico sueco de raízes portuguesas. Confuso? Nem tanto, já que quase tudo de novo e diferente nos últimos anos têm vindo da Suécia, como no trabalho de músicos como <a href="http://www.jose-gonzalez.com/">José González</a>, <a href="http://www.loneydear.com/">Loney Dear</a>, entre outros.</p>
<p>Mas vai lá, o mais bacana e misterioso do trabalho do Henrik são as suas indas e vindas. Passam-se quase dois anos e ele ressurge com um EP, disponibilizado gratuitamente em seu site oficial. Denominado de <a href="http://www.henrikjose.com/newmusic.html"><em>The Little Things</em></a>, o novo trabalho continua na estrada de seus experimentos com o <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Electropop">electropop</a>, dando a entender uma ponta de um trabalho conceitual e mais autoral.</p>
<p>Dos distantes campos da Suécia, o músico trocou algumas palavras com a gente, conversando sobre o planos para este ano, visões de sua música no futuro e, quem sabe, uma visita ao Brasil:</p>
<p><strong>A Entrevista:</strong></p>
<p><strong>Na sua página do Myspace, você cita a influência de bandas como o Sigur Rós, Pink Floyd, The Smiths, entre outros. </strong><strong>Atualmente, que banda ou estilo musical te influencia mais?</strong></p>
<div class="wp-caption alignright" style="width: 218px"><strong> </strong><strong><img src="http://www.jaironeto.com/Geex/text_henrik1.jpg" alt="" width="208" height="526" /></strong><p class="wp-caption-text">Ilustração de sua página oficial.</p></div>
<p>Eu ainda amo bastante o <a href="http://www.sigur-ros.co.uk/">Sigur Rós</a>. Eu sou influenciado atualmente por este tipo de techno &#8220;minimalista artístico&#8221;. Toda aquela noção das coisas estarem musicalmente no seu lugar certo. Para mim, a busca da perfeição em uma forma minimalista misturada com uma instrumentação eclética é o que tem me movido ultimamente.</p>
<p>Eu estou realmente tentando trazer estes elementos para a minha música.</p>
<p>Eu também sou influenciado por artistas como o <a href="http://www.myspace.com/animalcollective">Animal Collective</a> e o <a href="http://www.myspace.com/cariboumanitoba">Caribou</a>.<br />
<strong><br />
Você tira inspiração de outras áreas, como cinema, arte, etc?</strong></p>
<p>Não conscientemente. Mas eu me inspiro em geral pelas várias formas de cultura, e quando estou inspirado, eu tendo a fazer música. Então provavelmente está tudo lá.</p>
<p><strong>Você esteve por entre diferentes estilos musicais, de <em>8-bit music</em> à peças orquestradas. Você tem planos para continuar estes projetos ou são apenas ideias esporádicas?<br />
</strong><br />
Não existem exatamente planos elaborados. Eu sou bem aberto quanto criar em diferentes estilos musicais. É por isto que quero ser mais eclético para poder misturar tudo isso um novo tipo de música.</p>
<p>Eu vou provavelmente fazer algo baseado no clássico/orquestral no futuro. Quanto o <em>8-bit music</em>, eu não tenho tanta certeza.<br />
<strong><br />
A prática leva a perfeição ou a neurose? Você trabalha sozinho? Você gostaria de um dia trazer outros músicos para o seu projeto, da mesma forma como o Sam Beam fez no <a href="http://www.ironandwine.com/">Iron &amp; Wine</a>?</strong></p>
<p>Praticar? Eu não sou um instrumentista, então raramente eu pratico alguma coisa. Apesar que eu deveria, já que hoje em dia estou fazendo mais shows ao vivo. Eu não ouvi falar desta colaboração em particular (Iron &amp; Wine), mas se encontrasse as pessoas e ideias certas, estaria mais do que feliz em colaborar. Geralmente eu trabalho sozinho do começo ao fim. É minha forma de garantir que a música é genuína em todas as partes. Acho que é daí que vem a neurose, eu acho. : )</p>
<p>Vamos colaborar!</p>
<p><strong>Porque você não está em nenhum selo musical? É uma escolha ou uma fase passageira?</strong></p>
<p>Não é exatamente uma escolha. Não mais do que não tentar entrar em uma gravadora. Eu gosto de lançar música a minha maneira. Dito isso, eu ainda não me incomodaria em assinar com uma gravadora que eu encontrasse ou que me encontrasse.</p>
