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	<title>GeeX! &#187; Crítica</title>
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	<description>Mais um passo rumo a dominação mundial!</description>
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	<copyright>Copyright © GeeX! 2010 </copyright>
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		<title>GeeX!</title>
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	<itunes:summary>GeeBeRiSh! - O Podcast do GeeX!

Nosso podcast foi carinhosamente nomeado de GeeBeRiSh, uma adaptação de giberish, que é o ato de discursar sem falar nada importante, ou sem significado algum, e um sinônimo para &#34;bobagem&#34; em inglês. É exatamente o tipo de coisas que vocês podem esperar ouvir no podcast, portanto. :)</itunes:summary>
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		<title>Sangue Quente</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Aug 2011 12:59:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Engels Marx</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
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		<description><![CDATA[Adaptar para as suas próprias histórias seres fantásticos é algo complicado, graças as características que ficam no imaginário de todos os que conhecem a versão “original”. Um dos mitos em maior evidência ultimamente são os vampiros. De um lado temos por exemplo a série True Blood, onde vários detalhes são mantidos, alguns como a aversão a instrumentos religiosos são ignorados, enquanto outros como a alergia a prata são adicionados, tudo isso para desenvolver bem a história. Outro tipo de releitura (essa costuma desagradar mais aos fãs) é aquela onde praticamente tudo que sabemos é completamente deixado de lado. O exemplo mais claro e recente disso é a franquia Crepúsculo onde o único aspecto mantido é a sede por sangue, fazendo com que os personagens possam ser tanto vampiros quanto um chupa-cabras. Ultimamente a indústria do entretenimento vem se voltando na direção de um tipo mais contemporâneo de monstro: os zumbis. Como vocês devem saber zumbis são mortos que voltam a vida  (tanto por magia negra quanto por novos tipos de vírus), conseguem infectar humanos com uma mordida e são movidos por um dos instintos mais primitivos do homem: a fome, o que faz eles atacarem os vivos na tentativa de conseguir alguns miolos. &#160; O livro &#8220;Sangue Quente&#8220;, escrito pelo estreante Isaac Marion, é baseado no conto &#8220;I am a zombie filled with love&#8221; de autoria do próprio Marion, e é uma nova visão sobre esses seres. Visão essa que está no limite entre a criação de algo original e a destruição de algo tradicional. Seria possível algo tão instintivo criar sociedades com direito a hierarquias? Pensar na ações que cometeu? Ter empatia pela sua vítima? E seria capaz de desenvolver emoções tão complexas quanto o amor? A história nos é contada por R, um morto-vivo ainda nos primeiros estágios de decomposição que apesar de não se lembrar de nada sobre sua vida ainda tem consciência. Durante uma caçada R encontra Julie, uma garota que ele não consegue matar e ainda resolve protegê-la levando a moça até um antigo aeroporto, usado pelo zumbis como casa &#8211; ou &#8220;colméia&#8221; como os humanos chamam. No aeroporto é onde  temos a maior parte das surpresas, já que lá dentro temos uma verdadeira sociedade, com líderes, funções para os &#8220;cidadãos&#8221; e até treinamento de caça para os zumbis crianças. Vemos também M, um morto-vivo não tão sensível quanto R, mas ainda um tanto diferente dos demais e melhor amigo de nosso protagonista. Apesar desse choque inicial sobre as emoções de R e de alguns outros residentes da colméia, eles ainda são os monstros que conhecemos: tem gostos por cérebros, andam devagar, estão apodrecendo, mal conseguem falar e com um tiro no cabeça irão morrer de novo. Marion consegue explicar bem os motivos de todas essas características e elas são úteis para a história, apesar de ser um pouco desconfortável essa quantidade de novas idéias. O autor compensa esse desconforto com uma leitura muito dinâmica e personagens carismáticos. O personagem principal é incrivelmente fácil de...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<div id="attachment_9899" class="wp-caption alignright" style="width: 259px"><a href="http://www.geex.com.br/blog2/wp-content/uploads/2011/08/Isaac+Marion+Summit+Entertainment+Presents+wkyLx33OsVJl.jpg"><br />
<img class="size-full wp-image-9899  " title="Isaac+Marion+Summit+Entertainment+Presents+wkyLx33OsVJl" src="http://www.geex.com.br/blog2/wp-content/uploads/2011/08/Isaac+Marion+Summit+Entertainment+Presents+wkyLx33OsVJl.jpg" alt="" width="249" height="175" /></a><p class="wp-caption-text">O autor responde perguntas também em seu site</p></div>
<p>Adaptar para as suas próprias histórias seres fantásticos é algo complicado, graças as características que ficam no imaginário de todos os que conhecem a versão “original”. Um dos mitos em maior evidência ultimamente são os vampiros. De um lado temos por exemplo a série<a title="True Blood: 9 motivos para assistir" href="http://www.geex.com.br/2009/10/04/true-blood-11-motivos-para-assistir/"> True Blood</a>, onde vários detalhes são mantidos, alguns como a aversão a instrumentos religiosos são ignorados, enquanto outros como a alergia a prata são adicionados, tudo isso para desenvolver bem a história. Outro tipo de releitura (essa costuma desagradar mais aos fãs) é aquela onde praticamente tudo que sabemos é completamente deixado de lado. O exemplo mais claro e recente disso é a franquia <a title="Top Sellers: Vampfiction is the new Potter" href="http://www.geex.com.br/2009/11/06/top-sellers-vampfiction-is-the-new-potter/">Crepúsculo</a> onde o único aspecto mantido é a sede por sangue, fazendo com que os personagens possam ser tanto vampiros quanto um <a href="http://www.fenomenum.com.br/ufo/casos/parana/chupacabras.htm" target="_blank">chupa-cabras</a>.</p>
<p dir="ltr">Ultimamente a indústria do entretenimento vem se voltando na direção de um tipo mais contemporâneo de monstro: os zumbis.</p>
<p dir="ltr">Como vocês devem saber zumbis são mortos que voltam a vida  (tanto por<a href="http://www.imdb.com/title/tt0096071/" target="_blank"> magia negra</a> quanto por <a href="http://www.imdb.com/title/tt0120804/" target="_blank">novos tipos de vírus</a>), conseguem infectar humanos com uma mordida e são movidos por um dos instintos mais primitivos do homem: a fome, o que faz eles atacarem os vivos na tentativa de conseguir alguns miolos.</p>
<p dir="ltr">&nbsp;</p>
<div id="attachment_9900" class="wp-caption alignleft" style="width: 178px"><a href="http://www.geex.com.br/blog2/wp-content/uploads/2011/08/Sangue-Quente-de-Isaac-Marion.jpg"><img class="size-full wp-image-9900  " title="Sangue Quente de Isaac Marion" src="http://www.geex.com.br/blog2/wp-content/uploads/2011/08/Sangue-Quente-de-Isaac-Marion.jpg" alt="" width="168" height="241" /></a><p class="wp-caption-text">A capa da edição nacional</p></div>
<p>O livro &#8220;<a href="http://www.leya.com.br/catalogo/detalhes_produto.php?id=51711" target="_blank">Sangue Quente</a>&#8220;, escrito pelo estreante<a href="http://www.isaacmarion.com/about/" target="_blank"> Isaac Marion</a>, é baseado no conto <a href="http://emarx.tumblr.com/post/8600346267/i-am-a-zombie-filled-with-love">&#8220;I am a zombie filled with love&#8221;</a> de autoria do próprio Marion, e é uma nova visão sobre esses seres. Visão essa que está no limite entre a criação de algo original e a destruição de algo tradicional. Seria possível algo tão instintivo criar sociedades com direito a hierarquias? Pensar na ações que cometeu? Ter empatia pela sua vítima? E seria capaz de desenvolver emoções tão complexas quanto o amor?</p>
<p dir="ltr">A história nos é contada por R, um morto-vivo ainda nos primeiros estágios de decomposição que apesar de não se lembrar de nada sobre sua vida ainda tem consciência. Durante uma caçada R encontra Julie, uma garota que ele não consegue matar e ainda resolve protegê-la levando a moça até um antigo aeroporto, usado pelo zumbis como casa &#8211; ou &#8220;colméia&#8221; como os humanos chamam.</p>
<p dir="ltr">No aeroporto é onde  temos a maior parte das surpresas, já que lá dentro temos uma verdadeira sociedade, com líderes, funções para os &#8220;cidadãos&#8221; e até treinamento de caça para os zumbis crianças. Vemos também M, um morto-vivo não tão sensível quanto R, mas ainda um tanto diferente dos demais e melhor amigo de nosso protagonista.</p>
<p dir="ltr">Apesar desse choque inicial sobre as emoções de R e de alguns outros residentes da colméia, eles ainda são os monstros que conhecemos: tem gostos por cérebros, andam devagar, estão apodrecendo, mal conseguem falar e com um tiro no cabeça irão morrer de novo.</p>
<p dir="ltr">Marion consegue explicar bem os motivos de todas essas características e elas são úteis para a história, apesar de ser um pouco desconfortável essa quantidade de novas idéias. O autor compensa esse desconforto com uma leitura muito dinâmica e personagens carismáticos. O personagem principal é incrivelmente fácil de se afeiçoar graças ao seus tons de ironia &#8211; apesar de ser um tanto quanto melancólico por vezes.</p>
<p dir="ltr">Olhando o livro como apenas um romance, posso dizer como fã do gênero que é um dos melhores que já li. R e Julie são uma mistura de &#8220;Romeu e Julieta&#8221; com &#8220;A Bela e a Fera&#8221;, e o amor que vemos surgir é bastante sincero. É interessante e engraçado notar as reações de R ao que acontece, afinal é tudo novo pra ele e por consequência para nós também.</p>
<p dir="ltr">Sangue Quente merece ser lido. Apesar de na capa constar uma declaração de Stephenie Meyer, autora de Crepúsculo, não se sintam repelidos. Se necessário de uma lida em duas ou três páginas que isso será o suficiente para dar uma chance a obra e ver esse mundo novo pelos olhares de um morto.</p>
<p dir="ltr">“Sangue Quente” de Isaac Marion (<a href="http://twitter.com/#!/Isaacinspace" target="_blank">aqui, o twitter do autor</a>) foi lançado em 2011 no Brasil e já está em produção um filme com os atores <a href="http://www.imdb.com/name/nm0396558/">Nicholas Hoult</a> e <a href="http://www.imdb.com/name/nm1954240/">Teresa Palmer</a> nos papéis principais. O longa será dirigido por <a href="http://www.imdb.com/name/nm1349522/">Jonathan Levine</a>.</p>
