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	<title>GeeX! &#187; Literatura</title>
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	<description>Mais um passo rumo a dominação mundial!</description>
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		<title>GeeX!</title>
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	<itunes:summary>GeeBeRiSh! - O Podcast do GeeX!

Nosso podcast foi carinhosamente nomeado de GeeBeRiSh, uma adaptação de giberish, que é o ato de discursar sem falar nada importante, ou sem significado algum, e um sinônimo para &#34;bobagem&#34; em inglês. É exatamente o tipo de coisas que vocês podem esperar ouvir no podcast, portanto. :)</itunes:summary>
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	<itunes:author>Equipe GeeX!</itunes:author>
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		<title>Sangue Quente</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Aug 2011 12:59:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Engels Marx</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
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		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
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		<description><![CDATA[Adaptar para as suas próprias histórias seres fantásticos é algo complicado, graças as características que ficam no imaginário de todos os que conhecem a versão “original”. Um dos mitos em maior evidência ultimamente são os vampiros. De um lado temos por exemplo a série True Blood, onde vários detalhes são mantidos, alguns como a aversão a instrumentos religiosos são ignorados, enquanto outros como a alergia a prata são adicionados, tudo isso para desenvolver bem a história. Outro tipo de releitura (essa costuma desagradar mais aos fãs) é aquela onde praticamente tudo que sabemos é completamente deixado de lado. O exemplo mais claro e recente disso é a franquia Crepúsculo onde o único aspecto mantido é a sede por sangue, fazendo com que os personagens possam ser tanto vampiros quanto um chupa-cabras. Ultimamente a indústria do entretenimento vem se voltando na direção de um tipo mais contemporâneo de monstro: os zumbis. Como vocês devem saber zumbis são mortos que voltam a vida  (tanto por magia negra quanto por novos tipos de vírus), conseguem infectar humanos com uma mordida e são movidos por um dos instintos mais primitivos do homem: a fome, o que faz eles atacarem os vivos na tentativa de conseguir alguns miolos. &#160; O livro &#8220;Sangue Quente&#8220;, escrito pelo estreante Isaac Marion, é baseado no conto &#8220;I am a zombie filled with love&#8221; de autoria do próprio Marion, e é uma nova visão sobre esses seres. Visão essa que está no limite entre a criação de algo original e a destruição de algo tradicional. Seria possível algo tão instintivo criar sociedades com direito a hierarquias? Pensar na ações que cometeu? Ter empatia pela sua vítima? E seria capaz de desenvolver emoções tão complexas quanto o amor? A história nos é contada por R, um morto-vivo ainda nos primeiros estágios de decomposição que apesar de não se lembrar de nada sobre sua vida ainda tem consciência. Durante uma caçada R encontra Julie, uma garota que ele não consegue matar e ainda resolve protegê-la levando a moça até um antigo aeroporto, usado pelo zumbis como casa &#8211; ou &#8220;colméia&#8221; como os humanos chamam. No aeroporto é onde  temos a maior parte das surpresas, já que lá dentro temos uma verdadeira sociedade, com líderes, funções para os &#8220;cidadãos&#8221; e até treinamento de caça para os zumbis crianças. Vemos também M, um morto-vivo não tão sensível quanto R, mas ainda um tanto diferente dos demais e melhor amigo de nosso protagonista. Apesar desse choque inicial sobre as emoções de R e de alguns outros residentes da colméia, eles ainda são os monstros que conhecemos: tem gostos por cérebros, andam devagar, estão apodrecendo, mal conseguem falar e com um tiro no cabeça irão morrer de novo. Marion consegue explicar bem os motivos de todas essas características e elas são úteis para a história, apesar de ser um pouco desconfortável essa quantidade de novas idéias. O autor compensa esse desconforto com uma leitura muito dinâmica e personagens carismáticos. O personagem principal é incrivelmente fácil de...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<div id="attachment_9899" class="wp-caption alignright" style="width: 259px"><a href="http://www.geex.com.br/blog2/wp-content/uploads/2011/08/Isaac+Marion+Summit+Entertainment+Presents+wkyLx33OsVJl.jpg"><br />
<img class="size-full wp-image-9899  " title="Isaac+Marion+Summit+Entertainment+Presents+wkyLx33OsVJl" src="http://www.geex.com.br/blog2/wp-content/uploads/2011/08/Isaac+Marion+Summit+Entertainment+Presents+wkyLx33OsVJl.jpg" alt="" width="249" height="175" /></a><p class="wp-caption-text">O autor responde perguntas também em seu site</p></div>
<p>Adaptar para as suas próprias histórias seres fantásticos é algo complicado, graças as características que ficam no imaginário de todos os que conhecem a versão “original”. Um dos mitos em maior evidência ultimamente são os vampiros. De um lado temos por exemplo a série<a title="True Blood: 9 motivos para assistir" href="http://www.geex.com.br/2009/10/04/true-blood-11-motivos-para-assistir/"> True Blood</a>, onde vários detalhes são mantidos, alguns como a aversão a instrumentos religiosos são ignorados, enquanto outros como a alergia a prata são adicionados, tudo isso para desenvolver bem a história. Outro tipo de releitura (essa costuma desagradar mais aos fãs) é aquela onde praticamente tudo que sabemos é completamente deixado de lado. O exemplo mais claro e recente disso é a franquia <a title="Top Sellers: Vampfiction is the new Potter" href="http://www.geex.com.br/2009/11/06/top-sellers-vampfiction-is-the-new-potter/">Crepúsculo</a> onde o único aspecto mantido é a sede por sangue, fazendo com que os personagens possam ser tanto vampiros quanto um <a href="http://www.fenomenum.com.br/ufo/casos/parana/chupacabras.htm" target="_blank">chupa-cabras</a>.</p>
<p dir="ltr">Ultimamente a indústria do entretenimento vem se voltando na direção de um tipo mais contemporâneo de monstro: os zumbis.</p>
<p dir="ltr">Como vocês devem saber zumbis são mortos que voltam a vida  (tanto por<a href="http://www.imdb.com/title/tt0096071/" target="_blank"> magia negra</a> quanto por <a href="http://www.imdb.com/title/tt0120804/" target="_blank">novos tipos de vírus</a>), conseguem infectar humanos com uma mordida e são movidos por um dos instintos mais primitivos do homem: a fome, o que faz eles atacarem os vivos na tentativa de conseguir alguns miolos.</p>
<p dir="ltr">&nbsp;</p>
<div id="attachment_9900" class="wp-caption alignleft" style="width: 178px"><a href="http://www.geex.com.br/blog2/wp-content/uploads/2011/08/Sangue-Quente-de-Isaac-Marion.jpg"><img class="size-full wp-image-9900  " title="Sangue Quente de Isaac Marion" src="http://www.geex.com.br/blog2/wp-content/uploads/2011/08/Sangue-Quente-de-Isaac-Marion.jpg" alt="" width="168" height="241" /></a><p class="wp-caption-text">A capa da edição nacional</p></div>
<p>O livro &#8220;<a href="http://www.leya.com.br/catalogo/detalhes_produto.php?id=51711" target="_blank">Sangue Quente</a>&#8220;, escrito pelo estreante<a href="http://www.isaacmarion.com/about/" target="_blank"> Isaac Marion</a>, é baseado no conto <a href="http://emarx.tumblr.com/post/8600346267/i-am-a-zombie-filled-with-love">&#8220;I am a zombie filled with love&#8221;</a> de autoria do próprio Marion, e é uma nova visão sobre esses seres. Visão essa que está no limite entre a criação de algo original e a destruição de algo tradicional. Seria possível algo tão instintivo criar sociedades com direito a hierarquias? Pensar na ações que cometeu? Ter empatia pela sua vítima? E seria capaz de desenvolver emoções tão complexas quanto o amor?</p>
<p dir="ltr">A história nos é contada por R, um morto-vivo ainda nos primeiros estágios de decomposição que apesar de não se lembrar de nada sobre sua vida ainda tem consciência. Durante uma caçada R encontra Julie, uma garota que ele não consegue matar e ainda resolve protegê-la levando a moça até um antigo aeroporto, usado pelo zumbis como casa &#8211; ou &#8220;colméia&#8221; como os humanos chamam.</p>
<p dir="ltr">No aeroporto é onde  temos a maior parte das surpresas, já que lá dentro temos uma verdadeira sociedade, com líderes, funções para os &#8220;cidadãos&#8221; e até treinamento de caça para os zumbis crianças. Vemos também M, um morto-vivo não tão sensível quanto R, mas ainda um tanto diferente dos demais e melhor amigo de nosso protagonista.</p>
