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	<title>GeeX! &#187; Música</title>
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	<description>Mais um passo rumo a dominação mundial!</description>
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		<title>GeeX!</title>
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	<itunes:summary>GeeBeRiSh! - O Podcast do GeeX!

Nosso podcast foi carinhosamente nomeado de GeeBeRiSh, uma adaptação de giberish, que é o ato de discursar sem falar nada importante, ou sem significado algum, e um sinônimo para &#34;bobagem&#34; em inglês. É exatamente o tipo de coisas que vocês podem esperar ouvir no podcast, portanto. :)</itunes:summary>
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		<title>FAROFA ROCK MOVIES</title>
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		<pubDate>Thu, 13 Oct 2011 17:27:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Max Augusto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
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		<description><![CDATA[Não consegui encontrar a origem do termo, mas dando uma rápida googleada por aí, dá para se chegar a algumas conclusões sobre o rock farofa. Claramente criado como uma expressão pejorativa, para designar todo aquele tipo de banda ou música que foi na direção contrária à concepção original do rock. Basicamente, a farofa foi aquele rock mela-cueca, baladeiro, extremamente comercial e limitadamente criativo. Ou seja, o rock dos anos 80 em peso! (não que isso exclua muitas das coisas produzidas nos dias atuais) No mesmo balaio, podemos colocar coisas como Poison, Bon Jovi, Van Halen, Mötley Crüe, Whitesnake e, invariavelmente, qualquer grupo com nome de localização geográfica como Asia ou Europa (mas Boston continua foda, né não?). No terreno do cinema, há um nicho especialmente reservado àquelas pérolas da auto-paródia que não deixam de alfinetar todo o mundo cabeludo e &#8220;poser&#8221; do mesmo rock que busca também homenagear. Segue a nossa lista dos filmes de rock mais farofa de todos os tempos (e se lembrar de mais algum, faça o favor de deixar registrado aí embaixo nos comentários): Isto é Spinal Tap (This is Spinal Tap &#8211; Rob Reiner, 1984) registra a turnê estadunidense de uma grande banda de Heavy Metal inglesa. O filme poderia muito bem estar na categoria de documentários, a não ser por um simples detalhe: é tudo de mentirinha. Muito antes do Massacration encher os estádios pelo Brasil afora, houve um grupo que ganhou a alcunha de &#8220;banda mais barulhenta do Reino Unido&#8221; &#8211; como seu cartaz insistia em nos alertar. Essa banda era o Spinal Tap. Mas assim como seu filhote brasileiro, o Spinal Tap NUNCA EXISTIU. O filme do diretor Rob Reiner (de Conta Comigo e Louca Obsessão), além de ser um retrato fantástico do metal purpurinado e laqueado do rock que tomou conta da época (Kiss? Judas Priest? Alguém? ) é também, na opinião singela deste escriba, um dos melhores filmes de comédia de todos os tempos. Talvez o maior mérito esteja na sátira mascarada. O filme tem toda uma forma carinhosa de tratar o tema, com a nostalgia dos grandes momentos de uma banda que agora está em decadência. É como se o documentarista (que é vivido pelo próprio diretor) fosse um verdadeiro fã do Spinal Tap. As sacadas cômicas são coisas  geniais, como os depoimentos &#8220;sinceros&#8221; dos membros da banda (em especial, as respostas sobre a constante mudança de bateristas) ou o absurdo de um solo de guitarra usando um violino como palheta. Obrigatório para o fã de rock. Numa lista como essa, não poderia faltar uma homenagem sincera à banda mais farofa de todos os tempos. Com direito a muito ovo mexido, bacon e banana picadinha: Kiss! Detroit &#8211; A Cidade do Rock (Detroit Rock City - Adam Rifkin, 1999) não é &#8211; nem de longe &#8211; uma excelente obra cinematográfica. É um filme de adolescentes, descontraído, repleto de clichês do gênero, mas com uma paixonite crônica pelo rock estampada em cada trapalhada &#8211; das muitas &#8211; em que o quarteto de...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não consegui encontrar a origem do termo, mas dando uma rápida googleada por aí, dá para se chegar a algumas conclusões sobre o <strong>rock farofa. </strong>Claramente criado como uma expressão pejorativa, para designar todo aquele tipo de banda ou música que foi na direção contrária à concepção original do rock. Basicamente, a farofa foi aquele rock <em>mela-cueca</em>, baladeiro, extremamente comercial e limitadamente criativo. Ou seja, o rock dos anos 80 em peso! (não que isso exclua muitas das coisas produzidas nos dias atuais)</p>
<p>No mesmo balaio, podemos colocar coisas como <strong><a href="http://www.youtube.com/watch?v=aB5JRS6JOck">Poison</a>, <a href="http://www.youtube.com/watch?v=jn8XfKnDPlg&amp;feature=related">Bon Jovi</a>, <a href="http://www.youtube.com/watch?v=wlq0lYB3iSM&amp;feature=related">Van Halen</a>, <a href="http://www.youtube.com/watch?v=qMuZbxfFpfE&amp;feature=related">Mötley Crüe</a>, <a href="http://www.youtube.com/watch?v=GOJk0HW_hJw&amp;ob=av2e">Whitesnake</a> </strong>e, invariavelmente, qualquer grupo com nome de localização geográfica como <strong>Asia </strong>ou <strong>Europa</strong> (mas <a href="http://www.youtube.com/watch?v=t4QK8RxCAwo&amp;ob=av2n"><strong>Boston</strong></a> continua foda, né não?).</p>
<p>No terreno do cinema, há um nicho especialmente reservado àquelas pérolas da auto-paródia que não deixam de alfinetar todo o mundo cabeludo e &#8220;poser&#8221; do mesmo rock que busca também homenagear. Segue a nossa lista dos filmes de rock mais farofa de todos os tempos (e se lembrar de mais algum, faça o favor de deixar registrado aí embaixo nos comentários):</p>
<p><img class="alignleft" src="http://media.lunch.com/d/d7/451827.jpg" alt="" width="360" height="240" /></p>
<p><em><strong><a href="http://www.youtube.com/watch?v=-6EwqlgUOpI&amp;feature=related">Isto é Spinal Tap</a> </strong></em>(<em>This is Spinal Tap &#8211; </em><a href="http://www.imdb.com/name/nm0001661/">Rob Reiner</a>, 1984) registra a turnê estadunidense de uma grande banda de <em>Heavy Metal</em> inglesa. O filme poderia muito bem estar na categoria de <a href="http://www.geex.com.br/2011/10/10/rock-movies-rockumentarios/">documentários</a>, a não ser por um simples detalhe: <strong>é tudo de mentirinha.</strong> Muito antes do <a href="http://www.youtube.com/watch?v=vcfrgoSSeRs&amp;feature=related"><em><strong>Massacration</strong></em></a> encher os estádios pelo Brasil afora, houve um grupo que ganhou a alcunha de &#8220;<em>banda mais barulhenta do Reino Unido</em>&#8221; &#8211; como seu cartaz insistia em nos alertar. Essa banda era o <em><a href="http://www.youtube.com/watch?v=RsOxgwF9LlM"><strong>Spinal Tap</strong></a>. </em>Mas assim como seu filhote brasileiro, o <em>Spinal Tap</em> NUNCA EXISTIU.</p>
<p>O filme do diretor Rob Reiner (de<em> <a href="http://www.youtube.com/watch?v=FUVnfaA-kpI">Conta Comigo</a> </em>e <a href="http://www.youtube.com/watch?v=wAzmhrctuz0"><em>Louca Obsessão</em></a>), além de ser um retrato fantástico do metal purpurinado e laqueado do rock que tomou conta da época (<a href="http://www.youtube.com/watch?v=rXAzXckKX1M&amp;feature=related"><em>Kiss</em></a>? <a href="http://www.youtube.com/watch?v=kKbJnWeYwvg"><em>Judas Priest</em></a>? Alguém? ) é também, na opinião singela deste escriba, um dos melhores filmes de comédia de todos os tempos. Talvez o maior mérito esteja na sátira mascarada. O filme tem toda uma forma carinhosa de tratar o tema, com a nostalgia dos grandes momentos de uma banda que agora está em decadência. É como se o documentarista (que é vivido pelo próprio diretor) fosse um verdadeiro fã do <em>Spinal Tap</em>.</p>
<p>As sacadas cômicas são coisas  geniais, como os depoimentos &#8220;sinceros&#8221; dos membros da banda (em especial, as respostas sobre a <a href="http://www.youtube.com/watch?v=qBCSMjHJAvg&amp;feature=fvsr">constante mudança de bateristas</a>) ou o absurdo de um solo de guitarra usando um <a href="http://www.youtube.com/watch?v=k4UJkl6eaGQ&amp;feature=related">violino como palheta</a>. Obrigatório para o fã de rock.</p>
<p><a rel="attachment wp-att-10250" href="http://www.geex.com.br/2011/10/13/farofa-rock-movies/detroit-rock-city03/"><img class="alignright size-medium wp-image-10250" src="http://www.geex.com.br/blog2/wp-content/uploads/2011/10/detroit-rock-city03-300x207.jpg" alt="" width="345" height="238" /></a></p>
<p>Numa lista como essa, não poderia faltar uma homenagem sincera à banda mais farofa de todos os tempos. Com direito a muito ovo mexido, bacon e banana picadinha<strong><em>: Kiss! </em></strong><strong><em><a href="http://www.youtube.com/watch?v=JBTg_CW9kQQ">Detroit &#8211; A Cidade do Rock</a> </em></strong><strong>(</strong><em>Detroit Rock City </em><em>-</em> <a href="http://www.imdb.com/name/nm0726472/">Adam Rifkin</a>, 1999) não é &#8211; nem de longe &#8211; uma excelente obra cinematográfica. É um filme de adolescentes, descontraído, repleto de clichês do gênero, mas com uma paixonite crônica pelo rock estampada em cada trapalhada &#8211; das muitas &#8211; em que o quarteto de protagonistas se envolve. E é essa mistura de <em>road movie</em> com rock n´roll que o o torna obrigatório na nossa lista.</p>