<p>Se não uma gravadora, eu provavelmente me beneficiaria com algum tipo de representação / distribuição profissional.</p>
<p><strong>Sobre a turnê: algum plano para visitar o Brasil?</strong></p>
<p>De novo, eu preciso trabalhar nisto. De qualquer jeito eu farei alguns shows esporádicos neste verão. Alguns na Suécia, alguns na Polônia e ao menos um na Alemanha. Eu adoraria visitar o Brasil para tocar! Eu preciso praticar o meu português.</p>
<p><strong>Para finalizar, algum plano para gravar um álbum inteiro?</strong></p>
<p>O plano é de apenas lançar singles esse ano. Eu realmente preciso trabalhar na minha produtividade em atualizações constantes. Mas no futuro, sim! Eu gosto muito da ideia de um álbum conceitual com uma história do começo ao fim.</p>
<p>Veremos!</p>
<p>——————————————————–</p>
<p><em>O GeeX! agradece a boa vontade do Henrik José e aguardamos ansiosamente por uma visita do artista ao Brasil!</em></p>
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		<title>She &amp; Him &#8211; Volume Two (2010)</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Apr 2010 14:34:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jairo Neto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Chega a ser injusto que uma banda tenha a Zooey Deschanel como vocalista. Desde que virou um ícone do que há de mais fofo no mundo com o 500 Dias com Ela, é um tanto complicado analisar o seu trabalho no cinema e na música sem se derreter de elogios aos seus enormes olhos azuis. Como uma boa continuação, o Volume Two do She &#38; Him, parceria dela com o músico M. Ward, traz de volta o melhor de seu álbum anterior. Ele ganha pompa de uma&#8221;parede de som&#8221; como nos álbuns produzidos de Phil Spector, juntando ainda mais instrumentos e músicos para tocarem com a dupla. Alguns até aguardavam que o casamento da Zooey com o músico e líder do Death Cab For Cutie, Ben Gibbard, fosse influenciar em algo a suas composições, porém suas letras continuam regadas com um tristeza &#8220;romântica&#8221;, diferente do lirismo pontual e cortante de Gibbard. Sempre agradável aos ouvidos, o She &#38; Him já havia provado que tinha como missão ressuscitar aquela nostalgia do pop dos anos 50 e começo dos anos 60, trazendo à tona aquela sonoridade e inocente que combina com a personalidade de atriz e cantora. Indo em paralelo ao trabalho do Belle &#38; Sebastian, God Help The Girl, e o Camera Obscura, a sonoridade &#8220;americana&#8221; da dupla é um presente àqueles que gostam e se apaixonam constantemente por um mundo neo-retrô. Dentre os momentos de brilhantismo pop, a abertura da faixa Thieves já traz de volta o tema do coração partido, já destacando-se como uma das fortes composições da dupla. In The Sun troca um pouco a dinâmica, sendo o single-chefe do Volume Two. O video-clipe já centrava ainda mais na imagem da cantora, contendo uma coreografia que alternava mais de 40 mil tipos de caras graciosas em três minutos de gravação. Como uma boa continuação, muitas das faixas surgem de forma até similar ao Volume 1. A Ridin&#8217; in My Car abre espaço para um duo nos vocais com o M. Ward, da mesma forma que a You Really Got a Hold on Me no álbum anterior. Ao ponto que se antes havia uma pequena faixa com ela cantando à capella na Untitled, aqui junta-se um enorme coral para encabeçar a linda If You Can&#8217;t Sleep. Para encerrar, a edição brasileira conta com a faixa bônus, I Can Hear Music, cover fundamental do The Beach Boys. Uma adição pequena, mas simpática a todo pacote do Volume Two. Talvez fique em aberto se tanta &#8220;bondade&#8221; assim é um talento indiscutível de Zooey Deschanel ou se ela é um momento passageiro. Vai ver que não. Só é bom ficar de olho para os próximos &#8220;volumes&#8221; do She &#38; Him.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption alignright" style="width: 234px"><img src="http://jaironeto.com/Geex/cover_she.jpg" alt="" width="224" height="224" /><p class="wp-caption-text">Ilustração da capa por Kate Quinby</p></div>
