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	<title>GeeX! &#187; GeeX! Entrevista</title>
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	<description>Mais um passo rumo a dominação mundial!</description>
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	<copyright>Copyright © GeeX! 2010 </copyright>
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		<title>GeeX!</title>
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	<itunes:summary>GeeBeRiSh! - O Podcast do GeeX!

Nosso podcast foi carinhosamente nomeado de GeeBeRiSh, uma adaptação de giberish, que é o ato de discursar sem falar nada importante, ou sem significado algum, e um sinônimo para &#34;bobagem&#34; em inglês. É exatamente o tipo de coisas que vocês podem esperar ouvir no podcast, portanto. :)</itunes:summary>
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		<title>Q&amp;A: Ladies of Hell Town</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Jun 2011 18:19:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Muñoz</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
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		<description><![CDATA[Em 2009 um filme despretensiosamente foi lançado nos EUA, dirigido por Drew Barrymore em sua estréia na direção de longas de ficção. Whip It (Garota Fantástica, por aqui) com Ellen Page, no papel de uma garota socialmente desajustada &#8211; perante os olhos preconceituosos e de julgamento hipócrita típicamente visto nos filmes sobre cidades pequenas do sul norte-americano &#8211; que encontra seu lugar ao começar a conhecer um esporte diferente do comum: Roller Derby. . Alguns anos antes, uma outra garota &#8211; bem longe do Texas &#8211; achou por acaso na internet a respeito desse esporte, e começou a espalhar a idéia de criar uma liga aqui no Brasil. . Por conta de redes sociais, offline e online, a atenção para esse esporte foi aumentando, e a partir de toda a curioside e  amor pela cultura que envolve esse esporte &#8211; e que já fazia parte do dia a dia dessas garotas &#8211; formou-se o Ladies of Hell Town. Com cada vez mais exposição na mídia, aproveitamos o espaço de perguntas e respostas do GeeX! para conhecer mais da motivação e da empolgação que levaram-nas a tomar esse esporte a sério ao mesmo tempo que se divertem. Das 7 jogadoras plenas da liga (Beki Band’Aid, Moloko Vellocet, Debbie Hatcher, Napalm Dash, Helligator, Mariah Bearings e Atom Cockroach) conversamos com 2 e mais duas &#8220;fresh meats&#8221;. . . Q) Por que Roller Derby? O que fez um monte de garotas se juntar para golpear outras que tentam passar à sua frente? . Napalm Dash) O Roller Derby é um esporte de dualismos, ele reúne agressividade e graciosidade ao mesmo tempo. É um esporte em que a garota pode extravasar sua &#8220;dureza&#8221; sem perder a feminilidade. É extremamente atrativo pra garotas que nunca se adequaram aos esportes mais, digamos, convencionais. . Beki Band&#8217;Aid) Quando descobri o roller derby na internet achei incrivel, e pensei &#8221; já que não tem aqui vou fundar uma liga e começar a treinar&#8221; .. Luka &#8220;Fresh Meat&#8221;) O que fez um monte de garotas fazer isso, eu não sei huehueheu.  Já, o que me fez fazer isso, foi o simples fato de parecer (e ser) muito divertido. É meio que perguntar o que fez um bando de marmanjo tentar lutar por uma bola de couro e correr até um lado xis de um campo. É simplesmente divertido. . Manu &#8220;Fresh Meat&#8221;) Também jogo porque é bem divertido. Um monte de menina em cima de patins andando rápido, pulando, caindo, tentando ajudar a sua jammer, atrapalhando o outro time, isso tudo sem cometer faltas (como segurar na galera e dar cotovelada). Como isso pode  não parece divertido? No começo é bem difícil se focar em tudo, mas já é legal pra caralho e super emocionante, imagina quando eu conseguir de fato fazer tudo isso ao mesmo tempo! .. Q) Como vocês começaram a se juntar com esse fim desestressante? B) Comecei com essa idéia sozinha, todo mundo me achava maluca por querer trazer um esporte pro Brasil que não existia e que precisava de  equipamento em que a...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<div>
<div>Em 2009 um filme despretensiosamente foi lançado nos EUA, dirigido por <a href="http://www.imdb.com/name/nm0000106/">Drew Barrymore</a> em sua estréia na direção de longas de ficção. Whip It (Garota Fantástica, por aqui) com <a href="http://www.imdb.com/name/nm0680983/">Ellen Page</a>, no papel de uma garota socialmente desajustada &#8211; perante os olhos preconceituosos e de julgamento hipócrita típicamente visto nos filmes sobre cidades pequenas do sul norte-americano &#8211; que encontra seu lugar ao começar a conhecer um esporte diferente do comum: <a href="http://www.youtube.com/watch?v=_T8izdlc-dY" target="_blank">Roller Derby</a>.</div>
<div><span style="color: #ffffff;">.</span></div>
<div>Alguns anos antes, uma outra garota &#8211; bem longe do Texas &#8211; achou por acaso na internet a respeito desse esporte, e começou a espalhar a idéia de criar uma liga aqui no Brasil.</div>
<div><span style="color: #ffffff;">.</span></div>
<div>Por conta de redes sociais, offline e online, a atenção para esse esporte foi aumentando, e a partir de toda a curioside e  amor pela cultura que envolve esse esporte &#8211; e que já fazia parte do dia a dia dessas garotas &#8211; formou-se o <a href="http://ladiesofhelltown.wordpress.com/" target="_blank">Ladies of Hell Town</a>. Com cada vez mais <a href="http://blogs.estadao.com.br/jt-cidades/roller-derby-invade-o-ibirapuera/" target="_blank">exposição na mídia</a>, aproveitamos o espaço de perguntas e respostas do GeeX! para conhecer mais da motivação e da empolgação que levaram-nas a tomar esse esporte a sério ao mesmo tempo que se divertem.<a href="http://ladiesofhelltown.wordpress.com/quem-somos/" target="_blank"> Das 7 jogadoras plenas da liga</a> (Beki Band’Aid, Moloko Vellocet, Debbie Hatcher, Napalm Dash, Helligator, Mariah Bearings e Atom Cockroach) conversamos com 2 e mais duas &#8220;fresh meats&#8221;.</div>
<div><span style="color: #ffffff;">.</span></div>
<div><span style="color: #ffffff;">.</span></div>
<div><strong><a href="http://www.geex.com.br/blog2/wp-content/uploads/2011/06/derby.jpg"><img class="size-full wp-image-9582 alignleft" title="derby" src="http://www.geex.com.br/blog2/wp-content/uploads/2011/06/derby.jpg" alt="" width="338" height="346" /></a>Q) Por que Roller Derby? O que fez um monte de garotas se juntar para golpear outras que tentam passar à sua frente?</strong></div>
<div><span style="color: #ffffff;"><strong>.</strong></span></div>
<div><strong>Napalm Dash)</strong> O Roller Derby é um esporte de dualismos, ele reúne agressividade e graciosidade ao mesmo tempo. É um esporte em que a garota pode extravasar sua &#8220;dureza&#8221; sem perder a feminilidade. É extremamente atrativo pra garotas que nunca se adequaram aos esportes mais, digamos, convencionais.</div>
<div><span style="color: #ffffff;">.</span></div>
<div><strong>Beki Band&#8217;Aid)</strong> Quando descobri o roller derby na internet achei incrivel, e pensei &#8221; já que não tem aqui vou fundar uma liga e começar a treinar&#8221;</div>
<div><span style="color: #ffffff;">..</span></div>
<div><strong>Luka &#8220;Fresh Meat&#8221;)</strong> O que fez um monte de garotas fazer isso, eu não sei huehueheu.  Já, o que me fez fazer isso, foi o simples fato de parecer (e ser) muito divertido. É meio que perguntar o que fez um bando de marmanjo tentar lutar por uma bola de couro e correr até um lado xis de um campo. É simplesmente divertido.</div>
<div><span style="color: #ffffff;">.</span></div>
<div><strong>Manu &#8220;Fresh Meat&#8221;)</strong> Também jogo porque é bem divertido. Um monte de menina em cima de patins andando rápido, pulando, caindo, tentando ajudar a sua <a href="http://www.brighthub.com/health/fitness/articles/67867.aspx" target="_blank">jammer</a>, atrapalhando o outro time, isso tudo sem cometer faltas (como segurar na galera e dar cotovelada). Como isso pode  não parece divertido? No começo é bem difícil se focar em tudo, mas já é legal pra caralho e super emocionante, imagina quando eu conseguir de fato fazer tudo isso ao mesmo tempo!</div>
<div>
<p><span style="color: #ffffff;">..</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #ffffff;"><a href="http://www.geex.com.br/blog2/wp-content/uploads/2011/06/league.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-9585" title="league" src="http://www.geex.com.br/blog2/wp-content/uploads/2011/06/league.jpg" alt="" width="504" height="272" /></a><br />
</span></p>
<p><strong>Q) Como vocês começaram a se juntar com esse fim desestressante?</strong></p>
<p><strong>B)</strong> Comecei com essa idéia sozinha, todo mundo me achava maluca por querer trazer um esporte pro Brasil que não existia e que precisava de  equipamento em que a maior parte é gringo. Mas com o apoio dos amigos fui em frente, conversando com outras amigas que também se interessaram e por aí começamos nossos humildes treinos, até virar o que eh hj.<span style="color: #ffffff;">.</span></p>
<p><span style="color: #ffffff;"> </span><strong>N)</strong> Eu me interessei pelo esporte assim que o descobri e acabei tendo contato com a Beki, fundadora da Ladies of HellTown. Me juntei à ela logo no início. Desde então várias garotas se juntaram a nós, com o mesmo propósito.</p>
<p><strong>L)</strong> Eu simplesmente fiquei sabendo da existência da liga através da minha irmã. Juntas fomos assistir um treino, curtimos e estamos aí.</p>
<p><strong>M)</strong> Eu fiquei sabendo da existência delas pela <a href="http://www.facebook.com/photo.php?fbid=10150152188997367&amp;set=a.444929777366.244370.368884037366&amp;type=1" target="_blank">Dani Cruz</a> [N.E.: fresh meat há tanto tempo foi apelidade de "rotten meat" já], e depois recebi um flyer em um evento de carros custom ano passado. Depois eu enrolei pra caralho e no começo deste ano tomei vergonha na cara e me juntei às meninas.</p>
<p><span style="color: #ffffff;">.</span></p>
<p><strong><a href="http://www.geex.com.br/blog2/wp-content/uploads/2011/06/patins.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-9588" title="patins" src="http://www.geex.com.br/blog2/wp-content/uploads/2011/06/patins.jpg" alt="" width="346" height="230" /></a>Q) Vocês estão tendo uma exposição cada vez maior na mídia, aparecendo em grandes sites e jornais. Mesmo sendo tudo tão recente, isso está trazendo mais garotas interessadas em praticar esse esporte e mais pessoas querendo assistir os treinos?</strong></p>
<p><strong>B)</strong> Não é exatamente recente, a liga foi fundada em 2009 mas eu venho correndo atrás desde 2007. Então foi um trabalho de lá pra cá pra conseguirmos esse espaço na mídia (e com certeza o filme <a href="http://www.imdb.com/title/tt1172233/" target="_blank">Whip It!</a> ajudou muito). Agora cada vez que saimos em <a href="http://ladiesofhelltown.wordpress.com/2011/04/19/ladies-no-jornal-da-gazeta/" target="_blank">alguma materia </a>recebemos muitos emails de pessoas interessadas e com isso a liga a cada dia cresce mais (e espero que continue assim).</p>
<p><strong>N)</strong> A exposição na mídia, querendo ou não, é um grande canal de ligação entre a liga e novos entusiastas. Cada vez mais garotas entram em contato, querendo conhecer melhor o esporte e treinar com a gente. Assim também aumenta o número de pessoas interessadas no esporte, seja no aspecto jornalístico, esportivo ou apenas para suprir curiosidade; o número de interessados é cada vez maior.</p>
<p><strong>L)</strong> Sim, com certeza. Já apareceram meninas nos treinos com interesse em conhecer e praticar porque viram a gente na mídia.</p>
<p><strong>M) </strong>A exposição na mídia tem ajudado mesmo, algumas meninas vieram assisitir treinos porque viram alguma matéria, outras ainda vem pelo boca a boca. O que importa é que a gente consiga divulgar e cada vez mais mocinhas (e mocinhos! vocês não jogam, mas podem fazer outras coisas, temos o coach D.Araki, 2 árbitros em treinamente e um menino que começou a ajudar com a parte de preparamento físico) se interessem.</p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #ffffff;"><a href="http://www.geex.com.br/blog2/wp-content/uploads/2011/06/treino.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-9591" title="treino" src="http://www.geex.com.br/blog2/wp-content/uploads/2011/06/treino.jpg" alt="" width="504" height="336" /></a>.</span></p>
<p><strong><a href="http://www.geex.com.br/blog2/wp-content/uploads/2011/06/logo_branco.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-9592" title="logo_branco" src="http://www.geex.com.br/blog2/wp-content/uploads/2011/06/logo_branco.jpg" alt="" width="179" height="331" /></a>Q) O estilo que envolve a cultura Roller Derby é muito interessante, marcado por desenhos e garotas pin-ups, com nomes fortes como, Psycho Rollers, Riot River, Psychoticdolls Roller Derby, Meatgrinders. A inspiração para Ladys of Helltown, veio depois de muita discussão ou foi um insight divino (ou diabólico no caso)?</strong></p>
<p><strong>N)</strong> Foi meio que um insight divino, se assim possa ser colocado, entre as fundadoras da liga. É uma menção/homenagem/identificação com o nome Lords of DogTown.</p>
<p><strong>B)</strong> O nome da liga foi criado por mim e pela Camila (minha amiga que agora não treina, mas acho que ano que vem ela volta). Ficava pensando em nomes mas nunca gostava o suficiente deles pra falar &#8220;simmmm, eh esse o nome&#8221;. Até que um dia assistindo pela milésima vez o <a href="http://www.imdb.com/title/tt0355702/" target="_blank">Lords of Dogtown</a> eu tive esse insight de chamar a liga da <strong>Ladies of HellTown</strong>. Por dois motivos principais, primeiro em homenagem aos caras que fizeram do skateboard o que é hoje em dia, segundo porque da mesma maneira que o skateboard é o que conhecemos hoje em dia por causa deles, nos também fomos pioneiras no Roller Derby no Brasil &#8211; e o nome ficou muito legal.</p>
<p><strong>L) </strong>Podemos dizer também Helltown se refere a nossa queridíssima São Paulo.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.geex.com.br/blog2/wp-content/uploads/2011/06/poseladies.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-9593" title="poseladies" src="http://www.geex.com.br/blog2/wp-content/uploads/2011/06/poseladies.jpg" alt="" width="432" height="347" /></a></p>
<p><strong>Q) Quando começaram as ligas amadoras e copas sul-americanas de Roller Derby? Colómbia e Chile parecem estar à frente na quantidade de times femininos. Existem pensamentos de fazer algo grande assim? Ou vocês esperam que as coisas tenham proporções menores?</strong></p>
<p><strong><span style="font-weight: normal;"><strong><a href="http://www.geex.com.br/blog2/wp-content/uploads/2011/06/41.jpg"><img class="alignright size-large wp-image-9596" title="4" src="http://www.geex.com.br/blog2/wp-content/uploads/2011/06/41-259x1024.jpg" alt="" width="181" height="717" /></a>N)</strong> Nesses últimos dois anos a quantidade de ligas amadoras cresceu significativamente na América Latina. No Brasil, o número de ligas também é crescente. Mas atenções estão voltadas, momentaneamente, para a <a href="http://www.bloodandthundermag.com/WorldCup2011.htm" target="_blank">primeira Copa Mundial</a>que será realizada no Canadá, em Dezembro desse ano. O Brasil está trabalhando bastante pra montar seu time que representará o país na Copa, assim como os outros países da América Latina também devem estar. A partir do ano que vem é provável que esse assunto passe a ser discutido formalmente.</span></strong></p>
<p><strong>B)</strong> As ligas são todas amadoras, as ligas da América do sul começaram meio que ao mesmo tempo &#8211; não sei ao certo quando exatamente elas começaram mas foi por volta de 2009/2010.  Regionalmente, temos campeonatos e os bouts (jogos), dentro das próprias ligas e entre ligas. Dentro de uma liga os times jogam entre si e depois nos campeonatos regionais a liga envia o time das <em>all stars</em> pra jogar contra outras <em>all stars </em>de outras ligas.</p>
<p>Quantidade não significa qualidade,  então isso não é uma preocupação competir entre as ligas para ver quem tem mais gente. Só nos no preocupamos em treinars pra podermos jogar. Estamos todos aqui por um único motivo ROLLER DERBY! <a href="http://www.derbyroster.com/" target="_blank">No Brasil já temos 9 ligas </a>(algumas ainda estão bem no começo e outras ja estão mais avançadas), as grandes dificuldades que temos ainda se resume à  falta de espaços públicos, de patrocinio e ao excesso de burocracia pra conseguir essas coisas</p>
<p><strong>M)</strong> Acho que o desejo não é necessariamente ser gigante, mas ter um tamanho que permita algumas coisas &#8211; como ter vários times (cada time tem 15 meninas creio), um ginásio próprio, ter um dia uma <em><a href="http://www.urbandictionary.com/define.php?term=banked%20track" target="_blank">banked track</a></em>, conseguir importar patins com mais facilidade ou ter mais modelos disponíveis aqui (por um preço mais justo, diga-se de passagem)  etc.</p>