<p dir="ltr">Apesar desse choque inicial sobre as emoções de R e de alguns outros residentes da colméia, eles ainda são os monstros que conhecemos: tem gostos por cérebros, andam devagar, estão apodrecendo, mal conseguem falar e com um tiro no cabeça irão morrer de novo.</p>
<p dir="ltr">Marion consegue explicar bem os motivos de todas essas características e elas são úteis para a história, apesar de ser um pouco desconfortável essa quantidade de novas idéias. O autor compensa esse desconforto com uma leitura muito dinâmica e personagens carismáticos. O personagem principal é incrivelmente fácil de se afeiçoar graças ao seus tons de ironia &#8211; apesar de ser um tanto quanto melancólico por vezes.</p>
<p dir="ltr">Olhando o livro como apenas um romance, posso dizer como fã do gênero que é um dos melhores que já li. R e Julie são uma mistura de &#8220;Romeu e Julieta&#8221; com &#8220;A Bela e a Fera&#8221;, e o amor que vemos surgir é bastante sincero. É interessante e engraçado notar as reações de R ao que acontece, afinal é tudo novo pra ele e por consequência para nós também.</p>
<p dir="ltr">Sangue Quente merece ser lido. Apesar de na capa constar uma declaração de Stephenie Meyer, autora de Crepúsculo, não se sintam repelidos. Se necessário de uma lida em duas ou três páginas que isso será o suficiente para dar uma chance a obra e ver esse mundo novo pelos olhares de um morto.</p>
<p dir="ltr">“Sangue Quente” de Isaac Marion (<a href="http://twitter.com/#!/Isaacinspace" target="_blank">aqui, o twitter do autor</a>) foi lançado em 2011 no Brasil e já está em produção um filme com os atores <a href="http://www.imdb.com/name/nm0396558/">Nicholas Hoult</a> e <a href="http://www.imdb.com/name/nm1954240/">Teresa Palmer</a> nos papéis principais. O longa será dirigido por <a href="http://www.imdb.com/name/nm1349522/">Jonathan Levine</a>.</p>
<p dir="ltr">&nbsp;</p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>The ultimate guide to videogame writing and design</title>
		<link>http://www.geex.com.br/2011/07/13/the-ultimate-guide-to-videogame-writing-and-design/</link>
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		<pubDate>Wed, 13 Jul 2011 17:35:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lu Fávero</dc:creator>
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		<description><![CDATA[- ou: um guia de bolso para aspiras Lançado em 2008 pela Lone Eagle e sem tradução para o português, “The ultimate guide to videogame writing and design” é como aquela primeira namorada que promete ser a mulher da sua vida. O guia, que de definitivo só tem o nome, é uma introdução para o aspirante a escritor de jogos eletrônicos. Escrito por John Zuur Platen (um dos nomes por trás de F.E.A.R 2 e Ghostbusters, o jogo) e Flint Dille (que trabalhou com Transformers e G.I.Joe na década de 80), o livro de 272 páginas traz discussões &#8211; vagas- sobre o processo criativo, reflexões sobre a construção da narrativa em jogos, notas sobre o trabalho na indústria de jogos eletrônicos e alguns exercícios. Sempre reforçando o ponto apresentado “com um exemplo do mundo real, que aconteceu durante o desenvolvimento do jogo [nome do jogo aqui]”, os autores tentam construir uma ponte entre o guia e a realidade &#8211; e, mesmo assim, às vezes as histórias simplesmente não convencem. Dillen e Platen também se arriscam a abordar as vantagens e desvantagens de utilizar licenças pré-existentes em games, discorrem sobre a criação de mundos “interessantes” e sobre a concepção de ambientes e personagens críveis e diálogos eficazes. E, na tentativa de dar mais um apoio ao escritor novato, os autores dedicam alguns capítulos (ou “levels”, como preferem chamar) à negociação dos contratos, responsabilidades e relacionamentos em um time de desenvolvimento. Como todo guia que se preze, além de pitacos sobre a criação de conteúdo, discute-se a “forma” como as ideias devem ser apresentadas. Mas alguém não prestou atenção a uma das sugestões dadas e o livro foi publicado permeado de erros de digitação e formatação: faltou a tão incentivada revisão, fundamental antes da divulgação de qualquer coisa &#8211; inclusive games. A leitura é rápida, sobretudo se os exercícios (que são interessantes) forem ignorados. Altamente recomendável para aquele que nunca leu absolutamente nada a respeito do tema e só jogou uns 3 jogos na vida, o livro pode ser comprado na Amazon (ou encomendado em livrarias brasileiras, porque dificilmente está disponível para pronta entrega). Titúlo: The ultimate guide to videogame writing and design Autores:John Zuur Platen e Flint Dille Páginas: 272 Editora: Lone Eagle (January 8, 2008) Língua: Inglês]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>- ou: um guia de bolso para aspiras</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Lançado em 2008 pela Lone Eagle e sem tradução para o português, “The ultimate guide to videogame writing and design” é como aquela primeira namorada que promete ser a mulher da sua vida. O guia, que de  definitivo só tem o nome, é uma introdução para o aspirante a escritor de jogos eletrônicos.</p>
<p style="text-align: justify;">Escrito por <a href="http://www.imdb.com/name/nm0686922/" target="_blank">John Zuur Platen</a> (um dos nomes por trás de<a href="http://www.geex.com.br/blog2/wp-admin/www.youtube.com/watch?v=bdLv5VGPzRY" target="_blank"> F.E.A.R 2</a> e <a href="http://www.youtube.com/watch?v=LyVGSGynYpg" target="_blank">Ghostbusters</a>, o jogo) e <a href="http://www.imdb.com/name/nm0226863/" target="_blank">Flint Dille</a> (que trabalhou com Transformers e G.I.Joe na década de 80), o livro de 272 páginas traz discussões &#8211; vagas- sobre o processo criativo, reflexões sobre a construção da narrativa em jogos, notas sobre o trabalho na indústria de jogos eletrônicos e alguns exercícios.</p>
<p style="text-align: justify;">Sempre reforçando o ponto apresentado “<em>com um exemplo do mundo real, que aconteceu durante o desenvolvimento do jogo [nome do jogo aqui]</em>”, os autores tentam construir uma ponte entre o guia e a realidade &#8211; e, mesmo assim, às vezes as histórias simplesmente não convencem.</p>
<p style="text-align: justify;">Dillen e Platen também se arriscam a abordar as vantagens e desvantagens de utilizar licenças pré-existentes em games, discorrem sobre a criação de mundos “interessantes” e sobre a concepção de ambientes e personagens críveis e diálogos eficazes. E, na tentativa de dar mais um apoio ao escritor novato, os autores dedicam alguns capítulos (ou “levels”, como preferem chamar) à  negociação dos contratos, responsabilidades e relacionamentos em um time de desenvolvimento.</p>
<p style="text-align: justify;">Como todo guia que se preze, além de pitacos sobre a criação de conteúdo,  discute-se a “forma” como as ideias devem ser apresentadas. Mas alguém não prestou atenção a uma das sugestões dadas e o livro foi publicado permeado de erros de digitação e formatação: faltou a tão incentivada revisão, fundamental antes da divulgação de qualquer coisa &#8211; inclusive games.</p>
<p style="text-align: justify;">A leitura é rápida, sobretudo se os exercícios (que são interessantes) forem ignorados. Altamente recomendável para aquele que nunca leu absolutamente nada a respeito do tema e só jogou uns 3 jogos na vida, o livro pode ser comprado na <a href="http://www.amazon.com/Ultimate-Guide-Video-Writing-Design/dp/158065066X/ref=sr_1_1?ie=UTF8&amp;qid=1310574647&amp;sr=8-1" target="_blank">Amazon</a> (ou encomendado em livrarias brasileiras, porque dificilmente está disponível para pronta entrega).</p>
<p style="text-align: justify;"><a rel="attachment wp-att-9779" href="http://www.geex.com.br/2011/07/13/the-ultimate-guide-to-videogame-writing-and-design/capa-5/"><img class="alignleft size-medium wp-image-9779" src="http://www.geex.com.br/blog2/wp-content/uploads/2011/07/capa-300x300.jpg" alt="" width="300" height="300" /></a>Titúlo: The ultimate guide to videogame writing and design</p>
<p style="text-align: justify;">Autores:John Zuur Platen e Flint Dille</p>
<p style="text-align: justify;">Páginas: 272</p>
<p style="text-align: justify;">Editora: Lone Eagle (January 8, 2008)</p>
<p style="text-align: justify;">Língua: Inglês</p>
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		<title>L.A. Noire, comentando um pouco mais</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Jun 2011 04:19:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo "trakinos" Aquino</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Games]]></category>
