Como a realidade virtual pode trazer ganhos para o aprendizado corporativo

Apesar de ter chegado ao público recentemente, o tema da realidade virtual e inteligência artificial já está em pauta há muito tempos nos filmes de ficção. Atualmente a velocidade e alcance das novas tecnologias é infinitamente maior do que já foi no passado. Vivemos na era digital, com uma geração de consumidores cada vez mais tecnológicos e digitais, no entanto ainda vemos muitas empresas com cultura e comportamentos ainda atrasados em relação à utilização de novas tecnologias.

Não adianta negar, a tecnologia chegou a todo vapor e as empresas precisam se adaptar, e rápido. A realidade virtual está mudando a forma como os negócios de diversas indústrias funcionam e é possível utilizar esta tecnologia nos mais variados segmentos: indústria, varejo, saúde, fábricas, educação, franquias, etc.

Como a realidade virtual pode impactar a forma de aprender?

O ambiente digital aproxima a realidade cotidiana ao aprendizado em um ambiente controlado – a sala de aula/escritório. A tecnologia permite que os usuários vivenciem situações reais, trazendo um aprendizado mais prático e efetivo. Com a realidade virtual é possível visitar museus em outro lugar do mundo e por quê não trazê-la para o aprendizado corporativo?

O EAD (Ensino à Distância) foi o primeiro passo para a digitalização dos treinamentos e capacitação de colaboradores e estudantes, aumentando significativamente o acesso à educação. O segundo passo agora é incorporar a realidade virtual à treinamentos práticos corporativos, que suas aplicações são infinitas, tanto para clientes quanto para colaboradores.

Com a realidade virtual é possível visitar canteiros de obras sem precisar sair de casa, mergulhar com golfinhos e aprender na prática sobre determinados assuntos, até mesmo aprender biologia e viajar dentro de um corpo humano.

 

Segundo estudos do SEBRAE, a aprendizagem vivencial – chamado ciclo de aprendizagem vivencial – ocorre quando uma pessoa se envolve numa atividade, analisa criticamente e consegue extrair uma ideia útil dessa análise, e por fim torna possível a aplicabilidade nos resultados. A realidade virtual contribui para que esses processos sejam realizados e vivenciados independentemente de obstáculos físicos como distância, locomoção e o tempo.

Importante ressaltar que nem todos os alunos absorvem conteúdo da mesma forma, mas o fato da vivência pode ser um ganho extra para todos os tipos de pessoas. Existem três estilos de aprendizado:

  • Auditivo (vale mais escutar): o aluno se identifica com sons e gosta de ouvir com atenção e em silêncio o que os outros falam. Observa com olhos fixos e seus pensamentos não param
  • Visual (imagem é tudo): o aluno tem mania de observar tudo, exatamente tudo como cores, formatos, curvas, tons, movimentos e tem memória fotográfica. Aprende lendo textos e vendo gráficos, diagramas, fórmulas
  • Cinestésico (mão na massa): o aluno precisa da expressão corporal. Prefere atividades práticas na hora de aprender, gosta de se mover, de tocar. Enquanto escuta uma explicação costuma olhar para baixo como se estivesse distraído

 

Na prática

No Brasil, a realidade virtual já começou a ser testada em algumas escolas estaduais do Estado de São Paulo que já deram um passo à frente. Muitas empresas nos Estados Unidos e na Europa já utilizam o treinamento através de realidade virtual para criar experiências de aprendizagem únicas.

Um ponto positivo e relevante a ser levado em conta é que a realidade virtual no ensino também é inclusiva, principalmente para pessoas deficientes, que não poderiam executar tarefas de outro modo.

Embora ainda seja uma tecnologia em desenvolvimento, a indústria da realidade virtual vem crescendo rapidamente e o custo dos equipamentos para o consumidor tem reduzido bastante, tornando a tecnologia altamente acessível. Dessa forma é possível ter acesso à kits e dispositivos para treinamentos a baixo custo.

Olhando para todo esse cenário, temos a certeza de que a tecnologia é capaz de empoderar muito mais o aluno pois além de oferecer a informação, cria novas possibilidades e vislumbramento com o objeto a ser estudado. Os estudantes passam a ter mais autonomia e deixam de ser receptores passivos, e o melhor: passam a ser protagonistas do próprio aprendizado.

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