<p>Então, não é crescer por crescer, é um esporte de time, precisa sempre de mais pessoas &#8211; e precisa de uma certa infra-estrutura. Esse ano vai ter um sulamericano na Colômbia e o mundial no Canadá. Na Colômbia, na verdade, vai ser um interligas, então não é obrigatório um time representando o país. Mas com o mundial, não sei se vamos conseguir mandar meninas para a Colômbia em tempo. Ainda não temos muuuuitas meninas, e temos muitas <em>fresh meats</em> (eu inclusive), além disso existem questões como dinheiro e tempo. Com as opções, percebo então que a galera tá na pilha de ir no mundial mesmo. <img src='http://www.geex.com.br/blog2/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>&nbsp;</p>
<p>As perguntas encerraram-se por aí. Não por falta de questões e curiosidades, mas por que é muito difícil conversar via e-mail com tantas mulheres ao mesmo tempo e depois organizar tudo. Mas não se acanhe com a cara de má e a postura que o Roller Derby exige, como a Napalm Dash disse &#8220;<em>É um esporte em que a garota pode extravasar sua &#8216;dureza&#8217; sem perder a feminilidade</em>&#8220;, então entre em contato com elas, via twitter, facebook, <a href="mailto:ladiesofhelltown@hotmail.com" target="_blank">email</a> ou até ao vivo.</p>
<p>E se ficou empolgado MESMO depois de ler isso e se pudesse IA HOJE MESMO conhecer essas meninas, ÓTIMO! Pois neste dia 09 de junho acontece a primeira festa promovida por elas E com direito à <a href="http://papodehomem.com.br/jello-shots-drinks-de-gelatina/" target="_blank">jello shots</a> a cada uma hora.</p>
<p>Rock de verdade, meias arrastão e atitude. Isso sim é esporte.</p>
<p><a href="http://www.geex.com.br/blog2/wp-content/uploads/2011/06/syxz2.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-9597" title="syxz2" src="http://www.geex.com.br/blog2/wp-content/uploads/2011/06/syxz2.png" alt="" width="399" height="582" /></a></p>
</div>
</div>
</div>
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		<title>Entrevista: The Echelon Effect</title>
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		<pubDate>Thu, 20 Jan 2011 20:36:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jairo Neto</dc:creator>
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		<category><![CDATA[GeeX! Entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
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		<description><![CDATA[O The Echelon Effect é  um projeto do David Walters que trabalha em um nicho entre a música ambiente, o eletrônico e o post-rock. Parecido em concepção com outros artistas que pintaram aqui, como o Henrik José, Dave &#8211; como ele gosta de ser chamado &#8211; também trabalha sozinho, gravando, produzindo e divulgando seus álbuns por conta própria. Sobre as origens: Basicamente, eu costumava gravar e produzir música, de todos os tipos, para viver. Eu fazia isso por quase nove anos e eu estava realmente começando a perder minha paixão pela música. Eu não conseguia abrir um software de música sem pensar &#8220;droga, eu realmente não quero mais fazer isso&#8221;. Eu dei um tempo e fiz muita reflexão para ver se música tinha ainda algum efeito em mim. Eu decidi que se eu fosse continuar, eu iria produzir algo que realmente significasse para mim, algo que me deixasse orgulhoso e algo que eu apaixonasse na hora de fazer. Eu também precisava de alguma forma de saber que eu terminaria as faixas a partir do lançamento das mesmas, eu decidi que o lançamento seria por um simples upload no Myspace. E foi isso que eu fiz, eu compus uma faixa, Safety e a subi. No decorrer das outras semanas, sempre que eu queria me apaixonar novamente por música, eu fazia uma faixa e a subia no Myspace. Tudo foi o início do que seria o The Echelon Effect. Lentamente as pessoas começaram a seguir e me deixar mensagens carinhosas. Então basicamente, The Echelon Effect é uma vitrine pública de uma pessoa que encontra novamente influência e paixão na música. Dali, isso só cresceu e cresceu. Sobre inspiração: Eu enfrento uma tonelada de emoções quando eu componho, mas eu tenho que dizer que duas ou três influências me movem de novo e de novo. Eu acho a Ciência fascinante, talvez porque eu não sou inteligente o suficiente para entender nem uma parte dela, mas eu realmente encontro muitas coisas fascinantes quando penso sobre Ciência. Eu sempre fico impressionado com pessoas tão inteligentes. Viajar também tem um grande papel no The Echelon Effect. Distância, separação e reunião. Qualquer coisa que mexa com as emoções das pessoas dessa forma, a crueldade da separação de alguma coisa pela distância, comparada com êxtase de se reencontrar com pessoas e lugares. Acho que minha última influência vem dos lugares, eu amo procurar coisas bonitos por onde eu passo. Eu moro em uma região bem urbana de Londres e eu adoro sair para tirar fotos e filmar tudo ao redor, transformando em algo bonito. Eu gosto onde eu moro e componho, eu não sou mimado por paisagens lindas, etc; e eu gosto disso, pelo fato que eu tenho que olhar com mais cuidado numa área ou lugar para encontrar sua verdadeira beleza. Sobre trabalhos cooperativos: Eu realmente não considero a minha música como apenas minha, se as pessoas quiserem se juntar e ajudar, se envolverem, então será ainda melhor. Eu fazia isso com os fãs no álbum Reunion....]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O <a href="http://www.theecheloneffect.com/"><strong>The Echelon Effect</strong></a> é  um projeto do David Walters que trabalha em um nicho entre a música ambiente, o eletrônico e o post-rock. Parecido em concepção com outros artistas que pintaram aqui, <a href="http://www.geex.com.br/2010/04/30/geex-especial-henrik-jose/">como o Henrik José</a>, Dave &#8211; como ele gosta de ser chamado &#8211; também trabalha sozinho, gravando, produzindo e divulgando seus álbuns por conta própria.</p>
<p><strong>Sobre as origens:</strong></p>
<p>Basicamente, eu costumava gravar e produzir música, de todos os tipos, para viver. Eu fazia isso por quase nove anos e eu estava realmente começando a perder minha paixão pela música. Eu não conseguia abrir um software de música sem pensar &#8220;droga, eu realmente não quero mais fazer isso&#8221;. Eu dei um tempo e fiz muita reflexão para ver se música tinha ainda algum efeito em mim.</p>
<p>Eu decidi que se eu fosse continuar, eu iria produzir algo que realmente significasse para mim, algo que me deixasse orgulhoso e algo que eu apaixonasse na hora de fazer.</p>
<div id="attachment_8066" class="wp-caption alignright" style="width: 250px"><a href="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/01/3312291392-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-8066 " title="3312291392-1" src="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/01/3312291392-1-300x300.jpg" alt="" width="240" height="240" /></a><p class="wp-caption-text">Capa do álbum &quot;Migration&quot;</p></div>
<p>Eu também precisava de alguma forma de saber que eu terminaria as faixas a partir do lançamento das mesmas, eu decidi que o lançamento seria por um simples upload no <a href="http://www.myspace.com/theecheloneffect">Myspace</a>. E foi isso que eu fiz, eu compus uma faixa, <em>Safety</em> e a subi. No decorrer das outras semanas, sempre que eu queria me apaixonar novamente por música, eu fazia uma faixa e a subia no Myspace. Tudo foi o início do que seria o The Echelon Effect. Lentamente as pessoas começaram a seguir e me deixar mensagens carinhosas. Então basicamente, The Echelon Effect é uma vitrine pública de uma pessoa que encontra novamente influência e paixão na música. Dali, isso só cresceu e cresceu.</p>
<p><strong>Sobre inspiração:</strong></p>
<p>Eu enfrento uma tonelada de emoções quando eu componho, mas eu tenho que dizer que duas ou três influências me movem de novo e de novo. Eu acho a Ciência fascinante, talvez porque eu não sou inteligente o suficiente para entender nem uma parte dela, mas eu realmente encontro muitas coisas fascinantes quando penso sobre Ciência. Eu sempre fico impressionado com pessoas tão inteligentes.</p>
<div id="attachment_8069" class="wp-caption alignleft" style="width: 250px"><a href="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/01/london1-400x400.jpg"><img class="size-medium wp-image-8069 " title="london1-400x400" src="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/01/london1-400x400-300x300.jpg" alt="" width="240" height="240" /></a><p class="wp-caption-text">Capa do álbum &quot;Mosaic&quot;</p></div>
<p>Viajar também tem um grande papel no The Echelon Effect. Distância, separação e reunião. Qualquer coisa que mexa com as emoções das pessoas dessa forma, a crueldade da separação de alguma coisa pela distância, comparada com êxtase de se reencontrar com pessoas e lugares.</p>
<p>Acho que minha última influência vem dos lugares, eu amo procurar coisas bonitos por onde eu passo. Eu moro em uma região bem urbana de Londres e eu adoro sair para tirar fotos e filmar tudo ao redor, transformando em algo bonito. Eu gosto onde eu moro e componho, eu não sou mimado por paisagens lindas, etc; e eu gosto disso, pelo fato que eu tenho que olhar com mais cuidado numa área ou lugar para encontrar sua verdadeira beleza.</p>
<p><strong>Sobre trabalhos cooperativos:</strong></p>
<p>Eu realmente não considero a minha música como apenas minha, se as pessoas quiserem se juntar e ajudar, se envolverem, então será ainda melhor. Eu fazia isso com os fãs no álbum <em>Reunion</em>. Eu consegui que os ouvintes se gravasse explicando o que significava &#8220;casa&#8221; para eles. Eu verdadeiramente acredito que música é para todos. E alternativamente eu adoro me envolver com a música dos outros por meio de remixes etc. Há muito talento por aí que não dá para ignorar. Eu gosto tanto de ouvir quando de fazer, por isso que acho que é importante calibrar.</p>
<p><strong>Sobre turnês:</strong></p>
<p>Eu ainda não faço turnês! Apesar que isso vai mudar. Em breve existirá o momento de transformar o The Echelon Effect, um projeto que eu comecei solo, em um projeto que funcione ao vivo. Eu sou bem exigente! Se não soar tão bom quanto <a href="http://www.myspace.com/thiswilldestroyyou">This Will Destroy</a> ou <a href="http://www.casadecalexico.com/">Calexico</a> então não farei. Fiquem de olho!</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;</p>
<p><em>O GeeX! agradece a boa vontade do The Echelon Effect e aguardamos ansiosamente por uma visita do artista ao Brasil!</em></p>
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		<title>GeeX! Especial: Cars &amp; Trains</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Sep 2010 20:17:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jairo Neto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[GeeX! Entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[alternativo]]></category>
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		<description><![CDATA[Sair em turnê pode ser uma jornada solitária e ninguém sabe isso tanto quanto Tom Filepp, o homem por trás do projeto Cars &#38; Trains. Uma espécie de &#8220;primo&#8221; norte-americano do Henrik José, o Cars &#38; Trains tem lá suas experimentações eletrônicas, mas também joga em suas composições instrumentos analógicos e, digamos, orgânicos, como violinos, xilofones e até brinquedos. Como e quando você teve a ideia de criar o Cars &#38; Trains? Bom, fui um músico por toda a minha vida.  Eu acho que uns dez anos atrás eu fiquei intrigado em como organicamente misturar instrumentos acústicos com uma produção eletrônica. Na época eu não tinha ouvido nada neste estilo, e parecia que era um bom desafio. Eu gostava da ideia de violões acústicos acompanhados de eletrônicos ao estilo Aphex Twin (na era Richard D. James), ou Boards of Canada, e eu gostava como tudo isso soava na minha cabeça. O que te afeta mais em suas composições? Quais são suas influências? Há definitivamente muita inspiração vinda de meus amigos músicos. Desde quando eu fiz meu primeiro EP como Cars &#38; Trains, eu lembro de toda a vez que o Chen (Boy In Static) lançava um novo álbum, eu fazia um remix para ele, e aquelas técnicas e timbres que eu utilizava naqueles remixes preparariam a base/sonoridade do meu próximo álbum de diversas formas. Em termos musicais, eu amo Mount Eerie / The Microphones e Mirah. Eu acho eles muito bons. Entre eles e um pessoal como Múm, está muito do meu &#8220;wow&#8221; na minha vida musical de hoje em dia. Nós recentemente entrevistamos o músico Henrik José, onde perguntamos se um dia ele deixaria outros músicos participarem de seu projeto. Você acredita em uma forma cooperativa de compor músicas? É, eu amo essa coisa solo justamente porque você não precisa depender de outras pessoas para fazer as coisas funcionarem. Eu já estive em bandas, então sei como são essas coisas. I sinto a falta do ambiente colaborativo,  eu amaria trabalhar com mais gente, mesmo que fosse apenas para shows ao vivo. Talvez arranjar alguém para tocar o cello, o mini moog, ou a bateria ou algo assim. Meu último álbum, The Roots, The Leaves, é definitivamente aberto para muita colaboração, tem bastante gente tocando os instrumentos em algumas músicas lá, e também alguns vocais especiais. A turnê é tranquila ou você encontra dificuldades na estrada? Os dois, na verdade. Algo muda em mim quando eu caio na estrada e eu já fico pronto para a coisa. Eu já vejo de longe e encaro a coisa. Tem funcionado bem, em exceção as últimas turnês onde eu dirigi sozinho, o que tem sido bem duro. Pode rolar legal por um tempo, mas depois a coisa te pega. Dirigir saindo de Denver, do Colorado para Lawrence, tudo sozinho (nove horas e meia de estrada) meio que acaba com você. Eu também esmaguei os meus dedos em um acidente bicicleta alguns anos atrás, o que meio que estragou eles e me dá problemas...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sair em turnê pode ser uma jornada solitária e ninguém sabe isso tanto quanto Tom Filepp, o homem por trás do projeto <strong><a href="http://www.carsandtrains.net/">Cars &amp; Trains</a>. </strong></p>
<p>Uma espécie de &#8220;primo&#8221; norte-americano do <a href="http://www.geex.com.br/2010/04/30/geex-especial-henrik-jose/">Henrik José</a>, o Cars &amp; Trains tem lá suas experimentações eletrônicas, mas também joga em suas composições instrumentos analógicos e, digamos, orgânicos, como violinos, xilofones e até brinquedos.</p>
<p><strong>Como e quando você teve a ideia de criar o Cars &amp; Trains?</strong></p>
<div id="attachment_6812" class="wp-caption alignright" style="width: 290px"><strong> </strong><strong><a href="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/09/DSC_0054_low.jpg"><img class="size-full wp-image-6812  " title="DSC_0054_low" src="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/09/DSC_0054_low.jpg" alt="" width="280" height="418" /></a></strong><p class="wp-caption-text">Tom e seu xilofone de criança</p></div>
<p>Bom, fui um músico por toda a minha vida.  Eu acho que uns dez anos atrás eu fiquei intrigado em como organicamente misturar instrumentos acústicos com uma produção eletrônica. Na época eu não tinha ouvido nada neste estilo, e parecia que era um bom desafio. Eu gostava da ideia de violões acústicos acompanhados de eletrônicos ao estilo <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Aphex_Twin">Aphex Twin</a> (na era Richard D. James), ou <a href="http://www.boardsofcanada.com/">Boards of Canada</a>, e eu gostava como tudo isso soava na minha cabeça.</p>
<p><strong>O que te afeta mais em suas composições? Quais são suas influências?</strong></p>
<p>Há definitivamente muita inspiração vinda de meus amigos músicos. Desde quando eu fiz meu primeiro EP como Cars &amp; Trains, eu lembro de toda a vez que o Chen (<a href="http://www.boyinstatic.com/">Boy In Static</a>) lançava um novo álbum, eu fazia um remix para ele, e aquelas técnicas e timbres que eu utilizava naqueles remixes preparariam a base/sonoridade do meu próximo álbum de diversas formas.</p>
<p>Em termos musicais, eu amo<a href="http://www.myspace.com/mounteerieorthemicrophones"> Mount Eerie / The Microphones</a> e <a href="http://www.myspace.com/cmonmirah">Mirah</a>. Eu acho eles muito bons. Entre eles e um pessoal como <a href="http://www.myspace.com/mumtheband">Múm</a>, está muito do meu &#8220;wow&#8221; na minha vida musical de hoje em dia.</p>
<p><strong>Nós recentemente entrevistamos o músico Henrik José, onde perguntamos se um dia ele deixaria outros músicos participarem de seu projeto. Você acredita em uma forma cooperativa de compor músicas?</strong></p>
<p>É, eu amo essa coisa solo justamente porque você não precisa depender de outras pessoas para fazer as coisas funcionarem. Eu já estive em bandas, então sei como são essas coisas. I sinto a falta do ambiente colaborativo,  eu amaria trabalhar com mais gente, mesmo que fosse apenas para shows ao vivo. Talvez arranjar alguém para tocar o cello, o mini moog, ou a bateria ou algo assim.</p>
<p>Meu último álbum, <em>The Roots, The Leaves</em>, é definitivamente aberto para muita colaboração, tem bastante gente tocando os instrumentos em algumas músicas lá, e também alguns vocais especiais.</p>
<p><strong>A turnê é tranquila ou você encontra dificuldades na estrada?</strong></p>