<p>Chega a ser injusto que uma banda tenha a <a onclick="(new Image()).src='/rg/castlist/position-2/images/b.gif?link=/name/nm0221046/';" href="http://www.imdb.com/name/nm0221046/">Zooey Deschanel</a> como vocalista. Desde que virou um ícone do que há de mais fofo no mundo com o<em> <a href="http://www.geex.com.br/2009/11/11/500-dias-com-ela-2009/">500 Dias com Ela</a></em>, é um tanto complicado analisar o seu trabalho no cinema e na música sem se derreter de elogios aos seus enormes olhos azuis.</p>
<p>Como uma boa continuação, o <em>Volume Two</em> do <a href="http://www.sheandhim.com/#/splash"><strong>She &amp; Him</strong></a>, parceria dela com o músico M. Ward, traz de volta o melhor de seu álbum anterior. Ele ganha pompa de uma&#8221;parede de som&#8221; como nos álbuns produzidos de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Phil_Spector">Phil Spector</a>, juntando ainda mais instrumentos e músicos para tocarem com a dupla. Alguns até aguardavam que o casamento da Zooey com o músico e líder do <a href="http://www.deathcabforcutie.com/">Death Cab For Cutie</a>, Ben Gibbard, fosse influenciar em algo a suas composições, porém suas letras continuam regadas com um tristeza &#8220;romântica&#8221;, diferente do lirismo pontual e cortante de Gibbard.</p>
<p>Sempre agradável aos ouvidos, o She &amp; Him já havia provado que tinha como missão ressuscitar aquela nostalgia do pop dos anos 50 e começo dos anos 60, trazendo à tona aquela sonoridade e inocente que combina com a personalidade de atriz e cantora. Indo em paralelo ao trabalho do <a href="http://www.belleandsebastian.com/">Belle &amp; Sebastian</a>, <a href="http://www.godhelpthegirl.com/">God Help The Girl,</a> e o <a href="http://www.camera-obscura.net/">Camera Obscura</a>, a sonoridade &#8220;americana&#8221; da dupla é um presente àqueles que gostam e se apaixonam constantemente por um mundo neo-retrô.</p>
<p>Dentre os momentos de brilhantismo pop, a abertura da faixa <em>Thieves</em> já traz de volta o tema do coração partido, já destacando-se como uma das fortes composições da dupla.<em> <a href="http://vimeo.com/9387462">In The Sun</a></em> troca um pouco a dinâmica, sendo o single-chefe do <em>Volume Two</em>. O video-clipe já centrava ainda mais na imagem da cantora, contendo uma coreografia que alternava mais de 40 mil tipos de caras graciosas em três minutos de gravação.</p>
<p>Como uma boa continuação, muitas das faixas surgem de forma até similar ao <em>Volume 1</em>. A <em>Ridin&#8217; in My Car</em> abre espaço para um duo nos vocais com o M. Ward, da mesma forma que a <em>You Really Got a Hold on Me </em>no álbum anterior. Ao ponto que se antes havia uma pequena faixa com ela cantando <em>à capella</em> na <em>Untitled</em>, aqui junta-se um enorme coral para encabeçar a linda <em>If You Can&#8217;t Sleep</em>. Para encerrar, a edição brasileira conta com a faixa bônus, <em>I Can Hear Music</em>, cover fundamental do <em>The Beach Boys</em>. Uma adição pequena, mas simpática a todo pacote do <em>Volume Two</em>.</p>
<p>Talvez fique em aberto se tanta &#8220;bondade&#8221; assim é um talento indiscutível de Zooey Deschanel ou se ela é um momento passageiro. Vai ver que não. Só é bom ficar de olho para os próximos &#8220;volumes&#8221; do She &amp; Him.</p>
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		<title>O Trabalho Noturno do Scissor Sisters</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Apr 2010 16:30:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jairo Neto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Os heróis da revolução, Scissor Sisters, liberaram informações do álbum sucessor de Ta Dah de 2006. Chamado de Night Work (literalmente &#8220;trabalho noturno&#8221;), ele será lançado no dia 28 de Julho, o que já causou um reboliço frenético no nosso redator Felipe Muñoz. Se você não clicou no link da banda lá encima, pode conferir o single Invisible Light clicando aqui. De resto, para vocês que acreditam que a festa continua para sempre, segue a ordem das músicas do novo CD: Night Work Whole New Way Fire With Fire Any Which Way Harder You Get Running Out Something Like This Skin This Cat Skin Tight Sex and Violence Night Life Invisible Light Fonte: nme.com Via: textos ridículos de 3 parágrafos]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption alignright" style="width: 372px"><img class=" " src="http://www.jaironeto.com/Geex/cover_scissor.jpg" alt="" width="362" height="362" /><p class="wp-caption-text">Os anos 80 nunca acabaram e seja lá mais o que quiseram dizer com essa capa.</p></div>