<p dir="ltr">&nbsp;</p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>L.A. Noire, comentando um pouco mais</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Jun 2011 04:19:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo "trakinos" Aquino</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Games]]></category>
		<category><![CDATA[L.A. Noire]]></category>
		<category><![CDATA[rockstar]]></category>

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		<description><![CDATA[Sei que já falamos de L.A. Noire a semana passada aqui no GeeX!, mas senti que precisava extender um pouco a respeito do gameplay do jogo, além do que foi dito sobre a tecnologia empregada. Fiz alguns comentários contra o L.A. Noire no passado. A divulgação do jogo focava muito em como ele é próximo ao real. Primeiro, me defendo. As expressões, por serem tão próximas ao real, deixam um grande desconforto de irreal no jogador&#8230; mas o propósito delas é outro&#8230; O motivo de tentar deixar o jogo extremamente real é, no final, muito mais simples e nobre do que parecia antes. Pra isso, vou explicar o gameplay. &#160; O jogo começa com uma cena do crime, onde você tem que achar pistas pra resolver um caso de assassinato. Muitos objetos ativam o &#8220;radar&#8221; de pistas, mas poucos são realmente importantes&#8230; as vezes alguns são, mas não parecem logo de cara. O jogo começa a demonstrar a jogabilidade, parecida com jogos já conhecidos nossos (GTA, Red Dead Redemption). Quando uma pista é achada, você &#8220;anota&#8221; ela no seu &#8220;caderninho&#8221; e pode consultar a qualquer momento mais tarde. Porém, os casos só são solucionados quando alguém confessa. É aí que todas as pistas são úteis&#8230; assim como toda a tecnologia nova aplicada no jogo. As expressões faciais são utilizadas para que o jogador reconheça a verdade/mentira/omissão dos depoimentos dos personagens. Cada mentira precisa ter uma prova de base. Toda essa tecnologia coloca esse jogo num patamar acima dos jogos de puzzle&#8230; mas o melhor ainda está por vir. Em relação aos gráficos, a reconstrução da cidade de Los Angeles do meio do século XX é incrível. Mas o que realmente chama a atenção é a música. Na hora de checar pistas, a música é uma&#8230; ela muda no momento em que voce acha a última pista. E mostra se as opções de interrogação escolhidas estão certas ou não. Isso faz o jogador prestar atenção na trilha mais do que o normal, que já é fantástica. O clima noir é fantástico com esse jogo. &#160; LA Noir me surpreendeu&#8230; e vai entrar pra história]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sei que já falamos de L.A. Noire a semana passada aqui no GeeX!, mas senti que precisava extender um pouco a respeito do gameplay do jogo, além do que foi dito sobre a tecnologia empregada.</p>
<p>Fiz alguns comentários contra o <a title="L.A. Noire – Revolução técnica" href="http://www.geex.com.br/2011/05/18/l-a-noire-uma-revolucao-tecnica/" target="_blank">L.A. Noire no passado</a>. A divulgação do jogo focava muito em como ele é próximo ao real.</p>
<p>Primeiro, me defendo. As expressões, por serem <a href="http://www.youtube.com/watch?v=q2EG5J05048&amp;feature=player_embedded">tão próximas ao real</a>, deixam um grande desconforto de irreal no jogador&#8230; mas o propósito delas é outro&#8230;</p>
<p>O motivo de tentar deixar o jogo extremamente real é, no final, muito mais simples e nobre do que parecia antes.</p>
<p>Pra isso, vou explicar o gameplay.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img class="alignleft size-medium wp-image-9667" title="la_noir_3-e1297285200817" src="http://www.geex.com.br/blog2/wp-content/uploads/2011/06/la_noir_3-e1297285200817-300x168.jpg" alt="" width="300" height="168" /></p>
<p>O jogo começa com uma cena do crime, onde você tem que achar pistas pra resolver um caso de assassinato. Muitos objetos ativam o &#8220;radar&#8221; de pistas, mas poucos são realmente importantes&#8230; as vezes alguns são, mas não parecem logo de cara. O jogo começa a demonstrar a jogabilidade, parecida com jogos já conhecidos nossos (GTA, Red Dead Redemption). Quando uma pista é achada, você &#8220;anota&#8221; ela no seu &#8220;caderninho&#8221; e pode consultar a qualquer momento mais tarde.</p>
<p>Porém, os casos só são solucionados quando alguém confessa. É aí que todas as pistas são úteis&#8230; assim como toda a tecnologia nova aplicada no jogo. As expressões faciais são utilizadas para que o jogador reconheça a verdade/mentira/omissão dos depoimentos dos personagens. Cada mentira precisa ter uma prova de base.</p>
<div id="attachment_9668" class="wp-caption alignright" style="width: 380px"><a rel="attachment wp-att-9668" href="http://www.geex.com.br/2011/06/15/lanoire/fn_browning_1922_notebook/"><img class="size-full wp-image-9668  " title="FN_Browning_1922_notebook" src="http://www.geex.com.br/blog2/wp-content/uploads/2011/06/FN_Browning_1922_notebook.jpg" alt="" width="370" height="289" /></a><p class="wp-caption-text">Todas as pistas são colocadas no seu caderninho</p></div>
<p>Toda essa tecnologia coloca esse jogo num patamar acima dos jogos de puzzle&#8230; mas o melhor ainda está por vir.</p>
<p>Em relação aos gráficos, a reconstrução da cidade de Los Angeles do meio do século XX é incrível. Mas o que realmente chama a atenção é a música.</p>
<p>Na hora de checar pistas, a música é uma&#8230; ela muda no momento em que voce acha a última pista. E mostra se as opções de interrogação escolhidas estão certas ou não.</p>
<p>Isso faz o jogador prestar atenção na trilha mais do que o normal, que já é fantástica. O clima <em><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Film_noir" target="_blank">noir</a></em> é fantástico com esse jogo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>LA Noir me surpreendeu&#8230; e vai entrar pra história</p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-9669" title="la-noire-review-1" src="http://www.geex.com.br/blog2/wp-content/uploads/2011/06/la-noire-review-1-300x187.jpg" alt="" width="300" height="187" /></p>
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		<title>Scott Pilgrim &#8211; Graphic Novel</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Nov 2010 00:21:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo "trakinos" Aquino</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Quadrinhos]]></category>
		<category><![CDATA[Brian Lee O'Malley]]></category>
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		<description><![CDATA[Brian Lee O&#8217;Malley publicou sua saga durante 6 anos. Com uma distância de um ano entre cada livro. A saga narra a história de Scott Pilgrim, um garoto perdido e confortável em sua situação, que se apaixona por Ramona Flowers, uma mulher misteriosa que aparece em seus sonhos. Pouco tempo depois, Scott descobre que Ramona tem u ma série (7, para ser mais específico) de ex-namorados (ou só ex&#8217;s) do mal os quais ele precisa derrotar se quiser ficar com ela. Scott conta, então, com a ajuda de seus amigos para derrotá-los. Entre seus amigos, destacam-se: Wallace Wells: Mentor de Scott Pilgrim. Wallace é o colega de quarto de Scott e seu mentor. Wallace ajuda Scott a treinar para derrotar os ex&#8217;s, mesmo que com treinos fora do comum. Kim Pine: Kim é amiga de colégio de Scott (e foi sua ex-namorada também). Ela age em mais de uma ocasião como consciência de Scott, é extremamente mal humorada e é a mais querida das personagens pelos leitores. Stephen Stills: Líder da banda que Scott e Kim participam. Stephen é colega de faculdade de Scott e constantemente fica irritado com a atitude &#8220;douchebag&#8221; dele. Brian Lee O&#8217;Malley basea muitos personagens em pessoas que ele conhece. Conseguimos enxergar isso por identificarmos os personagens à nossa volta (pelo menos nós, jovens adultos). O próprio Scott Pilgrim tem qualidades que podemos identificar até nós mesmos. Com um tom de jornada interna (trocadilho com Pilgrim, que é peregrino em inglês), ele expõe medos e diversões que temos nessa época pós-faculdade (ou fim da faculdade) e/ou pré-vida-profissional. A jornada de Scott Pilgrim se da independente da vontade do protagonista e é uma jornada com a qual podemos nos identificar a qualquer momento na vida. As lutas que temos de enfrentar, consciências que devemos criar e a constante força que temos que fazer para continuar seguindo em frente. Mas o livro não é só introspectivo. É engraçado. E muito. Frases como &#8220;Scott, se sua vida tivesse uma cara eu daria um soco nela&#8221; ou o sarcasmo com que Wallace trata Scott em momentos de pressão fazem dessa graphic novel um dos melhores em termos de diversão e de reflexão. Referências de vários video-games e filmes são encontradas no quadrinho, dando maior entendimento e divertimento para os geeks que cresceram jogando NES, Master System ou outros video-games das últimas duas décadas. Algumas são referências de nome, como &#8220;Clash at the Demonhead&#8221; (jogo de NES) e outras são mais diretas (como a contagem de &#8220;hits&#8221; em combos). Scott Pilgrim é um dos melhores títulos de graphic novel da nossa geração. Esperamos que, em um futuro próximo, outras séries como essa apareçam.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Bryan_Lee_O'Malley" target="_blank">Brian Lee O&#8217;Malley</a> publicou sua saga durante 6 anos. Com uma distância de um ano entre cada livro.</p>
<div id="attachment_7432" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-7432" title="SPBooks" src="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/11/Scott-Pilgrim-Collection-600x337-300x168.jpg" alt="" width="300" height="168" /><p class="wp-caption-text">  </p></div>
<p>A saga narra a história de Scott Pilgrim, um garoto perdido e confortável em sua situação, que se apaixona por Ramona Flowers, uma mulher misteriosa que aparece em seus sonhos. Pouco tempo depois, Scott descobre que Ramona tem u</p>
<p>ma série (7, para ser mais específico) de ex-namorados (ou só ex&#8217;s) do mal os quais ele precisa derrotar se quiser ficar com ela. Scott conta, então, com a ajuda de seus amigos para derrotá-los.</p>
<p>Entre seus amigos, destacam-se:</p>