<p>Os dois, na verdade. Algo muda em mim quando eu caio na estrada e eu já fico pronto para a coisa. Eu já vejo de longe e encaro a coisa. Tem funcionado bem, em exceção as últimas turnês onde eu dirigi sozinho, o que tem sido bem duro. Pode rolar legal por um tempo, mas depois a coisa te pega. Dirigir saindo de Denver, do Colorado para Lawrence, tudo sozinho (nove horas e meia de estrada) meio que acaba com você.</p>
<p>Eu também esmaguei os meus dedos em um acidente bicicleta alguns anos atrás, o que meio que estragou eles e me dá problemas de estamina naquela mão, o que torna bem difícil tocar oito ou dez shows de uma vez.</p>
<p><strong>Você também é dono da netlabel Circle Into Square. O que você pode contar do seu lado empreendedor?</strong></p>
<p>Bom, a <a href="http://www.circleintosquare.com/"><strong>Circle Into Square</strong></a> foi algo que eu comecei para ter uma base para minha própria música, como forma de contatar distribuidores e dizer: &#8220;Ei, eu sou fulano de tal da gravadora tal&#8221;, ao invés de contatá-los como uma banda. Muitos vendedores não querem conversar com bandas. É engraçado ver como isso ajudou bastante.</p>
<p>Ela cresceu BASTANTE desde então (doze artistas), e nós criamos uma parceria com a <a href="http://fakefourinc.com/">Fake Four Inc</a>, os amigos que lançaram o meu álbum mais recente. Fake Four tem ajudado a gente no financiamento enquanto nós ajudamos em dividir o nossos sistema de loja com eles. É legal, todo o sistema do site e da loja eu criei sozinho, tem várias ferramentas legais  para os artistas, portanto estou bem feliz que as pessoas têm feito bom uso dele.</p>
<p>——————————————————–</p>
<p><em>O GeeX! agradece a boa vontade do Tom Filepp em conceder a entrevista e aguarda a visita do músico ao Brasil!<br />
</em></p>
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		<title>GeeX! Especial: Maserati</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Jul 2010 22:36:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jairo Neto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[GeeX! Entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
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		<description><![CDATA[Carros velozes? É um pouco complicado definir os americanos do Maserati. Depois que você passa da estranheza inicial de comparar o nome da banda com a famosa marca de carros luxuosos, vem a árdua tarefa de definir o tipo de som que os caras fazem. Digamos que o Maserati toca algo que seria um rock instrumental dançante, se algo assim fosse possível. Ou para alguns eles estão mais para um som experimental, quase que vindo de uma estação espacial perdida em outra dimensão. Em fase final de mixagem de seu novo álbum, a banda aproveitou para trocar uma palavra com o GeeX!, conversando sobre o passado, a terrível tragédia que envolveu o baterista Jerry Fuchs e como seguir em frente com o novo álbum Pyramid of The Sun. A Entrevista: Da onde o Maserati tira inspiração? Muitas vezes nos influenciamos e nos inspiramos por bandas e álbuns pelo tempo. Quando compusemos o Inventions For The New Season, estávamos em turnê pela Europa e o Jerry tocava Inventions For Electric Guitar, do Ash Ra Tempel, toda a hora. Nós realmente nos apaixonamos  pelo Manuel Gottshing e aquilo nos inspirou por um tempo. Seu som era um certo elemento que procurávamos há um tempo e ele é provavelmente um dos meus guitarristas preferidos desde então. Durante o ano passado, nós ouvimos bastante o Aphrodities Child além dos álbuns solo do Demis Roussos (do qual o Jerry era um grande fã) e tinha um álbum do Aphrodities Child em particular, chamado 666. Enquanto estávamos na nossa última turnê, o Jerry queria pegar muito das letras daquele álbum e utiliza-las como títulos para nossas faixas. Era como uma espécie homenagem para o que ele queria. Como a cidade influencia vocês? Todos nós moramos numa cidade e eu acho que isso influência nossas vidas maneiras diferentes. Matt mora em Atlanta e trabalha como planejador urbano. Ele cursou a faculdade de arquitetura, portanto acredito que de todos nós, ele é o que provavelmente carrega mais inspiração da estética da cidade em geral. Isso é mais visível nas capas de nossos álbuns. Jerry morava em Nova Iorque, portanto acredito que aquele estilo de vida &#8220;super-urbano&#8221; afetava a sua vida, ao contrário de eu e o Chris, que vivemos em uma pequena cidade universitária. Qual é a opinião de vocês sobre o post-rock? Vocês acham que ele sofreu com uma onda excessiva de hype? Eu acredito que o post-rock sofreu da mesma coisa que o grunge e qualquer outro gênero também sofreu. Eu sei que certos gêneros vêm e vão, mas o post-rock meio que se auto-devorou até a morte. Ainda mais com bandas que se conformavam em soar como Mogwai, etc. Eu sei que quando a gente começou, nós éramos inspirados pela música de bandas como Slint, Mogwai, Tortoise, etc; mas definitivamente queríamos tentar algo e evoluir além daquele padrão de &#8220;crecendo rock&#8221; (sic) que todas a bandas faziam. Quais são as novas direções da banda desde o terrível acidente do ano passado? Nós começamos a gravar...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_6029" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/06/athfest1_062405.jpg"><img class="size-medium wp-image-6029" title="athfest1_062405" src="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/06/athfest1_062405-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a><p class="wp-caption-text">A banda em uma apresentação ao vivo</p></div>
<p><strong>Carros velozes? </strong></p>
<p>É um pouco complicado definir os americanos do <a href="http://www.ihaveadagger.net/home.html"><strong>Maserati</strong></a>.</p>
<p>Depois que você passa da estranheza inicial de comparar o nome da banda com a famosa marca de carros luxuosos, vem a árdua tarefa de definir o tipo de som que os caras fazem. Digamos que o Maserati toca algo que seria um rock instrumental dançante, se algo assim fosse possível. Ou para alguns eles estão mais para <a href="http://www.youtube.com/watch?v=UKSRvqnrajQ">um som experimental</a>, quase que vindo de uma estação espacial perdida em outra dimensão.</p>
<p>Em fase final de mixagem de seu novo álbum, a banda aproveitou para trocar uma palavra com o GeeX!, conversando sobre o passado, <a href="http://g1.globo.com/Noticias/Musica/0,,MUL1371794-7085,00.html">a terrível tragédia que envolveu o baterista Jerry Fuchs</a> e como seguir em frente com o novo álbum <em>Pyramid of The Sun</em>.</p>
<p><strong>A Entrevista:</strong></p>
<p><strong>Da onde o Maserati tira inspiração?<br />
</strong></p>
<p>Muitas vezes nos influenciamos e nos inspiramos por bandas e álbuns pelo tempo. Quando compusemos o <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Inventions_for_the_New_Season"><em>Inventions For The New Season</em></a>, estávamos em turnê pela Europa e o Jerry tocava<em> Inventions For Electric Guitar</em>, do <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Ash_Ra_Tempel">Ash Ra Tempel</a>, toda a hora. Nós realmente nos apaixonamos  pelo Manuel Gottshing e aquilo nos inspirou por um tempo. Seu som era um certo elemento que procurávamos há um tempo e ele é provavelmente um dos meus guitarristas preferidos desde então. Durante o ano passado, nós ouvimos bastante o <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Aphrodite%27s_Child">Aphrodities Child</a> além dos álbuns solo do Demis Roussos (do qual o Jerry era um grande fã) e tinha um álbum do <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Aphrodite%27s_Child">Aphrodities Child</a> em particular, chamado <em>666</em>. Enquanto estávamos na nossa última turnê, o Jerry queria pegar muito das letras daquele álbum e utiliza-las como títulos para nossas faixas. Era como uma espécie homenagem para o que ele queria.</p>
<p><strong>Como a cidade influencia vocês?</strong></p>
<p>Todos nós moramos numa cidade e eu acho que isso influência nossas vidas maneiras diferentes. Matt mora em Atlanta e trabalha como planejador urbano. Ele cursou a faculdade de arquitetura, portanto acredito que de todos nós, ele é o que provavelmente carrega mais inspiração da estética da cidade em geral. Isso é mais visível nas capas de nossos álbuns. Jerry morava em Nova Iorque, portanto acredito que aquele estilo de vida &#8220;super-urbano&#8221; afetava a sua vida, ao contrário de eu e o Chris, que vivemos em uma pequena cidade universitária.</p>
<p><strong>Qual é a opinião de vocês sobre o post-rock? Vocês acham que ele sofreu com uma onda excessiva de <em>hype</em>?</strong></p>
<p>Eu acredito que o <em>post-rock</em> sofreu da mesma coisa que o <em>grunge</em> e qualquer outro gênero também sofreu. Eu sei que certos gêneros vêm e vão, mas o <em>post-rock</em> meio que se auto-devorou até a morte. Ainda mais com bandas que se conformavam em soar como <a href="http://www.mogwai.co.uk/order/uk/">Mogwai</a>, etc. Eu sei que quando a gente começou, nós éramos inspirados pela música de bandas como <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Slint">Slint</a>, <a href="http://www.mogwai.co.uk/order/uk/">Mogwai</a>, <a href="http://www.trts.com/splash.php">Tortoise</a>, etc; mas definitivamente queríamos tentar algo e evoluir além daquele padrão de &#8220;crecendo rock&#8221; (sic) que todas a bandas faziam.</p>
<div id="attachment_6033" class="wp-caption alignleft" style="width: 280px"><a href="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/06/trr149cd.jpg"><img class="size-medium wp-image-6033" title="trr149cd" src="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/06/trr149cd-300x300.jpg" alt="" width="270" height="270" /></a><p class="wp-caption-text">&quot;Passages&quot;: o último EP lançado pela banda no ano passado</p></div>
<p><strong> </strong><strong>Quais são as novas direções da banda desde o terrível acidente do ano passado? </strong></p>
<p>Nós começamos a gravar o novo álbum em Setembro do ano passado, logo depois saímos para uma turnê de sete semanas, e uma semana depois o Jerry morreu no acidente do Brooklyn. Precisaram de muitos meses para que pudéssemos conversar sobre o que queríamos fazer. Todos nós sabíamos o quão importante este álbum era para o Jerry e em Março nós fomos para Austin para finalizar e refazer as guitarras, baixos e sintetizadores. Nós planejamos lançar nosso novo álbum pela <a href="http://temporaryresidence.com/">TRL</a>, em Novembro, e depois disso nós não temos certeza do que vai ser da banda. Jerry era uma grande força musical e também era um grande amigo para a gente, portanto é muito difícil pensar no que é o melhor para a banda neste exato momento.</p>
<p><strong>O que podemos esperar do novo álbum?</strong></p>
<p>Eu acho que se você estiver familiarizado com os nossos dois últimos álbuns, vai perceber que este novo é o passa mais lógico. Ele é em grande parte bem divertido e tem bem mais sintetizadores que qualquer outro álbum que fizemos. O Steve Moore do <a href="http://www.geex.com.br/2009/10/20/zombi-spirit-animal-2009/">Zombi</a> toca em algumas faixas e nós estamos bem felizes com o resultado. Nossos amigos ficam nos perguntando o que esperar e a gente fala que é melhor álbum que já fizemos&#8230;</p>
<p>——————————————————–</p>
<p><em>O GeeX! agradece a boa vontade dos integrantes da banda e os deseja boa sorte no lançamento deste aguardado novo álbum!</em></p>
]]></content:encoded>
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		<title>GeeX! Especial: Penna Filho</title>
		<link>http://www.geex.com.br/2010/05/14/geex-especial-penna-filho/</link>
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		<pubDate>Fri, 14 May 2010 19:40:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jairo Neto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Colunas]]></category>
		<category><![CDATA[GeeX! Entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[2010]]></category>
		<category><![CDATA[cinema nacional]]></category>
		<category><![CDATA[entrevista]]></category>
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		<category><![CDATA[virada cultural]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.geex.com.br/?p=5333</guid>
		<description><![CDATA[O diretor Penna Filho é de uma velha-guarda do cinema brasileiro que tende a desaparecer. Radicado em Santa Catarina, ele apresenta o seu mais novo projeto na 3ª Virada Gastronômica, evento que ocorre junto da Virada Cultural em São Paulo, onde os participantes podem desfrutar de um evento que é uma maratona que atravessa a madrugada intercalando filmes temáticos com intervalos degustativos. Na cola da divulgação de seu novo filme, Doce de Coco, o diretor aproveitou o seu tempo disponível para conversar com o GeeX! sobre o processo de criação e divulgação do projeto. Conforme conversamos, as raízes do filme vêm de 1973, quando o diretor começou a dar as primeiras pinceladas no roteiro. Na época ele recebeu uma oportunidade de um investidor, que queria trabalhar em um filme tendo como base a cidade de Aparecida. Ou como nas palavras do diretor: &#8220;A idéia do filme surgiu na fase em que eu buscava uma linha mais autoral, depois de me submeter a tantos trabalhos de encomenda, filmes de produtor da &#8216;boca do lixo paulista&#8217;, como se chamava a região da cidade de São Paulo que concentrava produtoras e distribuidoras. Mas sua realização tornou-se inviável a partir do que aconteceu com o filme &#8216;O diabo tem mil chifres’, que escrevi e dirigi em 1970, onde eu introduzi referências ao momento político que atravessávamos. Com a censura forte, a exemplo de outros realizadores, servi-me de metáforas e simbolismos. O filme caiu nas malhas da censura e eu fiquei sem trabalho, pois o núcleo de produtores ao qual estava ligado não tinha interesse em discutir política e a nossa realidade.&#8221; Numa desavença com o produtor, que preferia um filme com tom mais dramático, Penna pausou o projeto, já que queria buscar um tom mais cômico a história. &#8220;Se extraísse todas as referências políticas e sociais até poderia ter feito o filme ainda nos anos 70, mas não tinha mais disposição para fazer concessões e preferi me dedicar ao tele-jornalismo. A diferença para o projeto original está na liberdade de expressão de hoje. Então, me foi possível fazer a comédia de fundo social que pretendia, com todas as referências políticas e ideológicas aparecendo de forma clara e não mais por intermédio de metáforas e simbolismos.&#8221; O diretor apontou uma preferência à temática social, vínculo esse que ele quis manter ao filmar Doce de Coco.  Ainda por cima, gosta da realidade, querendo expor ao público as marcas deixadas pelo Golpe de 64. Ainda mais por sua ênfase em direcionar seus trabalhos para instituições de ensino, como escolas, universidades e entidades sociais, o diretor mantém a urgência de seu trabalho ativa por entre a cultura brasileira. Então, aproveite novamente o momento da 3ª Virada Gastronômica e deguste do Doce de Coco, tanto a sobremesa quanto o filme.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O diretor <strong>Penna Filho</strong> é de uma velha-guarda do cinema brasileiro que tende a desaparecer. Radicado em Santa Catarina, ele apresenta o seu mais novo projeto na <a href="http://www.geex.com.br/2010/05/07/virada-cine-gastronomica/"><strong>3ª Virada Gastronômica</strong></a>, evento que ocorre junto da <a href="http://www.geex.com.br/2010/05/13/11-lugares-para-se-estar-na-virada-cultural/" target="_blank">Virada Cultural</a> em São Paulo, onde os participantes podem desfrutar de um evento que é uma maratona que atravessa a madrugada intercalando filmes temáticos com intervalos degustativos.</p>
<p>Na cola da divulgação de seu novo filme, <strong><a href="http://www.geex.com.br/2010/05/14/doce-de-coco-2009/"><em>Doce de Coco</em></a></strong>, o diretor aproveitou o seu tempo disponível para conversar com o GeeX! sobre o processo de criação e divulgação do projeto. Conforme conversamos, as raízes do filme vêm de 1973, quando o diretor começou a dar as primeiras pinceladas no roteiro. Na época ele recebeu uma oportunidade de um investidor, que queria trabalhar em um filme tendo como base a cidade de Aparecida. Ou como nas palavras do diretor:</p>
<blockquote><p>&#8220;A idéia do filme surgiu na fase em que eu buscava uma linha mais  autoral, depois de me submeter a tantos trabalhos de encomenda, filmes  de produtor da &#8216;boca do lixo paulista&#8217;, como se chamava a região da  cidade de São Paulo que concentrava produtoras e distribuidoras. Mas sua  realização tornou-se inviável a partir do que aconteceu com o filme &#8216;O  diabo tem mil chifres’, que escrevi e dirigi em 1970, onde eu introduzi  referências ao momento político que atravessávamos. Com a censura forte,  a exemplo de outros realizadores, servi-me de metáforas e simbolismos. O  filme caiu nas malhas da censura e eu fiquei sem trabalho, pois o  núcleo de produtores ao qual estava ligado não tinha interesse em  discutir política e a nossa realidade.&#8221;</p></blockquote>
<p>Numa desavença com o produtor, que preferia um filme com tom mais dramático, Penna pausou o projeto, já que queria buscar um tom mais cômico a história.</p>
<blockquote><p>&#8220;Se extraísse todas as referências políticas e sociais até poderia ter  feito o filme ainda nos anos 70, mas não tinha mais disposição para  fazer concessões e preferi me dedicar ao  tele-jornalismo.</p>