<p>A história? As intrépidas aventuras de quatro amigos que farão de tudo para conseguir assistir ao show do <strong>Kiss </strong>(em carne, osso e muita maquiagem), na cidade de Detroit, lá pelos idos de 1978. As tiradas sobre o inacabável &#8220;conflito&#8221; religião X rock n´roll dão um tempero a mais, mas o que fica gravado na memória é o <a href="http://www.youtube.com/watch?v=ppLX4B_xz14">show catártico</a> do final.</p>
<p><a title="Dave Grohl se divertindo como nunca" rel="attachment wp-att-10218" href="http://www.geex.com.br/2011/10/13/farofa-rock-movies/tenacious-d/"><img class="size-medium wp-image-10218 alignleft" src="http://www.geex.com.br/blog2/wp-content/uploads/2011/10/tenacious-d-300x210.jpg" alt="" width="363" height="253" /></a><em><a href="http://www.youtube.com/watch?v=gMRl8jR81vo"><strong>Tenacious D &#8211; Uma Dupla Infernal </strong></a>(Tenacious D and the Pick of Destiny -</em><a href="http://www.imdb.com/name/nm0528381/">Liam Lynch</a>, 2006) é como todo musical deveria ser: anárquico, escrachado e sem noção. Conta a história (<em>fictícia? Será?</em>) da formação da dupla <strong>Tenacious D</strong> em busca da performance perfeita do rock, que é simbolizada aqui pela mítica <strong><a href="http://www.youtube.com/watch?v=h27xucvYtRs">palheta do destino</a>.</strong></p>
<p>Aliás, a origem da tal palheta é também referência a um dos papos mais recorrentes em reuniões de grupo dos <em>Pais Unidos em Cristo pela Preservação da Família e Bons Costumes</em>, sobre aquela coisa maldita de o <em>&#8220;rock n´roll ser coisa do Diabo&#8221;.</em> E qual não é a nossa surpresa quando vemos que o pai religioso conservador do jovem JB é <strong><a href="http://www.imdb.com/name/nm0001533/">Meat Loaf</a></strong>, ator e roqueiro  <em>fR0M hElL</em> (e também o <strong>Bob </strong>de <em>Fight Club) </em> que, entre outras coisas, fez <a href="http://www.youtube.com/watch?v=9X_ViIPA-Gc">isto aqui</a>? Essa sarcástica incoerência ainda é um detalhe, se comparada com o restante dos méritos dessa comédia <em>nonsense</em>. Há uma parcela de humor sexual bizarro de um <a href="http://www.youtube.com/watch?v=yvGMD9_LVIU&amp;feature=related">mau gosto absurdamente divertido</a>, mas é nos números musicais que a comédia com <a href="http://www.imdb.com/name/nm0085312/"><strong>Jack Black</strong></a> (<em>o comediante mais rocker de todos</em>)  e <strong><a href="http://www.imdb.com/name/nm0309307/">Kyle Gass</a> </strong>(mostrando do que um <em>sidekick</em> é capaz) <strong> </strong>guarda toda a sua força.</p>
<p>Vai por mim, você vai querer ver e rever cada uma das sequências operísticas repletas de besteirol e falsetes absurdos: desde o garotinho que descobre  o rock &#8220;boca suja&#8221;, pra logo em seguida ser chamado à jornada por ninguém menos que o falecido <strong>Dio, </strong>na faixa <strong><em><a href="http://www.youtube.com/watch?v=hvvjiE4AdUI">Kickapoo</a>; </em></strong>até o embate final entre <strong>JB and</strong><strong> KG </strong>e ninguém menos que <strong>Dave Grohl<em> </em>, </strong>disfarçado de <strong>Diabo, </strong>na épica <strong><em><a href="http://www.youtube.com/watch?v=u43-bh9jrxc&amp;NR=1&amp;feature=fvwp">Beelzeboss (The Final Showdown)</a>. </em></strong>No final, fica a sensação de que um show de verdade, com toda a teatralidade dessa dupla, ia ser algo que você não perderia por nada neste ou no outro mundo.</p>
<p><strong>P.S: </strong>Se gostou da farofada, vale a pena ainda buscar outras coisas no meio da bagunça. Mesmo que não tenham o rock n´roll como centro das atenções e caiam na ideia dos &#8220;<em>dois brothers extremamente idiotas e suas intrépidas aventuras</em>&#8220;,  a música e a atitude circundam tudo que rodeia o roteiro e os personagens em <em><strong><a href="http://www.youtube.com/watch?v=VzUU7SRRsGo">Quanto Mais Idiota Melhor</a> </strong>(Wayne´s World </em>- <a href="http://www.imdb.com/name/nm0790715/">Penelope Spheeris</a>, 1992) e em sua nem tão inspirada sequência (<em><strong>Wayne´s World 2 </strong></em>- <a href="http://www.imdb.com/name/nm0839660/">Stephen Surjik</a>, 1993). Também, impossível não lembrar do par de filmes sobre os &#8216;gênios&#8217; <strong>Bill Preston </strong>e <strong>Ted Logan  (</strong><em><a href="http://www.youtube.com/watch?v=xrGWooNDPiE">Bill &amp; Ted&#8217;s excellent adventure</a></em> &#8211; <a href="http://www.imdb.com/name/nm0378893/">Stephen Herek</a>, 1989 e <em><a href="http://www.youtube.com/watch?v=aIeFo9zzdVg">Bill &amp; Ted´s bogus journey </a></em>- <a href="http://www.imdb.com/name/nm0382072/">Peter Hewitt</a>, 1991) que, com sua música, criaram a base para a existência de toda a humanidade num futuro em que todos amam rock n´roll e que cabines telefônicas são um meio de transporte intertemporal ao custo de uma ligação local. <em>Rock n´roll is here to stay. </em>Não mais utópico do que sensacional.</p>
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		<title>Rock Movies &#8211; ROCKUMENTÁRIOS</title>
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		<pubDate>Mon, 10 Oct 2011 17:44:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Max Augusto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Foram cerca de 100.000 pessoas por noite, entre headbangers e micareteiros, aos berros, cotoveladas, rodas gigantes, histeria e muito pop. Ah, teve Rock também. Não é só mais Rock e não é só no Rio. O conclamado &#8220;maior festival de rock do mundo&#8221; tornou-se uma marca comercial forte, com os vícios e as virtudes inerentes. Com isso perdeu também o senso de identidade musical que havia lá na primeira edição nos idos de 1985 (se bem que naquela época teve Eduardo Dusek&#8230;). Choradeiras à parte, pra quem se diluiu nessa mistura tropical que foram os lineups do  Rock in Rio 2011, providenciamos uma listinha fílmica que poderá te ajudar a se situar dentro da verdadeira essência do rock e, de quebra, te deixar imaginando como deveria ser (e nunca será!) o próximo #RiR&#8230; Hoje começamos a série com alguns dos mais marcantes documentários sobre o rock n´roll mundial. Mas aguarde: esta é só a primeira das listas de rock movies que preparamos para você. ROCKUMENTÁRIOS  Gimme Shelter (idem &#8211; Albert e David Maysles, 1970) registrou a primeira turnê dos Rolling Stones em território estadunidense. O documentário está nesta lista simplesmente porque se aproveita de um dos momentos mais intensos da carreira da banda, abarrotado de um sem número daquelas histórias que formam o seu &#8220;pré-conceito&#8221; do que é a cena e a atitude rock. Em 1969, o Festival de Altamonte reuniu 300.000 pessoas  para assistir o show dos Stones. Dentre as loucuras do grupo, contrataram &#8211; no improviso mesmo &#8211; os Hell Angels para fazer a segurança da banda no evento. O resultado foi a morte de um rapaz, assassinado na plateia por um dos seguranças. Tempos depois esse mesmo clube de motociclistas foi envolvido, conforme alegações do FBI, numa tentativa de assassinato de Jagger (em retaliação ao repudio público do vocalista dos Stones aos atos dos &#8216;seguranças&#8217; no show em Altamonte). O documentário ainda reserva uma visão até então pouco conhecida dos bastidores do rock, intercalando o registro histórico do show com as rusgas dos empresários com organizadores de eventos e todo o background que envolvia o quarteto. Vale lembrar que o registro documental pega emprestado o nome da música que foi um dos &#8211; senão o maior &#8211; hinos da geração hippie contra a Guerra do Vietnã. Cinematograficamente, Gimme Shelter &#8211; a música -, foi ainda usada três vezes por Scorcese em sua trilogia gangster. Em Os Bons Companheiros, enquanto Henry (Ray Lyotta) vai misturando sua cocaína; em Cassino, acompanhando o declínio de Nick Santoro (Joe Pesci); e em Os Infiltrados, marcando dois momentos distintos: logo na abertura, ao apresentar o personagem de Jack Nicholson e mais tarde, quando Colin Sullivan (Matt Damon) muda-se para a casa da namorada.  Some Kind of Monster (idem &#8211; Joe Berlinger e Bruce Sinofsky, 2004) é marcante por abrir mão da obviedade dos shows para multidões ou não tentar traçar um retrato da ascenção do trash metal e apresenta, de forma absurdamente crua, o potencial auto-destrutivo dos membros do Metallica. De quebra, você ainda...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-10190" href="http://www.geex.com.br/2011/10/10/rock-movies-rockumentarios/gimme-shelter-1970-05-g/"></a>Foram cerca de 100.000 pessoas por noite, entre headbangers e micareteiros, aos berros, cotoveladas, rodas gigantes, histeria e muito pop. Ah, teve Rock também. Não é só mais Rock e não é só no Rio. O conclamado &#8220;maior festival de rock do mundo&#8221; tornou-se uma marca comercial forte, com os <a href="http://www.youtube.com/watch?v=7pvVBTOywwo">vícios </a>e as <a href="http://www.youtube.com/watch?v=zEc9qQwMuW0">virtudes </a>inerentes. Com isso perdeu também o senso de identidade musical que havia lá na primeira edição nos <a href="http://www.youtube.com/watch?v=8oioH8A818w&amp;feature=fvst">idos de 1985</a> (se bem que naquela época teve <a href="http://www.youtube.com/watch?v=nthqY0s8h0E"><em>Eduardo Dusek</em></a>&#8230;).</p>