<div id="attachment_7461" class="wp-caption alignleft" style="width: 203px"><a href="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/11/scott-pilgrim-hq.jpg"><img class="size-full wp-image-7461 " title="scott-pilgrim-hq" src="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/11/scott-pilgrim-hq.jpg" alt="" width="193" height="207" /></a><p class="wp-caption-text">   </p></div>
<p>Wallace Wells: Mentor de Scott Pilgrim. Wallace é o colega de quarto de Scott e seu mentor. Wallace ajuda Scott a treinar para derrotar os ex&#8217;s, mesmo que com treinos fora do comum.</p>
<p>Kim Pine: Kim é amiga de colégio de Scott (e foi sua ex-namorada também). Ela age em mais de uma ocasião como consciência de Scott, é extremamente mal humorada e é a mais querida das personagens pelos leitores.</p>
<p>Stephen Stills: Líder da banda que Scott e Kim participam. Stephen é colega de faculdade de Scott e constantemente fica irritado com a atitude &#8220;douchebag&#8221; dele.</p>
<p>Brian Lee O&#8217;Malley basea muitos personagens em pessoas que ele conhece. Conseguimos enxergar isso por identificarmos os personagens à nossa volta (pelo menos nós, jovens adultos). O próprio Scott Pilgrim tem qualidades que podemos identificar até nós mesmos.</p>
<div id="attachment_7433" class="wp-caption alignright" style="width: 298px"><img class="size-full wp-image-7433" title="vol-4-thirst-cash_288x288" src="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/11/vol-4-thirst-cash_288x288.jpg" alt="" width="288" height="288" /><p class="wp-caption-text">  </p></div>
<p>Com um tom de jornada interna (trocadilho com Pilgrim, que é peregrino em inglês), ele expõe medos e diversões que temos nessa época pós-faculdade (ou fim da faculdade) e/ou pré-vida-profissional.</p>
<p>A jornada de Scott Pilgrim se da independente da vontade do protagonista e é uma jornada com a qual podemos nos identificar a qualquer momento na vida. As lutas que temos de enfrentar, consciências que devemos criar e a constante força que temos que fazer para continuar seguindo em frente.</p>
<p>Mas o livro não é só introspectivo. É engraçado. E muito. Frases como &#8220;Scott, se sua vida tivesse uma cara eu daria um soco nela&#8221; ou o sarcasmo com que Wallace trata Scott em momentos de pressão fazem dessa graphic novel um dos melhores em termos de diversão e de reflexão.</p>
<p>Referências de vários video-games e filmes são encontradas no quadrinho, dando maior entendimento e divertimento para os geeks que cresceram jogando NES, Master System ou outros video-games das últimas duas décadas. Algumas são referências de nome, como &#8220;<a href="http://images.hollywood.com/site/clash_demonhead.jpg" target="_blank">Clash at the Demonhead</a>&#8221; (jogo de NES) e outras são mais diretas (como a contagem de &#8220;hits&#8221; em combos).</p>
<p>Scott Pilgrim é um dos melhores títulos de graphic novel da nossa geração. Esperamos que, em um futuro próximo, outras séries como essa apareçam.</p>
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		<title>Cidade dos Ossos</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Nov 2010 11:02:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Elise Machado</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O comentário na capa do livro intrigava: &#8220;Queridos Edward e Jacob, adoro vocês dois, mas vou passar o fim de semana com Jace. Desculpe! Com amor, STEPHENIE MEYER&#8221;.Um livro recomendado pela autora do maior sucesso adolescente dos últimos anos? De cara podia parecer só mais um livro teen. Mais dramas adolescentes inocentes regados a sobrenatural.  E é aí que “Cidade dos ossos”, de Cassandra Clare (Galera Record) te pega desprevenido e surpreende.A capa da edição nacional de &#8220;Cidade dos Ossos&#8221; Pra começar, é bom não compará-lo com Crepúsculo. Aliás, é mais fácil dizer o que ele NÃO tem em comum com essa e outras histórias vampirescas e angelicais: sim, há vampiros e lobisomens. Mas eles nem de longe são os principais nessa história, que trata mais de demônios e dos Caçadores de Sombras, seus algozes e descendentes de anjos. E ela não se passa num high school. Nem tem um herói adolescente apaixonado, romântico e atormentado – Jace, o caçador de demônios, é arrogante, convencido, rude e não cai de amores incondicionais logo de cara pela mocinha. A história também não é inocente. Começa com Clary, a protagonista artista, presenciando um assassinato em uma boate em New York, e segue com violência e  aventura, não deixando de fora temas controversos como homossexualidade e até incesto. O universo de &#8220;Cidade dos Ossos&#8221; na verdade se assemelha mais ao de Harry Potter do que de Crepúsculo, com fadas, duendes, bruxos e com direito a um vilão tão casca grossa quanto Voldemort. A história prende, e seus diálogos são leves, inteligentes e bem construídos, fazendo referências atuais a RPGs, séries de tv, games, músicas da moda e outras coisas alternativas. A maioria delas atribuída a Simon, o melhor amigo e fiel escudeiro de Clary, e um Geek assumido. Sendo que o próprio Simon é um personagem tão bom que quase rouba a cena do herói! O livro ganhou duas continuações, “Cidade das Cinzas” e Cidade de vidro”, que ainda não chegaram ao Brasil, mas que são tão ou mais estimulantes que o livro original. Além de mais um livro da série que está para ser lançado em dezembro de 2010, e mais dois programados depois desse. A única coisa que realmente desagrada é a questão das continuações – embora seja uma série, os livros não têm histórias “self-contained”. Quando se chega à página final deles, a leitura é interrompida de forma tão brusca que faz você desejar ler a continuação quase que imediatamente, o que pode ser bem angustiante. Livro teen sim, mas com um quê diferente e divertido.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_7413" class="wp-caption aligncenter" style="width: 615px"><a href="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/11/wallpaper3_1440x900_387.gif"><img class="size-full wp-image-7413  " src="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/11/wallpaper3_1440x900_387.gif" alt="" width="605" height="378" /></a><p class="wp-caption-text">De brinde, um wallpaper do livro <img src='http://www.geex.com.br/blog2/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p></div>
<p>O comentário na capa do livro intrigava: &#8220;Queridos Edward e Jacob, adoro vocês dois, mas vou passar o fim de semana com Jace. Desculpe! Com amor, STEPHENIE MEYER&#8221;.Um livro recomendado pela autora do maior sucesso adolescente dos últimos anos? De cara podia parecer só mais um livro teen. Mais dramas adolescentes inocentes regados a sobrenatural.  E é aí que “<a href="http://www.skoob.com.br/livro/53780-cidade-dos-ossos" target="_blank">Cidade dos ossos</a>”, de Cassandra Clare (Galera Record) te pega desprevenido e surpreende.A capa da edição nacional de &#8220;Cidade dos Ossos&#8221;</p>
<p>Pra começar, é bom não compará-lo com <a href="http://www.intrinseca.com.br/crepusculo/home/index.php">Crepúsculo</a>. Aliás, é mais fácil dizer o que ele <strong>NÃO </strong>tem em comum com essa e outras histórias vampirescas e angelicais: sim, há vampiros e lobisomens. Mas eles nem de longe são os principais nessa história, que trata mais de demônios e dos Caçadores de Sombras, seus algozes e descendentes de anjos. E ela não se passa num high school. Nem tem um herói adolescente apaixonado, romântico e atormentado – Jace, o caçador de demônios, é arrogante, convencido, rude e não cai de amores incondicionais logo de cara pela mocinha.</p>
<p>A história também não é inocente. Começa com Clary, a protagonista artista, presenciando um assassinato em uma boate em New York, e segue com violência e  aventura, não deixando de fora temas controversos como homossexualidade e até incesto.</p>
<p>O universo de &#8220;Cidade dos Ossos&#8221; na verdade se assemelha mais ao de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Harry_Potter_%28s%C3%A9rie%29">Harry Potter</a> do que de Crepúsculo, com fadas, duendes, bruxos e com direito a um vilão tão casca grossa quanto <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Tom_Servolo_Riddle">Voldemort</a>.</p>
<p>A história prende, e seus diálogos são leves, inteligentes e bem construídos, fazendo referências atuais a RPGs, séries de tv, games, músicas da moda e outras coisas alternativas. A maioria delas atribuída a Simon, o melhor amigo e fiel escudeiro de Clary, e um <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Geek">Geek </a>assumido. Sendo que o próprio Simon é um personagem tão bom que quase rouba a cena do herói!</p>
<div id="attachment_7410" class="wp-caption aligncenter" style="width: 649px"><a href="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/11/cassandra-clare-books.jpg"><img class="size-full wp-image-7410 " src="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/11/cassandra-clare-books.jpg" alt="" width="639" height="240" /></a><p class="wp-caption-text">Todos os livros de Cassandra Clare</p></div>
<p>O livro ganhou duas continuações, “<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/City_of_Ashes">Cidade das Cinzas</a>” e <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/City_of_Glass_%28Mortal_Instruments%29">Cidade de vidro</a>”, que ainda não chegaram ao Brasil, mas que são tão ou mais estimulantes que o livro original. Além de mais um livro da série que está para ser lançado em dezembro de 2010, e mais dois programados depois desse.</p>
<p>A única coisa que realmente desagrada é a questão das continuações – embora seja uma série, os livros não têm histórias “self-contained”. Quando se chega à página final deles, a leitura é interrompida de forma tão brusca que faz você desejar ler a continuação quase que imediatamente, o que pode ser bem angustiante.</p>
<div id="attachment_7411" class="wp-caption aligncenter" style="width: 346px"><a href="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/11/AVT_Cassandra-Clare_2259.jpeg"><img class="size-full wp-image-7411  " src="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/11/AVT_Cassandra-Clare_2259.jpeg" alt="" width="336" height="448" /></a><p class="wp-caption-text">Cassandra Clare, a pessoa por trás dessas obras</p></div>
<p>Livro teen sim, mas com um quê diferente e divertido.</p>