<p>A  diferença para o projeto original está na liberdade de expressão de  hoje. Então, me foi possível fazer a comédia de fundo social que  pretendia, com todas as referências políticas e ideológicas aparecendo  de forma clara e não mais por intermédio de metáforas e simbolismos.&#8221;</p></blockquote>
<p>O diretor apontou uma preferência à temática social, vínculo esse que ele quis manter ao filmar <em>Doce de Coco</em>.  Ainda por cima, gosta da realidade, querendo expor ao público as marcas deixadas pelo Golpe de 64.</p>
<p>Ainda mais por sua ênfase em direcionar seus trabalhos para instituições de ensino, como escolas, universidades e entidades sociais, o diretor mantém a urgência de seu trabalho ativa por entre a cultura brasileira.</p>
<p>Então, aproveite novamente o momento da <strong>3ª  Virada Gastronômica </strong>e deguste do <strong><a href="../../2010/05/14/doce-de-coco-2009/"><em>Doce  de Coco</em></a></strong>, tanto a sobremesa quanto o filme.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>GeeX! Especial: Henrik José</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Apr 2010 20:02:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jairo Neto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[GeeX! Entrevista]]></category>
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		<description><![CDATA[Henrique Quem? Henrik José é um músico sueco de raízes portuguesas. Confuso? Nem tanto, já que quase tudo de novo e diferente nos últimos anos têm vindo da Suécia, como no trabalho de músicos como José González, Loney Dear, entre outros. Mas vai lá, o mais bacana e misterioso do trabalho do Henrik são as suas indas e vindas. Passam-se quase dois anos e ele ressurge com um EP, disponibilizado gratuitamente em seu site oficial. Denominado de The Little Things, o novo trabalho continua na estrada de seus experimentos com o electropop, dando a entender uma ponta de um trabalho conceitual e mais autoral. Dos distantes campos da Suécia, o músico trocou algumas palavras com a gente, conversando sobre o planos para este ano, visões de sua música no futuro e, quem sabe, uma visita ao Brasil: A Entrevista: Na sua página do Myspace, você cita a influência de bandas como o Sigur Rós, Pink Floyd, The Smiths, entre outros. Atualmente, que banda ou estilo musical te influencia mais? Eu ainda amo bastante o Sigur Rós. Eu sou influenciado atualmente por este tipo de techno &#8220;minimalista artístico&#8221;. Toda aquela noção das coisas estarem musicalmente no seu lugar certo. Para mim, a busca da perfeição em uma forma minimalista misturada com uma instrumentação eclética é o que tem me movido ultimamente. Eu estou realmente tentando trazer estes elementos para a minha música. Eu também sou influenciado por artistas como o Animal Collective e o Caribou. Você tira inspiração de outras áreas, como cinema, arte, etc? Não conscientemente. Mas eu me inspiro em geral pelas várias formas de cultura, e quando estou inspirado, eu tendo a fazer música. Então provavelmente está tudo lá. Você esteve por entre diferentes estilos musicais, de 8-bit music à peças orquestradas. Você tem planos para continuar estes projetos ou são apenas ideias esporádicas? Não existem exatamente planos elaborados. Eu sou bem aberto quanto criar em diferentes estilos musicais. É por isto que quero ser mais eclético para poder misturar tudo isso um novo tipo de música. Eu vou provavelmente fazer algo baseado no clássico/orquestral no futuro. Quanto o 8-bit music, eu não tenho tanta certeza. A prática leva a perfeição ou a neurose? Você trabalha sozinho? Você gostaria de um dia trazer outros músicos para o seu projeto, da mesma forma como o Sam Beam fez no Iron &#38; Wine? Praticar? Eu não sou um instrumentista, então raramente eu pratico alguma coisa. Apesar que eu deveria, já que hoje em dia estou fazendo mais shows ao vivo. Eu não ouvi falar desta colaboração em particular (Iron &#38; Wine), mas se encontrasse as pessoas e ideias certas, estaria mais do que feliz em colaborar. Geralmente eu trabalho sozinho do começo ao fim. É minha forma de garantir que a música é genuína em todas as partes. Acho que é daí que vem a neurose, eu acho. : ) Vamos colaborar! Porque você não está em nenhum selo musical? É uma escolha ou uma fase passageira? Não é exatamente...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Henrique Quem?</strong></p>
<p><a href="http://www.henrikjose.com/"><strong>Henrik José</strong></a> é um músico sueco de raízes portuguesas. Confuso? Nem tanto, já que quase tudo de novo e diferente nos últimos anos têm vindo da Suécia, como no trabalho de músicos como <a href="http://www.jose-gonzalez.com/">José González</a>, <a href="http://www.loneydear.com/">Loney Dear</a>, entre outros.</p>
<p>Mas vai lá, o mais bacana e misterioso do trabalho do Henrik são as suas indas e vindas. Passam-se quase dois anos e ele ressurge com um EP, disponibilizado gratuitamente em seu site oficial. Denominado de <a href="http://www.henrikjose.com/newmusic.html"><em>The Little Things</em></a>, o novo trabalho continua na estrada de seus experimentos com o <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Electropop">electropop</a>, dando a entender uma ponta de um trabalho conceitual e mais autoral.</p>
<p>Dos distantes campos da Suécia, o músico trocou algumas palavras com a gente, conversando sobre o planos para este ano, visões de sua música no futuro e, quem sabe, uma visita ao Brasil:</p>
<p><strong>A Entrevista:</strong></p>
<p><strong>Na sua página do Myspace, você cita a influência de bandas como o Sigur Rós, Pink Floyd, The Smiths, entre outros. </strong><strong>Atualmente, que banda ou estilo musical te influencia mais?</strong></p>
<div class="wp-caption alignright" style="width: 218px"><strong> </strong><strong><img src="http://www.jaironeto.com/Geex/text_henrik1.jpg" alt="" width="208" height="526" /></strong><p class="wp-caption-text">Ilustração de sua página oficial.</p></div>
<p>Eu ainda amo bastante o <a href="http://www.sigur-ros.co.uk/">Sigur Rós</a>. Eu sou influenciado atualmente por este tipo de techno &#8220;minimalista artístico&#8221;. Toda aquela noção das coisas estarem musicalmente no seu lugar certo. Para mim, a busca da perfeição em uma forma minimalista misturada com uma instrumentação eclética é o que tem me movido ultimamente.</p>
<p>Eu estou realmente tentando trazer estes elementos para a minha música.</p>
<p>Eu também sou influenciado por artistas como o <a href="http://www.myspace.com/animalcollective">Animal Collective</a> e o <a href="http://www.myspace.com/cariboumanitoba">Caribou</a>.<br />
<strong><br />
Você tira inspiração de outras áreas, como cinema, arte, etc?</strong></p>
<p>Não conscientemente. Mas eu me inspiro em geral pelas várias formas de cultura, e quando estou inspirado, eu tendo a fazer música. Então provavelmente está tudo lá.</p>
<p><strong>Você esteve por entre diferentes estilos musicais, de <em>8-bit music</em> à peças orquestradas. Você tem planos para continuar estes projetos ou são apenas ideias esporádicas?<br />
</strong><br />
Não existem exatamente planos elaborados. Eu sou bem aberto quanto criar em diferentes estilos musicais. É por isto que quero ser mais eclético para poder misturar tudo isso um novo tipo de música.</p>
<p>Eu vou provavelmente fazer algo baseado no clássico/orquestral no futuro. Quanto o <em>8-bit music</em>, eu não tenho tanta certeza.<br />
<strong><br />
A prática leva a perfeição ou a neurose? Você trabalha sozinho? Você gostaria de um dia trazer outros músicos para o seu projeto, da mesma forma como o Sam Beam fez no <a href="http://www.ironandwine.com/">Iron &amp; Wine</a>?</strong></p>
<p>Praticar? Eu não sou um instrumentista, então raramente eu pratico alguma coisa. Apesar que eu deveria, já que hoje em dia estou fazendo mais shows ao vivo. Eu não ouvi falar desta colaboração em particular (Iron &amp; Wine), mas se encontrasse as pessoas e ideias certas, estaria mais do que feliz em colaborar. Geralmente eu trabalho sozinho do começo ao fim. É minha forma de garantir que a música é genuína em todas as partes. Acho que é daí que vem a neurose, eu acho. : )</p>
<p>Vamos colaborar!</p>
<p><strong>Porque você não está em nenhum selo musical? É uma escolha ou uma fase passageira?</strong></p>
<p>Não é exatamente uma escolha. Não mais do que não tentar entrar em uma gravadora. Eu gosto de lançar música a minha maneira. Dito isso, eu ainda não me incomodaria em assinar com uma gravadora que eu encontrasse ou que me encontrasse.</p>
<p>Se não uma gravadora, eu provavelmente me beneficiaria com algum tipo de representação / distribuição profissional.</p>
<p><strong>Sobre a turnê: algum plano para visitar o Brasil?</strong></p>
<p>De novo, eu preciso trabalhar nisto. De qualquer jeito eu farei alguns shows esporádicos neste verão. Alguns na Suécia, alguns na Polônia e ao menos um na Alemanha. Eu adoraria visitar o Brasil para tocar! Eu preciso praticar o meu português.</p>
<p><strong>Para finalizar, algum plano para gravar um álbum inteiro?</strong></p>
<p>O plano é de apenas lançar singles esse ano. Eu realmente preciso trabalhar na minha produtividade em atualizações constantes. Mas no futuro, sim! Eu gosto muito da ideia de um álbum conceitual com uma história do começo ao fim.</p>
<p>Veremos!</p>
<p>——————————————————–</p>
<p><em>O GeeX! agradece a boa vontade do Henrik José e aguardamos ansiosamente por uma visita do artista ao Brasil!</em></p>
]]></content:encoded>
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		<title>GeeX! Entrevista: Funkalleros</title>
		<link>http://www.geex.com.br/2010/04/24/geex-entrevista-funkalleros/</link>
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		<pubDate>Sat, 24 Apr 2010 14:09:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jairo Neto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[GeeX! Entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Billy Cobham]]></category>
		<category><![CDATA[instrumental]]></category>
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		<category><![CDATA[Medeski Martin & Wood]]></category>
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		<description><![CDATA[A primeira vez que se depara com o som do Funkalleros, fica aquele pensamento de &#8220;Uau, como eles conseguiram fazer uns arranjos tão bacanas pro A Go Go do John Scofield sem serem piegas?&#8221;. Em alta após uma apresentação na famosa casa de shows aqui de São Paulo, o Bourbon Street, a banda aproveitou para trocar algumas palavras com a gente: 1. Como e quando vocês formaram a banda? R: Formamos a banda em 2008. Eu (D’Angelo) e o baixista PH sempre fomos fissurados em funk. Quando conheci o baterista Carlos Contreras, que também adora o gênero resolvemos montar a banda que, a princípio era para ser instrumental. Era para ter um naipe de metais (sax, trombone e trompete) e um teclado. Mas logo no primeiro ensaio os caras dos sopros não foram. Desistimos deles e ficou um quarteto de teclado, baixo, bateria e guitarra. Começamos a ensaiar e a banda tava ficando com um som bacana quando o tecladista desistiu de fazer o som, alegando que tinha muitos projetos. Fizemos alguns ensaios em trio e no começo de um deles, o Marcelo Lemos, o outro guitarrista, ficou tocando na minha guitarra enquanto eu resolvia uns problemas e não chegava ao ensaio. Ficaram tocando Jeff Beck. Quando ele foi embora, o Carlos perguntou se não era legal chamá-lo para a banda. Eu e o PH ficamos meio na dúvida se duas guitarras funcionariam tocando funk. Fizemos um teste e logo no primeiro ensaio as coisas foram muito bem. Acho que funcionou porque eu e o Marcelo temos estilos muito diferentes de tocar e acabamos desenvolvendo e usando essa diferença a nosso favor. Fizemos muitos shows com o Funkalleros instrumental. Tocamos no New Jazz Bar, Ao Vivo Bar, Hole Club, Espaço Paidéia entre outros. Em um dos shows, resolvemos chamar a cantora Alessa pra fazer uma participação. Cada músico escolheu uma música para ela cantar. Fizemos um ensaio e nos apresentamos pela primeira vez no CCPC na metade de 2009. Adoramos a apresentação e a presença de palco dela. Resolvemos fazer mais shows com mais músicas e nos apresentávamos como Funkalleros + Alessa. Foram shows ótimos. Café Piu-Piu, Bourbon Street, Auá Bar e Espaço Urucum entre muitos outros. No fim de 2009, incorporamos a Alessa aos Funkalleros. Hoje, nos apresentamos na maioria das vezes com ela. Uma vez ou outra tocamos instrumental. 2. Quais são as maiores influências da banda? Como chegaram a um acordo de quais bandas serviriam de “base” para o som do grupo (ou até, como trabalharam os arranjos para adaptar à banda)? R: As influências são várias. Cada um tem uma preferência. No começo, quando banda era instrumental tentávamos fazer um funk que tivesse abertura para improvisação. Tinha muito de John Scofield, Jeff Beck, Billy Cobham e George Duke, Paul Jackson, Maceo Parker, Tower of Power, Red Hot Chili Peppers, Herbie Hancock na fase dos anos 70, Medeski Martin &#38; Wood. Mesmo com influências em comum, cada um dos músicos trouxe uma coisa pessoal. Quando a Alessa entrou pra banda, focamos em...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A primeira vez que se depara com o som do <a href="http://www.myspace.com/funkallerossp"><strong>Funkalleros</strong></a>, fica aquele pensamento de &#8220;Uau, como eles conseguiram fazer uns arranjos tão bacanas pro <a href="http://www.youtube.com/watch?v=hWc99ZeG6w8"><em>A Go Go</em></a> do <a href="http://www.johnscofield.com/">John Scofield</a> sem serem piegas?&#8221;. Em alta após uma apresentação na famosa casa de shows aqui de São Paulo, o <a href="http://www.bourbonstreet.com.br/">Bourbon Street</a>, a banda aproveitou para trocar algumas palavras com a gente:</p>
<p><strong>1. Como e quando vocês formaram a banda?</strong></p>
<p>R: Formamos a banda em 2008. Eu (D’Angelo) e o baixista PH sempre fomos fissurados em funk. Quando conheci o baterista Carlos Contreras, que também adora o gênero resolvemos montar a banda que, a princípio era para ser instrumental. Era para ter um naipe de metais (sax, trombone e trompete) e um teclado. Mas logo no primeiro ensaio os caras dos sopros não foram. Desistimos deles e ficou um quarteto de teclado, baixo, bateria e guitarra. Começamos a ensaiar e a banda tava ficando com um som bacana quando o tecladista desistiu de fazer o som, alegando que tinha muitos projetos. Fizemos alguns ensaios em trio e no começo de um deles, o Marcelo Lemos, o outro guitarrista, ficou tocando na minha guitarra enquanto eu resolvia uns problemas e não chegava ao ensaio. Ficaram tocando <a href="http://www.jeffbeck.com/">Jeff Beck</a>. Quando ele foi embora, o Carlos perguntou se não era legal chamá-lo para a banda. Eu e o PH ficamos meio na dúvida se duas guitarras funcionariam tocando funk.</p>
<div class="wp-caption alignright" style="width: 396px"><img class="  " src="http://jaironeto.com/Geex/funkalleros1.jpg" alt="" width="386" height="257" /><p class="wp-caption-text">Fotos por Mayra Azzi</p></div>
<p>Fizemos um teste e logo no primeiro ensaio as coisas foram muito bem. Acho que funcionou porque eu e o Marcelo temos estilos muito diferentes de tocar e acabamos desenvolvendo e usando essa diferença a nosso favor. Fizemos muitos shows com o Funkalleros instrumental. Tocamos no New Jazz Bar, Ao Vivo Bar, Hole Club, Espaço Paidéia entre outros. Em um dos shows, resolvemos chamar a cantora Alessa pra fazer uma participação. Cada músico escolheu uma música para ela cantar. Fizemos um ensaio e nos apresentamos pela primeira vez no CCPC na metade de 2009. Adoramos a apresentação e a presença de palco dela. Resolvemos fazer mais shows com mais músicas e nos apresentávamos como Funkalleros + Alessa. Foram shows ótimos. Café Piu-Piu, Bourbon Street, Auá Bar e Espaço Urucum entre muitos outros. No fim de 2009, incorporamos a Alessa aos Funkalleros. Hoje, nos apresentamos na maioria das vezes com ela. Uma vez ou outra tocamos instrumental.</p>
<p><strong>2. Quais são as maiores influências da banda? Como chegaram a um acordo de quais bandas serviriam de “base” para o som do grupo (ou até, como trabalharam os arranjos para adaptar à banda)?</strong></p>
<div class="wp-caption alignleft" style="width: 404px"><img src="http://jaironeto.com/Geex/funkalleros2.jpg" alt="" width="394" height="263" /><p class="wp-caption-text">Fotos por Mayra Azzi</p></div>
<p>R: As influências são várias. Cada um tem uma preferência. No começo, quando banda era instrumental tentávamos fazer um funk que tivesse abertura para improvisação. Tinha muito de <a href="http://www.johnscofield.com/">John Scofield</a>, <a href="http://www.jeffbeck.com/">Jeff Beck</a>, <a href="http://www.billycobham.com/">Billy Cobham</a> e <a href="http://www.georgeduke.com/">George Duke</a>, Paul Jackson, Maceo Parker, Tower of Power, Red Hot Chili Peppers, <a href="http://www.herbiehancock.com">Herbie Hancock</a> na fase dos anos 70, <a href="http://www.mmw.net/">Medeski Martin &amp; Wood</a>. Mesmo com influências em comum, cada um dos músicos trouxe uma coisa pessoal. Quando a Alessa entrou pra banda, focamos em músicas que não tivessem tantos solos e chegamos aos nomes que eram unanimidades. Commodores, Chaka Khan, Aretha Franklin, Curtis Mayfield, Jamiroquai, The Meters, Stevie Wonder. As escolhas são bem democráticas. Cada um leva várias músicas e há votações. As mais votadas entram no repertório.<br />