<p>Choradeiras à parte, pra quem se diluiu nessa mistura tropical que foram os <em>lineups</em> do  <strong>Rock in Rio 2011</strong>, providenciamos uma listinha fílmica que poderá te ajudar a se situar dentro da verdadeira essência do rock e, de quebra, te deixar imaginando como deveria ser (e nunca será!) o <a href="http://www.youtube.com/watch?v=qynzg2PHHA4">próximo #RiR</a>&#8230;</p>
<p>Hoje começamos a série com alguns dos mais marcantes documentários sobre o rock n´roll mundial. Mas aguarde: esta é só a primeira das listas de rock movies que preparamos para você.</p>
<p style="text-align: center"><strong>ROCKUMENTÁRIOS</strong><strong><br />
</strong></p>
<p><em><strong> </strong></em><em><strong><a href="http://www.youtube.com/watch?v=h35c0BpgZ90&amp;feature=related"><img class="alignleft size-medium wp-image-10185" src="http://www.geex.com.br/blog2/wp-content/uploads/2011/10/gimmeshelter-201x300.jpg" alt="" width="241" height="336" />Gimme Shelter</a></strong></em> (<em>idem &#8211; </em><a href="http://www.imdb.com/name/nm0563099/">Albert e David Maysles</a>, 1970) registrou a primeira turnê dos <a href="http://www.youtube.com/watch?v=UzNxYjf_4p4&amp;feature=related">Rolling Stones</a> em território estadunidense. O documentário está nesta lista simplesmente porque se aproveita de um dos momentos mais intensos da carreira da banda, abarrotado de um sem número daquelas histórias que formam o seu &#8220;pré-conceito&#8221; do que é a cena e a atitude rock.</p>
<p>Em 1969, o <strong>Festival de Altamonte</strong> reuniu 300.000 pessoas  para assistir o show dos Stones. Dentre as loucuras do grupo, contrataram &#8211; no improviso mesmo &#8211; os <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Hells_Angels"><strong>Hell Angels</strong></a> para fazer a segurança da banda no evento. O resultado foi a morte de um rapaz, <a href="http://www.youtube.com/watch?v=H8UIctnEwX8">assassinado na plateia por um dos seguranças</a>. Tempos depois esse mesmo clube de motociclistas foi envolvido, conforme alegações do FBI, numa tentativa de assassinato de Jagger (em retaliação ao repudio público do vocalista dos Stones aos atos dos &#8216;seguranças&#8217; no show em Altamonte).</p>
<p>O documentário ainda reserva uma visão até então pouco conhecida dos bastidores do rock, intercalando o registro histórico do show com as rusgas dos empresários com organizadores de eventos e todo o background que envolvia o quarteto.</p>
<p>Vale lembrar que o registro documental pega emprestado o nome da música que foi um dos &#8211; senão o maior &#8211; hinos da geração <em>hippie</em> contra a <strong>Guerra do Vietnã</strong>. Cinematograficamente, <em>Gimme Shelter &#8211; </em>a música -, foi ainda usada três vezes por <strong>Scorcese</strong> em sua trilogia gangster. Em <em><a href="http://www.imdb.com/title/tt0099685/"><strong>Os Bons Companheiros</strong></a>, </em>enquanto Henry (<strong>Ray Lyotta</strong>) vai misturando sua cocaína; em <a href="http://www.imdb.com/title/tt0112641/"><em><strong>Cassino</strong></em></a>, acompanhando o declínio de Nick Santoro (<strong>Joe Pesci</strong>); e em <a href="http://www.imdb.com/title/tt0407887/"><em><strong>Os Infiltrados</strong></em></a>, marcando dois momentos distintos: logo <a href="http://www.youtube.com/watch?v=V4nUFxsZqpA">na abertura</a>, ao apresentar o personagem de <strong>Jack Nicholson</strong> e mais tarde, quando Colin Sullivan (<strong>Matt Damon</strong>) muda-se para a casa da namorada.</p>
<p><em><strong> </strong></em><em><strong><a href="http://www.youtube.com/watch?v=eE4wmmnahnk"><img class="alignright size-full wp-image-10130" src="http://www.geex.com.br/blog2/wp-content/uploads/2011/10/some-kind-of-the-monster.jpg" alt="" width="329" height="294" />Some Kind of Monster</a></strong></em> (<em>idem &#8211; </em><a href="http://www.imdb.com/name/nm0075666/">Joe Berlinger</a> e <a href="http://www.imdb.com/name/nm0802501/">Bruce Sinofsky</a>, 2004) é marcante por abrir mão da obviedade dos shows para multidões ou não tentar traçar um retrato da ascenção do <em>trash metal</em> e apresenta, de forma absurdamente crua, o potencial auto-destrutivo dos membros do <a href="http://www.youtube.com/watch?v=1QP-SIW6iKY">Metallica</a>.</p>
<p>De quebra, você ainda vê o quão foda é o baterista <strong>Lars Ulrich</strong>, que decidiu segurar a peteca enquanto o mundo todo caía ao redor. Das <a href="http://www.youtube.com/watch?v=cgc6Rahs6bo">brigas incessantes da banda</a>, até o trato direto em relação aos problemas com a dependência alcoólica do vocalista <strong>James Hetfield</strong>.</p>
<p>O documentário é, talvez, a melhor coisa que o <em>Metallica </em>fez desde o comumente chamado <em>Black Album.</em></p>
<p><em><strong>DICA DE AMIGO:</strong> se você procurar direitinho, vai achar o registro completo &#8211; e legendado em português &#8211; no <strong>VocêTubo</strong>.</em></p>
<p><a href="http://www.imdb.com/name/nm0000217/"><img class="alignleft" src="http://1.bp.blogspot.com/-oScnA7DxQFc/TWk8cx8iLaI/AAAAAAAAD4k/E9yjQwr1CTg/s1600/the%2Bband.jpg" alt="" width="411" height="246" />Martin Scorcese</a> é um dos cineastas mais representativos não só para o cinema, mas também para a música em geral.</p>
<p>Não bastasse sua paixão pelo rock (como já citado lá em cima), seu currículo ainda traz trabalhos documentais que são, no mínimo, interessantes (como o registro de um show dos Stones em <a href="http://www.youtube.com/watch?v=276YvPgwGQA"><em><strong>Shine a Light</strong></em></a>)<em>.</em></p>
<p>Mas quando decidiu contar a história sobre o último show da<strong> The Band</strong> (que até então era mais conhecida como a banda de apoio de <strong>Bob Dylan</strong>), o diretor conseguiu gerar um dos mais bonitos filmes sobre rock de todos os tempos.</p>
<p><em><strong><a href="http://www.youtube.com/results?search_query=last+waltz+trailer&amp;aq=f">O Último Concerto de Rock</a> </strong>(The Last Waltz &#8211; </em>1978) trata não só do show em si, mas dos preparativos e negociações que o envolveram. É um trabalho que consegue catapultar o mero registro audiovisual de um show para algo mais cinematográfico e muito mais magnético. Bem antes do surgimento dos <em>home theaters </em>e seus <em>&#8216;ambisounds digitals 7.1&#8242;, </em>quando <strong>Dylan se junta à The Band </strong>para tocar <em><a href="http://www.youtube.com/watch?v=JObWTtWQiq0">Baby You Let Me Follow You Down</a>, </em>o espectador já conseguiu sentir, &#8220;no conforto de sua casa&#8221;, aquela proximidade e o arrepio na espinha ao testemunhar um show épico ao vivo. Obra de uma banda excelente e de um diretor fenomenal.</p>
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		<title>Codex &amp; Dublab</title>
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		<pubDate>Tue, 28 Jun 2011 14:36:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jairo Neto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Codex é um podcast semanal apresentado pelo Jean Snow. Morando no Japão, esse designer canadense aproveita para falar de 10 novos (ou velhos) sons que tocam no seu player. Quase sempre ele tenta dar um background legal no material apresentado, onde as vezes pipocam composições diferentes de artistas locai ou pode faz algum especial temático (edição de Natal, Jazz, etc). O que mais chamou atenção na verdade foi o capricho que Jean tem em seus podcasts e na organização do material. A página separa cada episódio com a marca do programa e com um cor da paleta que ele têm utilizado. Além disso, sempre contém um texto explicativo do conteúdo do podcast, além da tracklist detalhada. Eu nem sou um grande seguidor de podcasts, sendo que quase sempre vou nos mais &#8220;documentais&#8221; como do Freakonomics e o Meet The Filmmaker, mas esse me ganhou pelo cuidado ao espectador. A última vez que vi um cuidado assim foi com o Dublab, que, graças a ajuda de fãs ao redor do mundo, tornou-se uma verdadeira rádio de respeito que já alcança outros patamares com a sua programação. Então fica aqui a pergunta para vocês: quais outros podcasts / web radios que vocês conhecem por aí tem um &#8220;toque&#8221; diferente?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><a href="http://jeansnow.net/codex">Codex</a> </strong>é um podcast semanal apresentado pelo <a href="http://jeansnow.net/">Jean Snow</a>.</p>
<p>Morando no Japão, esse designer canadense aproveita para falar de 10 novos (ou velhos) sons que tocam no seu player. Quase sempre ele tenta dar um background legal no material apresentado, onde as vezes pipocam composições diferentes de artistas locai ou pode faz algum especial temático (edição de Natal, Jazz, etc).</p>
<p>O que mais chamou atenção na verdade foi o capricho que Jean tem em seus podcasts e na organização do material. A página separa cada episódio com a marca do programa e com um cor da paleta que ele têm utilizado. Além disso, sempre contém um texto explicativo do conteúdo do podcast, além da tracklist detalhada. Eu nem sou um grande seguidor de podcasts, sendo que quase sempre vou nos mais &#8220;documentais&#8221; como do <a href="http://www.freakonomics.com/">Freakonomics</a> e o <a href="http://itunes.apple.com/us/podcast/meet-the-filmmaker/id301899522">Meet The Filmmaker</a>, mas esse me ganhou pelo cuidado ao espectador.</p>
<div id="attachment_9753" class="wp-caption aligncenter" style="width: 563px"><img class="size-full wp-image-9753 " title="dublab" src="http://www.geex.com.br/blog2/wp-content/uploads/2011/06/dublab.jpg" alt="" width="553" height="262" /><p class="wp-caption-text">o coletivo do dublab</p></div>