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		<title>Drácula o Morto-Vivo</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Aug 2010 14:09:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Elise Machado</dc:creator>
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		<description><![CDATA[E se o Príncipe das Trevas não tivesse morrido? Não, não estou falando de Ozzy Osbourne. Estou falando de Drácula, de Bram Stoker. O pai de todos os vampiros. O nosferatu original. Personagem explorado, perseguido e exaustivamente revisto ao longo dos anos. E se ele não tivesse morrido? Em tempos de vampiros teens que brilham e são meigos, ou de vampiros modernos com sotaque da Louisiana, uma obra vem em socorro dos clássicos vampirescos. É “Drácula: o morto-vivo”, no Brasil pela Ediouro &#8211; anteriormente editado pela Ed.Planeta. Mais do que somente mais uma obra tentando desvendar histórias sobre o conde empalador, o livro traz uma novidade para o fãs do original : é uma continuação! Quem ousaria escrever uma continuação do clássico de Bram Stoker? Pois só mesmo o neto do cara teria peito para tanto. Dacre Stoker, sobrinho-bisneto do Stoker original, e mais Ian Holt, pesquisador e roteirista resolveram voltar à história original, pesquisando a fundo os documentos de Bram e a vida do personagem histórico que inspirou o vampiro. A história se passa 25 anos depois que o grupo de amigos, entre eles Van Helsing, Mina e Jonathan Harker, devolvem o conde ao inferno. Como estaria a vida deles, depois disso? Depois de tudo que passaram? E como ter certeza de que o vampiro realmente se foi? As dúvidas começam a aumentar, à medida que eventos terríveis e sangrentos indicam que o terror pode estar de volta a Londres. A história é rápida, objetiva e prende o leitor de ficção. É curioso observar como a relação com Drácula marcou o casamento do casal principal, e a vida de todos os envolvidos sobreviventes. Além disso, a introdução do próprio Bram Stoker como personagem na história é um detalhe instigante, e que coloca a história no plano do real. E se não tivesse sido tudo uma história? E se ele tivesse mesmo existido? E se estivesse de volta?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>E se o Príncipe das Trevas não tivesse morrido? Não, não estou falando de <a href="http://www.ozzy.com/br/home">Ozzy Osbourne</a>.</p>
<p>Estou falando de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Dr%C3%A1cula">Drácula</a>, de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Bram_Stoker">Bram Stoker</a>. O pai de todos os vampiros. O nosferatu original. Personagem explorado, perseguido e exaustivamente revisto ao longo dos anos.</p>
<p>E se ele não tivesse morrido?</p>
<p>Em tempos de <a href="http://www.stepheniemeyer.com/twilight.html">vampiros teens que brilham</a> e são meigos, ou de <a href="http://www.hbo.com/true-blood/index.html">vampiros modernos com sotaque da Louisiana</a>, uma obra vem em socorro dos clássicos vampirescos. É <strong>“<a href="http://www.draculatheundead.com/">Drácula: o morto-vivo</a>”</strong>, no Brasil pela <a href="http://www.ediouro.com.br/site/products/content_book/6035">Ediouro</a> &#8211; anteriormente editado pela<a href="http://www.editoraplaneta.com.br/" target="_blank"> Ed.Planeta</a>.</p>
<div id="attachment_6645" class="wp-caption aligncenter" style="width: 212px"><a href="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/08/capa-livro.jpg"><img class="size-medium wp-image-6645" title="capa-livro" src="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/08/capa-livro-202x300.jpg" alt="" width="202" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">  </p></div>
<p style="text-align: left;">Mais do que somente mais uma obra tentando desvendar histórias sobre o conde empalador, o livro traz uma novidade para o fãs do original : <a href="http://www.draculatheundead.com/stoker-video.htm" target="_blank">é uma continuação</a>!</p>
<p>Quem ousaria escrever uma continuação do clássico de <a href="http://www.literature.org/authors/stoker-bram/dracula/chapter-01.html" target="_blank">Bram Stoker</a>?</p>
<div id="attachment_6643" class="wp-caption alignleft" style="width: 143px"><a href="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/08/dracula-stoker-holt-viking.jpg"><img class="size-full wp-image-6643  " title="dracula-stoker-holt-viking" src="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/08/dracula-stoker-holt-viking.jpg" alt="" width="133" height="176" /></a><p class="wp-caption-text">Stoker - a esquerda - ao lado de Holt.</p></div>
<p>Pois só mesmo o neto do cara teria peito para tanto. <a href="http://www.draculatheundead.com/stoker-bio.htm">Dacre Stoker</a>, sobrinho-bisneto do <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Bram_Stoker" target="_blank">Stoker </a>original, e mais Ian Holt, pesquisador e roteirista resolveram voltar à história original, pesquisando a fundo os documentos de Bram e a vida do personagem histórico que inspirou o vampiro.</p>
<p>A história se passa 25 anos depois que o grupo de amigos, entre eles <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Abraham_Van_Helsing">Van Helsing</a>, Mina e Jonathan Harker, devolvem o conde ao inferno. Como estaria a vida deles, depois disso? Depois de tudo que passaram?</p>
<p>E como ter certeza de que o vampiro realmente se foi?</p>
<p>As dúvidas começam a aumentar, à medida que eventos terríveis e sangrentos indicam que o terror pode estar de volta a Londres.</p>
<p>A história é rápida, objetiva e prende o leitor de ficção. É curioso observar como a relação com Drácula marcou o casamento do casal principal, e a vida de todos os envolvidos sobreviventes.</p>
<p>Além disso, a introdução do próprio Bram Stoker como personagem na história é um detalhe instigante, e que coloca a história no plano do real.</p>
<p>E se não tivesse sido tudo uma história?</p>
<p>E se ele tivesse mesmo existido?</p>
<p>E se estivesse de volta?</p>
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		<title>TEKKEN (2010)</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Aug 2010 13:26:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>César Martins</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Há um certo concenso no que se refere à filmes inspirados em jogos: eles não são bons. Pelo menos a maioria. Podemos salvar alguns gatos pingados, como Terror em Silent Hill (2006), mas outros, como a trilogia Resident Evil (2002) e Doom &#8211; A Porta do Inferno (2005), apenas reforçam essa ideia. Lembra do Super Mario Bros. (1993)? É melhor que você tenha esquecido. Tekken começou a ser produzido em 2009. Dirigido por Dwight H. Little (Free Willy 2), o filme deixava os fãs da série com um pé atrás desde seu anúncio. Toda a ambientação ocorre no ano de 2039, num mundo dividido por corporações após o fim de uma guerra global. Jin Kazama (Jon Foo), o protagonista, vive numa área controlada pela maior e mais poderosa das delas, a Tekken. Com comida e bebida racionadas, Jin se desdobra, burlando as leis do local, para viver um pouco melhor e acaba virando um lutador de rua. Afim de vingar a morte de sua mãe, entra no torneio Punho de Ferro, organizado pela corporação anualmente com o objetivo de manter o domínio sobre a população. Confesse, esse enrredo te fez torcer o nariz. E é justamente esse o ponto mais fraco de alguns filmes de jogos. A série de lutas da Namco, apesar de ter lá sua história, nunca foi conhecida por isso, e sim pelos combates sangrentos, mas um filme precisa ter um começo, meio e fim que façam sentido. Pegue o próprio Mario Bros. como exemplo. Injetaram tanta coisa alí para fazer daquilo um filme que o resultado final simplesmente não era nada parecido com o Mario dos games. Tekken sofre de um mal parecido. Não fosse por um ou dois aspectos, o título do filme poderia ser qualquer outro que ninguém iria notar. O roteiro de Alan B. McElroy (Spawn, o Soldado do Inferno) levou em conta o básico, como parentescos entre personagens e o mau-caratismo de alguns outros, como Kazuya (Ian Anthony Dale), filho de Heihachi Mishima (Cary Hiroyuki Tagawa). Além disso, o filme tem algumas falhas de continuidade, há cenas absurdas e alguns dos personagens mais populares da série tem uma participação pífia. Como podem Lei Wulong e o cara de tigre, King, serem esquecidos dessa forma? As aparições de 10 segundos do capoeirista Eddy Gordo (Lateef Crowder) também são imperdoáveis. Até o diretor japonês do jogo, Katsuhiro Harada, achou mais ou menos isso. A equipe dele não teve nenhuma participação na produção, uma pena. Claro que nem tudo é de se jogar fora. Algumas sequências de luta ficaram bem legais e a caracterização dos personagens é razoável. Jin e Heihachi estão realmente parecidos. No entando, fiquei com a impressão de que foi tudo feito apenas para tirar proveito do bom retorno financeiro que alguns filmes de games conseguem, mesmo que ruins, quando são baseados em séries de grande sucesso mundial. Mas como Tekken nem chegou a ser lançado nos cinemas, foi direto para as locadoras em DVD, no último dia 10, não tenho tanta...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Há um certo concenso no que se refere à filmes inspirados em jogos: eles não são bons. Pelo menos a maioria. Podemos salvar alguns gatos pingados, como <a href="http://www.adorocinema.com/filmes/terror-em-silent-hill/" target="_blank">Terror em Silent Hill</a> (2006), mas outros, como a trilogia <a href="http://www.adorocinema.com/filmes/resident-evil/" target="_blank">Resident Evil</a> (2002) e <a href="http://www.adorocinema.com/filmes/doom/" target="_blank">Doom &#8211; A Porta do Inferno</a> (2005), apenas reforçam essa ideia. Lembra do <a href="http://www.adorocinema.com/filmes/super-mario-bros/" target="_blank">Super Mario Bros. </a>(1993)? É melhor que você tenha esquecido.</p>
<div id="attachment_6552" class="wp-caption alignright" style="width: 222px"><a href="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/08/Tekken_Japanese_poster.jpg"><img class="size-medium wp-image-6552" src="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/08/Tekken_Japanese_poster-212x300.jpg" alt="O poster é legal" width="212" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">O poster é legal</p></div>
<p><strong>Tekken</strong> começou a ser produzido em 2009. Dirigido por <a href="http://www.imdb.com/name/nm0514546/" target="_blank">Dwight H. Little</a> (Free Willy 2), o filme deixava os fãs da série com um pé atrás desde seu anúncio.</p>