Os arranjos variam. Como a nossa formação não é muito comum no funk, tentamos fazer as linhas de metais, ou de teclados, ou qualquer ruído que seja importante para uma das guitarras. Não costumamos deixar duas guitarras rítmicas. Passamos a desenvolver bem o uso dos efeitos. Às vezes quebramos a cabeça para tornar viável a execução ao vivo de alguns elementos, mas normalmente funciona. A bateria segura bem o <em>groove </em>e vem sempre com possíveis convenções, o essencial do funk. O bom do Contreras é que ele também dá ideias de ritmos para todos da banda, melodias e fica sempre ligado em algumas coisas que estão fazendo falta. O PH tem também muitas ideias para linhas de baixo e formas de música. Adora criar os finais das musicas e sempre vem com convenções mirabolantes. Tem um ouvido muito bom e suas referências trazem sempre algo a mais. A Alessa traz os <em>backing vocals</em> para nós. Consegue se sobressair no meio de tanta coisa acontecendo. Também entrou nessa de efeitos depois que comprou um pedal para voz.  Todos dão idéias para qualquer que seja a música.</p>
<p><strong>3. A prática leva a perfeição ou a neurose?</strong></p>
<p>R: Somos todos músicos. Adoramos o que fazemos. Estudamos muito para nosso próprio bem e para o bem da banda consequentemente. Na verdade, o funk é lado B aqui no Brasil, comparado a outros estilos como rock, sertanejo e axé. Muita gente acha que funk é fácil de fazer, mas é extremamente minucioso. Tanto a parte instrumental como o canto. A gente pratica muito e achamos que podemos sempre melhorar. Ensaiamos no mínimo uma vez por semana por duas horas. A neurose faz parte de nós já. Todo músico é meio neurótico. O importante é fazer isso funcionar a nosso favor. Nos damos muito bem nos vendo várias vezes por semana.</p>
<p><strong>4. A cidade influencia vocês? Como?</strong></p>
<p>R: A cidade influencia em tudo na vida. A música acaba refletindo as coisas que vivemos no dia-dia. O legal de viver em São Paulo é que sempre tem coisa rolando. Se quiser sair à noite, em qualquer dia, vai encontrar boa música ou bons lugares para ficar. As pessoas têm muitas informações de todos os tipos e cada um administra como pode. Descartar ou absorver vai de acordo com os interesses do indivíduo. Numa cidade grande como SP, vivemos sensações diferentes dependendo do lugar e da hora. Essas sensações vêm à tona quando está tocando.</p>
<p><strong>5. Quais são as futuras direções do grupo?</strong></p>
<p>R: Estamos finalizando a gravação de um CD com três músicas. Três versões nossas para músicas do <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Prince_%28musician%29">Prince</a>, The Jacksons e Commodores. Assim que terminar isso, queremos tocar muito por onde for possível. É para isso que montamos essa banda e é o nosso verdadeiro prazer. Renovamos o repertório e estamos cada vez mais chegando a um som com a nossa cara, mesmo que não seja autoral. Nosso repertório, inclui músicas menos conhecidas de gente muito conhecida e também músicas de gente pouco ou nada conhecida. Com isso, queremos ter um diferencial em relação a maioria dos grupos que tocam o estilo por aí, além de ampliar o repertório do público que conhece apenas os grandes sucessos do estilo. E também queremos mostrar que o funk não tem nada a ver com o funk carioca. É um gênero musical que devia ser mais respeitado do que é hoje e de certa forma tentamos contribuir para que isso aconteça. É algo universal e pouquíssimo feito no Brasil.</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</p>
<p>Fiquem de olho nas datas de outros shows da banda: <span style="color: #333333;"><strong> </strong></span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #003366;"><strong>Serviço:</strong></span></p>
<ul>
<li><span style="color: #003366;"><strong>Dia 23 de abril no CCPC (Centro Cultural Popular Consolação) </strong><br />
Rua da Consolação, 1901 &#8211; Centro &#8211; São Paulo  às 23:00 [R$ 10 com nome na lista ou flyer / R$ 15 na porta]</span></li>
<li><span style="color: #003366;"><strong>Dia 14 de maio no CCJ (Centro Cultural da Juventude) </strong><br />
Av.Deputado Emílio Carlos, 3.641   Vila Nova Cachoeirinha  às 20:00 – FUNKALLEROS INSTRUMENTAL</span></li>
<li><span style="color: #003366;"><strong>Dia 04 de junho no Espaço Urucum</strong><br />
Rua Belmiro Braga, 37 &#8211; Pinheiros &#8211; São Paulo &#8211; às 23:00 [preço a definir]</span></li>
<li><span style="color: #003366;"><strong>Dia 06  de maio no Espaço Kabul</strong><br />
Rua Pedro Taques 124, Consolação &#8211; São Paulo &#8211; às 22:00 [preço a definir]</span></li>
</ul>
]]></content:encoded>
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		<title>Iniciativa indie no mercado de quadrinhos nacional</title>
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		<pubDate>Fri, 26 Feb 2010 15:26:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Muñoz</dc:creator>
				<category><![CDATA[Colunas]]></category>
		<category><![CDATA[GeeX! Entrevista]]></category>
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		<description><![CDATA[Aproveitando que durante esta semana está rolando o evento de Quadrinhos lá no Centro Cultura da Juventude, vamos falar deste tema hoje. O mercado nacional de quadrinhos &#8211; como o mercado nacional de quase tudo que não seja commodity agropecuarista &#8211; é sofrivel de incentivos que não sejam o próprio empenho e QI dos poucos profissionais que se destacam. Felizmente, com o advento da internet e da virtualização de tudo, a projeção de artistas e iniciantes da área tem crescido exponencialmente, é só olhar para certos blogs, e as conquistas dão orgulho à qualquer brasileiro. Porém, interessados em fazer com que esse mercado cresça, apareça e aconteça existem, e aos poucos iniciativas como a que veremos a seguir, são tomadas e devem ser aplaudidas por sua ousadia. Como tem ficado claro aqui no site, eu apoio com tudo que posso toda tentativa de crescimento do mercado nerd nacional, pois acho que o que mais falta é divulgação de ações que podem enriquecer e fazer crescer essa parte da sociedade que somos. Conversei esta semana com Deyvison Manes, do HQs&#38;Afins, que tem um projeto interessante. Vou deixar que ele comece explicando então: O projeto é uma editora virtual. A idéia base é montar uma editora&#8230; Mas a gente sabe que HQ no Brasil é uma questão complicada, ainda mais para os roteiristas &#8211; no que diz respeito a conseguir parceiros. Então o que estamos fazendo inicialmente é estreitar os contatos entre as partes: artistas e escritores,  pra assim começar a desenvolver o material da editora. Estamos desenvolvendo uma estrutura semelhante a que fazem no Zuda, onde as revistas são disponibilizadas na internet. No caso o leitor vai poder ler on-line ou baixar o conteúdo pro HD. E como vocês pretendem juntar esse pessoal? O Hqs e Afins já conta com uma série de títulos em diferentes estágios de produção, dos quais podem ser destacados: Justiça Sideral, Por Deyvison Manes e Rodrigo Windt; Jack contra o Reino, por Zé Wellington, Sílvio DB e Amilton Macêdo; Filhos de Shäkti, por Deyvison Manes, Herder Honório e Miguel Marques; Off, por Icaro Alves e Prelúdio por Roberto Jales.  As capas ficam por conta de Wagner Wandger. As hqs serão lançadas muito breve no site oficial do projeto, que se encontra em fase de programação. Fora isso,  no Zuda eles fazem uma competição onde o vencedor ganha um contrato com eles, está nos nossos planos fazer algo assim de acordo com a receptividade do projeto. Quanto a viabilidade do projeto, em que estão pensando? Estamos estudando a melhor forma de fazê-lo funcionar.  Avaliando o modo  mais adequado pra  conseguir patrocínios para o projeto, vender a proposta a investidores. Temos que entender que antes de tudo as empresas querem lucro, e não vão investir um centavo em algo que não  lhes dê isso. Se bem trabalhado, as possibilidades de rendimentos aumentam muito , desde os concursos que falei antes, a parcerias com editoras, até a criação de produtos derivados (camisetas, e outros) já que algumas histórias tem um grande apelo comercial....]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Aproveitando que durante esta semana está rolando o <a href="http://www.geex.com.br/2010/02/19/agenda-nerd-em-sao-paulo/" target="_blank">evento de Quadrinhos lá no Centro Cultura da Juventud</a>e, vamos falar deste tema hoje.</p>
<p>O mercado nacional de quadrinhos &#8211; como o mercado nacional de quase tudo que não seja commodity agropecuarista &#8211; é sofrivel de incentivos que não sejam o próprio empenho e QI dos poucos profissionais que se destacam. Felizmente, com o advento da internet e da virtualização de tudo, a projeção de artistas e iniciantes da área tem crescido exponencialmente, é só olhar para certos blogs, e as conquistas dão orgulho à qualquer brasileiro. Porém, interessados em fazer com que esse mercado cresça, apareça e aconteça existem, e aos poucos iniciativas como a que veremos a seguir, são tomadas e devem ser aplaudidas por sua ousadia. Como tem ficado claro aqui no site, eu apoio com tudo que posso toda tentativa de crescimento do mercado nerd nacional, pois acho que o que mais falta é divulgação de ações que podem enriquecer e fazer crescer essa parte da sociedade que somos.</p>
<div id="attachment_3770" class="wp-caption aligncenter" style="width: 727px"><a href="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/2010/02/Posteroff.jpg"><img class="size-full wp-image-3770  " title="Posteroff" src="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/2010/02/Posteroff.jpg" alt="" width="717" height="538" /></a><p class="wp-caption-text">Poster de divulgação para Off</p></div>
<p>Conversei esta semana com Deyvison Manes, do <a href="http://hqseafins.blogspot.com/" target="_blank">HQs&amp;Afins</a>, que tem um projeto interessante. Vou deixar que ele comece explicando então:</p>
<p style="padding-left: 30px;">O projeto é uma editora virtual. A idéia base é montar uma editora&#8230; Mas a gente sabe que HQ no Brasil é uma questão complicada, ainda mais para os roteiristas &#8211; no que diz respeito a conseguir parceiros. Então o que estamos fazendo inicialmente é estreitar os contatos entre as partes: artistas e escritores,  pra assim começar a desenvolver o material da editora.</p>
<p style="padding-left: 30px;">Estamos desenvolvendo uma estrutura semelhante a que fazem no<em> </em><a href="http://www.zudacomics.com/" target="_blank"><em>Zuda</em></a>, onde as revistas são disponibilizadas na internet. No caso o leitor vai poder ler on-line ou baixar o conteúdo pro HD.</p>
<p>E como vocês pretendem juntar esse pessoal?</p>
<p style="padding-left: 30px;"><span style="font-size: small;">O Hqs e Afins já conta com uma série de títulos em diferentes estágios de produção, dos quais podem ser destacados:</span></p>
<p style="padding-left: 30px;"><span style="font-size: small;"><em>Justiça Sideral</em>, Por Deyvison Manes e Rodrigo Windt; </span><span> </span><span style="font-size: small;"><em>Jack contra o Reino</em>, por Zé Well</span><span style="font-size: small;">ington, Sílvio DB e Amilton Macê</span><span style="font-size: small;">do; <span style="font-size: small;"><em>Filhos de Shäkti</em>, por Deyvison Manes, Herder Honório e Miguel Marques; <em> </em><span style="font-size: 13px;"><span style="font-size: small;"><em>Off</em>, por Icaro Alves e <span style="font-size: small;"><em>Prelúdio</em> por Roberto Jales.  As capas ficam por conta de Wagner Wandger. <span style="font-size: small;">As hqs serão lançadas muito breve no site oficial do projeto, que se encontra em fase de programação. </span></span></span></span></span></span></p>
<p style="padding-left: 30px;">Fora isso,  no <em>Zuda</em> eles fazem uma competição onde o vencedor ganha um contrato com eles, está nos nossos planos fazer algo assim de acordo com a receptividade do projeto.</p>
<div id="attachment_3771" class="wp-caption aligncenter" style="width: 490px"><a href="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/2010/02/sideral_fnlow.jpg"><img class="size-full wp-image-3771 " title="sideral_fnlow" src="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/2010/02/sideral_fnlow.jpg" alt="" width="480" height="360" /></a><p class="wp-caption-text">Capa da HQ: Justiça Sideral</p></div>
<p style="text-align: center;">
<p>Quanto a viabilidade do projeto, em que estão pensando?</p>
<p style="padding-left: 30px;">Estamos estudando a melhor forma de fazê-lo funcionar.  Avaliando o modo  mais adequado pra  conseguir patrocínios para o projeto, vender a proposta a investidores.</p>
<p style="padding-left: 30px;">Temos que entender que antes de tudo as empresas querem lucro, e não vão investir um centavo em algo que não  lhes dê isso. Se bem trabalhado, as possibilidades de rendimentos aumentam muito , desde os concursos que falei antes, a parcerias com editoras, até a criação de produtos derivados (camisetas, e outros) já que algumas histórias tem um grande apelo comercial.</p>
<p>Para a primeira parte do projetos, vcs vão dar alguma prévia para os leitores? Alguma degustação?</p>
<p style="padding-left: 30px;">Estamos trabalhando em uma &#8220;Edição 0&#8243; de cada história. Um pequeno capítulo de apresentação destes universos. Trabalhamos assim pois era  o modo mais fácil de atrair a atenção dos desenhistas e coloristas. Já que que neste primeiro momento , tudo funcionaria como uma cooperativa e ninguém levaria nada financeiramente. Então pensamos nestes capítulos de apenas 5 páginas, o que facilitou tudo.</p>
<p style="padding-left: 30px;">Temos algumas dessas prévias prontas , e outras em estágios variados de produção.  Elas serão publicadas no site oficial do projeto em breve.</p>
<p style="padding-left: 30px;">
<div id="attachment_3772" class="wp-caption aligncenter" style="width: 570px"><a href="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/2010/02/js-pag-sketch.gif"><img class="size-full wp-image-3772 " title="js pag sketch" src="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/2010/02/js-pag-sketch.gif" alt="" width="560" height="420" /></a><p class="wp-caption-text">Sketch de página de Justiça Sideral</p></div>
<p>O site vai ao ar quando?</p>
<p style="padding-left: 30px;">A previsão é para meados de maio.</p>
<p>E até lá?</p>
<p style="padding-left: 30px;">Nesse meio tempo, para manter os leitores por dentro das novidades, assim como curiosidades e outras informações relacionadas ao projeto, foi criado um blog.  Lá também são postados periodicamente estudos e outras artes de divulgação sobre as histórias.</p>
<p style="padding-left: 30px;">Tudo pode ser conferido no<a href=" http://hqseafins.blogspot.com/" target="_blank"> blog</a> ou se preferirem acessar o twitter do projeto: <a href="http://twitter.com/hqseafins" target="_blank">@hqseafins</a>.</p>
<p style="padding-left: 30px;">
<div id="attachment_3773" class="wp-caption aligncenter" style="width: 570px"><a href="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/2010/02/jcrpag01hrsilviodblowre.jpg"><img class="size-full wp-image-3773 " title="jcrpag01hrsilviodblowre" src="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/2010/02/jcrpag01hrsilviodblowre.jpg" alt="" width="560" height="396" /></a><p class="wp-caption-text">Página de Jack contra o Reino</p></div>
<p>É galera, o caminho é sempre complicado, mas iniciativas de todo tipo devem ser louvadas. Fica a dica para quem quiser divulgar seu projeto, entrar em contato conosco que se for interessante, pode ter certeza que contará com nosso apoio. Agora aguardemos até maio, para ver o material do pessoal do HQs&amp;Afins, que parece estar muito bom.</p>
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		<item>
		<title>Geex!Entrevista: Ariane Müller, organizadora do Zombie Walk Pelotas!</title>
		<link>http://www.geex.com.br/2009/11/16/geexentrevista-ariane-muller-organizadora-do-zombie-walk-pelotas/</link>
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		<pubDate>Mon, 16 Nov 2009 21:34:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Você</dc:creator>
				<category><![CDATA[Colunas]]></category>
		<category><![CDATA[GeeX! Entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[Ariane Muller]]></category>
		<category><![CDATA[entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[Flash Mob]]></category>