<p>Os heróis da revolução, <a href="http://www.scissorsisters.com/"><strong>Scissor Sisters</strong></a>, liberaram informações do álbum sucessor de <em>Ta Dah</em> de 2006.</p>
<p>Chamado de <em>Night Work</em> (literalmente &#8220;trabalho noturno&#8221;), ele será lançado no dia 28 de Julho, o que já causou um reboliço frenético no nosso redator <a href="http://www.geex.com.br/?author=3">Felipe Muñoz</a>.</p>
<p>Se você não clicou no link da banda lá encima, pode conferir o single <em>Invisible Light</em> <a href="http://www.scissorsisters.com/">clicando aqui</a>.</p>
<p>De resto, para vocês que acreditam que a festa continua para sempre, segue a ordem das músicas do novo CD:</p>
<p><strong>Night Work<br />
Whole New Way<br />
Fire With Fire<br />
Any Which Way<br />
Harder You Get<br />
Running Out<br />
Something Like This<br />
Skin This Cat<br />
Skin Tight<br />
Sex and Violence<br />
Night Life<br />
Invisible Light</strong></p>
<p><strong>Fonte: <a href="http://www.nme.com/news/scissor-sisters/50649">nme.com</a></strong></p>
<p><strong>Via: textos ridículos de 3 parágrafos<br />
</strong></p>
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		<title>Gorillaz &#8211; Plastic Beach (2010)</title>
		<link>http://www.geex.com.br/2010/04/08/gorillaz-plastic-beach-2010/</link>
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		<pubDate>Thu, 08 Apr 2010 16:58:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jairo Neto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Quando surgiu em 2001, o Gorillaz surpreendeu uma boa parcela dos ouvintes da época ao misturar pop, hip-hop, trip-hop e até algo experimental em uma estranha embalagem. Em poucos dias o mundo foi invadido por estas figuras estranhas chamadas de 2D, Murdoc Niccals, Noodle e Russel. Pela primeira vez, uma banda 100% virtual fazia sucesso em um mercado que já tinha cuspido fora tipos como The Monkees e o Milli Vanilli. O quarteto era fruto da mente do músico Damon Albarn, na época vocalista do Blur, com o cartunista Jamie Hewlett. Naquele ano eles conseguiram tanto o apelo de um grande público quanto o escárnio de outro, mas ninguém podia negar que aquelas batidas grudavam na cabeça de uma forma nunca antes experimentada, de forma quase tão irritante quando o pop até perfeito demais do Blur. Nesta terceira empreitada, a trupe juntou músicos de diversos cantos do planeta, criando uma atmosfera de pop brilhante dos anos 80 com momentos nostálgicos de bandas alternativas dos anos 60. Para tal, fizeram convites à músicos como o Lou Reed, Mick Jones e Paul Simonon (do The Clash), Bobby Womack, entre outros, misturando-os num experimento fonográfico um tanto arriscado. Damon Albarn tem uma cabeça extravagante. Em sua primeira faixa, o Plastic Beach tem uma introdução orquestral, criando uma espécie de tema que parece resgatar um pouco do conceito do álbum anterior, Demon Days. Aí o &#8220;Fizzle Shizzle&#8221; Snoop Dogg embala os vocais da Welcome to The World of The Plastic, abrindo as portas desse novo mundo das praias de plástico. Mas, sejamos sinceros, o motor do Gorillaz parece funcionar melhor quando os vocais à la britpop do Damon Albarn entram em ação junto com o contraste da ajuda de algum rapper. Assim sendo, na terceira faixa do disco, White Flag, que retoma um pouco da instrumentação orquestral da primeira, incluindo timbres dos oriente médio, é logo bombardeada pelos violentos vocais de Kano e Bashy. Essas três primeiras faixas causam um estranhamento que impede o álbum de engatar de uma vez por todas. É apenas na Rhinestone Eyes que um pouco daquele brilho que conhecíamos volta e finalmente aterrissamos em solo conhecido, já que finalmente Damon retorna. A