<p>Toda a ambientação ocorre no ano de 2039, num mundo dividido por corporações após o fim de uma guerra global. Jin Kazama (<a href="http://www.imdb.com/name/nm1463426/" target="_blank">Jon Foo</a>), o protagonista, vive numa área controlada pela maior e mais poderosa das delas, a Tekken. Com comida e bebida racionadas, Jin se desdobra, burlando as leis do local, para viver um pouco melhor e acaba virando um lutador de rua. Afim de vingar a morte de sua mãe, entra no torneio Punho de Ferro, organizado pela corporação anualmente com o objetivo de manter o domínio sobre a população.</p>
<p>Confesse, esse enrredo te fez torcer o nariz. E é justamente esse o ponto mais fraco de alguns filmes de jogos. A série de lutas da Namco, apesar de ter lá sua história, nunca foi conhecida por isso, e sim pelos combates sangrentos, mas um filme precisa ter um começo, meio e fim que façam sentido. Pegue o próprio Mario Bros. como exemplo. Injetaram tanta coisa alí para fazer daquilo um filme que o resultado final simplesmente não era nada parecido com o Mario dos games. Tekken sofre de um mal parecido. Não fosse por um ou dois aspectos, o título do filme poderia ser qualquer outro que ninguém iria notar.</p>
<p>O roteiro de <a href="http://www.imdb.com/name/nm0568416/" target="_blank">Alan B. McElroy</a> (Spawn, o Soldado do Inferno) levou em conta o básico, como parentescos entre personagens e o mau-caratismo de alguns outros, como Kazuya (<a href="http://www.imdb.com/name/nm1406333/" target="_blank">Ian Anthony Dale</a>), filho de Heihachi Mishima (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0846480/" target="_blank">Cary Hiroyuki Tagawa</a>).</p>
<p>Além disso, o filme tem algumas falhas de continuidade, há cenas absurdas e alguns dos personagens mais populares da série tem uma participação pífia. Como podem Lei Wulong e o cara de tigre, King, serem esquecidos dessa forma? As aparições de 10 segundos do capoeirista Eddy Gordo (<a href="http://www.imdb.com/name/nm1956628/" target="_blank">Lateef Crowder</a>) também são imperdoáveis. Até o diretor japonês do jogo, Katsuhiro Harada, <a href="http://br.tecnologia.yahoo.com/article/11082010/48/tecnologia-diretor-tekken-critica-filme.html" target="_blank">achou mais ou menos isso</a>. A equipe dele não teve nenhuma participação na produção, uma pena.</p>
<div id="attachment_6555" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/08/tekkenfight.jpg"><img class="size-medium wp-image-6555" src="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/08/tekkenfight-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a><p class="wp-caption-text">Algumas cenas de lutas ficaram legais</p></div>
<p>Claro que nem tudo é de se jogar fora. Algumas sequências de luta ficaram bem legais e a caracterização dos personagens é razoável. Jin e Heihachi estão realmente parecidos.</p>
<p>No entando, fiquei com a impressão de que foi tudo feito apenas para tirar proveito do bom retorno financeiro que alguns filmes de games conseguem, mesmo que ruins, quando são baseados em séries de grande sucesso mundial. Mas como Tekken nem chegou a ser lançado nos cinemas, foi direto para as locadoras em DVD, no último dia 10, não tenho tanta certeza se recuperarão o investimento de 35 milhões de dólares.</p>
<p>Se você é um dos que tinham esperanças em ver os games bem representados nas telonas ou é fã da série original, esse não é o seu filme. Não recomendaria assistir se estivesse nos cinemas, mas como alugar um DVD é bem baratinho e rápido, vale dar uma olhada.</p>
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		<title>Do Blade Runners Dream of Electric Sheep?</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Mar 2010 22:54:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Você</dc:creator>
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		<guid isPermaLink="false">http://www.geex.com.br/?p=3735</guid>
		<description><![CDATA[por Mari Amaro Sempre imaginei que o filme Blade Runner vinha de um livro homônimo e com a trama &#8211; como tem acontecido nos últimos tempos &#8211; quase igual, ou seja, uma adaptação apenas. Foi com esse pensamento que peguei para ler Do Androids Dream of Eletric Sheep, nada mais que o filme com mais detalhes. Admito agora uma bela mancada de minha parte. Depois de 20 páginas comecei a estranhar que a história não estava caminhando como eu me  lembrava &#8211; Deckard casado? Ovelhas elétricas? Poeira de radiação? - parei o livro. Pensei por dois segundos e voltei para &#8211; o que normalmente só leio após a leitura -  a introdução. Ali entendi, o filme &#8220;depende&#8221; do livro, mas os dois são universos únicos e totalmente independentes entre si. E ambas são duas grandes obras da ficção cientifica. O filme põe em xeque a humanidade dos solitários e a possível humanidade dos replicantes (andróides em forma humanóide). Filosofia barata e cena cyberpunk injetada na veia de forma tão brilhante que é impossível não gostar. No livro, por outro lado, temos um típico mundo de Philip K. Dick, onde humanos, após uma guerra nuclear destruidora, glorificam algum símbolo que remeta a época áurea da Terra (neste caso os animais) em um ambiente neurótico e sombrio. A semelhança? Um caçador e as caças em mundo futurista decadente. Only. A questão da sociedade e o que ela nos leva a fazer em prol da boa imagem ou para ser aceito é abordada aqui, como na maioria das obras do escritor. Ter animais elétricos é uma vergonha, é sinal de pobreza, mas ter um e fingir que é real é melhor que não ter. Deixar morrer um animal? Crime. Se cria uma nova moral, novos costumes. Se o teste Voight-KampffVoight-Kampff ( usado para identificar Replicantes/Andróides ) do filme parece uma excentricidade não explicada &#8211; ou nonsense completo &#8211; no livro ele não só ganha sentido, como uma explicação complemente viável. Animais são importantes, causam impacto emocional fortíssimo nesse mundo por isso a reação a pergunta &#8220;Se você encontrar um jabuti virado no meio da estrada, o que você faz?&#8221; é tão importante.  O apego pela mãe inserido no filme desaparece. Andróides não têm sentimento. Nunca terão. Eles sempre saberão o que são e porque são. Podem simular, mas senti-los jamais. São máquinas. Os homens podem mudar em relação as máquinas mas o inverso não é verdadeiro. Uma replicante  saber o que é entrar em depressão (assim como o estado de letargia humanista que o chefe dos replicantes sofre) é impossível na versão de Dick, porque eles são somente máquinas que imitam, simulam os serem humanos. Não tem o mesmo padrão de moral ou sentimentos, portanto são perigosos. São na verdade a descrição de psicopatas. Andróides nada mais são que psicopatas. Não sentem empatia e usam e descartam pessoas como convém aos seus interesses. Mundos diferentes e a explicação do porque os prédios parecem tão vazios. Agora porque as ruas do filmes estão sempre povoadas (lotadas) e as casas vazias ninguém explica. O diretor Ridley Scott criou outra realidade para Blade Runner. Só o...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>por </strong><a href="http://www.skoob.com.br/usuario/149615" target="_blank"><strong>Mari Amaro</strong></a></p>
<p>Sempre imaginei que o filme Blade Runner vinha de um livro homônimo e com a trama &#8211; como tem acontecido nos últimos tempos &#8211; quase igual, ou seja, uma adaptação apenas. Foi com esse pensamento que peguei para ler Do Androids Dream of Eletric Sheep, nada mais que o filme com mais detalhes. Admito agora uma bela mancada de minha parte.</p>
<p>Depois de 20 páginas comecei a estranhar que a história não estava caminhando como eu me  lembrava &#8211; Deckard casado? Ovelhas elétricas? Poeira de radiação? - parei o livro. Pensei por dois segundos e voltei para &#8211; o que normalmente só leio após a leitura -  a introdução. Ali entendi, o filme &#8220;depende&#8221; do livro, mas os dois são universos únicos e totalmente independentes entre si. E ambas são duas grandes obras da ficção cientifica.</p>
<p>O filme põe em xeque a humanidade dos solitários e a possível humanidade dos replicantes (andróides em forma humanóide). Filosofia barata e cena cyberpunk injetada na veia de forma tão brilhante que é impossível não gostar. No livro, por outro lado, temos um típico mundo de Philip K. Dick, onde humanos, após uma guerra nuclear destruidora, glorificam algum símbolo que remeta a época áurea da Terra (neste caso os animais) em um ambiente neurótico e sombrio. A semelhança? Um caçador e as caças em mundo futurista decadente. Only.</p>
<div id="attachment_4202" class="wp-caption aligncenter" style="width: 490px"><a href="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/2010/03/blade-runnergeex.jpg"><img class="size-full wp-image-4202  " title="blade runnergeex" src="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/2010/03/blade-runnergeex.jpg" alt="" width="480" height="320" /></a><p class="wp-caption-text">Nenhum livro ou DVD foi machucado na produção deste post</p></div>
<p>A questão da sociedade e o que ela nos leva a fazer em prol da boa imagem ou para ser aceito é abordada aqui, como na maioria das obras do escritor. Ter animais elétricos é uma vergonha, é sinal de pobreza, mas ter um e fingir que é real é melhor que não ter. Deixar morrer um animal? Crime. Se cria uma nova moral, novos costumes.</p>
<div id="attachment_4205" class="wp-caption alignleft" style="width: 327px"><a href="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/2010/03/blade_runner.jpg"><img class="size-full wp-image-4205 " title="blade_runner" src="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/2010/03/blade_runner.jpg" alt="" width="317" height="235" /></a><p class="wp-caption-text">Replicante que tem a imagem mais &quot;emblemática&quot;</p></div>
<p>Se o teste Voight-KampffVoight-Kampff ( usado para identificar Replicantes/Andróides ) do filme parece uma excentricidade não explicada &#8211; ou nonsense completo &#8211; no livro ele não só ganha sentido, como uma explicação complemente viável. Animais são importantes, causam impacto emocional fortíssimo nesse mundo por isso a reação a pergunta &#8220;Se você encontrar um jabuti virado no meio da estrada, o que você faz?&#8221; é tão importante.  O apego pela mãe inserido no filme desaparece. Andróides não têm sentimento. Nunca terão. Eles sempre saberão o que são e porque são. Podem simular, mas senti-los jamais. São máquinas. Os homens podem mudar em relação as máquinas mas o inverso não é verdadeiro.</p>