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		<description><![CDATA[por Mari Amaro A internet nos trouxe muitas possibilidades na área da comunicação e dos relacionamentos entre as pessoas, mas quem iria imaginar nos primórdios da internet que passeatas sem sentido ou simplesmente ações sem valor nenhum eu uma mesma hora ou local, que sirvam só para entreter ou causar estranheza, fossem ganhar um terreno amplo e fértil para se alastrar e atrair mais participantes? Bem este é o teor fundamental das chamadas Flash Mobs, onde pequenas multidões se reúnem do nada para fazer algum movimento coletivo (alguém se lembra daqueles jovens que ao atravessar uma sinaleira em certo horário tiraram os tênis e bateram no chão ao mesmo tempo e depois se dispersaram sem palavra alguma?) e se dispersam com a mesma rapidez. Claro que a web é o terreno ideal para planejamentos e organização destes  divertidos eventos nonsense, mas quem são as pessoas por trás da idéia ou da organização mesmo dessa cambada de gente? Bem, mesmo que alguns gritem que não deve haver organizadores nesses movimentos, é inegável que sempre há um grupo pequeno de pessoas que motivam, divulgam e arrecadam gente. Estes são os que ajudam a direcionar o Flash Mob para o lugar correto e cuidam para que haja uniformidade no movimento em si. Um dos Flash Mob mais conhecido e divulgado é o Zombie Walk, que começou em Toronto, Canadá e logo se espalhou para o mundo. Se vestir de Zumbi e sair grunhindo e pingando sangue pelas ruas da cidade – e de quebra assustando um pouco os pedestres desavisados – pode parecer estranho a primeira vista, mas é uma experiência que vale a pena. A estudante de Pelotas/RS , Ariane Müller Brignol, 17 anos, ajudou a organizar a última Zombie Walk que passou pelas ruas da cidade dela, que é uma das mais importantes no Rio Grande do Sul. Confira abaixo a entrevista com essa quase vestibulanda sobre terror, zumbis e, obviamente, impressões da última Zombie Walk-Pelotas. Geex! diz: Então Ariane, Você gosta de filmes de terror e de zumbis ou a só de sair “zumbinzando” por aí? Ariane diz: Sou fã de filmes de terror mesmo, eu gosto de vampiros e fantasmas. Clássico que até hoje eu gosto é O Exorcista alguns outros bem trash de zumbi e não poderia faltar o clipe do rei do pop né? A inspiração começou com o meu jogo favorito: Resident Evil.  E sair “zumbinzando” também é legal (ri). Então resumindo, gosto de filmes de terror, jogos de terror e de “zumbinzar”. Geex! diz: E além de RE, gosta de Silent Hill também (admiro tua coragem sou uma covarde, só jogo com a luz acesa e de dia)? Ariane diz: Com certeza! Olha&#8230; confesso que levo cada susto e prefiro jogar com as luzes acesas também. Sabe como é, né? Geex! diz: E a Zombie Walk, aí em Pelotas, quem teve a idéia de &#8220;hey, vamos nos vestir de zumbis hoje? foi!&#8221; ? Ariane diz: Foi ideia de um conhecido do meu namorado, desculpe não...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;"><strong>por </strong><a href="http://www.skoob.com.br/usuario/149615" target="_blank"><strong>Mari Amaro</strong></a></p>
<p style="text-align: left;">A internet nos trouxe muitas possibilidades na área da comunicação e dos relacionamentos entre as pessoas, mas quem iria imaginar nos primórdios da internet que passeatas sem sentido ou simplesmente ações sem valor nenhum eu uma mesma hora ou local, que sirvam só para entreter ou causar estranheza, fossem ganhar um terreno amplo e fértil para se alastrar e atrair mais participantes?</p>
<p style="text-align: left;">Bem este é o teor fundamental das chamadas Flash Mobs, onde pequenas multidões se reúnem do nada para fazer algum movimento coletivo (alguém se lembra daqueles jovens que ao atravessar uma sinaleira em certo horário tiraram os tênis e bateram no chão ao mesmo tempo e depois se dispersaram sem palavra alguma?) e se dispersam com a mesma rapidez.</p>
<p style="text-align: left;">Claro que a web é o terreno ideal para planejamentos e organização destes  divertidos eventos nonsense, mas quem são as pessoas por trás da idéia ou da organização mesmo dessa cambada de gente? Bem, mesmo que alguns gritem que não deve haver organizadores nesses movimentos, é inegável que sempre há um grupo pequeno de pessoas que motivam, divulgam e arrecadam gente. Estes são os que ajudam a direcionar o Flash Mob para o lugar correto e cuidam para que haja uniformidade no movimento em si.</p>
<p style="text-align: left;">Um dos Flash Mob mais conhecido e divulgado é o Zombie Walk, que começou em Toronto, Canadá e logo se espalhou para o mundo. Se vestir de Zumbi e sair grunhindo e pingando sangue pelas ruas da cidade – e de quebra assustando um pouco os pedestres desavisados – pode parecer estranho a primeira vista, mas é uma experiência que vale a pena.</p>
<p style="text-align: left;">A estudante de Pelotas/RS , <a href="http://newdeadnation.wordpress.com/">Ariane Müller Brignol</a>, 17 anos, ajudou a organizar a última Zombie Walk que passou pelas ruas da cidade dela, que é uma das mais importantes no Rio Grande do Sul. Confira abaixo a entrevista com essa quase vestibulanda sobre terror, zumbis e, obviamente, impressões da última Zombie Walk-Pelotas.</p>
<p style="text-align: left;">
<h2 style="text-align: left;"><span style="color: #ff9900;">Geex! diz: </span></h2>
<p style="text-align: left;"><strong> Então Ariane, Você gosta de filmes de terror e de zumbis ou a só de sair “zumbinzando” por aí?</strong></p>
<p style="text-align: left;">
<h3 style="text-align: left;"><span style="color: #333399;"></p>
<div id="attachment_2352" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/2009/11/ariane-zumbi.jpg"><img class="size-medium wp-image-2352" title="ariane zumbi" src="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/2009/11/ariane-zumbi-300x225.jpg" alt="Ariane versão zumbi" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Ariane versão zumbi</p></div>
<p>Ariane diz:</p>
<p></span></h3>
<p style="text-align: left;">Sou fã de filmes de terror mesmo, eu gosto de vampiros e fantasmas. Clássico que até hoje eu gosto é O Exorcista alguns outros bem trash de zumbi e não poderia faltar o clipe do rei do pop né? A inspiração começou com o meu jogo favorito: Resident Evil.  E sair “zumbinzando” também é legal (ri). Então resumindo, gosto de filmes de terror, jogos de terror e de “zumbinzar”.</p>
<h2 style="text-align: left;"><span style="color: #ff9900;">Geex! diz: </span></h2>
<p style="text-align: left;"><strong>E além de RE, gosta de Silent Hill também (admiro tua coragem sou uma covarde, só jogo com a luz acesa e de dia)?</strong></p>
<h3 style="text-align: left;"><span style="color: #333399;">Ariane diz: </span></h3>
<p style="text-align: left;">Com certeza! Olha&#8230; confesso que levo cada susto e prefiro jogar com as luzes acesas também. Sabe como é, né?</p>
<h2 style="text-align: left;"><span style="color: #ff9900;">Geex! diz: </span></h2>
<p style="text-align: left;"><strong>E a Zombie Walk, aí em Pelotas, quem teve a idéia de &#8220;hey, vamos nos vestir de zumbis hoje? foi!&#8221; ?</strong></p>
<h3 style="text-align: left;"><span style="color: #333399;">Ariane diz:</p>
<div id="attachment_2351" class="wp-caption alignright" style="width: 235px"><a href="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/2009/11/ariane.jpg"><img class="size-medium wp-image-2351 " title="ariane" src="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/2009/11/ariane-225x300.jpg" alt="Versão não-devoradora-de-cerébros" width="225" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Versão não-devoradora-de-cerébros</p></div>
<p></span></h3>
<p style="text-align: left;">Foi ideia de um conhecido do meu namorado, desculpe não lembro o nome dele. Após ver o flash mob em várias cidades, ele decidiu trazer pra pelotas e o outro organizador, o Marcos, foi quem divulgou. Daí o pessoal adorou e fizemos a ZW 2008 e a ZW 2009. Eu não estava presente na de 2007, só fui ano passado quando trocou a organização.</p>
<h2 style="text-align: left;"><span style="color: #ff9900;">Geex! diz: </span></h2>
<p style="text-align: left;"><strong>E o pessoal costuma aparecer em peso?  Porque, por exemplo, no Halloween Parade de São Paulo no ano passado só 30 pessoas compareceram.</strong></p>
<h3 style="text-align: left;"><span style="color: #333399;">Ariane diz: </span></h3>
<p style="text-align: left;">Exato podes ver que na comunidade tem mais de 400 pessoas, mas na hora vão pouco mais de 100. Ano passado foram 125 zumbis</p>
<h2 style="text-align: left;"><span style="color: #ff9900;">Geex! diz: </span></h2>
<p style="text-align: left;"><strong>Vocês combinam só pela internet e boca-a-boca ou tem outros meios?</strong></p>
<h3 style="text-align: left;"><span style="color: #333399;">Ariane diz: </span></h3>
<p style="text-align: left;">A internet é o meio principal, mas o boca-a-boca também ajuda e tem pessoas que postam nos blogs, que vale como internet também.</p>
<h2 style="text-align: left;"><span style="color: #ff9900;">Geex! diz: </span></h2>
<p style="text-align: left;"><strong>Uma coisa que chama atenção na comunidade do ZW Pelotas é que vocês tiveram todo um cuidado com a preparação e o cronograma..</strong></p>
<h3 style="text-align: left;"><span style="color: #333399;">Ariane diz: </span></h3>
<p style="text-align: left;">Dizem que não é necessário isso nos flashs mob, mas tem que haver a gente não pode simplesmente juntar uma galera e sair pelas ruas vestidos assim. Isso causaria &#8220;estranhamento&#8221; demais nas pessoas. E além do mais precisamos evitar o vandalismo, afinal a responsabilidade é toda nossa.</p>
<h2 style="text-align: left;"><span style="color: #ff9900;">Geex! diz: </span></h2>
<p style="text-align: left;"><strong> Houve alguma experiência ruim que justifique esses cuidados? Ou só uma precaução de vocês?</strong></p>
<h3 style="text-align: left;"><span style="color: #333399;">Ariane diz: </span></h3>
<p style="text-align: left;">Ano passado teve pessoas sujando carros, subindo em ônibus. Fora que deixaram a praça, que era o ponto de partida, totalmente suja e só pouquíssimas pessoas ficaram para limpar, que obviamente não foi o suficiente. Tem gente que conhece os limites. Então este ano caprichamos no cronograma</p>
<h2 style="text-align: left;"><span style="color: #ff9900;">Geex! diz: </span></h2>
<p style="text-align: left;"><strong>Realmente, de todas as ZW que eu olhei, esta é de longe a mais organizada. E fico bem feliz que haja uma pequena espécie de “programa” porque eu mesma quase já atropelei três “zumbis&#8221;&#8230;</strong></p>
<h3 style="text-align: left;"><span style="color: #333399;">Ariane diz: </span></h3>
<p style="text-align: left;">Bloquear o meio da rua é outro problema. Ano passado tivemos alguns casos com isso também. É o nosso nome que está na prefeitura e na polícia. Pedimos autorização na prefeitura, pois é necessário por passar em espaço público.</p>
<h2 style="text-align: left;"><span style="color: #ff9900;">Geex! diz: </span></h2>
<p style="text-align: left;"><strong>E como o público e a polícia e as pessoas em geral reagem a invasão?</strong></p>
<h3 style="text-align: left;"><span style="color: #333399;">Ariane diz: </span></h3>
<p style="text-align: left;">Na polícia reagiram normal, pois já teve outros anos, mas a reação das pessoas é a melhor. Tem gente que acha graça, tem gente que se assusta, as crianças, por exemplo, que não sabem que se trata de uma brincadeira são as que mais sofrem. Em geral o pessoal gosta, tira foto a melhor parte é que passamos pela Feira do Livro de pelotas está sempre lotado de gente.</p>
<h2 style="text-align: left;"><span style="color: #ff9900;">Geex! diz: </span></h2>
<p style="text-align: left;"><strong> Como foi essa última parada? Tudo conforme os planos?</strong></p>
<h3 style="text-align: left;"><span style="color: #333399;">Ariane diz: </span></h3>
<p style="text-align: left;">Sim! Dessa vez não tivemos nenhum problema como na edição anterior! E ainda, segundo o jornal Diário Popular, tinha mais de 200 zumbis. O pessoal estava bem mais consciente também.</p>
<h2 style="text-align: left;"><span style="color: #ff9900;">Geex! diz: </span></h2>
<p style="text-align: left;"><strong>E já tem planos para </strong><strong>a próxima ZW?</strong></p>
<h3 style="text-align: left;"><span style="color: #333399;"></p>
<div id="attachment_2353" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/2009/11/zumbi-love.jpg"><img class="size-medium wp-image-2353" title="zumbi love" src="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/2009/11/zumbi-love-300x225.jpg" alt="Vai dizer que zumbis não amam? *aww*" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Vai dizer que zumbis não amam? *aww*</p></div>
<p>Ariane diz:</p>
<p></span></h3>
<p style="text-align: left;">Não, a gente recebeu algumas &#8216;ofensas&#8217;, o que me entristeceu muito na verdade, por parte de uma galera que não quer organizadores e achou que fomos muito chatos por termos feito um cronograma. Disseram que a ZW não precisa de organizadores, muito menos de regras. E nem eram REGRAS, eram recomendações, todo mundo viu.</p>
<h2 style="text-align: left;"><span style="color: #ff9900;">Geex! diz: </span></h2>
<p style="text-align: left;"><strong>Eles participaram da ZW do ano passado? Onde houve os problemas?</strong></p>
<h3 style="text-align: left;"><span style="color: #333399;">Ariane diz: </span></h3>
<p style="text-align: left;">Talvez, mas acho que não. O texto (tópico na comunidade oficial no Orkut) sobre as recomendações gerou muita polêmica. A gente só queria que tudo saísse perfeito, não queríamos que os participantes nos vissem como chatos e coisas assim. É muita responsabilidade tu controlar 150, 200 pessoas pelas ruas da cidade.</p>
<h2 style="text-align: left;"><span style="color: #ff9900;">Geex! diz:<br />
</span></h2>
<p style="text-align: left;"><strong> Mas isso é assim, sempre terá alguém insatisfeito, se não tivesse as recomendações teria gente reclamando que foi mal organizado..</strong></p>
<h3 style="text-align: left;"><span style="color: #333399;">Ariane diz: </span></h3>
<p style="text-align: left;">A gente teve que excluir alguns tópicos lá (na comunidade do Orkut), porque as discussões estavam pesadas já, uns reclamando e outros defendendo. O mais atingido foi o Marcos, pois foi ele que postou as recomendações. Mas a gente era uma equipe e fizemos tudo juntos, infelizmente ele foi o maior alvo das críticas apesar de tudo a ZW foi realmente como eu esperava. Estava ótima mesmo.</p>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">
]]></content:encoded>
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		<title>GeeX!Entrevista: Girls of War</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Oct 2009 04:09:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe GeeX!</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Com o intuito de melhorar cada vez mais nosso blog, teremos a partir de hoje uma coluna voltada exclusivamente para entrevistas e bate-papos com os mais variados tipos de pessoas. Mas não se preocupem o nosso foco será sempre em vocês, nossos nerds leitores que tanto amamos, até porque fazemos isso para que outros membros da cena geek (ou não) também possam ter voz aqu. E para começarmos o GeeX! Entrevista, nada melhor do que chamar uma espécie rara de meninas para compartilhar suas nerdices conosco! Então com prazer chamamos as talentosas gamers do Girls of War para serem nossas primeiras entrevistadas.  Elas que mostram todos os dias os seus talentos em um blog inovador, que &#8220;gamer girl power&#8221; também tem força e estilo e que sexo frágil é balela do passado. Sem perder a delicadeza e feminilidade estas são as nossas guerreiras &#60;Bial_mode on&#62; e entrevistadas: Bruna Torres, Carla Rodrigues, Clarice dos Santos, Rebeca Gliosci e Viviane Werneck. Com vocês as garotas do blog  Girls of War. Todos conhecem os seus lados gamers, mas e o resto? As músicas, os relacionamentos,  os passados e as nerdices escondidas? Nessa entrevista especial procuramos olhar para um lado diferente das nossas queridas gamers, procurando aflorar para os leitores os seus lados mais.. GEEX! Por Bruno Ferrari e Mari Amaro GeeX! diz: Olá meninas. Pra começar, vocês se consideram nerds? Bruna Torres Bruna Torres &#8211; diz: Não me considero não, mas meus amigos que não gostam do que gosto, quando escutam eu falar que vou para casa de outro amigo jogar videogame, ao invés de ir pra um bar ou sair pra balada, dizem que sou nerd! Mas para mim, nerd é aquela pessoa que só vive em casa, estudando, lendo, jogando, não tem vida social! E eu tenho! xD Carla Rodrigues diz: Então, eu não concordo 100% com a Bruna. Aliás, esse negócio de &#8220;nerd&#8221; é relativo. Porque tem pessoas nerds que gostam de ficar em casa e não saem, e tem os nerds que apesar de gostar de tecnologia, videogame, quadrinhos, determinados tipos de filmes e seriados, também saem com amigos, vão pra bar e balada. Eu sou uma dessas. *)O(Clá)O(*  diz: Eu me considero nerd SIM! Fui criada no meio de videogames, Star Sars, Star Trek, e ADORO uma novidade tecnológica! De fim de semana prefiro ficar em casa com o namorado jogando algo a ir em uma balada, já que ODEIO balada. Prefiro ir num evento de anime ou de games de vez em quando xD Beb&#8217;s diz: Apesar de eu não gostar muito de ser considerada alguma coisa, desse lance de rótulos&#8230; não e sim. Não para o conceito antigo e pejorativo de nerd, daquela pessoa obcecada com estudos e tecnologia, anti-social e que não pratica atividades físicas. E sim para o novo conceito de nerd, que me parece estar se delineando hoje em dia, que é da pessoa ligada nas coisas &#8220;intelectuais&#8221;, mas que também tem vida social, etc.. Vivi Werneck diz: Hum&#8230; Deixa eu ver&#8230; Amo games,...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;">Com o intuito de melhorar cada vez mais nosso blog, teremos a partir de hoje uma coluna voltada exclusivamente para entrevistas e bate-papos com os mais variados tipos de pessoas. Mas não se preocupem o nosso foco será sempre em vocês, nossos nerds leitores que tanto amamos, até porque fazemos isso para que outros membros da cena geek (ou não) também possam ter voz aqu.</p>