		<category><![CDATA[L.A. Noire]]></category>
		<category><![CDATA[rockstar]]></category>

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		<description><![CDATA[Sei que já falamos de L.A. Noire a semana passada aqui no GeeX!, mas senti que precisava extender um pouco a respeito do gameplay do jogo, além do que foi dito sobre a tecnologia empregada. Fiz alguns comentários contra o L.A. Noire no passado. A divulgação do jogo focava muito em como ele é próximo ao real. Primeiro, me defendo. As expressões, por serem tão próximas ao real, deixam um grande desconforto de irreal no jogador&#8230; mas o propósito delas é outro&#8230; O motivo de tentar deixar o jogo extremamente real é, no final, muito mais simples e nobre do que parecia antes. Pra isso, vou explicar o gameplay. &#160; O jogo começa com uma cena do crime, onde você tem que achar pistas pra resolver um caso de assassinato. Muitos objetos ativam o &#8220;radar&#8221; de pistas, mas poucos são realmente importantes&#8230; as vezes alguns são, mas não parecem logo de cara. O jogo começa a demonstrar a jogabilidade, parecida com jogos já conhecidos nossos (GTA, Red Dead Redemption). Quando uma pista é achada, você &#8220;anota&#8221; ela no seu &#8220;caderninho&#8221; e pode consultar a qualquer momento mais tarde. Porém, os casos só são solucionados quando alguém confessa. É aí que todas as pistas são úteis&#8230; assim como toda a tecnologia nova aplicada no jogo. As expressões faciais são utilizadas para que o jogador reconheça a verdade/mentira/omissão dos depoimentos dos personagens. Cada mentira precisa ter uma prova de base. Toda essa tecnologia coloca esse jogo num patamar acima dos jogos de puzzle&#8230; mas o melhor ainda está por vir. Em relação aos gráficos, a reconstrução da cidade de Los Angeles do meio do século XX é incrível. Mas o que realmente chama a atenção é a música. Na hora de checar pistas, a música é uma&#8230; ela muda no momento em que voce acha a última pista. E mostra se as opções de interrogação escolhidas estão certas ou não. Isso faz o jogador prestar atenção na trilha mais do que o normal, que já é fantástica. O clima noir é fantástico com esse jogo. &#160; LA Noir me surpreendeu&#8230; e vai entrar pra história]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sei que já falamos de L.A. Noire a semana passada aqui no GeeX!, mas senti que precisava extender um pouco a respeito do gameplay do jogo, além do que foi dito sobre a tecnologia empregada.</p>
<p>Fiz alguns comentários contra o <a title="L.A. Noire – Revolução técnica" href="http://www.geex.com.br/2011/05/18/l-a-noire-uma-revolucao-tecnica/" target="_blank">L.A. Noire no passado</a>. A divulgação do jogo focava muito em como ele é próximo ao real.</p>
<p>Primeiro, me defendo. As expressões, por serem <a href="http://www.youtube.com/watch?v=q2EG5J05048&amp;feature=player_embedded">tão próximas ao real</a>, deixam um grande desconforto de irreal no jogador&#8230; mas o propósito delas é outro&#8230;</p>
<p>O motivo de tentar deixar o jogo extremamente real é, no final, muito mais simples e nobre do que parecia antes.</p>
<p>Pra isso, vou explicar o gameplay.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img class="alignleft size-medium wp-image-9667" title="la_noir_3-e1297285200817" src="http://www.geex.com.br/blog2/wp-content/uploads/2011/06/la_noir_3-e1297285200817-300x168.jpg" alt="" width="300" height="168" /></p>
<p>O jogo começa com uma cena do crime, onde você tem que achar pistas pra resolver um caso de assassinato. Muitos objetos ativam o &#8220;radar&#8221; de pistas, mas poucos são realmente importantes&#8230; as vezes alguns são, mas não parecem logo de cara. O jogo começa a demonstrar a jogabilidade, parecida com jogos já conhecidos nossos (GTA, Red Dead Redemption). Quando uma pista é achada, você &#8220;anota&#8221; ela no seu &#8220;caderninho&#8221; e pode consultar a qualquer momento mais tarde.</p>
<p>Porém, os casos só são solucionados quando alguém confessa. É aí que todas as pistas são úteis&#8230; assim como toda a tecnologia nova aplicada no jogo. As expressões faciais são utilizadas para que o jogador reconheça a verdade/mentira/omissão dos depoimentos dos personagens. Cada mentira precisa ter uma prova de base.</p>
<div id="attachment_9668" class="wp-caption alignright" style="width: 380px"><a rel="attachment wp-att-9668" href="http://www.geex.com.br/2011/06/15/lanoire/fn_browning_1922_notebook/"><img class="size-full wp-image-9668  " title="FN_Browning_1922_notebook" src="http://www.geex.com.br/blog2/wp-content/uploads/2011/06/FN_Browning_1922_notebook.jpg" alt="" width="370" height="289" /></a><p class="wp-caption-text">Todas as pistas são colocadas no seu caderninho</p></div>
<p>Toda essa tecnologia coloca esse jogo num patamar acima dos jogos de puzzle&#8230; mas o melhor ainda está por vir.</p>
<p>Em relação aos gráficos, a reconstrução da cidade de Los Angeles do meio do século XX é incrível. Mas o que realmente chama a atenção é a música.</p>
<p>Na hora de checar pistas, a música é uma&#8230; ela muda no momento em que voce acha a última pista. E mostra se as opções de interrogação escolhidas estão certas ou não.</p>
<p>Isso faz o jogador prestar atenção na trilha mais do que o normal, que já é fantástica. O clima <em><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Film_noir" target="_blank">noir</a></em> é fantástico com esse jogo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>LA Noir me surpreendeu&#8230; e vai entrar pra história</p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-9669" title="la-noire-review-1" src="http://www.geex.com.br/blog2/wp-content/uploads/2011/06/la-noire-review-1-300x187.jpg" alt="" width="300" height="187" /></p>
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		<item>
		<title>O Labirinto da Solidão</title>
		<link>http://www.geex.com.br/2011/06/13/o-labirinto-da-solidao/</link>
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		<pubDate>Mon, 13 Jun 2011 16:32:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Muñoz</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>

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		<description><![CDATA[por Felicidade Marquês Gouvea - mestre em filosofia, mãe de três filhos, não sabe direito o que é ser nerd, mas se encaixa na categoria dada a quantidade de livros lidos por mês. &#160; Em 1950 Octavio Paz, escritor mexicano e ganhador do premio Nobel de literatura, publicou o livro “O labirinto da solidão”.  O livro é atraente e interessante porque ultrapassa o valor intenso e admirável do discurso do autor sobre os mitos, a identidade e a cultura do povo mexicano. Seu ensaio mostra-nos que nossa realidade necessita de uma significação cujo sentido redirecione as nossas vidas. Além disso, existem outras possibilidades de enxergar o mundo sem o engessamento da racionalidade. Segundo Paz, o homem tentou racionalizar os mitos, no entanto não pôde destruí-los; já que pelo mito, o homem consegue romper com a solidão e voltar a ser um com a criação. Paradoxalmente, é pela solidão que nos tornamos observadores de nossa situação ideológica, politica e social no mundo. Além disso, é importante a solidão, porque é por este viés que podemos fazer uma ruptura com um mundo caduco, existente em nossa própria vida. Paz diz que este mundo o qual desejamos romper é feito pela nossa própria vida se limitando dentro sua pequenez. O mundo antigo é fechado, estreito, cheio de preconceitos, acomodações e culpas, o novo em que gostaríamos de ingressar é um mundo que é aberto e incluí o outro. No velho, somos o umbigo do mundo, já no novo, fazemos parte de uma sociedade aberta que se organiza tendo em vista o coletivo. Um labirinto se forma quando nos sentimos expulsos  por nós mesmos, desse mundo antigo, onde somos o centro desse universo. Somos então tomados por sentimentos de nostalgia e culpa, buscando a redenção de um tempo perdido. Nesta busca, o tempo transforma-se em espaço para a construção de outro mundo para repor o antigo. Tempo, espaço e mundo mesclam-se formando uma só unidade. Na construção de um novo mundo, abre-se espaço para o eterno e o tempo cronométrico, o profano e o sagrado, a história e o mito, os rituais, a poesia, etc. Introduz-se neste espaço, assim, a miscelânea que  forma os sentimentos humanos. Todavia, é possível que nessa construção sejamos tomados por nossa vaidade, e revestidos deste sentimento tentemos reconstruir artificialmente um outro mundo novo, em que seriam cabíveis todas essas inclusões e que seria somente o retorno do mundo velho deixado à deriva. Esse regresso, que mantém nossas próprias experiências no vazio, é de fato, uma solidão. Enfim, percebe-se que o herói dessa saga mexicana é o próprio homem. E que sim, é um labirinto de complexidade, sobre o ser humano que na solidão rompe com a mesma para buscar no mito a oportunidade de encontrar-se, mas ainda  assim, no tempo e espaço tem a possibilidade de viver em comunhão com os seus semelhantes. Como um labirinto, uma leitura pouco fluida, dura, difícil e cheia de caminhos, mas que vale o esforço e que reflete seu valor ao chegar ao final. &#160;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>por <a href="mailto:felicidade.munoz@uol.com.br" target="_blank">Felicidade Marquês Gouvea</a></strong> - <em>mestre em filosofia, mãe de três filhos, não sabe direito o que é ser nerd, mas se encaixa na categoria dada a quantidade de livros lidos por mês.</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-9632" title="37568_4" src="http://www.geex.com.br/blog2/wp-content/uploads/2011/06/37568_4.jpg" alt="" width="320" height="481" /></p>