<p>A última vez que vi um cuidado assim foi com o <strong><a href="http://dublab.com/">Dublab</a></strong>, que, graças a ajuda de fãs ao redor do mundo, tornou-se uma verdadeira rádio de respeito que já alcança outros patamares com a sua programação.</p>
<p>Então fica aqui a pergunta para vocês: quais outros podcasts / web radios que vocês conhecem por aí tem um &#8220;toque&#8221; diferente?</p>
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		<title>Eu Ajudei o Bazan a Gravar Um Álbum</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Jun 2011 14:07:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jairo Neto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Eu gostava de Pedro The Lion, porém não era nenhum fã de carteirinha. Acho que precisou o seu vocalista e frontman, David Bazan, romper com a banda para começar a se interessar um pouco por sua música. A história conturbada que divulgam por aí diz que Bazan era um cristão praticante, porém em algum momento da última turnê do Pedro The Lion, ele perdeu todas as bases de sua fé e começou a questionar tudo o que tinha aprendido até aquele momento. Nunca criei nenhum vínculo religioso com os temas de Bazan, mas gostei (e muito) quando o seu primeiro álbum solo, Curse Your Branches, saiu em 2009. Mais interessante ainda foi ver como o cantor fez para promover um &#8220;preparo&#8221; para a gravação de seu material, adotando um sistema de &#8220;house shows&#8221; (shows em casa) selecionado a partir de fãs que se cadastravam em seu site oficial. Foi uma maneira dele praticar suas composições em ambientes intimistas, sem as conturbações e irritações que apresentações em bares podem trazer. Antes de partir para a turnê já com a banda inteira, a van do pessoal pifou de vez e para arranjarem uma grana extra para o aluguel ou compra de outro veículo, eles decidiram lançar uma série camisetas com a estampa &#8220;Eu ajudei o Bazan a comprar uma van&#8221;. A edição limitada esgotou-se em menos de uma semana e sim, ele conseguiu arranjar uma van. A última empreitada coletiva do músico ocorreu no fim do ano passado, quando ele propôs aos fãs que investissem no álbum novo, para finalmente conseguir finalizar a mixagem. Para tal, ofereceu um envio de uma camiseta com a estampa (pasmem) &#8220;Eu Ajudei o Bazan a Gravar um Álbum&#8221;, uma reserva do pedido do CD e o seu nome incluído no encarte do mesmo. Como petisco, algumas semanas antes do lançamento do álbum &#8220;físico&#8221;, os fãs receberam um link para baixar o álbum em MP3 numa compressão boa, evitando pegar aqueles álbuns vazados com ruídos misteriosos e irritantes. No fim das contas, ao receber o álbum físico em casa, ficou aquela sensação de trabalho cumprido e a vontade de participar de mais projetos deste tipo. Algumas plataformas de crowdfunding já funcionam no Brasil, como já citamos em um post anterior, então bora procurar outros projetos interessantes para ajudar. Para os que duvidam deste sistema: ainda vale mais a pena brigar por um desconto de um site de compra coletiva que te oferece um almoço às cinco da tarde?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eu gostava de <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Pedro_the_Lion">Pedro The Lion</a>, porém não era nenhum fã de carteirinha. Acho que precisou o seu vocalista e frontman, <a href="http://www.davidbazan.com/">David Bazan</a>, romper com a banda para começar a se interessar um pouco por sua música. A história conturbada que divulgam por aí diz que Bazan era um cristão praticante, porém em algum momento da última turnê do Pedro The Lion, ele perdeu todas as bases de sua fé e começou a questionar tudo o que tinha aprendido até aquele momento.</p>
<div id="attachment_9605" class="wp-caption alignright" style="width: 377px"><img class="size-full wp-image-9605 " title="8a88e9e818dd4591a36b551778a7e7cd_7" src="http://www.geex.com.br/blog2/wp-content/uploads/2011/06/8a88e9e818dd4591a36b551778a7e7cd_7.jpg" alt="" width="367" height="367" /><p class="wp-caption-text">meu nome no encarte junto dos outros &quot;produtores executivos&quot;</p></div>
<p>Nunca criei nenhum vínculo religioso com os temas de Bazan, mas gostei (e muito) quando o seu primeiro álbum solo, <a href="http://www.geex.com.br/2009/10/01/critica-david-bazan-curse-your-branches-2009/"><em>Curse Your Branches</em></a>, saiu em 2009. Mais interessante ainda foi ver como o cantor fez para promover um &#8220;preparo&#8221; para a gravação de seu material, adotando um sistema de &#8220;house shows&#8221; (shows em casa) selecionado a partir de fãs que se cadastravam em seu site oficial. Foi uma maneira dele praticar suas composições em ambientes intimistas, sem as conturbações e irritações que apresentações em bares podem trazer.</p>
<p>Antes de partir para a turnê já com a banda inteira, a van do pessoal pifou de vez e para arranjarem uma grana extra para o aluguel ou compra de outro veículo, eles decidiram lançar uma série camisetas com a estampa<a href="http://www.davidbazan.com/wp-content/uploads/bazan-van-shirt-11.jpg"> &#8220;Eu ajudei o Bazan a comprar uma van&#8221;</a>. A edição limitada esgotou-se em menos de uma semana e sim, ele conseguiu arranjar uma van.</p>
<p>A última empreitada coletiva do músico ocorreu no fim do ano passado, quando ele propôs aos fãs que investissem no álbum novo, para finalmente conseguir finalizar a mixagem. Para tal, ofereceu um envio de uma camiseta com a estampa (pasmem) &#8220;Eu Ajudei o Bazan a Gravar um Álbum&#8221;, uma reserva do pedido do CD e o seu nome incluído no encarte do mesmo.</p>
<p>Como petisco, algumas semanas antes do lançamento do álbum &#8220;físico&#8221;, os fãs receberam um link para baixar o álbum em MP3 numa compressão boa, evitando pegar aqueles álbuns vazados com ruídos misteriosos e irritantes.</p>
<p>No fim das contas, ao receber o álbum físico em casa, ficou aquela sensação de trabalho cumprido e a vontade de participar de mais projetos deste tipo. Algumas plataformas de crowdfunding já funcionam no Brasil, <a href="http://www.geex.com.br/2011/04/20/o-que-voce-faz-cineasta/">como já citamos em um post anterior</a>, então bora procurar outros projetos interessantes para ajudar.</p>
<p>Para os que duvidam deste sistema: ainda vale mais a pena brigar por um desconto de um site de compra coletiva que te oferece um almoço às cinco da tarde?</p>
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		<title>Henrik José &#8211; Photo Album (2011)</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Jun 2011 14:45:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jairo Neto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Henrik José é um desses mistérios da música. Conforme conversamos no ano passado, o artista sueco insiste em distribuir suas composições de forma gratuita por diferentes netlabels, espalhando seus EPs e singles universo afora. Acompanhar a sua carreira torna-se então uma surpresa anual, já que nunca se sabe quando uma nova faixa pode ser divulgada. E hoje foi um desses dias em que você abre a sua caixa de e-mails e recebe a notícia que o novo single Photo Album está disponível para download. O single é composto da faixa-título, uma viagem progressiva que lembra os bons momentos do Animal Collective, e também da música Den Andra Handen, cantada em sueco e de uma sensibilidade conhecida pelos fãs do cantor. Aparentemente, Photo Album fazia parte de uma vídeo-arte criada pelo artista há 8 meses atrás. Continua sendo engraçado o descompromisso que o Henrik tem o status quo normal da indústria fonográfica. Talvez ele busque aí uma &#8220;bolha&#8221; de segurança melhor para produzir sem intereferências ou pressões de produtores ou orçamentos bizarros. Talvez ele não queira virar uma piada de si mesmo. Pra isso, já basta o Coldplay e suas misteriosas composições. Photo Album from Henrik José on Vimeo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O <strong><a href="http://www.henrikjose.com/">Henrik José</a></strong> é um desses mistérios da música. <a href="http://www.geex.com.br/2010/04/30/geex-especial-henrik-jose/">Conforme conversamos no ano passado</a>, o artista sueco insiste em distribuir suas composições de forma gratuita por diferentes <a href="http://www.geex.com.br/2010/05/21/netlabels/">netlabels</a>, espalhando seus EPs e singles universo afora.</p>
<div id="attachment_9508" class="wp-caption alignright" style="width: 213px"><img class="size-full wp-image-9508 " title="JMD006_final_300dpi2-290x2901" src="http://www.geex.com.br/blog2/wp-content/uploads/2011/06/JMD006_final_300dpi2-290x2901.jpg" alt="" width="203" height="203" /><p class="wp-caption-text">capa do novo single do Henrik José</p></div>
<p>Acompanhar a sua carreira torna-se então uma surpresa anual, já que nunca se sabe quando uma nova faixa pode ser divulgada. E hoje foi um desses dias em que você abre a sua caixa de e-mails e recebe a notícia que <a href="http://www.jammerdosa.se/releases/jmd006-henrik-jose-photo-album">o novo single Photo Album está disponível para download</a>.</p>
<p>O single é composto da faixa-título, uma viagem progressiva que lembra os bons momentos do Animal Collective, e também da música <a href="http://soundcloud.com/jammerdosa/sets/jmd006-henrik-jose-photo-album/s-wV0rg">Den Andra Handen</a>, cantada em sueco e de uma sensibilidade conhecida pelos fãs do cantor.</p>