<p style="text-align: left;">E para começarmos o GeeX! Entrevista, nada melhor do que chamar uma espécie rara de meninas para compartilhar suas nerdices conosco! Então com prazer chamamos as talentosas gamers do Girls of War para serem nossas primeiras entrevistadas.  Elas que mostram todos os dias os seus talentos em um blog inovador, que &#8220;gamer girl power&#8221; também tem força e estilo e que sexo frágil é balela do passado. Sem perder a delicadeza e feminilidade estas são as nossas guerreiras &lt;Bial_mode on&gt; e entrevistadas: Bruna Torres, Carla Rodrigues, Clarice dos Santos, Rebeca Gliosci e Viviane Werneck. Com vocês as garotas do blog  <a href="http://www.girlsofwar.com.br" target="_blank">Girls of War</a>.</p>
<p style="text-align: left;">Todos conhecem os seus lados gamers, mas e o resto? As músicas, os relacionamentos,  os passados e as nerdices escondidas? Nessa entrevista especial procuramos olhar para um lado diferente das nossas queridas gamers, procurando aflorar para os leitores os seus lados mais.. GEEX!</p>
<p><em><strong>Por Bruno Ferrari e Mari Amaro</strong></em></p>
<h2><strong><span style="color: #ff9900;">GeeX! diz:</span></strong></h2>
<p><strong><em>Olá meninas. Pra começar, vocês se consideram nerds?</em></strong></p>
<p><strong><span style="color: #ff00ff;"> </span></strong></p>
<p><span style="color: #ff00ff;"><strong> </strong></span></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<div class="mceTemp"><strong> </strong>
<dl id="attachment_1866" class="wp-caption alignleft" style="width: 216px;"><strong> </strong>
<dt class="wp-caption-dt"><strong> </strong><strong><a href="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/2009/10/bruna-nerd.jpg"><img class="size-full wp-image-1866  " title="bruna nerd" src="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/2009/10/bruna-nerd.jpg" alt="Bruna Torres" width="206" height="288" /></a></strong></dt>
<dd class="wp-caption-dd">Bruna Torres</dd>
</dl>
</div>
<p>Bruna Torres &#8211; diz:</p>
<p>Não me considero não, mas meus amigos que não gostam do que gosto, quando escutam eu falar que vou para casa de outro amigo jogar videogame, ao invés de ir pra um bar ou sair pra balada, dizem que sou nerd! Mas para mim, nerd é aquela pessoa que só vive em casa, estudando, lendo, jogando, não tem vida social! E eu tenho! xD</p>
<p><strong><span style="color: #339966;">Carla Rodrigues diz:</span></strong></p>
<p>Então, eu não concordo 100% com a Bruna. Aliás, esse negócio de &#8220;nerd&#8221; é relativo. Porque tem pessoas nerds que gostam de ficar em casa e não saem, e tem os nerds que apesar de gostar de tecnologia, videogame, quadrinhos, determinados tipos de filmes e seriados, também saem com amigos, vão pra bar e balada. Eu sou uma dessas.</p>
<p><strong><span style="color: #800080;">*)O(Clá)O(*  diz:</span></strong></p>
<p>Eu me considero nerd SIM! Fui criada no meio de videogames, Star Sars, Star Trek, e ADORO uma novidade tecnológica! De fim de semana prefiro ficar em casa com o namorado jogando algo a ir em uma balada, já que ODEIO balada. Prefiro ir num evento de anime ou de games de vez em quando xD</p>
<p><strong><span style="color: #ff0000;">Beb&#8217;s diz:</span></strong></p>
<p>Apesar de eu não gostar muito de ser considerada alguma coisa, desse lance de rótulos&#8230; não e sim. Não para o conceito antigo e pejorativo de nerd, daquela pessoa obcecada com estudos e tecnologia, anti-social e que não pratica atividades físicas. E sim para o novo conceito de nerd, que me parece estar se delineando hoje em dia, que é da pessoa ligada nas coisas &#8220;intelectuais&#8221;, mas que também tem vida social, etc..</p>
<p><strong><span style="color: #0000ff;">Vivi Werneck diz:</span></strong></p>
<p>Hum&#8230; Deixa eu ver&#8230; Amo games, amo RPG, amor mangá, sou aficionada por tecnologia&#8230; É acho que não tem mesmo como fugir! rs.</p>
<p><strong><span style="color: #ff00ff;">Bruna Torres diz:</span></strong></p>
<p>Bem, então&#8230; O meu conceito de nerd ainda está ligado ao conceito antigo hehehe .. mas se o nerd for uma pessoa que é bastante empolgada com o que gosta, tipo jogar com amigos, conversar e ter um blog sobregames, ou musica, seja lá o que for, então sou nerd&#8230; mas como a Bebs disse, no conceito antigo, não mesmo! aqueles CDFs hehehe</p>
<h2><strong><span style="color: #ff9900;">GeeX! diz:</span></strong></h2>
<p><strong><em>No Geex, discutimos muito isso sobre conceito de o que é nerd, e chegamos a uma conclusão queagradou gregos e troianos,seguistas, caixistas, sonistas e nintendistas:  nerd é aquela pessoa que tem a capacidade de se dedicar intensamente a uma coisa que a maioria das pessoas vê como algo comum, demonstrando um &#8220;amor&#8221; e uma &#8220;paixão&#8221; por essa coisa que as pessoas &#8220;normais&#8221; não entendem.. O que acham disso?</em></strong></p>
<p><strong><span style="color: #ff0000;">Beb&#8217;s diz:</span></strong></p>
<p>Pois é, hoje em dia parece que está se delineando um novo conceito de nerd. Hoje em dia as coisas nerds estão em alta e a tendência é ser o nerd social, o nerd praticante de esportes, o nerd que namora e tem muitos amigos, etc&#8230; xD</p>
<p><strong><span style="color: #ff00ff;">Bruna Torres diz:</span></strong></p>
<p>Acho que é issoooooooo&#8230; então com esse novo conceito EU SOU NERDA!!! Eu tenho amor e paixão por jogar com amigos, comer macarrão com salsicha do que sair pra tomar cachaça.. e as pessoas normais não entendem e dizem que é um programa mongol&#8230; Então sou nerd.. xD</p>
<p><strong> </strong></p>
<h2><strong><span style="color: #ff9900;">GeeX! diz:</span></strong></h2>
<p><strong><em>Meninas, como vocês lidam com os relacionamentos amorosos de vocês? Procuram um nerd ou um menino que não se ligue nessas coisas? Ou tanto faz?</em></strong></p>
<p><strong><span style="color: #ff00ff;">Bruna Torres diz:</span></strong></p>
<p>No começo eu procurava sempre um nerd que gostasse muito de jogos, e tivesse as mesmas afinidades que eu! Mas com o passar do tempo fui não ligando mais para isso, até porque nem sempre as afinidades batem! Do que adianta um cara que curte games como eu, mas que não goste de outras coisas como música, sair pra dançar, sei lá. Hoje para mim tanto faz. Mas estou firme e forte com o meu que gosta de games e não gosta de dançar hehehehe! xD</p>
<p><strong><span style="color: #339966;"> </span></strong></p>
<p><strong><span style="color: #339966;"> </span></strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong></p>
<div id="attachment_1868" class="wp-caption alignright" style="width: 235px"><a href="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/2009/10/020108155316.jpg"><img class="size-medium wp-image-1868" title="020108155316" src="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/2009/10/020108155316-225x300.jpg" alt="Carla Rodrigues" width="225" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Carla Rodrigues</p></div>
<p></strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Carla Rodrigues diz:</strong></p>
<p>No fundo tanto faz. Tenho parâmetros, é claro, meu tipo não é o cara de academia, o baladeiro e tals, mas se o cara não souber nada de videogames mas estiver disposto a jogar comigo, já é um ponto positivo. É claro que se ele de primeira já fala que ama jogar, que tal jogo é melhor do que aquele outro, que o jogo &#8220;x&#8221; deveria ter sequência por causa disso e daquilo, me ganha de primeira hahaha&#8230; Mas não tenho pré-requisitos, apesar de sempre me envolver com gamers ou nerds.<span style="color: #000000; font-family: Times New Roman;"> </span></p>
<p><strong><span style="color: #800080;">*)O(Clá)O(* diz:</span></strong></p>
<p>Antes eu não procurava alguém com os mesmos gostos que eu, mas tive a imensa sorte de arranjar um namorado fã de games, Star Wars, Indiana Jones, e também de alta tecnologia. Os nossos papos geralmente são sobre esses assuntos, o que é muito gostoso. A ligação é cada vez mais intensa.</p>
<p><strong><span style="color: #ff0000;">Beb&#8217;s diz:</span></strong></p>
<p>Eu não procuro caras especificamente nerds não. Hehehe. Mas claro que para um relacionamento funcionar ajuda muito os dois terem alguns gostos em comum, pra terem coisas a compartilhar. Não dá pra ser totalmente oposto! Mas tem um requisito mínimo que é um bom papo e ter boa cultura. E, por incrível que pareça, nunca me envolvi com gamers!</p>
<p><strong><span style="color: #0000ff;">Vivi Werneck diz: </span></strong></p>
<p>Geralmente as pessoas que tem contato comigo diariamente ficam surpresas quando eu digo que gosto de games, elas dizem que não tenho cara. Meus antigos namorados não gostavam muito de games e para mim era indiferente. Hoje em dia namoro um produtor de games e nerd até o último fio de cabelo! Estou achando o máximo porque &#8211; além de outras cositas (rss) &#8211; estou aprendendo muita coisa com ele sobre games, o que tem me ajudado muito na minha profissão como jornalista.</p>
<h2><strong><span style="color: #ff9900;">GeeX! diz:</span></strong></h2>
<p><strong><em>Vocês sabem que um dos traços mais caricatos nos meninos nerds é a timidez, apesar de nem todos sofrerem desse mal. Alguns tem uma timidez seletiva como o Raj, personagem do seriado The Big Bang Theory, que só trava com mulheres. Vocês acham que para as garotas nerds, é mais fácil chegar nos garotos do que para um menino nerd chegar numa menina?</em></strong></p>
<p><strong><span style="color: #ff00ff;">Bruna Torres diz:</span></strong></p>
<p>Nem sempre. Os nerds costumam ser tímidos e ficarem vermelhos facilmente ao falar com alguém do sexo oposto! Por isso eu digo que acho que não sou mais tão nerd quanto eu era! Eu sempre ficava vermelhona com tudo! Hoje em dia não mais! Somente em casos extremos quando me fazem passar vergonha! Mas acho que para ambos existe a certa dificuldade!</p>
<p><strong><span style="color: #339966;">Carla Rodrigues diz:</span></strong></p>
<p>Acho que não&#8230; Eu sou muito tímida. Quando estou com os meus amigos eu converso, sou descontraída, mas eu não consigo chegar do nada em alguém que eu não conheço e me apresentar. Só pela internet mesmo, mas aí depois eu não tenho coragem de conhecer pessoalmente, então não adianta muito hahaha. Mas quando me abordam, eu não fico tão timida assim.</p>
<p><strong><span style="color: #800080;"> </span></strong></p>
<p><span style="color: #800080;"><strong> </strong></span></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<div class="mceTemp"><strong> </strong>
<dl id="attachment_1865" class="wp-caption alignright" style="width: 310px;"><strong> </strong>
<dt class="wp-caption-dt"><strong> </strong><strong><a href="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/2009/10/cla.jpg"><img class="size-medium wp-image-1865" title="cla" src="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/2009/10/cla-300x225.jpg" alt="Clarice dos Santos" width="300" height="225" /></a></strong></dt>
<dd class="wp-caption-dd">Clarice dos Santos</dd>
</dl>
</div>
<p>*)O(Clá)O(*  diz:</p>
<p>Ah, não sei se isso é coisa dos &#8220;nerd&#8221;, já que há quem é tímido e há quem é super extrovertido, independente de que &#8220;tribo&#8221; pertence. Mas posso dizer que, pelo que ando vendo por aí, as meninas nerds são um pouco menos tímidas que os meninos SIM&#8230; RS.</p>
<p><strong><span style="color: #ff0000;">Beb&#8217;s diz:</span></strong></p>
<p>Ah eu acho que isso é relativo pra caramba. Depende da pessoa. Tanto pra meninos, quanto pra meninas. A timidez ficou muito associada ao nerd, mas acho que isso é traço da personalidade que independe de ser nerd ou não. Claro que o fato dos nerds sofrerem preconceitos e muitas vezes serem zuados na escola, quando adolescentes, ajuda a ficar mais tímido e introvertido. Mas mesmo assim acho relativo. Conheço muita gente não-nerd super tímida, e nerds nem tão tímidos, outros até bem extrovertidos. xD</p>
<p><strong><span style="color: #0000ff;">Vivi Werneck diz: </span></strong></p>
<p>Talvez pelo fato de existirem mais meninos que são declaradamente loucos por games do que menina, o mercado esteja farto de opções para a mulherada gamer, rss&#8230; De fato, costumamos ser mais olhadas pelos meninos, mas dificilmente alguém cria coragem para falar com a gente que está interessado. Particularmente, sempre que estou afim de alguém não fico esperando a boa vontade do cara não, parto para garantir o meu! rss&#8230; Com meu atual namorado foi assim. Acho que as meninas devem ser mais desinibidas no sentido de também partir para a conquista. Enquanto aos meninos, não deixem de tentar, é melhor levar um fora do que ficar imaginando se iria conseguir ou não chegar na menina! Vamos a luta!!! rsrs&#8230;</p>
<h2><strong><span style="color: #ff9900;">GeeX! diz:</span></strong></h2>
<p><strong><em>Gente, agora vamos voltar ao passado de vocês, aqueles ano que alguns querem esquecer e outros lembra com carinho. Como vcs eram vistas no colégio? Eu, pessoalmente, era tão nerd, tão nerd, que a minha turma toda tinha um apelido peculiar: 3B (a turma) NERDS. Éramos excluídos de todo o colégio, mas extremante felizes. Como foi essa época para vocês?</em></strong></p>
<p><strong><span style="color: #ff00ff;">Bruna Torres diz:</span></strong></p>
<p>Bem, eu era a mais alta, a com óculos de aro super grosso e colorido, com cabelo curto e a única que jogava e conversava com os meninos nerds, que me davam atenção. Passava por preconceitos, era excluída dos grupinhos, zuada pela escola toda até por pessoas que eu nem conhecia, meu lanche era roubado, e eu, por não ter muitos amigos, ficava tímida e na minha. Na 5ª/6ª série comecei a ter mais amigos e me soltei mais. Estourei com alguns garotos idiotas e só assim fui adquirindo respeito de alguns! Mas não foi uma época muito boa. E apesar de viver calada, e tudo mais, e mais viajava em sala, pensando mais no meu mundo do que prestando atenção na aula. Somente prestava atenção quando me interessava muito. Não tirava 10, mas também não tirava 5! Ah sim&#8230; e a única peituda! Coisa que eu odiava! Hahaha.</p>
<p><strong><span style="color: #339966;">Carla Rodrigues diz:</span></strong></p>
<p>A minha época de colégio foi bem normal. Apesar de eu ser a única que lia HQ e jogava videogames, minhas amigas nem ligavam pra isso (e não ligavam meeeeeeeeesmo porque elas nem se interessavam a ponto de me excluir por causa disso hahaha). Eu tinha bastante amigos, era muito amiga do &#8220;cara mais popular da escola&#8221;, então sempre tinha amigas interesseiras, além das fiéis, hahaha. Mas eu me divertia muito, era bem menos tímida então fazia amizades com muito mais facilidade. Mas eu detestava os meninos metidos, que tentavam conquistar as meninas e tal. O único namoradinho de escola que eu me interessei de verdade, era tão nerd quanto eu.</p>
<p><strong><span style="color: #800080;">*)O(Clá)O(* diz:</span></strong></p>
<p>No colégio eu tinha um pouco de vergonha de mostrar que eu era nerd, era um pouquinho de ir no embalo para ser um &#8220;aceita&#8221;, então não era tão excluída. Quando saí do armário (ui), finalmente assumi a minha personalidade e não foi por isso que fui excluída de uma hora pra outra, todos me respeitaram. Quando eu era mais nova, eu só falava com meninos por causa de videogame, então uma exclusão por parte das meninas foi inevitável,mas foi temporário.</p>
<p><strong><span style="color: #ff0000;"> </span></strong></p>
<p><strong><span style="color: #ff0000;"> </span></strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong></p>
<div id="attachment_1867" class="wp-caption alignleft" style="width: 226px"><a href="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/2009/10/a-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-1867" title="a (1)" src="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/2009/10/a-1-216x300.jpg" alt="Rebeca Gliosci" width="216" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Rebeca Gliosci</p></div>
<p></strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Beb&#8217;s diz:</strong></p>
<p>Bom, acho que sou uma nerd meio torta. Hehehe. Apesar de sempre ter sido nerd e amante de coisas como arte, literatura e tecnologia (principalmente games), eu sempre fui muito comunicativa (faladeira, como diziam meus professores) e adorava enturmar com todo tipo de pessoas. Também sempre pratiquei esportes, principalmente vôlei. Mas mesmo &#8220;de fora&#8221; eu enxergava o tanto que as pessoas excluíam os &#8220;nerds&#8221; mais tímidos e fechados. Só que eu era daquelas que quanto mais excluída a pessoa, mas eu me animava a ir lá e enturmar e trazer pro grupo.  xD</p>
<p><strong><span style="color: #0000ff;">Vivi Werneck diz: </span></strong></p>