<p>Em 1950 <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Octavio_Paz" target="_blank">Octavio Paz</a>, escritor mexicano e ganhador do premio Nobel de literatura, publicou o livro “<a href="http://www.pazeterra.com.br/livro.asp?pp=38" target="_blank">O labirinto da solidão</a>”.  O livro é atraente e interessante porque ultrapassa o valor intenso e admirável do discurso do autor sobre os mitos, a identidade e a cultura do povo mexicano. Seu ensaio mostra-nos que nossa realidade necessita de uma significação cujo sentido redirecione as nossas vidas. Além disso, existem outras possibilidades de enxergar o mundo sem o engessamento da racionalidade.</p>
<p>Segundo Paz, o homem tentou racionalizar os mitos, no entanto não pôde destruí-los; já que pelo mito, o homem consegue romper com a solidão e voltar a ser um com a criação. Paradoxalmente, é pela solidão que nos<br />
tornamos observadores de nossa situação ideológica, politica e social no mundo. Além disso, é importante a solidão, porque é por este viés que podemos fazer uma ruptura com um mundo caduco, existente em nossa própria vida.</p>
<p>Paz diz que este mundo o qual desejamos romper é feito pela nossa própria vida se limitando dentro sua pequenez. O mundo antigo é fechado, estreito, cheio de preconceitos, acomodações e culpas, o novo em que gostaríamos de ingressar é um mundo que é aberto e incluí o outro. No velho, somos o umbigo do mundo, já no novo, fazemos parte de uma sociedade aberta que se organiza tendo em vista o coletivo.</p>
<p>Um labirinto se forma quando nos sentimos expulsos  por nós mesmos, desse mundo antigo, onde somos o centro desse universo. Somos então tomados por sentimentos de nostalgia e culpa, buscando a redenção de um tempo perdido. Nesta busca, o tempo transforma-se em espaço para a construção de outro mundo para repor o antigo. Tempo, espaço e mundo mesclam-se formando uma só unidade.</p>
<p>Na construção de um novo mundo, abre-se espaço para o eterno e o tempo cronométrico, o profano e o sagrado, a história e o mito, os rituais, a poesia, etc. Introduz-se neste espaço, assim, a miscelânea que  forma os sentimentos humanos.</p>
<p>Todavia, é possível que nessa construção sejamos tomados por nossa vaidade, e revestidos deste sentimento tentemos reconstruir artificialmente um outro mundo novo, em que seriam cabíveis todas essas inclusões e que seria somente o retorno do mundo velho deixado à deriva. Esse regresso, que mantém nossas próprias experiências no vazio, é de fato, uma solidão.</p>
<p>Enfim, percebe-se que o herói dessa saga mexicana é o próprio homem. E que sim, é um labirinto de complexidade, sobre o ser humano que na solidão rompe com a mesma para buscar no mito a oportunidade de encontrar-se, mas ainda  assim, no tempo e espaço tem a possibilidade de viver em comunhão com os seus semelhantes.</p>
<p>Como um labirinto, uma leitura pouco fluida, dura, difícil e cheia de caminhos, mas que vale o esforço e que reflete seu valor ao chegar ao final.</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>História da Televisão no Brasil</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Jun 2011 20:33:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lu Fávero</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[academico]]></category>
		<category><![CDATA[brasil]]></category>
		<category><![CDATA[estudos]]></category>
		<category><![CDATA[história]]></category>
		<category><![CDATA[televisao]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; Ela quase certamente está em algum canto de sua casa. Se você já não a visita com tanta frequência, deve lembrar, saudoso, da companhia matinal (ou vespertina) durante a infância. No Brasil desde Setembro de 1950, ela já contou muitas histórias, definiu rumos políticos e nos fez reaprender a lidar com imagens. Sim, estou falando da televisão &#8211; aquele objeto onipresente que você, hoje, provavelmente só liga pra jogar videogame. É sobre a televisão que falam, também, os textos reúnidos por Ana Paula Goulart Ribeiro, Igor Sacramento e Marcos Roxo. E é particularmente sobre a televisão no Brasil que se debruçam as 347 páginas editadas pela Contexto e lançadas em 2010. “História da Televisão no Brasil &#8211; do início aos dias de hoje” reúne 14 artigos que, década a década, passeiam pelos 60 ano de história da caixinha de imagens nas terras tupiniquins. &#160; Contando em detalhes a trajetória desse meio de comunicação &#8211; e analisando sua importância na estruturação da política, da economia e da cultura brasileiras &#8211; os autores narram as transformações da televisão nacional (sem esquecer de pensar como isso afetou o público). Descobrimos que, antes da TV, vieram as propagandas do “inovador aparelho científico” &#8211; todas empenhadas na construção de um imaginário televisual. Nos surpreendemos com o fato de que Silvio Santos começou na Rede Globo de Televisão. E somos forçados a pensar que existiram (e existem) outras redes e canais além dos que fazem parte do império de Roberto Marinho &#8211; e que o papel deles na história da televisão nacional é imensurável. Através das páginas,  acompanhamos o engatinhar de uma TV que nasce do improviso e que cria sua linguagem. Dos programas de auditório aos humorísticos, das novelas as minisséries, dos primeiros jornais aos programas interativos, passamos por uma extensa gama de formatos e observamos o desenvolvimento de uma televisão que amadurece e se impõe como um dos meios mais lucrativos, até os dias de hoje. Título: História da Televisão no Brasil &#8211; do início aos dias de hoje Organizadores: Ana Paula Goulart Ribeiro, Igor Sacramento e Marcos Roxo Editora: Contexto Ano: 2010 Preço médio: 49,90]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p><img class="alignleft" src="http://www.editoracontexto.com.br/produtos/CAPA%20HISTORIA%20DA%20TELEVISAO_WEB.jpg" alt="" width="300" height="431" /></p>
<p>Ela quase certamente está em algum canto de sua casa.</p>
<p>Se você já não a visita com tanta frequência, deve lembrar, saudoso, da companhia matinal (ou vespertina) durante a infância. No Brasil desde Setembro de 1950, ela já contou muitas histórias, definiu rumos políticos e nos fez reaprender a lidar com imagens. Sim, estou falando da televisão &#8211; aquele objeto onipresente que você, hoje, provavelmente só liga pra jogar videogame.</p>
<p>É sobre a televisão que falam, também, os textos reúnidos por <a href="http://www.pos.eco.ufrj.br/docentes/prof_anapaula.html" target="_blank">Ana Paula Goulart Ribeiro</a>, <a href="http://www.editoracontexto.com.br/autores_det.asp?autor=1032" target="_blank">Igor Sacramento</a> e Marcos Roxo. E é particularmente sobre a televisão no Brasil que se debruçam as 347 páginas editadas pela <a href="http://www.editoracontexto.com.br/" target="_blank">Contexto</a> e lançadas em 2010.</p>
<p>“<a href="http://www.skoob.com.br/livro/127334" target="_blank">História da Televisão no Brasil &#8211; do início aos dias de hoje</a>” reúne 14 artigos que, década a década, passeiam pelos 60 ano de história da caixinha de imagens nas terras tupiniquins.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Contando em detalhes a trajetória desse meio de comunicação &#8211; e analisando sua importância na estruturação da política, da economia e da cultura brasileiras &#8211; os autores narram as transformações da televisão nacional (sem esquecer de pensar como isso afetou o público).</p>