<p>Aparentemente, Photo Album fazia parte de uma vídeo-arte criada pelo artista há 8 meses atrás.</p>
<p>Continua sendo engraçado o descompromisso que o Henrik tem o <em>status quo</em> normal da indústria fonográfica. Talvez ele busque aí uma &#8220;bolha&#8221; de segurança melhor para produzir sem intereferências ou pressões de produtores ou orçamentos bizarros.</p>
<p>Talvez ele não queira virar uma piada de si mesmo. Pra isso, já basta <a href="http://virgula.uol.com.br/ver/noticia/musica/2011/06/03/276737-novo-single-do-coldplay-acusado-de-plagiar-dance-popero-dos-anos-90">o Coldplay e suas misteriosas composições.</a></p>
<p><iframe src="http://player.vimeo.com/video/15485386?title=0&amp;byline=0&amp;portrait=0" width="400" height="225" frameborder="0"></iframe>
<p><a href="http://vimeo.com/15485386">Photo Album</a> from <a href="http://vimeo.com/henrikjose">Henrik José</a> on <a href="http://vimeo.com">Vimeo</a>.</p>
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		<title>Peter Broderick e suas respostas</title>
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		<pubDate>Thu, 05 May 2011 14:33:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jairo Neto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[É sempre complicado falar de música por aqui, ainda mais quando se trata de um artista tão específico quanto o Peter Broderick. Peter é um músico americano, aparentemente radicado na Alemanha, que colabora com o Efterklang (que já pintou aqui) e tem uma carreira solo extremamente prolífica. O músico está sempre engajado em diversos projetos, desde trilhas-sonoras para balés, composições experimentais, instrumentações nos álbuns do She &#38; Him e afins. Há pouco tempo ele abriu o seu site oficial, depois de um bom tempo trabalhando no Myspace. Seu abandono da plataforma veio em boa hora, ainda mais que agora o seu site centraliza boa parte de sua discografia e disponibiliza um canal de notícias mais prático. O mais legal mesmo é answers for ears, um &#8220;sistema&#8221; de comunicação entre os fãs que ele bolou. Funciona assim: você envia sua pergunta para o e-mail dele, ele lê, seleciona e responde junto com uma gravação inédita que é disponibilizada no site. Até agora já foram 16 respostas, todas com uma música própria, até mesmo nos casos onde ele não tinha resposta nenhuma para o que foi enviado. Não é lá nenhuma solução para o fim do mundo, mas é uma forma criativa e eficaz de se comunicar com sua base de fãs. Ações similares ocorram também no ano passado, quando Jeremy Messersmith abriu uma conta no Formspring (lembra dele?) para responder perguntas de seus fãs. &#160;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>É sempre complicado falar de música por aqui, ainda mais quando se trata de um artista tão específico quanto o <strong><a href="http://www.peterbroderick.net">Peter Broderick</a></strong>.</p>
<p>Peter é um músico americano, aparentemente radicado na Alemanha, que colabora com o <a href="http://www.efterklang.net/">Efterklang</a> (<a href="http://www.geex.com.br/2011/01/31/efterklang-no-sesc-belenzinho-sp-290111/">que já pintou aqui</a>) e tem uma carreira solo extremamente prolífica. O músico está sempre engajado em diversos projetos, desde trilhas-sonoras para balés, composições experimentais, instrumentações nos álbuns do <a href="http://www.sheandhim.com">She &amp; Him</a> e afins.</p>
<p>Há pouco tempo ele abriu o seu site oficial, depois de um bom tempo trabalhando no Myspace. Seu abandono da plataforma veio em boa hora, ainda mais que agora o seu site centraliza boa parte de sua discografia e disponibiliza um canal de notícias mais prático.</p>
<p>O mais legal mesmo é <a href="http://www.peterbroderick.net/?page_id=2"><em>answers for ears</em></a>, um &#8220;sistema&#8221; de comunicação entre os fãs que ele bolou. Funciona assim: você envia sua pergunta para o e-mail dele, ele lê, seleciona e responde junto com uma gravação inédita que é disponibilizada no site. Até agora já foram 16 respostas, todas com uma música própria, até mesmo nos casos onde ele não tinha resposta nenhuma para o que foi enviado.</p>
<p>Não é lá nenhuma solução para o fim do mundo, mas é uma forma criativa e eficaz de se comunicar com sua base de fãs. Ações similares ocorram também no ano passado, quando <a href="http://www.formspring.me/JMessersmith">Jeremy Messersmith abriu uma conta no Formspring</a> (lembra dele?) para responder perguntas de seus fãs.</p>
<div id="attachment_9148" class="wp-caption aligncenter" style="width: 624px"><a href="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/05/Picture-2.png"><img class="size-large wp-image-9148 " title="Picture 2" src="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/05/Picture-2-1024x535.png" alt="" width="614" height="321" /></a><p class="wp-caption-text">é possível ouvir as faixas de uma vez também</p></div>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Lollapalooza &#8211; Chile 2011 (pt.2)</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Apr 2011 15:13:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Você</dc:creator>
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		<category><![CDATA[rock]]></category>

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		<description><![CDATA[por Gabriela Serio &#8211; uma publicitária que não vive sem a família, amigos, céu, música e cinema. Gosta de pensar que é uma personagem de trailer de filme que está sempre no ápice da emoção acompanhada por uma trilha sonora emocionante. (veja a primeira parte aqui) No dia seguinte fiquei fascinada pelas músicas do Devendra Banhart, doido de pedra, mas com um show muito bom, animado e contagiante até pra mim que não conhecia. Tudo aquilo só que me deu vontade de ouvir mais. Logo depois o show &#8220;low profile&#8221; da Cat Power. Todo mundo sentado, nem parecia que estávamos em um festival com tantas pessoas. Incrível como ela não fica no centro do palco e divide a intensidade da música com a banda que é impecável. Na hora de ir embora ela nem falou nada no microfone e só agradeceu com gestos, fiquei realmente impressionada com a discrição dela, uma artista low profile que está lá pela música e não por ela. Depois veio a nova banda The Drums, que me fez ir no túnel do tempo para algum lugar dos anos 80/90. Sensacional. O vocalista dançando é impagável, muita energia. Tenho certeza que essa banda vai crescer muito, tem muito potencial. Ápice do show foi: Let´s go surfing e Forever and ever, não sei como minha perna conseguiu aguentar pular mais um pouco depois de The Killers. Outro poder sensacional da música é fazer esquecer a parte ruim da vida. Como os shows foram muito bons, deu até para relevar o perrengue da péssima organização do festival. Logo que chegamos para trocar o protocolo pelo ingresso percebemos a jornada que ia acontecer. Quase 4 horas para conseguir entrar, o mundo todo lá na fila perdendo os primeiros shows do festival. Tiveram que chamar a polícia, seus cavalos e suas grades para conseguir organizar algo que deveria ter sido organizado desde o começo. Foi um pouco revoltante e até me fez pensar &#8220;o que estou fazendo aqui?&#8221;. E depois ainda veio o perrengue para conseguir entrar em um palco minúsculo e fechado que eles colocaram várias bandas boas como: Devendra Banhart, The Drums, Cat Power e não foi todo mundo que conseguiu ver, não foi todo mundo que se arriscou como eu e o meu amigo fizemos, não foi todo mundo que teve a força de ultrapassar a grosseria da polícia que foi chamada novamente para fazer o crowd control Até agora não entendi como fizeram um palco pequeno e fechado para um festival assim&#8230;Com todo aquele controle da policia fiquei me sentindo na ditadura ou algo parecido. Não foi legal. Mas como eu disse, como os shows foram bons toda essa parte ruim ficou em segundo plano, pelo menos pra mim. Balanço final? Valeu a pena, pela música valeu a pena, pela companhia valeu a pena, pela experiência valeu a pena. Poderia não ter a remota lembrança negativa, mas acho que não é só aqui no Brasil que as coisas não são perfeitas.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>por Gabriela Serio</strong> &#8211; uma publicitária que não vive  sem a família, amigos,  céu, música e cinema. Gosta de pensar que é uma  personagem de trailer de  filme que está sempre no ápice da  emoção  acompanhada por uma trilha sonora emocionante.</em></p>
<div id="attachment_8886" class="wp-caption alignleft" style="width: 280px"><em></em><em><a href="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/04/5596357337_221b07d237.jpg"><img class="size-full wp-image-8886  " title="5596357337_221b07d237" src="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/04/5596357337_221b07d237.jpg" alt="" width="270" height="203" /></a></em><p class="wp-caption-text">devendra em sua apresentação</p></div>
<p>(<a title="Lollapalooza – Chile 2011 (pt.1)" href="http://www.geex.com.br/2011/04/12/lollapalooza-chile-2011-pt-1/">veja a primeira parte aqui</a>)</p>