faixa de trabalho do álbum, Stylo, é um presente de puro divertimento sonoro, onde o Mos Def compartilha os vocais intensos de Bobby Womack, em um hit que parece ter feito a ponte perfeita entre a revisão do pop dos anos 80 com o melhor do funk das trilhas-sonoras do Blaxploitation. Outros destaques vão pra participação do grupo Little Dragon na Empire Ants, provando mais uma vez que o grupo e os vocais da líder Yukimi Nagano prometem ainda muito para 2010; juntando também a faixa Some Kind of Nature, que mesmo com os graves vocais de Lou Reed não perde em nada do resto do conteúdo do álbum. Em tempos de revisão de estilos, como no trabalho recente de Mayer Hawthorne, o Plastic Beach novamente causa aquele efeito dos outros álbuns do grupo, onde filtramos ótima...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption alignright" style="width: 250px"><img src="http://jaironeto.com/Geex/gorillaz-plastic_beach.jpg" alt="" width="240" height="240" /><p class="wp-caption-text">Pela primeira vez, os personagens não aparecem na capa de um álbum do Gorillaz.</p></div>
<p style="text-align: left;">Quando surgiu em 2001, o <a href="http://gorillaz.com/"><strong>Gorillaz</strong></a> surpreendeu uma boa parcela dos ouvintes da época ao misturar pop, hip-hop, trip-hop e até algo experimental em uma estranha embalagem. Em poucos dias o mundo foi invadido por estas figuras estranhas chamadas de 2D, Murdoc Niccals, Noodle e Russel. Pela primeira vez, uma banda 100% virtual fazia sucesso em um mercado que já tinha cuspido fora tipos como The Monkees e o <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Milli_Vanilli">Milli Vanilli</a>.</p>
<p>O quarteto era fruto da mente do músico Damon Albarn, na época vocalista do <a href="http://www.blur.co.uk/">Blur</a>, com o cartunista Jamie Hewlett. Naquele ano eles conseguiram tanto o apelo de um grande público quanto o escárnio de outro, mas ninguém podia negar que aquelas batidas grudavam na cabeça de uma forma nunca antes experimentada, de forma quase tão irritante quando o pop até perfeito demais do Blur.</p>
<p>Nesta terceira empreitada, a trupe juntou músicos de diversos cantos do planeta, criando uma atmosfera de pop brilhante dos anos 80 com momentos nostálgicos de bandas alternativas dos anos 60. Para tal, fizeram convites à músicos como o <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Lou_Reed">Lou Reed</a>, <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Mick_Jones_%28The_Clash%29">Mick Jones</a> e <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Paul_Simonon">Paul Simonon</a> (do The Clash), Bobby Womack, entre outros, misturando-os num experimento fonográfico um tanto arriscado.</p>
<p>Damon Albarn tem uma cabeça extravagante. Em sua primeira faixa, o <em>Plastic Beach</em> tem uma introdução orquestral, criando uma espécie de tema que parece resgatar um pouco do conceito do álbum anterior, <em>Demon Days</em>. Aí o &#8220;Fizzle Shizzle&#8221; Snoop Dogg embala os vocais da <em>Welcome to The World of The Plastic</em>, abrindo as portas desse novo mundo das praias de plástico.</p>
<p>Mas, sejamos sinceros, o motor do Gorillaz parece funcionar melhor quando os vocais à la britpop do Damon Albarn entram em ação junto com o contraste da ajuda de algum rapper. Assim sendo, na terceira faixa do disco, <em>White Flag</em>, que retoma um pouco da instrumentação orquestral da primeira, incluindo timbres dos oriente médio, é logo bombardeada pelos violentos vocais de Kano e Bashy.</p>
<p>Essas três primeiras faixas causam um estranhamento que impede o álbum de engatar de uma vez por todas. É apenas na <em>Rhinestone Eyes</em> que um pouco daquele brilho que conhecíamos volta e finalmente aterrissamos em solo conhecido, já que finalmente Damon retorna. A faixa de trabalho do álbum, <a href="http://www.youtube.com/watch?v=I5OFt1Rw9i8"><em>Stylo</em></a>, é um presente de puro divertimento sonoro, onde o <a href="http://www.myspace.com/mosdef">Mos Def</a> compartilha os vocais intensos de <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Bobby_Womack">Bobby Womack</a>, em um hit que parece ter feito a ponte perfeita entre a revisão do pop dos anos 80 com o melhor do funk das trilhas-sonoras do Blaxploitation.</p>