<p>Uma replicante  saber o que é entrar em depressão (assim como o estado de letargia humanista que o chefe dos replicantes sofre) é impossível na versão de Dick, porque eles são somente máquinas que imitam, simulam os serem humanos. Não tem o mesmo padrão de moral ou sentimentos, portanto são perigosos. São na verdade a descrição de psicopatas. Andróides nada mais são que psicopatas. Não sentem empatia e usam e descartam pessoas como convém aos seus interesses.</p>
<p>Mundos diferentes e a explicação do porque os prédios parecem tão vazios. Agora porque as ruas do filmes estão</p>
<div id="attachment_4193" class="wp-caption alignright" style="width: 250px"><a href="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/2010/03/2560177512_ede5604f40_m.jpg"><img class="size-full wp-image-4193" title="2560177512_ede5604f40_m" src="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/2010/03/2560177512_ede5604f40_m.jpg" alt="" width="240" height="147" /></a><p class="wp-caption-text">Ter um animal é status para sociedade imagem do filme por MacQ</p></div>
<p>sempre povoadas (lotadas) e as casas vazias ninguém explica. O diretor Ridley Scott criou outra realidade para Blade Runner. Só o mais superficial da trama permanece igual. Replicantes fugiram do espaço, são perigosos e Deckard, um caçador de replicantes (interpretado por Harrison Ford), tem que eliminá-los. Até os motivos do porquê o protagonista faz sua caçada são diferentes. No livro ele precisa/quer e no outro imploram para que o faça e isto muda TODO o perfil psicológico do personagem.</p>
<p>São mundos e obras totalmente diferentes, mas ambos imperdíveis para fãs de ficção científica.</p>
<p><strong><em><br />
</em></strong></p>
<h6><em> Foto na abertura de &#8211; 404 not found </em></h6>
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<p>Depois de 20 páginas comecei a estranhar que a história não estava caminhando como eu me  lembrava &#8211; Deckard casado? Ovelhas elétricas? Poeira de radiação? - parei o livro. Pensei por dois segundos e voltei para &#8211; o que normalmente só leio após a leitura -  a introdução. Ali entendi, o filme &#8220;depende&#8221; do livro, mas os dois são universos únicos e totalmente independentes entre si. E ambas são duas grandes obras da ficção cientifica.</p>
<p>O filme põe em xeque a humanidade dos solitários e a possível humanidade dos replicantes (andróides em forma humanóide). Filosofia barata e cena cyberpunk injetada na veia de forma tão brilhante que é impossível não gostar. No livro, por outro lado, temos um típico mundo de Philip K. Dick, onde humanos, após uma guerra nuclear destruidora, glorificam algum símbolo que remeta a época áurea da Terra (neste caso os animais) em um ambiente neurótico e sombrio. A semelhança? Um caçador e as caças em mundo futurista decadente. Only.</p>
<p>A questão da sociedade e o que ela nos leva a fazer em prol da boa imagem ou para ser aceito é abordada aqui, como na maioria das obras do escritor. Ter animais elétricos é uma vergonha, é sinal de pobreza, mas ter um e fingir que é real é melhor que não ter. Deixar morrer um animal? Crime. Se cria uma nova moral, novos costumes.</p>
<p>Se o teste Voight-KampffVoight-Kampff ( usado para identificar Replicantes/Andróides ) do filme parece uma excentricidade não explicada &#8211; ou nonsense completo &#8211; no livro ele não só ganha sentido, como uma explicação complemente viável. Animais são importantes, causam impacto emocional fortíssimo nesse mundo por isso a reação a pergunta &#8220;Se você encontrar um jabuti virado no meio da estrada, o que você faz?&#8221; é tão importante.  O apego pela mãe inserido no filme desaparece. Andróides não têm sentimento. Nunca terão. Eles sempre saberão o que são e porque são. Podem simular, mas senti-los jamais. São máquinas. Os homens podem mudar em relação as máquinas mas o inverso não é verdadeiro.</p>
<p>Uma replicante  saber o que é entrar em depressão (assim como o estado de letargia humanista que o chefe dos replicantes sofre) é impossível no livro, porque eles são somente máquinas que imitam, simulam os serem humanos. Não tem o mesmo padrão de moral ou sentimentos, portanto são perigosos. São na verdade a descrição de psicopatas. Andróides nada mais são que psicopatas. Não sentem empatia e usam e descartam pessoas como convém aos seus interesses.</p>
<p>Mundos diferentes e a explicação do porque os prédios parecem tão vazios. Agora porque as ruas do filmes estão sempre povoadas (lotadas) e as casas vazias ninguém explica. O diretor criou outra realidade para Blade Runner. Só o mais superficial da trama permanece igual. Replicantes fugiram do espaço, são perigosos e Deckard, um caçador de replicantes (interpretado por Harrison Ford), tem que eliminá-los. Até os motivos do porquê o protagonista faz sua caçada são diferentes. No livro ele precisa/quer e no outro imploram para que o faça e isto muda TODO o perfil psicológico do personagem.</p>
<p>São mundos e obras totalmente diferentes, mas ambas imperdíveis para fãs de ficção científica.</p>
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		<title>Percy Jackson &amp; Os Olimpianos</title>
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		<pubDate>Thu, 21 Jan 2010 13:47:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Muñoz</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[contemporaneo]]></category>
		<category><![CDATA[juvenil]]></category>
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		<description><![CDATA[Um garoto meio-sangue, de 12 anos, carrega consigo um importante legado que desconhece. Muda-se pra uma terra de magia onde tem que provar para si e para os outros que é merecedor de sua importância. Parte então em uma aventura, em busca de um artefato mágico que fora roubado &#8211;  junto com seu amigo medroso e abobalhado, porém leal e uma garota inteligente e  espertalhona que conhece mais sobre este mundo novo para o protagonista e assim pretende ajudá-lo e também mostrar sua relevância &#8211; enfrentando forças inimagináveis vindas das trevas. O primeiro filme é dirigido por Chris Columbus. Ok, se você já não soubesse pelo título do post, pensaria que estou falando do famoso menino bruxo, Harry Potter. Semelhanças à parte falo de Percy Jackson (ou Perseu Jackson, seu nome sem apelido), personagem de um livro que carrega profundas e intrínsecas influências de muitos lugares, não só da literatura contemporanêa, mas que consegue se sustentar e destacar-se muito bem sozinho. Mitologia grega sempre me fascinou, e a forma como a série aborda e conta os mitos e personagens da literatura antiga, assim como os adapta para a sociedade atual, são dignos dos prêmios que a obra ganhou. Vou falar, neste primeiro momento, especificamente de &#8220;O Ladrão de Raios&#8221;,  o primeiro livro da saga de Rick Riordan. Narrado em primeira pessoa, &#8220;O Ladrão de Raios&#8221; é um diário da aventura do pequeno Perseu, nos dias atuais, a fim de provar sua inocência perante Zeus, que acha ter sido o garoto filho de Poseidon quem roubara seu raio. Exatamente como diria a orelha do livro &#8220;O que aconteceria se os deuses do Olimpo estivessem em pleno século 21?&#8221; A história então se desenvolve em uma simples trama de traição, complôs e situações dignas de explicar o constante comportamento dos deuses antigos, que me faziam sentir estar na pele de Percy. E digo aqui que a trama é simples, não sendo pejorativo ou degradativo, mas como um jovem adulto que já leu livros mais complexos e pode dizer que &#8220;O Ladrão de Raios&#8221; é uma leitura rápida, mas de forma nenhuma ruim. Entretenimento de cabeceira, ou de busão, em menos de uma semana você terá terminado o livro e estará ansioso para começar &#8220;Mar de Monstros&#8221;. Então vamos nos aprofundar na história e eu explico melhor porque ler este livro, se empolgar com o filme que virá em fevereiro e depois se decepcionar com algumas coisas quando sair do cinema: Manhattan é o palco principal. Lá, no 600º andar do Empire State agora é o Olimpo (e em West Hollywood, LA, o Mundo Inferior) &#8211; calma não pragueje, nem ofenda nenhum deus (os nomes tem poder), tudo é explicado no livro e sem apesares faz sentido. Em Montauk, na costa de NY, fica um acampamento de verão para os meio-sangue (termo infeliz para se repetir na literatura contemporânea, mas vamos ter que abstrair o jovem Potter de nossas mentes para que tudo seja mais divertido), cheio de semi-deuses em seus tenros anos de infância...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um garoto meio-sangue, de 12 anos, carrega consigo um importante legado que desconhece. Muda-se pra uma terra de magia onde tem que provar para si e para os outros que é merecedor de sua importância. Parte então em uma aventura, em busca de um artefato mágico que fora roubado &#8211;  junto com seu amigo medroso e abobalhado, porém leal e uma garota inteligente e  espertalhona que conhece mais sobre este mundo novo para o protagonista e assim pretende ajudá-lo e também mostrar sua relevância &#8211; enfrentando forças inimagináveis vindas das trevas. O primeiro filme é dirigido por <a onclick="(new Image()).src='/rg/directorlist/position-1/images/b.gif?link=name/nm0001060/';" href="http://www.imdb.com/name/nm0001060/">Chris Columbus</a>.</p>
<p>Ok, se você já não soubesse pelo título do post, pensaria que estou falando do famoso menino bruxo, Harry Potter.</p>
<p>Semelhanças à parte falo de Percy Jackson (ou Perseu Jackson, seu nome sem apelido), personagem de um livro que carrega profundas e intrínsecas influências de muitos lugares, não só da literatura contemporanêa, mas que consegue se sustentar e destacar-se muito bem sozinho.</p>
<p>Mitologia grega sempre me fascinou, e a forma como a série aborda e conta os mitos e personagens da literatura antiga, assim como os adapta para a sociedade atual, são dignos dos prêmios que a obra ganhou.</p>
<p>Vou falar, neste primeiro momento, especificamente de &#8220;O Ladrão de Raios&#8221;,  o primeiro livro da saga de<a href="http://www.rickriordan.com/" target="_blank"> Rick Riordan</a>.</p>