<p>Vou contar para vocês uma reviravolta na minha vida gamer: Tenho que admitir que hoje meus colegas nerds de sala, da época do colégio, devem rir até cair os dentes da minha atual condição também nerd. Quando era criança e adolescente nunca fui de andar com o pessoal que jogava Magic ou ficava falando de games. Do contrário, até ria deles, admito. Sempre fui gamer e viciada em RPG, mas achava esse pessoal muito chato, por isso andava com a galera do handebol e das festinhas. Um dia num passeio do colégio ao museu (que meigo) só tinha lugar no ônibus ao lado do ser mais nerd que já conheci na vida, bem naquele estilo clássico: com óculos fundo de garrafa, roupinha de botão e que todo mundo tirava sarro. Aí ele puxou assunto comigo (fiquei impressionada, porque eles costumavam ter medo de mim &#8211; não sei porque sempre fui tão gentil&#8230; hehehe), quando percebi já estávamos falando da melhor estratégia para fugir dos wizards da torre de Luskan em D&amp;D e qual era o melhor macete para vencer o Motaro em Mortal Kombat. Cara, que menino legal! Somo amigos até hoje! Isso prova como o preconceito com os nerds não tem o menor sentido! São pessoas super divertidas! É claro que tudo na vida tem que ser dosado. Não dá para viver de jogo 24h por dia. Agradeço a ele até hoje pela aquela conversa no ônibus. Se não fosse por ela, talvez hoje eu não estivesse dando (uuui&#8230;) essa entrevista para vocês!</p>
<h2><strong><span style="color: #ff9900;">GeeX! diz:</span></strong></h2>
<p><strong><em>Todos nós sabemos que games são a paixão de vocês, mas existem outros hobbys nerds que vocês gostam? Quais?</em></strong></p>
<p><strong><span style="color: #ff00ff;">Bruna Torres diz:</span></strong></p>
<p>O MEU HOBBYYYYYYY É MÚSICA!!! AMO AMO AMO!!!! passo o dia escutando!!! Acordo, ligo o som, me arrumo com música, vou pro trabalho com iPod, escrevo matéria com iPod no ouvido, vou embora com música e acho que gosto mais de música do que de games! Ah sim, e além de músicas, gosto dos seriados que sou apaixonada, como Simpsons! Minha bandas favoritas são: Chromeo, God is an Astronaut, Justice, Nine Inch Nails, Klaxons, Neon Neon, Madonna, Enigma, Junkie XL, Arctic Monkeys, Digitalism, Daft Punk, Korn, Rob Zombie, System of a Down, The Offspring, Linkin Park, The Prodigy, Tube &amp; Berger, ZhayTee, Depeche Mode, Disturbed,  DJs, Game Music&#8230; Ah! Gosto de ver documentários também. Meus preferidos são A prova de Tudo, Comidas Exóticas e Egito! <span style="font-weight: bold; color: #7223dc; font-family: Arial;"> </span></p>
<p><strong><span style="color: #339966;">Carla Rodrigues diz:</span></strong></p>
<p>Eu tenho outros hobbys nerds sim! Amo de paixão determinados seriados que abordam o &#8220;universo nerd&#8221; e filmes do mesmo gênero. Sou fanática por Star Wars (a ponto de ter um sabre de luz em casa e tudo mais. hahaha) e adoro todos os filmes do Kevin Smith. Fora cinema e televisão eu leio bastante HQs (da Marvel) e escuto bastante música. Atualmente tenho escutado mais trilha sonora de jogos, mas amo AC/DC de paixão, Muse, Aerosmith, Nine Inch Nails e mais outras bandas, maioria rock ou indie rock. Ah, e amoooooo documentários!!!!!</p>
<p><strong><span style="color: #800080;">*)O(Clá)O(*  diz:</span></strong></p>
<p>Gosto de assistir Star Wars, Star Trek, séries nerds&#8230; Adoro Kevin Smith como a Carla e quadrinhos também, principalmente Marvel!!! E procurar novos gadgets na net também. xD</p>
<p><strong><span style="color: #ff0000;">Beb&#8217;s diz:</span></strong></p>
<p>Hobbies nerds&#8230; bom, adoro ler de tudo. Ouvir música que ninguém que eu conheço ouve. Desenhar e pintar, se isso contar como hobby nerd também. Ler mangás e assistir animes. AMO filmes de ficção científica e seriados complexos como LOST e históricos como ROMA. Adoro assistir documentários no Discovery, National, People + Arts e History Channel, etc.</p>
<p><strong><span style="color: #0000ff;"> </span></strong></p>
<p><strong><span style="color: #0000ff;">Vivi Werneck diz: </span></strong></p>
<p>Amo artes marciais! Pratico Wing Chun Kung Fu há 2 anos e estou adorando! Faz muito bem tanto para o corpo quanto para a mente. Também já joguei muito handebol, vôlei (apesar de não conseguir até hoje bloquear direito por ser baixinha&#8230; rs) e rugby. Ah, também amo ver lutas de vale-tudo! ahahaha&#8230; Acho que deve vir daí meu lado psycho! Também adoro mangás, animes, filmes de suspense, terror e ação. Gosto pouco de filme de comédia. Meu namorado cisma em alugar aqueles filmes de comédia de adolescente pastelão &#8211; que só ele ri &#8211; só para me irritar! rss&#8230; Deixa eu ver o que mais&#8230; Adoro o Quentin Tarantino, o Brad Pitt é um tudo na vida e Iron Maiden e Tarja Turunem (ex-Nightwish) rules! rsrs&#8230; Quando quero ouvir algo mais calmo curto um bom jazz, soul e blues. Gosto muito da Aretha Franklin, Norah Jones e Jennifer Holyday. Quando quero aloprar geral, amo dançar ao som de um bom Dark Electro, Industrial ou algum som Future Pop.</p>
<h2><strong><span style="color: #ff9900;">GeeX! diz:</span></strong></h2>
<p><strong><em> Qual a coisa mais nerd que vocês já fizeram na vida? Aquela que foi um exagero tão extremo que marcou vocês, seja por orgulho, seja por vergonha.</em></strong></p>
<p><strong><span style="color: #800080;">*)O(Clá)O(* diz:</span></strong></p>
<p>CHOREI ASSISTINDO O NOVO STAR TREK!!! E SEGUREI O CHORO VENDO A CENA DO FANBOYS QUE OS MENINOS ENTRAM NO RANCHO SKYWALKER!! PRONTOFALEI!!!!</p>
<p><strong><span style="color: #339966;">Carla Rodrigues diz:</span></strong></p>
<p>Bom, o que me marcou foi quando meu namoradinho do primeiro colegial terminou comigo porque eu estava jogando videogame enquanto falava com ele no telefone. Ele tinha me avisado diversas vezes que odiava quando eu fazia isso MAS ERA 007 GOLDENEYE!!! Aí eu tirava o som, colocava no &#8220;mute&#8221; mas mesmo assim ele percebeu e terminou comigo. Mas no dia seguinte ele se arrependeu e foi em casa pedir desculpas e eu falei que desculparia se ele jogasse comigo.</p>
<p><strong><span style="color: #ff00ff;">Bruna Torres diz:</span></strong></p>
<p>Uma vez eu fui passar o ano novo na casa de uma amiga jogando PS3. Não lembro bem, mas o PS3 era uma febre ainda, então tava todo mundo jogando Soul Calibur e outros jogos de luta. Aí mudaram para Tekken 5! Um guri lá era muito viciado, ganhava campeonatos e jogava online na psn e era quase que invicto&#8230; A gente começou a jogar e quem perdia passava o controle&#8230; Todo mundo perdendo pro cara. As minas “versão anime” perdendo, os meninos nerds e tímidos perdendo, ai chega eu, a parecendo “Patty” e fora do mundo dos games e ninguém prestando atenção&#8230; Daí escolhi o Paul Phoenix e ganhei dele todos os rounds, hehehehe! Foi lindo!!! Aí meu namorado todo orgulhoso disse pra todo mundo: &#8220;também, ela é gamer!&#8221; Mas ele também é e não conseguiu me tirar. Hehehe.</p>
<p><strong><span style="color: #ff0000;">Beb&#8217;s diz:</span></strong></p>
<p>Quando eu era pequenininha (tipo 5, 6, 7 anos) eu já amava games e pentelhava meu irmão, que já era adolescente, pra me levar no fliperama com ele. Ele até que era legal e sempre me levava de boa vontade, mas tinha dias que ele não queria levar porque ia ter campeonatinho, disputa de fichas. Mesmo assim eu enchia o saco, fazia minha mãe obrigá-lo a me levar e fazia questão de jogar bem na máquina que seria o campeonato! E só de sacanagem, eu fazia questão de enrolar, jogar todas as fichas que tinha comprado e fazer os caras maiores do que eu ficarem esperando! Hahahaha.</p>
<p><strong><span style="color: #0000ff;"> </span></strong></p>
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<div id="attachment_1864" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/2009/10/Vivi-Werneck.jpg"><img class="size-medium wp-image-1864" title="Vivi Werneck" src="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/2009/10/Vivi-Werneck-300x229.jpg" alt="Vivi Werneck" width="300" height="229" /></a><p class="wp-caption-text">Vivi Werneck</p></div>
<p></strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Vivi Werneck diz: </strong></p>
<p>Pergunta difícil, sempre fui muito na minha com a minha nerdisse. Não me lembro de nada que tenha me envergonhado, mas fiquei toda orgulhosa com a primeira matéria minha que foi publicada na revista EGM (hoje EGW). Finalmente consegui escrever numa revista de games, coisa que sempre sonhei em fazer! Depois veio o Girls of War que me fez conhecida entre os blogueiros e me abriu (uuui de novo) mais portas no meio como escrever também para a Nintendo World e o cargo que o ocupo hoje na editoria chefe do site Nonuba Games. Em breve também vou escrever para outra mídia gamer muito legal também. Ah, mais uma coisa: tive a oportunidade também de entrevistar o Bertrand Chaverot, presidente da Ubisoft Brasil, Tommy Talarico do Video Games Live, o pessoal da PopCap, um dos criadores de Duke Nukem e por aí vai. A vida gamer só tem me trazido alegria e realização profissional!</p>
<h2><strong><span style="color: #ff9900;">GeeX! diz:</span></strong></h2>
<p><strong><em>Vocês são garotas, bonitas, simpáticas, bem-sucedidas e nerds. Os garotos lêem vcs as acham demais! Algumas até já sairam em revistas de games como musas. O que vocês acham de serem “musas nerds” da internet brasileira?</em></strong></p>
<p><strong><span style="color: #ff00ff;">Bruna Torres diz:</span></strong></p>
<p>As pessoas colocam esses rótulos, mas não me considero musa! A gente pode ser bonita e tudo mais, e podemos ser até influência para que outras garotas mostrem que sabem jogar e entendem do assunto! Mas musa não me acho! O Girls of War  é a musa, não eu! A Marjoire Bros. que é musa! Tanto é que ninguém me para na rua porque sabe quem sou eu! xD.</p>
<p><strong><span style="color: #339966;">Carla Rodrigues diz:</span></strong></p>
<p>Eu concordo com a Bruna. Não me considero musa em momento algum, mas entendo que parte da atenção que o blog recebe é porque é escrito só por meninas. Mas basta bater o olho lá e todo mundo vê que a gente nem aparece direito no blog, são só textos escritos por garotas mesmo. Como a Bruna disse, se tiver musa na história, é o próprio blog (e as outras meninas, claro! hahaha)</p>
<p><strong><span style="color: #800080;">*)O(Clá)O(* diz:</span></strong></p>
<p>Eu não me considero musa nem a pau!!! Huhuahuahuahuhua&#8230; Fim-de-semana passado ocorreu de eu ir em um evento de animes aqui na minha cidade e um dos leitores ficou super nervoso porque me viu lá e nem falou comigo &#8211; acho que por não ter certeza se era eu &#8211; e ele se arrependeu profundamente por não ter pedido um autógrafo. Fico lisonjeada, mas não sou tudo isso não! Mas fico feliz com o reconhecimento!</p>
<p><strong><span style="color: #ff0000;">Beb&#8217;s diz:</span></strong></p>
<p>Hahahaha! De musa eu não tenho nada. E sei lá, musa dá a impressão de associação a uma mulher sexy e poderosa. Eu não tenho nada a ver, sou uma &#8220;moleca&#8221;, um tanto doidinha e fanfarrona. Gosto de escrever textos bacanas, mas também de postar coisas nonsense no blog&#8230; Então é capaz de me verem mais como a &#8220;paiaça&#8221; da turma, em vez de musa.</p>
<p><strong><span style="color: #0000ff;">Vivi Werneck diz: </span></strong></p>
<p>Musas nerds da internet brasileira??? Nossa obrigada! Meu ego foi no teto agora! ahahaha&#8230; Bom, tem sido bem legal ser reconhecida na blogosfera só em dizer que escrevo no Girls of War, espero que também seja pelo meu trabalho no blog! rss&#8230; Outra coisa legal é que em alguns eventos de games que já fui cobrir, algumas pessoas já me reconheceram e até pediram para tirar uma foto comigo e autografar a minha matéria na revista! ahahaha&#8230; Achei o máximo! O negócio é continuar sendo a mesma louca de sempre e trabalhar com muito profissionalismo. Com isso em mente, é só alegria!!! rss</p>
<h2><strong><span style="color: #ff9900;">GeeX! diz:</span></strong></h2>
<p><strong><em>Então meninas, voçês acham que relaçoes virtuais podem dar certo? e vejam bem não me refiro só a romance, mas amizade mesmo. Vcs podem dizer que sentem tao amigas de alguem a km de distancia que nem conhecem os trejeitos mais do que a colega de trabalho?</em></strong></p>
<p><strong><span style="color: #ff00ff;">Bruna Torres diz:</span></strong></p>
<p>Com toda certeza!!! Meu ex namorado conheci no mIRC e o atual tb!!! O ex foi no mIRC mesmo, e o atual nos conhecemos na livraria e passamos um ano conversando como amigos no mIRC, sem nos ver.. Até que começamos a namorar!!! Relações de amizade também acontecem muito! Nós somos um exemplo claro disso! Amo todas as Girls of War, me dou super bem com elas e gostaria que todas morassem perto! Não tem um dia que não nos falamos! É lindo!!! Confio meus segredos e tudo à elas e nem sempre para as que conheço pessoalmente! =D</p>
<p><strong><span style="color: #339966;">Carla Rodrigues diz</span>:</strong></p>
<p>Sim. Com certeza. Relacionamentos amorosos eu acho que não, mas depende muito do casal. Eu sei que comigo não funcionaria. Mas no quesito &#8220;amizade&#8221; a história muda. Como exemplo vou citar as próprias Girls of War, que eu nunca vi pessoalmente, mas que são as pessoas que mais sabem da minha vida (pessoal e profissional), me aconselham, tomam as minhas dores, me incentivam e tudo mais. Ás vezes se eu estou chateada durante o dia, basta ir pro Gmail que elas estão lá mandando piadas, perguntam o que eu tenho, o que podem fazer para ajudar e tudo mais. Então, mas o que eu quis dizer é que acho que relacionamentos amorosos SÓ pela internet não funcionam. Mas se conhecer pela internet e passar pro plano real, aí beleza.</p>
<p><strong><span style="color: #800080;">*)O(Clá)O(* diz:</span></strong></p>
<p>Acho que podem dar certo sim, tanto que fiz 4 amigas desde o surgimento do Girls of War!!! Tem algumas desilusões, claro, como tb ocorrem na vida real, mas verdadeiras amizades podem nascer na internet sim!! Já no quesito amoroso, não acredito muito não, com algumas exceções como dois casais que são meus amigos que estão juntos até hoje, sendo que um dos casais já até casou!</p>
<p><strong><span style="color: #ff0000;">Beb&#8217;s diz:</span></strong></p>
<p>Pra ser sincera, é a primeira vez que estou experimentando uma amizade virtual de verdade, agora com as meninas. Eu nunca fui muito fã de relacionamento virtual, seja de amizade ou namoro. Sinto falta de ter a presença da pessoa. E como eu nunca fui muito de frequentar blogs, não conhecia tantas pessoas virtualmente. Minhas listas de amigos em Msn e afins sempre foram as mais curtas. Daí um dia conheci o Girls of War, me encantei e comecei a frenquentar diariamente e comentar que nem louca! Até que fomos nos aproximando e de repente ganhei 4 amigas que eu nunca imaginava que teria por esse meio internetístico! E me vi tendo uma super afinidade com elas, compartilhando um monte, contando coisas da minha vida e ouvindo coisas da vida delas, etc. Foi uma surpresa e um presente!</p>
<p><strong><span style="color: #0000ff;">Vivi Werneck diz: </span></strong></p>
<p>Claro que podem dar certo sim! As Girls of War são a prova disso! Eu AINDA não vi pessoalmente nenhuma das meninas do blog, mas em todo esse tempo criamos uma amizade bem legal e acredito que verdadeira sim. As vezes a pessoa que tá do seu lado e se diz sua amiga pode ser a primeira a te dar uma rasteira na vida. Agradeço muito ao que consegui realizar até agora, tanto pessoalmente quanto profissionalmente, as meninas que me deram a oportunidade de fazer parte do blog. Tenho muito orgulho de todas elas, são partes da minha família agora! Mexeu com elas&#8230; Então prepare-se para encarar a fúria psycho! ahahaha&#8230;</p>
<h2><strong><span style="color: #ff9900;">GeeX! diz:</span></strong></h2>
<p><strong><em>Pra terminar, vocês querem mandar algum recado para os leitores nerds?</em></strong></p>
<p><strong><span style="color: #ff00ff;">Bruna Torres diz:</span></strong></p>
<p>Nerds: continuem nerds, porque nerds não é vergonha nenhuma. Ser nerds é ser nerds, e os nerds merecem ser sempre nerds! Beijos para os nerds! E acessem o nerd blog de garotas nerds <a href="http://www.girlsofwar.com.br/">www.girlsofwar.com.br</a>. Ah! Lembrem-se: nerds no sentido futuro, nada de nerd da antiguidade.</p>
<p><strong><span style="color: #339966;">Carla Rodrigues diz:</span></strong></p>
<p>Espero que vocês tenham gostaso da entrevista e se quiserem saber mais sobre videogames, já sabem qual blog acessar. E não se preocupem com qualquer rótulo ou se alguém estereotipar vocês, qualquer pessoa passa por isso. E além do mais, ser nerd está na moda hoje em dia &#8211; é o que dizem, né.</p>
<p><strong><span style="color: #800080;">*)O(Clá)O(* diz:</span></strong></p>
<p>Vida longa e próspera para a nação NERD!</p>
<p><strong><span style="color: #ff0000;">Beb&#8217;s diz:</span></strong></p>
<p>Continuem trilhando essa linda jornada nerd que é a vida de vcs e dane-se o mundo que vcs não se chamam Raimundo!  =D (parafraseando o Yusuke do Yu-yu Hakusho, lembram?). E, leitores nerds, acessem <a href="http://www.girlsofwar.com.br/">www.girlsofwar.com.br</a>! xDDDDDD</p>
<p><strong><span style="color: #0000ff;">Vivi Werneck diz: </span></strong></p>
<p>Gostaria de mandar um beijão super psycho a todos os leitores do Geex, com muito carinho e machadadas&#8230; er&#8230; bom, talvez com um pouco menos de &#8220;carinho&#8221;. Obrigada por também curtirem o Girls of War e sucesso na vida gamer de vocês!</p>
<h2><a href="http://www.girlsofwar.com.br"><img class="aligncenter" title="  " src="http://girlsofwar.files.wordpress.com/2009/07/banner.jpg" alt="" width="780" height="200" /></a></h2>
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