<p>Outros destaques vão pra participação do grupo <a href="http://www.myspace.com/yourlittledragon">Little Dragon</a> na <em>Empire Ants</em>, provando mais uma vez que o grupo e os vocais da líder Yukimi Nagano prometem ainda muito para 2010; juntando também a faixa <em>Some Kind of Nature</em>, que mesmo com os graves vocais de Lou Reed não perde em nada do resto do conteúdo do álbum.</p>
<p>Em tempos de revisão de estilos, como no trabalho recente de <a href="http://www.myspace.com/mayerhawthorne">Mayer Hawthorne</a>, o <em>Plastic Beach</em> novamente causa aquele efeito dos outros álbuns do grupo, onde filtramos ótima diversão por entre faixas que parecem vindas de outra galáxia (vide a <em>Glitter Freeze</em>). Após meses de trabalho na produção (foram quase 15 meses), Albarn criou mais um peculiar trabalho com seus personagens. Mas vamos lá, mesmo ironicamente baseando o título do álbum no excesso de plásticos largados nas areias das praias inglesas, há algo quase <em>over</em> nisso tudo. Quase. Vamos ver quanto tempo ainda vai durar.</p>
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		<title>Ela &amp; Ele</title>
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		<pubDate>Thu, 28 Jan 2010 23:16:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jairo Neto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Puxem o freio de mão. Desliguem a tevê. Fechem a janela do Vimeo. O She &#38; Him lançou um novo single! A linda e maravilhosa Zooey Deschanel (eu vou apanhar por isto depois), estrela do 500 Dias com Ela, junto do genial M. Ward, soltaram no começo da semana a música In The Sun, que é um preview para o novo álbum da dupla, intitulado apenas de Volume 2. Você pode também conferir no youtube em uma versão até que boa e sem distorções horríveis: Agora é hora de celebrar e festejar e aguardar o lançamento do CD! P.S.: Não vou postar nenhuma crítica hoje, só essa notícia vale pelo dia.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Puxem o freio de mão. Desliguem a tevê. Fechem a janela do Vimeo. O <a href="http://www.sheandhim.com/sheandhim.php"><strong>She &amp; Him</strong></a> lançou um novo single!</p>
<p>A linda e maravilhosa Zooey Deschanel (eu vou apanhar por isto depois), estrela do <a href="http://www.geex.com.br/2009/11/11/500-dias-com-ela-2009/">500 Dias com Ela</a>, junto do genial M. Ward, soltaram no começo da semana a música <em>In The Sun</em>, que é um preview para o novo álbum da dupla, intitulado apenas de <em>Volume 2</em>.</p>
<p>Você pode também conferir no youtube em uma versão até que boa e sem distorções horríveis:</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="350" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/l7jNDN2QgKw" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="350" src="http://www.youtube.com/v/l7jNDN2QgKw"></embed></object></p>
<p>Agora é hora de celebrar e festejar e aguardar o lançamento do CD!</p>
<p>P.S.: Não vou postar nenhuma crítica hoje, só essa notícia vale pelo dia.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Norah Jones &#8211; The Fall (2009)</title>
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		<pubDate>Tue, 29 Dec 2009 12:54:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jairo Neto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Norah Jones mudou. Saiu o piano acústico, entrou o Fender Rhodes e a guitarra elétrica. Saiu o silêncio minimalista, entrou a percussão intensa.  Saiu o cabelo longo, entrou o corte curto. Saiu o ex-namorado e baixista, e entrou o produtor Jacquire King, dos álbuns recentes do Kings of Leon. Aliás, saiu o ex-namorado? Sete anos após o seu CD de estréia, o tele-novelístico Come Away With Me, a cantora americana finalmente consegue se reciclar de forma original em The Fall, ainda mais pelo término de seu relacionamento de longa data com Lee Alexander.  