<p>No dia seguinte fiquei fascinada  pelas músicas do <a href="http://www.devendrabanhart.com/"><strong>Devendra Banhart</strong></a>, doido de pedra, mas com um show muito bom,  animado e contagiante até pra mim que não conhecia. Tudo aquilo só que  me deu vontade de ouvir mais. Logo depois o show &#8220;low profile&#8221; da <a href="http://www.myspace.com/catpower"><strong>Cat  Power</strong></a>. Todo mundo sentado, nem parecia que estávamos em um festival com  tantas pessoas. Incrível como ela não fica no centro do palco e divide a  intensidade da música com a banda que é impecável. Na hora de ir embora  ela nem falou nada no microfone e só agradeceu com gestos, fiquei  realmente impressionada com a discrição dela, uma artista low profile  que está lá pela música e não por ela. Depois veio a nova banda <a href="http://www.myspace.com/thedrumsforever"><strong>The  Drums</strong></a>, que me fez ir no túnel do tempo para algum lugar dos anos 80/90.  Sensacional. O vocalista dançando é impagável, muita energia. Tenho  certeza que essa banda vai crescer muito, tem muito potencial. Ápice do  show foi: <em>Let´s go surfing</em> e <em>Forever and ever</em>, não sei como minha perna  conseguiu aguentar pular mais um pouco depois de <strong>The Killers</strong>.</p>
<div id="attachment_8848" class="wp-caption alignright" style="width: 268px"><a href="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/04/1.jpg"><img class="size-large wp-image-8848   " title="-1" src="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/04/1-1024x768.jpg" alt="" width="258" height="194" /></a><p class="wp-caption-text">tensão no segundo dia</p></div>
<p>Outro   poder sensacional da música é fazer esquecer a parte ruim da vida.   Como os shows foram muito bons, deu até para relevar o perrengue da  péssima organização do festival. Logo que chegamos para trocar o  protocolo pelo ingresso percebemos a jornada que ia acontecer. Quase 4  horas para conseguir entrar, o mundo todo lá na fila  perdendo os primeiros shows do festival.  Tiveram que chamar a polícia, seus cavalos e suas grades para conseguir  organizar  algo que deveria ter sido organizado desde o começo. Foi um  pouco revoltante e até me fez pensar &#8220;o que estou fazendo aqui?&#8221;. E  depois  ainda veio  o perrengue para conseguir entrar em um palco minúsculo e  fechado que  eles colocaram várias bandas boas como: <strong><a href="http://www.youtube.com/watch?v=k_QAPjtO2cA" target="_blank">Devendra Banhart</a>, <a href="http://www.youtube.com/watch?v=6OsTUnkqSi4" target="_blank">The Drums</a>,  <a href="http://www.youtube.com/watch?v=skreabVrMRk&amp;feature=fvst" target="_blank">Cat Power</a></strong> e  não foi todo mundo que conseguiu ver, não foi todo mundo  que se arriscou como eu e o meu amigo fizemos, não foi todo mundo que  teve a força de ultrapassar a grosseria da polícia que foi chamada  novamente para fazer o crowd control Até agora não entendi como fizeram  um palco pequeno e fechado para um festival assim&#8230;Com todo aquele  controle da policia fiquei me sentindo na  ditadura ou algo parecido. Não foi legal. Mas como eu disse, como os  shows foram bons toda essa parte ruim ficou em segundo plano, pelo menos  pra mim.</p>
<p>Balanço final? Valeu a pena, pela música valeu a pena,  pela companhia valeu a pena, pela experiência valeu a pena. Poderia não  ter a remota lembrança negativa, mas acho que não é só aqui no Brasil  que as coisas não são perfeitas.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>U2 &#8211; 360º Tour</title>
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		<pubDate>Thu, 14 Apr 2011 20:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo "trakinos" Aquino</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Shows]]></category>
		<category><![CDATA[360]]></category>
		<category><![CDATA[bono]]></category>
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		<category><![CDATA[u2]]></category>

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		<description><![CDATA[As bandas que vem para o Brasil geralmente vem pra fazer um show em cima de sua discografia já velha ou de suas glórias do passado. Foi assim com Iron Madden, Paul McCartney (ambos trouxeram músicas de CDs novos,  mas seus álbums não tem qualidade como os antigos e seus shows já são feitos para ouvirmos mais os clássicos do que as novas músicas) e Roger Waters (esse nem veio com um CD novo, veio só tocar as músicas do Pink Floyd mesmo). Se a banda é nova, seus shows geralmente são para lugares menores, desviando o alvo de estádios. Isso não tira o mérito dos shows. Mantenho minha posição de que o 1º show de Roger Waters no Brasil e o(s) show(s) do Paul McCartney estão entre os melhores shows que já presenciei, mas a falta de músicas novas e boas  é uma coisa que incomoda no nosso dia a dia. Aí, vem o U2. O show do U2 é uma bomba na nossa vida cultural. Ele vem com metade da set list feita de músicas boas que muitos não tinham ouvido antes, mas aposto que a maioria vai ouvir depois. U2 manteve nesse seu último álbum (No Line on the Horizon) um padrão de qualidade musical fantástico, coisa dificil para uma banda que dura seus 30 anos. Entre esse álbum e o último tem um espaço de 5 anos, o maior espaço de tempo entre os lançamentos da banda, e não deixar cair sua qualidade é um dom que poucos possuem. A tecnologia dos shows do U2 é inquestionável! O telão de 360 graus é impressionante (ele inclusive se expande no meio do show), mostrando imagens do show que está acontecendo, traduções do que eles falam, videos de apresentação de músicas&#8230; até Nelson Mandela falando e frases de impacto. &#160; O palco tinha formato de uma nave espacial com plataformas giratórias em volta, onde Bono e The Edge faziam suas performances enquanto passavam por cima dos fãs na pista. Bono e seu engajamento no mundo político, não me incomodou durante o show. Pode ser até que seja uma jogada de marketing do vocalista, mas ele mostra coisas que não vemos  e exibe mensagens que dão lágrimas nos olhos (a de Mandela, em especial, é linda). Quanto às músicas, nada muito a declarar. As músicas novas são muito boas&#8230; e as antigas também. Até a trilha de um filme ruim do Batman dá gosto de ouvir. A banda soube envelhecer&#8230; &#160; Mas não temos só coisas boas&#8230; NÃO ESTOU TROLLANDO! É minha opinião! Lembrem-se, sou músico e mexo com som. Então alguma crítica nessas áreas era esperada: o som estava um lixo. Não é culpa da banda &#8211; provavelmente &#8211; mas, às vezes, no meio de uma música, eu tinha que pedir para as pessoas pararem de falar pra ouvir o que estava tocando. As músicas novas são boas, e as antigas incorporaram  aspectos das novas&#8230; mas&#8230; eu achei que eles exageraram nos efeitos sonoros também. O som parecia muito...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>As bandas que vem para o Brasil geralmente vem pra fazer um show em cima de sua discografia já velha ou de suas glórias do passado. Foi assim com<a title="Iron Maiden – The Final Frontier World Tour" href="http://www.geex.com.br/2011/03/28/iron-maiden-the-final-frontier-world-tour/"> Iron Madden</a>, <a title="Paul McCartney" href="http://www.geex.com.br/2010/11/26/paulshow2010/" target="_blank">Paul McCartney</a> (ambos trouxeram músicas de CDs novos,  mas seus álbums não tem qualidade como os antigos e seus shows já são feitos para ouvirmos mais os clássicos do que as novas músicas) e <a href="http://www.youtube.com/watch?v=UzzTf673K88" target="_blank">Roger Waters</a> (esse nem veio com um CD novo, veio só tocar as músicas do <a href="http://www.youtube.com/watch?v=iJZYG5qwHHI" target="_blank">Pink Floyd</a> mesmo).</p>
<p>Se a banda é nova, seus shows geralmente são para lugares menores, desviando o alvo de estádios. Isso não tira o mérito dos shows. Mantenho minha posição de que o 1º show de Roger Waters no Brasil e o(s) show(s) do Paul McCartney estão entre os melhores shows que já presenciei, mas a falta de músicas novas e boas  é uma coisa que incomoda no nosso dia a dia.</p>
<p>Aí, vem o U2.</p>
<p><a href="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/04/U2.JPG.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-8875" title="U2 in concert in Copenhagen" src="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/04/U2.JPG.jpg" alt="" width="384" height="296" /></a></p>
<p>O show do U2 é uma bomba na nossa vida cultural. Ele vem com metade da <em>set list</em> feita de músicas boas que muitos não tinham ouvido antes, mas aposto que a maioria vai ouvir depois. U2 manteve nesse seu último álbum (<a href="http://www.youtube.com/watch?v=_oKwnkYFsiE" target="_blank">No Line on the Horizon</a>) um padrão de qualidade musical fantástico, coisa dificil para uma banda que dura seus 30 anos. Entre esse álbum e o último tem um espaço de 5 anos, o maior espaço de tempo entre os lançamentos da banda, e não deixar cair sua qualidade é um dom que poucos possuem.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/04/IMG_0105.jpg"><img class="size-large wp-image-8877 aligncenter" title="IMG_0105" src="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/04/IMG_0105-1024x768.jpg" alt="" width="491" height="369" /></a></p>
<p>A tecnologia dos shows do U2 é inquestionável! O telão de 360 graus é impressionante (ele inclusive se expande no meio do show), mostrando imagens do show que está acontecendo, traduções do que eles falam, videos de apresentação de músicas&#8230; até Nelson Mandela falando e frases de impacto.</p>
<p style="text-align: center;">&nbsp;</p>