<p>Descobrimos que, antes da TV, vieram as propagandas do “inovador aparelho científico” &#8211; todas empenhadas na construção de um imaginário televisual. Nos surpreendemos com o fato de que <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Silvio_Santos" target="_blank">Silvio Santos</a> começou na <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Rede_Globo" target="_blank">Rede Globo de Televisão</a>. E somos forçados a pensar que existiram (e existem) outras redes e canais além dos que fazem parte do império de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Roberto_Marinho" target="_blank">Roberto Marinho</a> &#8211; e que o papel deles na história da televisão nacional é imensurável.</p>
<p>Através das páginas,  acompanhamos o engatinhar de uma TV que nasce do improviso e que cria sua linguagem. Dos programas de auditório aos humorísticos, das novelas as minisséries, dos primeiros jornais aos programas interativos, passamos por uma extensa gama de formatos e observamos o desenvolvimento de uma televisão que amadurece e se impõe como um dos meios mais lucrativos, até os dias de hoje.</p>
<p><strong>Título:</strong> História da Televisão no Brasil &#8211; do início aos dias de hoje</p>
<p><strong>Organizadores: </strong>Ana Paula Goulart Ribeiro, Igor Sacramento e Marcos Roxo<br />
<strong>Editora:</strong> Contexto<br />
<strong>Ano:</strong> 2010<br />
<strong>Preço médio:</strong> 49,90</p>
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		<title>Cândido, ou O Otimismo</title>
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		<pubDate>Thu, 19 May 2011 15:36:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Você</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[candide]]></category>
		<category><![CDATA[candido]]></category>
		<category><![CDATA[chesterfield]]></category>
		<category><![CDATA[clássicos]]></category>
		<category><![CDATA[otimismo]]></category>
		<category><![CDATA[voltaire]]></category>

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		<description><![CDATA[por Felicidade Marquês Gouvea - mestre em filosofia, mãe de três filhos, não sabe direito o que é ser nerd, mas se encaixa na categoria dada a quantidade de livros lidos por mês. Às vezes ficamos nos preocupando em ver nas livrarias só o que tem de novo, qual é o best-seller no topo, se em evidência estão anjos ou vampiros, e esquecemos de procurar ler clássicos que ficaram imortalizados por muito mais que piadas com misturas de gêneros. Cândido, de Voltaire, é um desses clássicos. Um romance escrito em 1759, por um filósofo iluminista francês &#8211; e disponível para download gratuito. Este livro merece ser lido e relido, não só por seu valor histórico, mas pelo humor negro subestimado. . A palavra cândido tem um significado de pureza, de inocência e imaculado, e assim é forma da atuação do protagonista. Agindo o tempo todo de modo ingênuo e mantendo-se na crença fixa de que todas as ocorrências no mundo, por mais catastróficas que sejam, são sempre o que poderia ocorrer de melhor. . Por sarcasmo do destino, no entanto, lhe é mostrado que o mundo exige mais do que otimismo e ingenuidade para enfrentar a intolerância, o fanatismo, as catástrofes naturais assim com tantos outros enganos e artifícios sociais. Ainda assim, Cândido, personagem principal, embora tenha sido banido de todos “os melhores mundos possíveis”, mantém-se resignado acreditando sempre que tudo poderia ter sido bem pior. . É essa ironia do livro que nos faz pensar sobre a nossa condição humana. O problema é que a saga “do herói” contradiz a sua crença. Cândido tem sua inocência maculada com assassinatos e roubos, sua fé no amor puro e inocente &#8211; por Cunegonde, sua amada &#8211; abalada pela constatação da realidade (a jovem se tornará velha, feia e amargurada pelas agruras da vida, com o passar do tempo &#8211; se bem que não podemos assegurar que a amada já não fosse feia e com traços envelhecidos, já que sua beleza está apenas nos olhos do “herói”). . O caminho de Cândido é atravessado por uma sucessão de aventuras e calamidades, porém, ao final de cada uma delas, ele resgatará inocentemente a visão de que tudo é o que tem de ser e que a vida lhe apresenta, novamente, o “seu melhor mundo possível”. . Ficam então dois pontos para reflexão: será que não poderia haver um mundo melhor? E se esse é o melhor mundo possível, então o que seria de nós nos mundos piores possíveis&#8230;&#160; &#160;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<p id="internal-source-marker_0.9525357815437019"><strong>por <a href="mailto:felicidade.munoz@uol.com.br" target="_blank">Felicidade Marquês Gouvea</a></strong> - <em>mestre em filosofia, mãe de três filhos, não sabe direito o que é ser nerd, mas se encaixa na categoria dada a quantidade de livros lidos por mês.</em></p>
<p>Às vezes ficamos nos preocupando em ver nas livrarias só o que tem de novo, qual é o best-seller no topo, se em evidência estão <a title="Cidade dos Ossos" href="http://www.geex.com.br/2010/11/04/cidade-dos-ossos/" target="_blank">anjos</a> ou <a title="A Saga Crepúsculo: Eclipse (2010)" href="http://www.geex.com.br/2010/07/01/a-saga-crepusculo-eclipse-2010/" target="_blank">vampiros</a>, e esquecemos de procurar ler clássicos que ficaram imortalizados por muito mais que piadas com <a title="A subversão dos Clássicos" href="http://www.geex.com.br/2010/08/05/a-subversao-dos-classicos/" target="_blank">misturas de gêneros</a>.</p>
<p><a href="http://www.geex.com.br/blog2/wp-content/uploads/2011/05/ts.jpg"><img title="ts" src="http://www.geex.com.br/blog2/wp-content/uploads/2011/05/ts-1024x822.jpg" alt="" width="614" height="493" /></a></p>
<p>Cândido, de Voltaire, é um desses clássicos. Um romance escrito em 1759, por um filósofo iluminista francês &#8211; e disponível para <a href="http://www.ebooksbrasil.org/eLibris/candido.html" target="_blank">download gratuito</a>. Este livro merece ser lido e relido, não só por seu valor histórico, mas pelo humor negro subestimado.</p>
<p><span style="color: #ffffff;">.</span></p>
</div>
<div><a href="http://www.geex.com.br/blog2/wp-content/uploads/2011/05/candide-tm.jpg"><img class="alignleft" title="candide-tm" src="http://www.geex.com.br/blog2/wp-content/uploads/2011/05/candide-tm.jpg" alt="" width="147" height="196" /></a>A palavra cândido tem um significado de pureza, de inocência e imaculado, e assim é forma da atuação do protagonista. Agindo o tempo todo de modo ingênuo e mantendo-se na crença fixa de que todas as ocorrências no mundo, por mais catastróficas que sejam, são sempre o que poderia ocorrer de melhor.</div>
<div><span style="color: #ffffff;">.</span></div>
<div>Por sarcasmo do destino, no entanto, lhe é mostrado que o mundo exige mais do que otimismo e ingenuidade para enfrentar a intolerância, o fanatismo, as catástrofes naturais assim com tantos outros enganos e artifícios sociais. Ainda assim, Cândido, personagem principal, embora tenha sido banido de todos “os melhores mundos possíveis”, mantém-se resignado acreditando sempre que tudo poderia ter sido bem pior.</div>
<div><span style="color: #ffffff;">.</span></div>
<div>É essa ironia do livro que nos faz pensar sobre a nossa condição humana.</div>
<div></div>
<div><img class="aligncenter" title="DSC01245" src="http://www.geex.com.br/blog2/wp-content/uploads/2011/05/DSC012451-1024x426.jpg" alt="" width="511" height="213" /></div>
<div></div>
<div>O problema é que a saga “do herói” contradiz a sua crença. Cândido tem sua inocência maculada com assassinatos e roubos, sua fé no amor puro e inocente &#8211; por Cunegonde, sua amada &#8211; abalada pela constatação da realidade (a jovem se tornará velha, feia e amargurada pelas agruras da vida, com o passar do tempo &#8211; se bem que não podemos assegurar que a amada já não fosse feia e com traços envelhecidos, já que sua beleza está apenas nos olhos do “herói”).</div>
<div><span style="color: #ffffff;">.</span></div>
<div>O caminho de Cândido é atravessado por uma sucessão de aventuras e calamidades, porém, ao final de cada uma delas, ele resgatará inocentemente a visão de que tudo é o que tem de ser e que a vida lhe apresenta, novamente, o “seu melhor mundo possível”.</div>
<div><span style="color: #ffffff;">.</span></div>
<div>Ficam então dois pontos para reflexão: será que não poderia haver um mundo melhor? E se esse é o melhor mundo possível, então o que seria de nós nos mundos piores possíveis&#8230;&nbsp;</p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>O seu livro tem um trailer?</title>
		<link>http://www.geex.com.br/2011/05/12/o-seu-livro-tem-um-trailer/</link>
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		<pubDate>Thu, 12 May 2011 21:26:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jairo Neto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[alternativo]]></category>