Compondo quase sempre na guitarra e não no piano, The Fall é estruturado quase como em uma sequência narrativa, onde as músicas pulam de emoções em uma forma coerente e harmoniosa. Ainda por cima, Norah divide a composição com outros artistas, repetindo a parceria com Ryan Adams na faixa Light As A Feather, e também com Will Sheff, do Okervill River, na faixa Stuck. O consenso geral deste álbum é uma direção mais indie, mais contemporânea, o que traz a tona uns timbres e umas sugestões para uma sonoridade à la Aimee Mann. Mesmo com o coração partido, The Fall não se deixa cair numa choradeira sem fim. Mesmo que o título da faixa You´ve Ruined Me (do inglês: você me arruinou)  seja tão explícito, este álbum catapulta a Norah Jones à uma sonoridade mais palpável, menos viciada em toda a lentidão que inundou as ondas sonoras tempos atrás (obrigado Rod Stewart). Que pelo menos o ouvinte da geração Feist se deixe levar pela mudança, que pelo jeito não fez mal à Norah, tornando-se uma das melhores surpresas para encerrar 2009. P.S.: Post dedicado a @pontopito que alegou que era gay ouvir Norah Jones. Então eu devo ser bem gay porque quero casar com a Norah Jones depois deste vídeo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/2009/12/cover_norah.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2800" title="cover_norah" src="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/2009/12/cover_norah.jpg" alt="cover_norah" width="320" height="320" /></a></p>
<p>A <strong><a href="http://www.norahjones.com/index.php">Norah Jones</a></strong> mudou. Saiu o piano acústico, entrou o <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Rhodes_piano">Fender Rhodes</a> e a guitarra elétrica. Saiu o silêncio minimalista, entrou a percussão intensa.  Saiu o cabelo longo, entrou o corte curto. Saiu o ex-namorado e baixista, e entrou o produtor Jacquire King, dos álbuns recentes do Kings of Leon. Aliás, saiu o ex-namorado?</p>
<p>Sete anos após o seu CD de estréia, o tele-novelístico<em> Come Away With Me</em>, a cantora americana finalmente consegue se reciclar de forma original em <strong><em><a href="http://www.youtube.com/watch?v=uTxythHY09k">The Fall</a></em></strong>, ainda mais pelo término de seu relacionamento de longa data com Lee Alexander.  Compondo quase sempre na guitarra e não no piano, <strong><em>The Fall</em></strong> é estruturado quase como em uma sequência narrativa, onde as músicas pulam de emoções em uma forma coerente e harmoniosa.</p>
<p>Ainda por cima, Norah divide a composição com outros artistas, repetindo a parceria com Ryan Adams na faixa <em>Light As A Feather</em>, e também com Will Sheff, do Okervill River, na faixa <em>Stuck</em>. O consenso geral deste álbum é uma direção mais indie, mais contemporânea, o que traz a tona uns timbres e umas sugestões para uma sonoridade à la Aimee Mann.</p>
<p>Mesmo com o coração partido, <em>The Fall</em> não se deixa cair numa choradeira sem fim. Mesmo que o título da faixa <em>You´ve Ruined Me</em> (do inglês: você me arruinou)  seja tão explícito, este álbum catapulta a Norah Jones à uma sonoridade mais palpável, menos viciada em toda a lentidão que inundou as ondas sonoras tempos atrás (obrigado Rod Stewart). Que pelo menos o ouvinte da geração <a href="http://www.youtube.com/watch?v=cYF0qU5WSew">Feist</a> se deixe levar pela mudança, que pelo jeito não fez mal à Norah, tornando-se uma das melhores surpresas para encerrar 2009.</p>
<p>P.S.: Post dedicado a @pontopito que alegou que era gay ouvir Norah Jones. Então eu devo ser bem gay porque quero casar com a Norah Jones depois deste <a href="http://www.youtube.com/watch?v=NUP7177iGsM">vídeo</a>.</p>