<div id="attachment_8878" class="wp-caption aligncenter" style="width: 594px"><a href="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/04/360.jpg"><img class="size-full wp-image-8878 " title="360" src="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/04/360.jpg" alt="" width="584" height="192" /></a><p class="wp-caption-text">Imagem de divulgação da turnê</p></div>
<p>O palco tinha formato de uma nave espacial com plataformas giratórias em volta, onde Bono e The Edge faziam suas performances enquanto passavam por cima dos fãs na pista.</p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-8879" title="420ADF318FF449138BE6F6A640283BC9" src="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/04/420ADF318FF449138BE6F6A640283BC9.jpg" alt="" width="196" height="147" /></p>
<p>Bono e seu engajamento no mundo político, não me incomodou durante o show. Pode ser até que seja uma jogada de marketing do vocalista, mas ele mostra coisas que não vemos  e exibe mensagens que dão lágrimas nos olhos (a de Mandela, em especial, é linda).</p>
<p>Quanto às músicas, nada muito a declarar. As músicas novas são muito boas&#8230; e as antigas também. Até a trilha de um filme ruim do Batman dá gosto de ouvir.</p>
<p>A banda soube envelhecer&#8230;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Mas não temos só coisas boas&#8230;</p>
<p>NÃO ESTOU TROLLANDO! É minha opinião!</p>
<p>Lembrem-se, sou músico e mexo com som. Então alguma crítica nessas áreas era esperada: o som estava um lixo.</p>
<p>Não é culpa da banda &#8211; provavelmente &#8211; mas, às vezes, no meio de uma música, eu tinha que pedir para as pessoas pararem de falar pra ouvir o que estava tocando.</p>
<p>As músicas novas são boas, e as antigas incorporaram  aspectos das novas&#8230; mas&#8230; eu achei que eles exageraram nos efeitos sonoros também. O som parecia muito sujo &#8211; possível que tenha sido o som horrível, também &#8211; e atrapalhava curtir as músicas que tanto gosto.</p>
<p>A set list (este é BEM pessoal) estava boa, mas eles tocaram poucas músicas do disco &#8220;<a href="http://www.youtube.com/watch?v=CuDqHtAR6L8" target="_blank">How to Dismantle an Atomic Bomb</a>&#8221; (só 2: <a href="http://www.youtube.com/watch?v=98W9QuMq-2k" target="_blank">Vertigo</a> e <a href="http://www.youtube.com/watch?v=Dd01FObU3Q4" target="_blank">City of Binding Lights</a>) e do &#8220;<a href="http://www.youtube.com/watch?v=Sr6tO5ostZk" target="_blank">All that you  an leave behind</a>&#8220;; meus dois discos favoritos da banda.</p>
<p>Por fim: os músicos estão ficando velhos. Eu sei, eu sei,  a idade chega pra todos. Mas foram aproximadamente 2 horas de show e o Bono estava quase morrendo. Tudo bem que o cara tem 50 anos&#8230; Mas se ele vive disso, devia ter umas aulinhas com o<em> Sir</em> Paul McCartney, que cantou há 5 meses atrás, 3 horas de show a todo pique e com quase 20 anos a mais.</p>
<p>U2 fez um show responsável, apesar das dificuldades técnicas,  sempre vale a pena ir assistir e ouvir suas músicas.</p>
<p>Apesar do show dessa turnê não ter entrado na lista de melhores shows que já fui, seu show da <a href="http://www.youtube.com/watch?v=RC4or5uQizc" target="_blank">Vertigo Tour</a>, do dia 21 de fevereiro de 2006 em São Paulo, é o segundo da lista.</p>
<p>Correndo o risco de ser a única, U2 é uma banda grande que acontece agora. Aproveite.</p>
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		<title>Lollapalooza &#8211; Chile 2011 (pt.1)</title>
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		<pubDate>Tue, 12 Apr 2011 13:50:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Você</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
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		<category><![CDATA[santiago]]></category>

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		<description><![CDATA[por Gabriela Serio &#8211; uma publicitária que não vive sem a família, amigos, céu, música e cinema. Gosta de pensar que é uma personagem de trailer de filme que está sempre no ápice da emoção acompanhada por uma trilha sonora emocionante. Um dos meus sonhos era é nestes festivais gigantes no estilo Glastonbury de ser. Aí fiquei sabendo que o festival americano Lollapalooza iria vir para o Chile e pensei: por que não? Pelo menos é mais perto, um sonho mais acessível, por enquanto. Então aderi a loucura ideia de passar o final de semana no Chile. Acho que esse negócio de muitas pessoas unidas pela música me fascina, acho incrível como a música pode unir pessoas tão diferente, de lugares diferentes, de culturas diferentes, mas que naquela música tem algo em comum. O festival foi em Santiago, a cidade dos cachorros pela rua e do céu azul sem nuvens. O Parque O&#8216;Higgins era simplesmente gigante. Dentro do festival um clima completamente de verão. Pessoas do mundo todo por ali. Coca light sendo distribuída a vontade. Americanas de biquini. Chilenos sentados na grama, totalmente na deles. Muitos brasileiros, obviamente. Hipsters ou não, o clima era o mesmo: todos estavam ali pela música. Mas um detalhe surpreendente e impressionante era a quantidade de crianças, eram MUITAS. E o mais curioso é que elas estavam muito bem por ali, estavam se sentindo em casa, curtindo os shows, dançando, parecia que elas sabiam que estavam ali pelos shows. Todos os shows que eu vi foram sensacionais. Eram bandas de verdade, que tocam por paixão. Ouvi de relance o antigo James e gostei muito, nunca tinha ouvido falar, mas sei de pessoas que foram ao festival por causa dele. O meu primeiro show foi Edward Sharpe and the magnetic zeros. Que show! Nunca tinha visto 3 baterias tocando juntas. Nunca tinha visto tanta gente num palco. Que músicas. Que presença de palco. O ápice foi quando ele chamou um menininho sem camisa e com chapéu para ajudar no show, parecia algum personagem de filme. Eu sabia que o show ia ser bom mas mesmo assim me surpreendeu. A música Home é só uma amostra do que eles são capazes. Saindo de lá demos de cara com um por do sol lindo ao som da voz grave do The National! Que momento. O show deles já tinha começado há um tempo, o ápice pra mim foi em Abel, Mr November e Terrible Love naquela hora dourada. Ainda bem que eu teria mais deles logo quando eu voltasse pra SP! Depois disso fomos para o mundo surreal de Empire of the Sun, parecia que estávamos dentro de um planeta qualquer no universo. Tentar definir Empire é perder tempo. Só sei que é uma experiência de vida. E aí começou a contagem regressiva para o grande momento do festival pra mim! THE KILLERS! Minutos antes do show parecia que eu estava na subida da montanha russa só esperando a adrenalina descarregar na descida. Quando estávamos já a postos...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>por Gabriela Serio</strong> &#8211; uma publicitária que não vive sem a família, amigos,  céu, música e cinema. Gosta de pensar que é uma personagem de trailer de  filme que está sempre no ápice da  emoção acompanhada por uma trilha sonora emocionante.</em></p>
<div id="attachment_8821" class="wp-caption alignleft" style="width: 311px"><a href="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/04/2.jpg"><img class="size-large wp-image-8821" title="-2" src="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/04/2-1024x768.jpg" alt="" width="301" height="226" /></a><p class="wp-caption-text">público e o palco principal</p></div>
<p>Um dos meus sonhos era é nestes festivais gigantes no estilo <a href="http://www.glastonburyfestivals.co.uk/" target="_blank">Glastonbury</a> de ser. Aí fiquei sabendo que o festival americano <em><strong><a href="http://www.lollapalooza.com/" target="_blank">Lollapalooza</a></strong></em> iria  vir para o Chile e pensei: por que não? Pelo menos é mais perto, um  sonho mais acessível, por enquanto. Então aderi a loucura ideia de  passar o final de semana no Chile. Acho que esse negócio de muitas  pessoas unidas pela música me fascina, acho incrível como a música pode  unir pessoas tão diferente, de lugares diferentes, de culturas  diferentes, mas que naquela música tem algo em comum.</p>
<p>O festival foi em Santiago, a cidade dos cachorros pela rua e do céu azul sem nuvens. O Parque<em> O</em>&#8216;Higgins  era simplesmente gigante. Dentro do festival um clima completamente de  verão. Pessoas do mundo todo por ali. Coca light  sendo distribuída a vontade. Americanas de biquini. Chilenos sentados na  grama, totalmente na deles. Muitos brasileiros, obviamente. <em><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Hipster_(contemporary_subculture)" target="_blank">Hipsters</a></em> ou  não, o clima era o mesmo: todos estavam ali pela música. Mas um detalhe  surpreendente e impressionante era a quantidade de crianças, eram  MUITAS. E o mais curioso é que elas estavam muito bem  por ali, estavam se sentindo em casa, curtindo os shows, dançando,  parecia que elas sabiam que estavam ali pelos shows.</p>
<p>Todos os  shows que  eu vi foram sensacionais. Eram bandas de verdade, que tocam  por paixão. Ouvi de relance o  antigo James e gostei muito, nunca tinha ouvido falar, mas sei de  pessoas que foram ao festival por causa dele. O meu primeiro show  foi <a href="http://www.myspace.com/edwardsharpe"><strong>Edward Sharpe and the magnetic zeros</strong></a>. Que show! Nunca tinha visto 3  baterias tocando juntas. Nunca tinha visto tanta gente num palco. Que  músicas. Que presença de palco. O ápice foi quando ele chamou um  menininho sem camisa e com chapéu para ajudar no show, parecia algum  personagem de filme.</p>