		<category><![CDATA[diferente]]></category>
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		<category><![CDATA[livros]]></category>
		<category><![CDATA[mashup]]></category>
		<category><![CDATA[trailers]]></category>

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		<description><![CDATA[Há um tempo alguns autores tem lançado seus livros acompanhados de um trailer. Não bastasse o lançamento físico do livro, como também a versão digital, agora alguns ainda instigam os leitores com um petisco das páginas de seu próximo trabalho. Este ano mesmo o autor americano Paul Auster lançou o seu novo livro, Sunset Park, acompanhado de um trailer que misturava cenas inspiradas na história com o escritor lendo passagens do livro em um estúdio. Já para o livro The Worst-Case Scenario Pocket Guide: Breakups, de David Borgenicht, foi feita uma animação com pictogramas e infográficos que dava um gosto das dicas de como terminar um namoro com muito estilo. Recentemente, a editora Quirk Classics não só subverteu o conceito de &#8220;revisar um clássico&#8221; como abriu as portas para o mash-up literário: aquela coisa de misturar um clássico da Jane Austen com uma invasão de mortos vivos. A grande jogada deles foi também de criar trailers para suas obras, sendo que o mais recente é para o The Meowmorphosis, um spin no A Metamorfose de Kafka. Por que será que o leitor precisaria de um apoio visual para comprar um livro? Existem infinitas respostas para isso, mas é interessante apontar certas coisas: 1. Boa parte destes trailers são transmitidos na internet e não em canais de tevê. Quando surgem na TV, são mais propagandas e não trailers. 2. As pessoas teimam em querer enxergar algo antes de ler. Ou até mesmo em ter a voz guia de seu autor na leitura. O que não é sempre ruim, pois alguns autores transmitem seus ritmos ou andamentos pelas leituras. Nos EUA, as turnês de lançamento de livros quase sempre incluem essas leituras abertas. 3. Talvez a velocidade em que livros são transpostos para a tela tenha mudado a forma de pensar nessas divulgações. É só ver o quão rápido os livros de Stieg Larsson foram adaptados ao cinema na Suécia (e já chegarão as telas americanas ainda este ano). Dê uma olhada na sua estante: qual dos seus livros já tem um trailer? &#160; &#160; &#160;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption alignright" style="width: 262px"><img class="  " src="http://www.joaopedroresende.com/wp-content/uploads/2010/08/books.jpg" alt="" width="252" height="168" /><p class="wp-caption-text">qual livro da sua biblioteca tem um trailer?</p></div>
<p>Há um tempo alguns autores tem lançado seus livros acompanhados de um trailer. Não bastasse o lançamento físico do livro, como também a versão digital, agora alguns ainda instigam os leitores com um petisco das páginas de seu próximo trabalho.</p>
<p>Este ano mesmo o autor americano Paul Auster lançou o seu novo livro, <a href="http://youtu.be/my84nnq58Os">Sunset Park</a>, acompanhado de um trailer que misturava cenas inspiradas na história com o escritor lendo passagens do livro em um estúdio. Já para o livro <a href="http://www.chroniclebooks.com/index/main,book-info/store,books/products_id,7871/">The Worst-Case Scenario Pocket Guide: Breakups</a><em>, </em>de David Borgenicht, <a href="http://youtu.be/t3NRkt6W2DY">foi feita uma animação com pictogramas e infográficos</a> que dava um gosto das dicas de como terminar um namoro com muito estilo.</p>
<p>Recentemente, a <a href="http://www.quirkclassics.com/">editora Quirk Classics</a> não só subverteu o conceito de &#8220;revisar um clássico&#8221; como abriu as portas para o <em>mash-up </em>literário: aquela coisa de misturar um clássico da Jane Austen com uma invasão de mortos vivos. A grande jogada deles foi também de criar trailers para suas obras, sendo que o mais recente é para o <a href="http://www.youtube.com/watch?v=s5VVFf4vmgY">The Meowmorphosis</a>, um <em>spin</em> no A Metamorfose de Kafka.</p>
<p>Por que será que o leitor precisaria de um apoio visual para comprar um livro?</p>
<p>Existem infinitas respostas para isso, mas é interessante apontar certas coisas:</p>
<p>1. Boa parte destes trailers são transmitidos na internet e não em canais de tevê. Quando surgem na TV, são mais propagandas e não trailers.</p>
<p>2. As pessoas teimam em querer enxergar algo antes de ler. Ou até mesmo em ter a voz guia de seu autor na leitura. O que não é sempre ruim, pois alguns autores transmitem seus ritmos ou andamentos pelas leituras. Nos EUA, as turnês de lançamento de livros quase sempre incluem essas leituras abertas.</p>
<p>3. Talvez a velocidade em que livros são transpostos para a tela tenha mudado a forma de pensar nessas divulgações. É só ver o quão rápido os livros de <a href="http://www.stieglarsson.com/">Stieg Larsson</a> foram adaptados ao cinema na Suécia (e já chegarão as telas americanas ainda este ano).</p>
<p>Dê uma olhada na sua estante: qual dos seus livros já tem um trailer?</p>
<p><iframe width="640" height="390" src="http://www.youtube.com/embed/l7ZT4SzmctM" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Quem é você, Alasca?</title>
		<link>http://www.geex.com.br/2011/03/14/quem-e-voce-alasca/</link>
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		<pubDate>Mon, 14 Mar 2011 19:21:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Engels Marx</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
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		<category><![CDATA[john green]]></category>
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		<description><![CDATA[Quanto uma ação pode influenciar uma vida? Você já parou pra pensar o quanto uma viagem, uma nova faculdade, um beijo ou uma iniciativa pode realmente pesar no seu futuro e mudar você? É disso que o livro “Quem é você, Alasca?” (Looking for Alaska no original) nos mostra. O livro de estréia de John Green, conhecido também por seu vlog em parceria com o irmão, conta a história de Miles Halter, um estudante do ensino médio fascinado pelas últimas palavras ditas pelas pessoas antes de morrer e é uma dessas citações que o faz tentar mudar. “Saio em busca de um Grande Talvez” Com a frase acima dita pelo poeta François Rabelais, Miles decide se mudar da escola atual na Flórida para o internato de Culver Creek, no Alabama e lá conhece as pessoas que irão mudar sua vida: Chip, Takumi, Lara e especialmente Alasca que é quem o marca de forma mais profunda. Até aí está tudo normal (até mesmo “clichê”) o que esse livro tem de especial? Além  da forma como o autor mantém o ritmo da história que mesmo sem muita ação é muito dinâmica,  o livro é separado de maneira genial em “antes” e “depois” do evento principal ao invés de usar os capítulos da forma mais tradicional. O realismo dos diálogos e pensamentos dos personagens que não passam aquela sensação de “quem fala isso normalmente?!?” e nem fica com parecendo forçado pra ter uma cara jovem. Mas entre todos os aspectos o mais relevante é como os protagonistas são facilmente identificáveis e carismáticos, principalmente Alasca, mulher que todo homem já encontrou ao menos uma vez na vida &#8211; linda, inteligente, sensível, misteriosa, bipolar (que mulher não é?), madura, apaixonada e sensual &#8211; ou como o próprio Miles descreve: “Se as pessoas fossem chuva, eu era a garoa e ela, um furacão.” A obra pode a primeira vista parecer direcionada aos jovens por causa de seus protagonistas, mas ela pode ser lida por qualquer pessoa sem nenhum problema, pois além de seu trama principal durante a narrativa o título levanta algumas questões que irão nos fazer parar alguns instantes para pensar sobre. “Quem é você, Alasca?” foi publicado nos EUA em 2005, mas apenas no final de 2010 o exemplar foi publicado em nossa língua pela Editora Martins Fontes. Recomendo a todos a leitura e acho que a chance devia ser dada, pois uma pequena ação como essa pode nos fazer parar e ir a busca também do nosso “Grande Talvez”.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>Quanto uma ação pode influenciar uma vida? Você já parou pra pensar o quanto uma viagem, uma nova faculdade, um beijo ou uma iniciativa pode realmente pesar no seu futuro e mudar você? É disso que o livro “Quem é você, Alasca?” (Looking for Alaska no original) nos mostra.</div>