<p>Narrado em primeira pessoa, &#8220;O Ladrão de Raios&#8221; é um diário da aventura do pequeno Perseu, nos dias atuais, a fim de provar sua inocência perante Zeus, que acha ter sido o garoto filho de Poseidon quem roubara seu raio. Exatamente como diria a orelha do livro &#8220;O que aconteceria se os deuses do Olimpo estivessem em pleno século 21?&#8221;</p>
<p>A história então se desenvolve em uma simples trama de traição, complôs e situações dignas de explicar o constante comportamento dos deuses antigos, que me faziam sentir estar na pele de Percy. E digo aqui que a trama é simples, não sendo pejorativo ou degradativo, mas como um jovem adulto que já leu livros mais complexos e pode dizer que &#8220;O Ladrão de Raios&#8221; é uma leitura rápida, mas de forma nenhuma ruim. Entretenimento de cabeceira, ou de busão, em menos de uma semana você terá terminado o livro e estará ansioso para começar &#8220;Mar de Monstros&#8221;.</p>
<p>Então vamos nos aprofundar na história e eu explico melhor porque ler este livro, se empolgar com o filme que virá em fevereiro e depois se decepcionar com algumas coisas quando sair do cinema:</p>
<p>Manhattan é o palco principal. Lá, no 600º andar do Empire State agora é o Olimpo (e em West Hollywood, LA, o Mundo Inferior) &#8211; calma não pragueje, nem ofenda nenhum deus (os nomes tem poder), tudo é explicado no livro e sem apesares faz sentido. Em Montauk, na costa de NY, fica um acampamento de verão para os meio-sangue (termo infeliz para se repetir na literatura contemporânea, mas vamos ter que abstrair o jovem Potter de nossas mentes para que tudo seja mais divertido), cheio de semi-deuses em seus tenros anos de infância e adolescência , onde são treinados a fim de cumprirem missões para seus pais e tornarem-se heróis. Para tanto, tem ajuda de um centauro, um deus e todos os bons seres da natureza mitológica grega que você puder imaginar.</p>
<p>Durante todo o inicio do livro eu desejava poder ter este livro quando mais novo e nunca ter conhecido os personagens de J. K. Rowling (que só acompanhei nos dois primeiros livros). As aventuras de Percy Jackson, porém, começaram em 2005, então isso seria impossível de qualquer forma.</p>
<p>5 anos depois de seu lançamento, e algumas listas de <em>mais-vendidos </em>depois, o filme está por vir (como acontece com 70% de todo livro juvenil que vende bem, desde&#8230; bem.. Harry Potter novamente) e o direto parece ter experiência com esses meninos cheios de poderes mágicos vivendo em mundos paralelos que os humanos não enxergam. Chris Columbus dirigiu<em> Harry Potter e  a Pedra Filosofal </em>e<em> Harry Potter e a Câmara Secreta, </em>e mostra no trailer e no elenco que o filme, sem dúvida vai agradar quem não aguenta o lançamento do filme do menino bruxo ou que ficou <a href="http://ego.globo.com/Gente/Noticias/0,,MUL635202-9798,00-PROXIMO+FILME+DE+HARRY+POTTER+TERA+REFERENCIAS+A+SEXO+E+DROGAS.html" target="_blank">orfão da inocência</a> dos primeiros filmes. Ação bagarai, frenesi, explosões de fogo, água, vento, escuridão e qualquer outro elementar que exista, efeitos especiais bem montados, Sean Bean, Pierce Brosnan, Uma Thurman, e como Percy Jackson&#8230; aquele garoto de <em><a href="http://www.youtube.com/watch?v=9ubYTIazskQ" target="_blank">Gamer</a>,</em> em um trailer que realmente empolga.</p>
<p>Aparentemente Chris aprendeu com Harry Potter que crianças crescem, então a solução é&#8230; usar adolescentes que parecem crianças. <a href="http://www.imdb.com/name/nm0503567/" target="_blank">Logan Lerman </a> é um bom ator, de 17 anos, que faz o papel de um garoto de 12, <a href="http://www.imdb.com/name/nm1040365/" target="_blank">Brando T. Jackson</a>, o <a href="http://www.youtube.com/watch?v=GNLKlAe6YzI" target="_blank">Alpa Chino</a> de Trovão Tropical, tem 21 anos e faz o papel do melhor amigo de Percy, que deveria ainda parecer com um secundarista.</p>
<p>Outras coisas vistas <a href="http://www.youtube.com/watch?v=U7TMKNF4ids" target="_blank">nos trailers</a> e lendo a lista do elenco no <a href="http://www.imdb.com/title/tt0814255/" target="_blank">IMDB</a> só fizeram com que eu me perguntasse &#8220;Por que?&#8221;, e para saber o motivo da questão só lendo o livro e imaginando os personagens por conta própria primeiro.</p>
<p>Ainda assim, estarei na primeira semana de estréia do filme &#8211; previsto para 12 de fevereiro de 2010 nos EUA &#8211; e com certeza na sequência vai rolar um review aqui.</p>
<div id="attachment_3037" class="wp-caption aligncenter" style="width: 584px"><a href="http://dramanacho66.deviantart.com/art/Percy-in-the-Underworld-139814008"><img class="size-large wp-image-3037  " title="Hades e Percy" src="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/2010/01/5b5fb2225153b911277073da2364d5e7-1024x735.jpg" alt="" width="574" height="412" /></a><p class="wp-caption-text">Imagem do Deviant Art, por DramaNacho66</p></div>
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		<title>As Incríveis Aventuras de Kavalier e Clay</title>
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		<pubDate>Thu, 07 Jan 2010 21:33:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Você</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
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		<category><![CDATA[kavalier e clay]]></category>

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		<description><![CDATA[por Mari Amaro New York, 1939.  Em um quarto escuro, dois primos que nunca haviam se conhecido travam o primeiro dialogo enquanto dividem a mesma cama. Os dois são judeus, um deles fugiu de seu país e outro ignorado no seu. Um artista e um apaixonado por quadrinhos, assim começa o livro As Incríveis Aventuras de Kavalier e Clay, obra  ganhadora do prêmio Pulitzer de melhor ficção em 2001 de Michael Chabon. A chamada época de ouro dos quadrinhos é o pano de fundo e ao mesmo tempo o motor da trama, já que os protagonistas são dois “quadrinistas” que criam um dos heróis mais famosos da época O Escapista. Um herói que adiquire seu poder ao ganhar do seu mestre moribundo uma pequena chave que adquire poderes que permitem abrir qualquer fechadura, se soltar de qualquer corrente e sair de todas as caixas. Em seu uniforme azul escuro (com a cueca devidamente acima das calças), uma máscara à la Zorro e uma grande chave amarela em seu peito, o Escapista sai ao mundo distribuindo POWS e KAPOWS em Nazistas e (depois de 45) Comunistas pelo mundo todo. Joseph Kavalier, 20 anos, (se apelida com a alcunha americanizada de Joe para se sentir mais incluído) desenhista, mágico e treinado na técnica do escape foge de sua vida na Polônia ocupada pelos alemães. Sam Klayman (que muda seu nome para Sam Clay pelas mesmas razões do primo) é um rapaz que trabalha para uma empresa de publicidade 0 (fazendo algumas vezes desenhos para ilustrar comerciais), abandonado por seu pai ( que trabalhava em um circo como &#8220;o homem mais forte do mundo&#8221;) e com problemas de auto-estima. Joe, apaixonado por quadrinhos, apesar de não desenhar muito bem descobre em seu primo a chance de se tornar alguém fazendo o que ama. Enquanto se lê este maravilhoso livro é possível rir da ingenuidade dos roteiros de HQ dos anos 40 e 50 (que são ótimos alias), invejar o fato de míseros 20 cents ser o necessário para comprar um bom quadrinho, de que o Superman era &#8220;A&#8221; novidade do momento, de sentir todo o clima da época que antecedeu a entrada dos EUA na Segunda Guerra e a mistura entre o entusiasmo dos americanos e a depressão daqueles que tiveram que fugir do seu país para poder viver. Entre o amargo e doce, entre a fama e a fuga, entre a comédia e o drama, este livro fica sempre no limiar &#8211; uma linha estreita entre todos estes sentimentos &#8211; o que torna a aventura de dois rapazes mais incrível que muitos mascarados por aí. O autor não só cita personagens que nos são queridos (Superman, Batman, Fantasma, Spirit e muitos outros) mas também faz insigths que qualquer fã de quadrinhos já discutiu um dia (a motivação do Batman para combater o crime ou o significado do Superman), trazendo assim uma gama de desenhistas e roteiristas de quadrinhos famosos para a história e os coloca lá como pessoas normais, travando diálogos rotineiros. Estamos...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>por </strong><a href="http://www.skoob.com.br/usuario/149615" target="_blank"><strong>Mari Amaro</strong></a></p>
<p>New York, 1939.  Em um quarto escuro, dois primos que nunca haviam se conhecido travam o primeiro dialogo enquanto dividem a mesma cama. Os dois são judeus, um deles fugiu de seu país e outro ignorado no seu. Um artista e um apaixonado por quadrinhos, assim começa o livro As Incríveis Aventuras de Kavalier e Clay, obra  ganhadora do prêmio Pulitzer de melhor ficção em 2001 de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Michael_chabon">Michael Chabon</a>.</p>
<p>A chamada época de ouro dos quadrinhos é o pano de fundo e ao mesmo tempo o motor da trama, já que os protagonistas são dois “quadrinistas” que criam um dos heróis mais famosos da época O Escapista. Um herói que adiquire seu poder ao ganhar do seu mestre moribundo uma pequena chave que adquire poderes que permitem abrir qualquer fechadura, se soltar de qualquer corrente e sair de todas as caixas. Em seu uniforme azul escuro (com a cueca devidamente acima das calças), uma máscara à la Zorro e uma grande chave amarela em seu peito, o Escapista sai ao mundo distribuindo POWS e KAPOWS em Nazistas e (depois de 45) Comunistas pelo mundo todo.</p>
<div id="attachment_2885" class="wp-caption alignleft" style="width: 210px"><a href="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/2010/01/AS_INCRIVEIS_AVENTURAS_DE_KAVALIER_E_CLA_1231444637P.jpg"><img class="size-full wp-image-2885" title="AS_INCRIVEIS_AVENTURAS_DE_KAVALIER_E_CLA_1231444637P" src="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/2010/01/AS_INCRIVEIS_AVENTURAS_DE_KAVALIER_E_CLA_1231444637P.jpg" alt="" width="200" height="290" /></a><p class="wp-caption-text">O melhor personagem que nunca existiu, assim é o Escapista  o personagem meta-fictício que existe somente no mundo que Micheal Chabon escreveu conhece.</p></div>