<div id="attachment_8824" class="wp-caption alignright" style="width: 354px"><a href="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/04/3.jpg"><img class="size-large wp-image-8824   " title="-3" src="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/04/3-1024x768.jpg" alt="" width="344" height="258" /></a><p class="wp-caption-text">Pôr-do-sol em santiago</p></div>
<p>Eu sabia que o show ia  ser bom mas mesmo assim me surpreendeu.  A música <em>Home</em> é só uma  amostra do que eles são capazes. Saindo de lá demos de cara com um por  do sol lindo ao som da voz grave do <a href="http://www.americanmary.com/"><strong>The National</strong></a>! Que momento. O show  deles já tinha começado há um tempo, o ápice pra mim foi em <em>Abel, Mr  November e Terrible Love</em> naquela hora dourada. Ainda bem que eu  teria mais deles logo quando eu voltasse pra SP! Depois disso fomos para  o mundo surreal de <a href="http://www.myspace.com/empireofthesunsound"><strong>Empire of the Sun</strong></a>, parecia que estávamos dentro de  um planeta qualquer no universo. Tentar definir Empire é perder tempo.  Só  sei que é uma experiência de vida.</p>
<p>E aí começou a contagem regressiva  para o grande momento do festival pra mim! <a href="http://www.thekillersmusic.com/html5"><strong>THE KILLERS</strong></a>! Minutos antes  do show parecia que eu estava na subida da montanha russa só esperando a  adrenalina descarregar na descida. Quando estávamos já a postos e o  show poderia começar a qualquer momento aí parecia que eu estava no  elevador da Disney só esperando o momento que iria cair! E realmente  começou do NADA! Sem introdução nenhuma. Com que música? Spaceman. Só  pra me fazer pular até a Lua e ficar lá por uma hora e meia.  Não dava  para não pular. Ele ainda soltou um &#8220;Estan listos para The Killers?&#8221; Eu  respondi: NÃO!!!!! hahaha&#8230;.Que show! A intensidade deles é algo inexplicável. Quem estava de fora do  show falou que dava pra ouvir todo mundo cantando, sensacional. Posso  riscar um sonho da minha lista.</p>
<p style="text-align: center;">&nbsp;</p>
<div id="attachment_8834" class="wp-caption aligncenter" style="width: 501px"><a href="http://www.flickr.com/photos/wenselao/5590884256/"><img class="size-full wp-image-8834  " title="5590884256_0bddb6f724_b" src="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/04/5590884256_0bddb6f724_b.jpg" alt="" width="491" height="369" /></a><p class="wp-caption-text">The Killers, no palco do Lollapalooza</p></div>
<p><em>Continua na pt.2!</em></p>
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		<title>The National, no Citibank Hall (5/4/11)</title>
		<link>http://www.geex.com.br/2011/04/06/the-national-no-citibank-hall-5411/</link>
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		<pubDate>Wed, 06 Apr 2011 17:22:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jairo Neto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Shows]]></category>
		<category><![CDATA[rock alternativo]]></category>
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		<description><![CDATA[Tivemos sorte de receber o The National pela segunda vez em território tupiniquim. Pelos que ainda lembram, a última vez que a banda aterrissou por aqui foi em 2008 no finado Tim Festival, disputando espaço com o headliner (hit wonder?) da época que era o MGMT. Alguns dos new ravers presentes fecharam a cara para o ataque frontal da banda de Ohio, mas muitos (eu) louvaram aquela apresentação como uma das melhores daquele ano. Três anos depois, a banda conseguiu um feito e tanto no compacto espaço do Citybank Hall em São Paulo. O tempo fez mais do que bem para a banda, ainda mais que no período em que ficaram sem visitar o Brasil, eles lançaram o seu álbum de maior sucesso, High Violet, o que gerou um surpreendente aumento de popularidade do grupo aqui no país. Só que essa maturidade se refletiu mais ainda na formação de palco do grupo que adicionou mais metais em seus arranjos da turnê. A música de abertura ficou a cargo de Runaway, que como a Start a War em 2008, cobriu o público com a melancolia característica dos vocais de Matt Berninger. O mais interessante de assistir a uma apresentação do The National é observar os próprios trejeitos do Matt: em momentos ele parece desligado de qualquer piso existencial, perambulando pelo palco por entre goles de uma taça de vinho, quando subitamente ele pode explodir em gritos de fúria, arremessando o pedestal do microfone para longe dali. Foi dessa crescente que o show foi construindo-se, aumentando de intensidade com a mistura de faixas do Boxer (com as Mistaken for Strangers, Slow Show, Squalor Victoria, entre outras), Alligator (Secret Meeting, Abel), contando, é claro, com as principais do novo álbum. Mesmo para o bis a banda ainda guardou algumas surpresas, tendo como ápice o momento em que Matt pulou mais uma vez entre o público e foi literalmente elevado do chão enquanto cantava o refrão do Terrible Love. Talvez uma espécie coroação indireta ou um sinal claro que a banda alcançou patamares respeitáveis por todo o público ali presente. Para finalmente se despedir de todos, após uma muralha de som da About Today, a banda &#8220;ressurgiu&#8221; nas sombras, em uma iluminação que deixava o grupo em uma penumbra assustadora. Com os instrumentos desligados, apenas tocando violões acústicos, todos cantaram em uníssono Vanderlyle Crybaby Geeks, deixando toda a casa em um silêncio assustador (ok, com alguns gritos ou xingamentos esporádicos). Fica agora aquela impressão que a banda entrou para aquele clube de grupos que dividem opiniões, na mesma linha dos fãs de Radiohead ou Los Hermanos: ou você está do lado do The National ou não está. Thanks Gabi Serio pela foto do show! &#160; &#160;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tivemos sorte de receber o <a href="http://www.americanmary.com/">The National</a> pela segunda vez em território tupiniquim. Pelos que ainda lembram, a última vez que a banda aterrissou por aqui foi em 2008 no finado Tim Festival, disputando espaço com o <em>headliner</em> (hit wonder?) da época que era o MGMT. Alguns dos <em>new ravers</em> presentes fecharam a cara para o ataque frontal da banda de Ohio, mas muitos (eu) louvaram aquela apresentação como uma das melhores daquele ano.</p>
<p>Três anos depois, a banda conseguiu um feito e tanto no compacto espaço do Citybank Hall em São Paulo.</p>
<p>O tempo fez mais do que bem para a banda, ainda mais que no período em que ficaram sem visitar o Brasil, eles lançaram o seu álbum de maior sucesso, <a href="http://www.geex.com.br/2010/08/19/the-national-high-violet-2010/"><em>High Violet</em></a>, o que gerou um surpreendente aumento de popularidade do grupo aqui no país. Só que essa maturidade se refletiu mais ainda na formação de palco do grupo que adicionou mais metais em seus arranjos da turnê.</p>
<div id="attachment_8761" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/04/Picture-6.png"><img class="size-medium wp-image-8761" title="Picture 6" src="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/04/Picture-6-300x202.png" alt="" width="300" height="202" /></a><p class="wp-caption-text">iluminação também foi um destaque da apresentação </p></div>
<p>A música de abertura ficou a cargo de <em>Runaway</em>, que como a <em>Start a War</em> em 2008, cobriu o público com a melancolia característica dos vocais de Matt Berninger. O mais interessante de assistir a uma apresentação do The National é observar os próprios trejeitos do Matt: em momentos ele parece desligado de qualquer piso existencial, perambulando pelo palco por entre goles de uma taça de vinho, quando subitamente ele pode explodir em gritos de fúria, arremessando o pedestal do microfone para longe dali. Foi dessa crescente que o show foi construindo-se, aumentando de intensidade com a mistura de faixas do <em>Boxer</em> (com as <em>Mistaken for Strangers</em>, <em>Slow Show</em>, <em>Squalor Victoria</em>, entre outras), <em>Alligator</em> (<em>Secret Meeting</em>, <em>Abel</em>), contando, é claro, com as principais do novo álbum.</p>
<p>Mesmo para o bis a banda ainda guardou algumas surpresas, tendo como ápice o momento em que Matt pulou mais uma vez entre o público e foi literalmente elevado do chão enquanto cantava o refrão do <em>Terrible Love</em>. Talvez uma espécie coroação indireta ou um sinal claro que a banda alcançou patamares respeitáveis por todo o público ali presente.</p>
<p>Para finalmente se despedir de todos, após uma muralha de som da <em>About Today</em>, a banda &#8220;ressurgiu&#8221; nas sombras, em uma iluminação que deixava o grupo em uma penumbra assustadora. Com os instrumentos desligados, apenas tocando violões acústicos, todos cantaram em uníssono <em>Vanderlyle Crybaby Geeks</em>, deixando toda a casa em um silêncio assustador (ok, com alguns gritos ou xingamentos esporádicos).</p>
<p>Fica agora aquela impressão que a banda entrou para aquele clube de grupos que dividem opiniões, na mesma linha dos fãs de Radiohead ou Los Hermanos: ou você está do lado do The National ou não está.</p>
<p><em>Thanks Gabi Serio pela foto do show!</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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