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<div><a href="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/03/Alasca.jpg"><img class="alignleft size-large wp-image-8490" title="Alasca" src="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/03/Alasca-679x1024.jpg" alt="" width="244" height="368" /></a>O livro de estréia de John Green, conhecido também por seu <a href="http://www.youtube.com/user/vlogbrothers" target="_blank">vlog em parceria com o irmão</a>, conta a história de Miles Halter, um estudante do ensino médio fascinado pelas últimas palavras ditas pelas pessoas antes de morrer e é uma dessas citações que o faz tentar mudar.</div>
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<p>“Saio em busca de um Grande Talvez”</p>
<p>Com a frase acima dita pelo poeta <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Fran%C3%A7ois_Rabelais" target="_blank">François Rabelais</a>, Miles decide se mudar da escola atual na Flórida para o internato de Culver Creek, no Alabama e lá conhece as pessoas que irão mudar sua vida: Chip, Takumi, Lara e especialmente Alasca que é quem o marca de forma mais profunda.</p>
<p>Até aí está tudo normal (até mesmo “clichê”) o que esse livro tem de especial? Além  da forma como o autor mantém o ritmo da história que mesmo sem muita ação é muito dinâmica,  o livro é separado de maneira genial em “antes” e “depois” do evento principal ao invés de usar os capítulos da forma mais tradicional. O realismo dos diálogos e pensamentos dos personagens que não passam aquela sensação de “quem fala isso normalmente?!?” e nem fica com parecendo forçado pra ter uma cara jovem. Mas entre todos os aspectos o mais relevante é como os protagonistas são facilmente identificáveis e carismáticos, principalmente Alasca, mulher que todo homem já encontrou ao menos uma vez na vida &#8211; linda, inteligente, sensível, misteriosa, bipolar (que mulher não é?), madura, apaixonada e sensual &#8211; ou como o próprio Miles descreve: “Se as pessoas fossem chuva, eu era a garoa e ela, um furacão.”</p>
<p>A obra pode a primeira vista parecer direcionada aos jovens por causa de seus protagonistas, mas ela pode ser lida por qualquer pessoa sem nenhum problema, pois além de seu trama principal durante a narrativa o título levanta algumas questões que irão nos fazer parar alguns instantes para pensar sobre.</p>
<p>“Quem é você, Alasca?” foi publicado nos EUA em 2005, mas apenas no final de 2010 o exemplar foi publicado em nossa língua pela Editora Martins Fontes. Recomendo a todos a leitura e acho que a chance devia ser dada, pois uma pequena ação como essa pode nos fazer parar e ir a busca também do nosso “Grande Talvez”.</p>
</div>
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		<title>Scott Pilgrim &#8211; Graphic Novel</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Nov 2010 00:21:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo "trakinos" Aquino</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Quadrinhos]]></category>
		<category><![CDATA[Brian Lee O'Malley]]></category>
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		<category><![CDATA[graphic novel]]></category>
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		<category><![CDATA[quadrinhos na cia]]></category>
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		<description><![CDATA[Brian Lee O&#8217;Malley publicou sua saga durante 6 anos. Com uma distância de um ano entre cada livro. A saga narra a história de Scott Pilgrim, um garoto perdido e confortável em sua situação, que se apaixona por Ramona Flowers, uma mulher misteriosa que aparece em seus sonhos. Pouco tempo depois, Scott descobre que Ramona tem u ma série (7, para ser mais específico) de ex-namorados (ou só ex&#8217;s) do mal os quais ele precisa derrotar se quiser ficar com ela. Scott conta, então, com a ajuda de seus amigos para derrotá-los. Entre seus amigos, destacam-se: Wallace Wells: Mentor de Scott Pilgrim. Wallace é o colega de quarto de Scott e seu mentor. Wallace ajuda Scott a treinar para derrotar os ex&#8217;s, mesmo que com treinos fora do comum. Kim Pine: Kim é amiga de colégio de Scott (e foi sua ex-namorada também). Ela age em mais de uma ocasião como consciência de Scott, é extremamente mal humorada e é a mais querida das personagens pelos leitores. Stephen Stills: Líder da banda que Scott e Kim participam. Stephen é colega de faculdade de Scott e constantemente fica irritado com a atitude &#8220;douchebag&#8221; dele. Brian Lee O&#8217;Malley basea muitos personagens em pessoas que ele conhece. Conseguimos enxergar isso por identificarmos os personagens à nossa volta (pelo menos nós, jovens adultos). O próprio Scott Pilgrim tem qualidades que podemos identificar até nós mesmos. Com um tom de jornada interna (trocadilho com Pilgrim, que é peregrino em inglês), ele expõe medos e diversões que temos nessa época pós-faculdade (ou fim da faculdade) e/ou pré-vida-profissional. A jornada de Scott Pilgrim se da independente da vontade do protagonista e é uma jornada com a qual podemos nos identificar a qualquer momento na vida. As lutas que temos de enfrentar, consciências que devemos criar e a constante força que temos que fazer para continuar seguindo em frente. Mas o livro não é só introspectivo. É engraçado. E muito. Frases como &#8220;Scott, se sua vida tivesse uma cara eu daria um soco nela&#8221; ou o sarcasmo com que Wallace trata Scott em momentos de pressão fazem dessa graphic novel um dos melhores em termos de diversão e de reflexão. Referências de vários video-games e filmes são encontradas no quadrinho, dando maior entendimento e divertimento para os geeks que cresceram jogando NES, Master System ou outros video-games das últimas duas décadas. Algumas são referências de nome, como &#8220;Clash at the Demonhead&#8221; (jogo de NES) e outras são mais diretas (como a contagem de &#8220;hits&#8221; em combos). Scott Pilgrim é um dos melhores títulos de graphic novel da nossa geração. Esperamos que, em um futuro próximo, outras séries como essa apareçam.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Bryan_Lee_O'Malley" target="_blank">Brian Lee O&#8217;Malley</a> publicou sua saga durante 6 anos. Com uma distância de um ano entre cada livro.</p>
<div id="attachment_7432" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-7432" title="SPBooks" src="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/11/Scott-Pilgrim-Collection-600x337-300x168.jpg" alt="" width="300" height="168" /><p class="wp-caption-text">  </p></div>
<p>A saga narra a história de Scott Pilgrim, um garoto perdido e confortável em sua situação, que se apaixona por Ramona Flowers, uma mulher misteriosa que aparece em seus sonhos. Pouco tempo depois, Scott descobre que Ramona tem u</p>
<p>ma série (7, para ser mais específico) de ex-namorados (ou só ex&#8217;s) do mal os quais ele precisa derrotar se quiser ficar com ela. Scott conta, então, com a ajuda de seus amigos para derrotá-los.</p>
<p>Entre seus amigos, destacam-se:</p>
<div id="attachment_7461" class="wp-caption alignleft" style="width: 203px"><a href="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/11/scott-pilgrim-hq.jpg"><img class="size-full wp-image-7461 " title="scott-pilgrim-hq" src="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/11/scott-pilgrim-hq.jpg" alt="" width="193" height="207" /></a><p class="wp-caption-text">   </p></div>
<p>Wallace Wells: Mentor de Scott Pilgrim. Wallace é o colega de quarto de Scott e seu mentor. Wallace ajuda Scott a treinar para derrotar os ex&#8217;s, mesmo que com treinos fora do comum.</p>
<p>Kim Pine: Kim é amiga de colégio de Scott (e foi sua ex-namorada também). Ela age em mais de uma ocasião como consciência de Scott, é extremamente mal humorada e é a mais querida das personagens pelos leitores.</p>
<p>Stephen Stills: Líder da banda que Scott e Kim participam. Stephen é colega de faculdade de Scott e constantemente fica irritado com a atitude &#8220;douchebag&#8221; dele.</p>
<p>Brian Lee O&#8217;Malley basea muitos personagens em pessoas que ele conhece. Conseguimos enxergar isso por identificarmos os personagens à nossa volta (pelo menos nós, jovens adultos). O próprio Scott Pilgrim tem qualidades que podemos identificar até nós mesmos.</p>
<div id="attachment_7433" class="wp-caption alignright" style="width: 298px"><img class="size-full wp-image-7433" title="vol-4-thirst-cash_288x288" src="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/11/vol-4-thirst-cash_288x288.jpg" alt="" width="288" height="288" /><p class="wp-caption-text">  </p></div>
<p>Com um tom de jornada interna (trocadilho com Pilgrim, que é peregrino em inglês), ele expõe medos e diversões que temos nessa época pós-faculdade (ou fim da faculdade) e/ou pré-vida-profissional.</p>