<p>Joseph Kavalier, 20 anos, (se apelida com a alcunha americanizada de Joe para se sentir mais incluído) desenhista, mágico e treinado na técnica do escape foge de sua vida na Polônia ocupada pelos alemães. Sam Klayman (que muda seu nome para Sam Clay pelas mesmas razões do primo) é um rapaz que trabalha para uma empresa de publicidade 0 (fazendo algumas vezes desenhos para ilustrar comerciais), abandonado por seu pai ( que trabalhava em um circo como &#8220;o homem mais forte do mundo&#8221;) e com problemas de auto-estima. Joe, apaixonado por quadrinhos, apesar de não desenhar muito bem descobre em seu primo a chance de se tornar alguém fazendo o que ama.</p>
<p>Enquanto se lê este maravilhoso livro é possível rir da ingenuidade dos roteiros de HQ dos anos 40 e 50 (que são ótimos alias), invejar o fato de míseros <em>20 cents</em> ser o necessário para comprar um bom quadrinho, de que o <em>Superman</em> era &#8220;A&#8221; novidade do momento, de sentir todo o clima da época que antecedeu a entrada dos EUA na Segunda Guerra e a mistura entre o entusiasmo dos americanos e a depressão daqueles que tiveram que fugir do seu país para poder viver. Entre o amargo e doce, entre a fama e a fuga, entre a comédia e o drama, este livro fica sempre no limiar &#8211; uma linha estreita entre todos estes sentimentos &#8211; o que torna a aventura de dois rapazes mais incrível que muitos mascarados por aí.</p>
<p>O autor não só cita personagens que nos são queridos (<em>Superman, Batman, Fantasma, Spirit</em> e muitos outros) mas também faz <em>insigths</em> que qualquer fã de quadrinhos já discutiu um dia (a motivação do <em>Batman</em> para combater o crime ou o significado do <em>Superman</em>), trazendo assim uma gama de desenhistas e roteiristas de quadrinhos famosos para a história e os coloca lá como pessoas normais, travando diálogos rotineiros. Estamos falando aqui de pessoas como Stan Lee e até , mesmo que brevemente, Will Eisner.</p>
<div id="attachment_2884" class="wp-caption alignright" style="width: 224px"><a href="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/2010/01/Escapist.jpg"><img class="size-medium wp-image-2884" title="Escapist" src="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/2010/01/Escapist-214x300.jpg" alt="" width="214" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">A evolução dos quadrinhos que de um entretenimento barato de criança passa a ser uma reconhecida forma de arte.</p></div>
<p>Depois de ler o livro só tive uma vontade enlouquecedora, ler um quadrinhos do <em>Escapista!</em> A história (imagino à La<em> Capitão América</em>) e as descrições, por ser ao mesmo tempo previsível e criativa, aqueles roteiros que só cabem nos quadrinhos <em>old school</em> ( onde o meu é mau e o herói é apenas uma pessoa que se livra das incapacidades do seu ser e da sociedade para salvar o mundo). Então fiz uma pequena pesquisa e descobri que o <em>Escapista</em> existe no nosso mundo também.</p>
<p>Alguns anos depois uma história em quadrinhos baseado no <em>Escapista</em> do livro foi lançada nos Estados Unidos, <em>Michael Chabon Presents The Amazing Adventures of The Escapist</em>. E novamente nomes célebres (Glen David Gold, Kevin McCarthy  e outros) entram na roda para transformar o herói em “realidade”. Eu infelizmente não tive acesso – ainda – a este HQ  (que nunca foi publicado oficialmente no Brasil) mas sei que ele ganhou um prêmio <em>Will Einser</em>, e isto já o suficiente para me convencer a adicioná-lo a minha estante.</p>
<p>Então se você está de férias e a procura de algo realmente bom para ler, bem aí está o seu livro.</p>
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		<title>The Zombie Chronicles</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Oct 2009 21:19:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Muñoz</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[audiobook]]></category>
		<category><![CDATA[gratuito]]></category>
		<category><![CDATA[james melzer]]></category>
		<category><![CDATA[zumbis]]></category>

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		<description><![CDATA[Me diga, quantos livros sobre zumbis você já leu? Ok, não vale nada sobre Zumbi dos Palmares. Agora me diga, quantos livros sobre conspirações você já leu? E quantos livros sobre conspirações com zumbis você já ouviu? Opa! Você não leu errado, perguntei se você já ouviu mesmo. The Zombie Chronicles: Escape (o primeiro livro de uma série) é um audiobook gratuito, disponibilizado em diversas fontes e produzido pela editora Permuted Press, especializada em livros do gênero. Seu autor &#8211; também narrador e intérprete do livro &#8211; James Melzer é um radialista, fissurado por terror e que sabe muito bem contar histórias de deixar nossa nuca arrepiada. Escape, narra a desventura de um rapaz &#8211; sem nome &#8211; que vive em um futuro não muito distante, em um planeta terra caótico. Sim, o clichê básico para uma narrativa pós-apocalíptica. Mas, como em toda boa história, sua riqueza está nos detalhes: um meteoro passou perto da Terra &#8211; ainda em um tempo como o nosso &#8211; e por perto entenda-se MUITO PRÓXIMO, deixando uma misteriosa névoa verde como rastro. Narrarei aqui, agora, em um pequeno spoiler, o surgimento do primeiro zumbi. Uma senhora, que estava em casa, de repente sente uma coceira forte no rosto, tão forte quanto desesperadora, não para por um segundo. A senhora se coça, se coça, até ferir seu próprio rosto.  E ainda assim, continua a se coçar, até o momento em que arranca seu próprio olho e cai inconsciente no chão. Ela é encontrada algum tempo depois naquele mesmo dia, em uma poça de sangue. Sim, estranho. Porém, mais ainda foi que, alguns dias depois, a senhora acordar e levantar como se nada tivesse acontecido. E continuando a bizarrice, diversos relatos de acontecimentos parecidos no mundo todo foram sucedidos por esse. E a partir daí a população não-infectada começou a querer saber o que fazer com os zumbis decorrentes da névoa verde &#8211; que pareceu não ter contaminados todos os seres humanos. Ah&#8230; para saber mais sobre os zumbis, recomendo MUITO que ouça o audiobook. São 53 capítulos, divididos em 28 arquivos de áudio, que podem ser assinados via iTunes, ou baixados em sites pela intrawebs. Agora, saiba que o mais interessante nesse livro não é o fato de ser de zumbis, de ser um audiobook ou de ser gratuito. A profundidade com que a história é contada e seus elementos e referências descritos já me fizeram sonhar com o universo de Zombie Chronicles &#8211; sério. Os personagens cativantes, os relacionamentos entre eles &#8211; e principalmente &#8211; a descoberta a cada capítulo sobre como uma pessoa, que até então não fazia nada além de ser cobaia da vida, pode salvar a humanidade. Os grandes vilões aqui, talvez não sejam os zumbis, talvez a conspiração seja mais complexa do que se pensa, assim como as interligações entre os personagens. Ficadica. Ouça, mas não antes de dormir.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption alignleft" style="width: 202px"><img title="Capa do livro" src="http://lh3.ggpht.com/_JCTLapQmiOw/SjMQin1dH3I/AAAAAAAAAg8/Lrwq5zGhva4/s800/zombie-chronicles-copy.jpg" alt="  " width="192" height="288" /><p class="wp-caption-text">  </p></div>
<p>Me diga, quantos livros sobre zumbis você já leu? Ok, não vale nada sobre Zumbi dos Palmares. Agora me diga, quantos livros sobre conspirações você já leu? E quantos livros sobre conspirações com zumbis você já ouviu? Opa! Você não leu errado, perguntei se você já ouviu mesmo.</p>
<p><a href="http://www.podcastblaster.com/directory/podcast-55245.html" target="_blank">The Zombie Chronicles: Escape</a> (o primeiro livro de uma série) é um audiobook gratuito, disponibilizado em diversas fontes e produzido pela editora <a href="http://www.permutedpress.com/" target="_blank">Permuted Press</a>, especializada em livros do gênero. Seu autor &#8211; também narrador e intérprete do livro &#8211; James Melzer é um radialista, fissurado por terror e que sabe muito bem contar histórias de deixar nossa nuca arrepiada.</p>
<p>Escape, narra a desventura de um rapaz &#8211; sem nome &#8211; que vive em um futuro não muito distante, em um planeta terra caótico. Sim, o clichê básico para uma narrativa pós-apocalíptica. Mas, como em toda boa história, sua riqueza está nos detalhes: um meteoro passou perto da Terra &#8211; ainda em um tempo como o nosso &#8211; e por perto entenda-se MUITO PRÓXIMO, deixando uma misteriosa névoa verde como rastro. Narrarei aqui, agora, em um pequeno spoiler, o surgimento do primeiro zumbi.</p>
<p>Uma senhora, que estava em casa, de repente sente uma coceira forte no rosto, tão forte quanto desesperadora, não para por um segundo. A senhora se coça, se coça, até ferir seu próprio rosto.  E ainda assim, continua a se coçar, até o momento em que arranca seu próprio olho e cai inconsciente no chão. Ela é encontrada algum tempo depois naquele mesmo dia, em uma poça de sangue. Sim, estranho. Porém, mais ainda foi que, alguns dias depois, a senhora acordar e levantar como se nada tivesse acontecido. E continuando a bizarrice, diversos relatos de acontecimentos parecidos no mundo todo foram sucedidos por esse. E a partir daí a população não-infectada começou a querer saber o que fazer com os zumbis decorrentes da névoa verde &#8211; que pareceu não ter contaminados todos os seres humanos.</p>
<p>Ah&#8230; para saber mais sobre os zumbis, recomendo MUITO que ouça o <a href="itms://itunes.apple.com/WebObjects/MZStore.woa/wa/viewPodcast?id=294535527&amp;uo=4" target="_blank">audiobook</a>. São 53 capítulos, divididos em 28 arquivos de áudio, que podem ser assinados via iTunes, ou baixados em sites pela intrawebs.</p>
<p>Agora, saiba que o mais interessante nesse livro não é o fato de ser de zumbis, de ser um audiobook ou de ser gratuito. A profundidade com que a história é contada e seus elementos e referências descritos já me fizeram sonhar com o universo de Zombie Chronicles &#8211; sério. Os personagens cativantes, os relacionamentos entre eles &#8211; e principalmente &#8211; a descoberta a cada capítulo sobre como uma pessoa, que até então não fazia nada além de ser cobaia da vida, pode salvar a humanidade. Os grandes vilões aqui, talvez não sejam os zumbis, talvez a conspiração seja mais complexa do que se pensa, assim como as interligações entre os personagens.</p>
<p>Ficadica. Ouça, mas não antes de dormir.</p>
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