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		<title>Headlights &#8211; Wildlife (2009)</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Oct 2009 15:44:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jairo Neto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#8220;Wildlife&#8221; nasceu no pior dos momentos com o pior dos ambientes: uma banda em meio à brigas e rupturas constantes. Vindos do sucesso do álbum anterior, &#8220;Some Racing, Some Stopping&#8221;, os norte-americanos do Headlights miravam a bela estrada da fama. A força motriz era a linda música &#8220;Cherry Tulips&#8221; e o próprio título do álbum era referência à um trecho do livro pop do Jonathan Safran Foer, &#8220;Extremamente Alto, Incrivelmente Perto&#8221;. Foi em algum momento do fim da turnê para a gravação do &#8220;Wildlife&#8221; que as coisas tomaram um rumo incerto. Pausas e recomeços constantes culminaram na saída de um dos integrantes e o álbum saiu com o clima de toda esta novela. Menos expansivo e mais introspectivo que o anterior, o álbum tem de início uma impressão de ser menos produzido, tornando-o mais intimista e pessoal. A primeira faixa, &#8220;Telephones&#8220;, ecoa com a mesma semelhança do bom pop do Headlights, porém logo em seguida, a faixa &#8220;Secrets&#8221; demonstra um amadurecimento lindo, ainda mais por ser uma das faixas mais viciantes do álbum e por jogar com repetições em uma discussão que gruda como chiclete. O resto do álbum alterna momentos de composições tão ternas como da banda She &#38; Him com as mais tristes, que ao invés de sucumbirem em lágrimas, demonstram um carinho e uma delicadeza que só podia ser transmitidas pela linda voz da Erin Fein. É por criar momentos tão lindos e delicados como na última faixa &#8220;Slow Down Town&#8221; que o Headlights continua como uma das mais lindas e honestas bandas de rock-pop da atualidade. Se você tem algum preconceito com isso é porque ainda não se deu ao prazer de colocar o &#8220;Wildlife&#8221; no seu ipod, deitar e experimentar as lindas camadas sonoras que embalarão seus sonhos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/2009/10/headlights_wildlife.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1190" title="headlights_wildlife" src="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/2009/10/headlights_wildlife.jpg" alt="headlights_wildlife" width="320" height="320" /></a></p>
<p>&#8220;<a href="http://www.rcrdlbl.com/artists/Headlights/track/I_Dont_Mind_At_All">Wildlife</a>&#8221; nasceu no pior dos momentos com o pior dos ambientes: uma banda em meio à brigas e rupturas constantes. Vindos do sucesso do álbum anterior, &#8220;Some Racing, Some Stopping&#8221;, os norte-americanos do <a href="http://www.headlightsmusic.com/">Headlights</a> miravam a bela estrada da fama. A força motriz era a linda música &#8220;Cherry Tulips&#8221; e o próprio título do álbum era referência à um trecho do livro pop do Jonathan Safran Foer, <a href="http://www.submarino.com.br/produto/1/1622127/extremamente+alto+e+incrivelmente+perto">&#8220;Extremamente Alto, Incrivelmente Perto&#8221;</a>.</p>
<p>Foi em algum momento do fim da turnê para a gravação do &#8220;Wildlife&#8221; que as coisas tomaram um rumo incerto. Pausas e recomeços constantes culminaram na saída de um dos integrantes e o álbum saiu com o clima de toda esta novela. Menos expansivo e mais introspectivo que o anterior, o álbum tem de início uma impressão de ser menos produzido, tornando-o mais intimista e pessoal.</p>
<p>A primeira faixa, &#8220;<em>Telephones</em>&#8220;, ecoa com a mesma semelhança do bom pop do Headlights, porém logo em seguida, a faixa &#8220;<em>Secrets</em>&#8221; demonstra um amadurecimento lindo, ainda mais por ser uma das faixas mais viciantes do álbum e por jogar com repetições em uma discussão que gruda como chiclete.</p>
<p>O resto do álbum alterna momentos de composições tão ternas como da banda <a href="http://www.sheandhim.com/sheandhim.php">She &amp; Him</a> com as mais tristes, que ao invés de sucumbirem em lágrimas, demonstram um carinho e uma delicadeza que só podia ser transmitidas pela linda voz da Erin Fein. É por criar momentos tão lindos e delicados como na última faixa &#8220;<em>Slow Down Town</em>&#8221; que o Headlights continua como uma das mais lindas e honestas bandas de rock-pop da atualidade. Se você tem algum preconceito com isso é porque ainda não se deu ao prazer de colocar o &#8220;Wildlife&#8221; no seu ipod, deitar e experimentar as lindas camadas sonoras que embalarão seus sonhos.</p>
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