<p>A jornada de Scott Pilgrim se da independente da vontade do protagonista e é uma jornada com a qual podemos nos identificar a qualquer momento na vida. As lutas que temos de enfrentar, consciências que devemos criar e a constante força que temos que fazer para continuar seguindo em frente.</p>
<p>Mas o livro não é só introspectivo. É engraçado. E muito. Frases como &#8220;Scott, se sua vida tivesse uma cara eu daria um soco nela&#8221; ou o sarcasmo com que Wallace trata Scott em momentos de pressão fazem dessa graphic novel um dos melhores em termos de diversão e de reflexão.</p>
<p>Referências de vários video-games e filmes são encontradas no quadrinho, dando maior entendimento e divertimento para os geeks que cresceram jogando NES, Master System ou outros video-games das últimas duas décadas. Algumas são referências de nome, como &#8220;<a href="http://images.hollywood.com/site/clash_demonhead.jpg" target="_blank">Clash at the Demonhead</a>&#8221; (jogo de NES) e outras são mais diretas (como a contagem de &#8220;hits&#8221; em combos).</p>
<p>Scott Pilgrim é um dos melhores títulos de graphic novel da nossa geração. Esperamos que, em um futuro próximo, outras séries como essa apareçam.</p>
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		<title>Cidade dos Ossos</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Nov 2010 11:02:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Elise Machado</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
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		<description><![CDATA[O comentário na capa do livro intrigava: &#8220;Queridos Edward e Jacob, adoro vocês dois, mas vou passar o fim de semana com Jace. Desculpe! Com amor, STEPHENIE MEYER&#8221;.Um livro recomendado pela autora do maior sucesso adolescente dos últimos anos? De cara podia parecer só mais um livro teen. Mais dramas adolescentes inocentes regados a sobrenatural.  E é aí que “Cidade dos ossos”, de Cassandra Clare (Galera Record) te pega desprevenido e surpreende.A capa da edição nacional de &#8220;Cidade dos Ossos&#8221; Pra começar, é bom não compará-lo com Crepúsculo. Aliás, é mais fácil dizer o que ele NÃO tem em comum com essa e outras histórias vampirescas e angelicais: sim, há vampiros e lobisomens. Mas eles nem de longe são os principais nessa história, que trata mais de demônios e dos Caçadores de Sombras, seus algozes e descendentes de anjos. E ela não se passa num high school. Nem tem um herói adolescente apaixonado, romântico e atormentado – Jace, o caçador de demônios, é arrogante, convencido, rude e não cai de amores incondicionais logo de cara pela mocinha. A história também não é inocente. Começa com Clary, a protagonista artista, presenciando um assassinato em uma boate em New York, e segue com violência e  aventura, não deixando de fora temas controversos como homossexualidade e até incesto. O universo de &#8220;Cidade dos Ossos&#8221; na verdade se assemelha mais ao de Harry Potter do que de Crepúsculo, com fadas, duendes, bruxos e com direito a um vilão tão casca grossa quanto Voldemort. A história prende, e seus diálogos são leves, inteligentes e bem construídos, fazendo referências atuais a RPGs, séries de tv, games, músicas da moda e outras coisas alternativas. A maioria delas atribuída a Simon, o melhor amigo e fiel escudeiro de Clary, e um Geek assumido. Sendo que o próprio Simon é um personagem tão bom que quase rouba a cena do herói! O livro ganhou duas continuações, “Cidade das Cinzas” e Cidade de vidro”, que ainda não chegaram ao Brasil, mas que são tão ou mais estimulantes que o livro original. Além de mais um livro da série que está para ser lançado em dezembro de 2010, e mais dois programados depois desse. A única coisa que realmente desagrada é a questão das continuações – embora seja uma série, os livros não têm histórias “self-contained”. Quando se chega à página final deles, a leitura é interrompida de forma tão brusca que faz você desejar ler a continuação quase que imediatamente, o que pode ser bem angustiante. Livro teen sim, mas com um quê diferente e divertido.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_7413" class="wp-caption aligncenter" style="width: 615px"><a href="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/11/wallpaper3_1440x900_387.gif"><img class="size-full wp-image-7413  " src="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/11/wallpaper3_1440x900_387.gif" alt="" width="605" height="378" /></a><p class="wp-caption-text">De brinde, um wallpaper do livro <img src='http://www.geex.com.br/blog2/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p></div>
<p>O comentário na capa do livro intrigava: &#8220;Queridos Edward e Jacob, adoro vocês dois, mas vou passar o fim de semana com Jace. Desculpe! Com amor, STEPHENIE MEYER&#8221;.Um livro recomendado pela autora do maior sucesso adolescente dos últimos anos? De cara podia parecer só mais um livro teen. Mais dramas adolescentes inocentes regados a sobrenatural.  E é aí que “<a href="http://www.skoob.com.br/livro/53780-cidade-dos-ossos" target="_blank">Cidade dos ossos</a>”, de Cassandra Clare (Galera Record) te pega desprevenido e surpreende.A capa da edição nacional de &#8220;Cidade dos Ossos&#8221;</p>
<p>Pra começar, é bom não compará-lo com <a href="http://www.intrinseca.com.br/crepusculo/home/index.php">Crepúsculo</a>. Aliás, é mais fácil dizer o que ele <strong>NÃO </strong>tem em comum com essa e outras histórias vampirescas e angelicais: sim, há vampiros e lobisomens. Mas eles nem de longe são os principais nessa história, que trata mais de demônios e dos Caçadores de Sombras, seus algozes e descendentes de anjos. E ela não se passa num high school. Nem tem um herói adolescente apaixonado, romântico e atormentado – Jace, o caçador de demônios, é arrogante, convencido, rude e não cai de amores incondicionais logo de cara pela mocinha.</p>
<p>A história também não é inocente. Começa com Clary, a protagonista artista, presenciando um assassinato em uma boate em New York, e segue com violência e  aventura, não deixando de fora temas controversos como homossexualidade e até incesto.</p>
<p>O universo de &#8220;Cidade dos Ossos&#8221; na verdade se assemelha mais ao de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Harry_Potter_%28s%C3%A9rie%29">Harry Potter</a> do que de Crepúsculo, com fadas, duendes, bruxos e com direito a um vilão tão casca grossa quanto <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Tom_Servolo_Riddle">Voldemort</a>.</p>
<p>A história prende, e seus diálogos são leves, inteligentes e bem construídos, fazendo referências atuais a RPGs, séries de tv, games, músicas da moda e outras coisas alternativas. A maioria delas atribuída a Simon, o melhor amigo e fiel escudeiro de Clary, e um <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Geek">Geek </a>assumido. Sendo que o próprio Simon é um personagem tão bom que quase rouba a cena do herói!</p>
<div id="attachment_7410" class="wp-caption aligncenter" style="width: 649px"><a href="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/11/cassandra-clare-books.jpg"><img class="size-full wp-image-7410 " src="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/11/cassandra-clare-books.jpg" alt="" width="639" height="240" /></a><p class="wp-caption-text">Todos os livros de Cassandra Clare</p></div>
<p>O livro ganhou duas continuações, “<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/City_of_Ashes">Cidade das Cinzas</a>” e <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/City_of_Glass_%28Mortal_Instruments%29">Cidade de vidro</a>”, que ainda não chegaram ao Brasil, mas que são tão ou mais estimulantes que o livro original. Além de mais um livro da série que está para ser lançado em dezembro de 2010, e mais dois programados depois desse.</p>
<p>A única coisa que realmente desagrada é a questão das continuações – embora seja uma série, os livros não têm histórias “self-contained”. Quando se chega à página final deles, a leitura é interrompida de forma tão brusca que faz você desejar ler a continuação quase que imediatamente, o que pode ser bem angustiante.</p>
<div id="attachment_7411" class="wp-caption aligncenter" style="width: 346px"><a href="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/11/AVT_Cassandra-Clare_2259.jpeg"><img class="size-full wp-image-7411  " src="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/11/AVT_Cassandra-Clare_2259.jpeg" alt="" width="336" height="448" /></a><p class="wp-caption-text">Cassandra Clare, a pessoa por trás dessas obras</p></div>
<p>Livro teen sim, mas com um quê diferente e divertido.</p>
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