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	<title>GeeX! &#187; Colunas</title>
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	<description>Mais um passo rumo a dominação mundial!</description>
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		<title>GeeX!</title>
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	<itunes:summary>GeeBeRiSh! - O Podcast do GeeX!

Nosso podcast foi carinhosamente nomeado de GeeBeRiSh, uma adaptação de giberish, que é o ato de discursar sem falar nada importante, ou sem significado algum, e um sinônimo para &#34;bobagem&#34; em inglês. É exatamente o tipo de coisas que vocês podem esperar ouvir no podcast, portanto. :)</itunes:summary>
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	<itunes:author>Equipe GeeX!</itunes:author>
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		<title>Q&amp;A: Ladies of Hell Town</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Jun 2011 18:19:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Muñoz</dc:creator>
				<category><![CDATA[Colunas]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[GeeX! Entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[entrevista]]></category>
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		<description><![CDATA[Em 2009 um filme despretensiosamente foi lançado nos EUA, dirigido por Drew Barrymore em sua estréia na direção de longas de ficção. Whip It (Garota Fantástica, por aqui) com Ellen Page, no papel de uma garota socialmente desajustada &#8211; perante os olhos preconceituosos e de julgamento hipócrita típicamente visto nos filmes sobre cidades pequenas do sul norte-americano &#8211; que encontra seu lugar ao começar a conhecer um esporte diferente do comum: Roller Derby. . Alguns anos antes, uma outra garota &#8211; bem longe do Texas &#8211; achou por acaso na internet a respeito desse esporte, e começou a espalhar a idéia de criar uma liga aqui no Brasil. . Por conta de redes sociais, offline e online, a atenção para esse esporte foi aumentando, e a partir de toda a curioside e  amor pela cultura que envolve esse esporte &#8211; e que já fazia parte do dia a dia dessas garotas &#8211; formou-se o Ladies of Hell Town. Com cada vez mais exposição na mídia, aproveitamos o espaço de perguntas e respostas do GeeX! para conhecer mais da motivação e da empolgação que levaram-nas a tomar esse esporte a sério ao mesmo tempo que se divertem. Das 7 jogadoras plenas da liga (Beki Band’Aid, Moloko Vellocet, Debbie Hatcher, Napalm Dash, Helligator, Mariah Bearings e Atom Cockroach) conversamos com 2 e mais duas &#8220;fresh meats&#8221;. . . Q) Por que Roller Derby? O que fez um monte de garotas se juntar para golpear outras que tentam passar à sua frente? . Napalm Dash) O Roller Derby é um esporte de dualismos, ele reúne agressividade e graciosidade ao mesmo tempo. É um esporte em que a garota pode extravasar sua &#8220;dureza&#8221; sem perder a feminilidade. É extremamente atrativo pra garotas que nunca se adequaram aos esportes mais, digamos, convencionais. . Beki Band&#8217;Aid) Quando descobri o roller derby na internet achei incrivel, e pensei &#8221; já que não tem aqui vou fundar uma liga e começar a treinar&#8221; .. Luka &#8220;Fresh Meat&#8221;) O que fez um monte de garotas fazer isso, eu não sei huehueheu.  Já, o que me fez fazer isso, foi o simples fato de parecer (e ser) muito divertido. É meio que perguntar o que fez um bando de marmanjo tentar lutar por uma bola de couro e correr até um lado xis de um campo. É simplesmente divertido. . Manu &#8220;Fresh Meat&#8221;) Também jogo porque é bem divertido. Um monte de menina em cima de patins andando rápido, pulando, caindo, tentando ajudar a sua jammer, atrapalhando o outro time, isso tudo sem cometer faltas (como segurar na galera e dar cotovelada). Como isso pode  não parece divertido? No começo é bem difícil se focar em tudo, mas já é legal pra caralho e super emocionante, imagina quando eu conseguir de fato fazer tudo isso ao mesmo tempo! .. Q) Como vocês começaram a se juntar com esse fim desestressante? B) Comecei com essa idéia sozinha, todo mundo me achava maluca por querer trazer um esporte pro Brasil que não existia e que precisava de  equipamento em que a...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<div>
<div>Em 2009 um filme despretensiosamente foi lançado nos EUA, dirigido por <a href="http://www.imdb.com/name/nm0000106/">Drew Barrymore</a> em sua estréia na direção de longas de ficção. Whip It (Garota Fantástica, por aqui) com <a href="http://www.imdb.com/name/nm0680983/">Ellen Page</a>, no papel de uma garota socialmente desajustada &#8211; perante os olhos preconceituosos e de julgamento hipócrita típicamente visto nos filmes sobre cidades pequenas do sul norte-americano &#8211; que encontra seu lugar ao começar a conhecer um esporte diferente do comum: <a href="http://www.youtube.com/watch?v=_T8izdlc-dY" target="_blank">Roller Derby</a>.</div>
<div><span style="color: #ffffff;">.</span></div>
<div>Alguns anos antes, uma outra garota &#8211; bem longe do Texas &#8211; achou por acaso na internet a respeito desse esporte, e começou a espalhar a idéia de criar uma liga aqui no Brasil.</div>
<div><span style="color: #ffffff;">.</span></div>
<div>Por conta de redes sociais, offline e online, a atenção para esse esporte foi aumentando, e a partir de toda a curioside e  amor pela cultura que envolve esse esporte &#8211; e que já fazia parte do dia a dia dessas garotas &#8211; formou-se o <a href="http://ladiesofhelltown.wordpress.com/" target="_blank">Ladies of Hell Town</a>. Com cada vez mais <a href="http://blogs.estadao.com.br/jt-cidades/roller-derby-invade-o-ibirapuera/" target="_blank">exposição na mídia</a>, aproveitamos o espaço de perguntas e respostas do GeeX! para conhecer mais da motivação e da empolgação que levaram-nas a tomar esse esporte a sério ao mesmo tempo que se divertem.<a href="http://ladiesofhelltown.wordpress.com/quem-somos/" target="_blank"> Das 7 jogadoras plenas da liga</a> (Beki Band’Aid, Moloko Vellocet, Debbie Hatcher, Napalm Dash, Helligator, Mariah Bearings e Atom Cockroach) conversamos com 2 e mais duas &#8220;fresh meats&#8221;.</div>
<div><span style="color: #ffffff;">.</span></div>
<div><span style="color: #ffffff;">.</span></div>
<div><strong><a href="http://www.geex.com.br/blog2/wp-content/uploads/2011/06/derby.jpg"><img class="size-full wp-image-9582 alignleft" title="derby" src="http://www.geex.com.br/blog2/wp-content/uploads/2011/06/derby.jpg" alt="" width="338" height="346" /></a>Q) Por que Roller Derby? O que fez um monte de garotas se juntar para golpear outras que tentam passar à sua frente?</strong></div>
<div><span style="color: #ffffff;"><strong>.</strong></span></div>
<div><strong>Napalm Dash)</strong> O Roller Derby é um esporte de dualismos, ele reúne agressividade e graciosidade ao mesmo tempo. É um esporte em que a garota pode extravasar sua &#8220;dureza&#8221; sem perder a feminilidade. É extremamente atrativo pra garotas que nunca se adequaram aos esportes mais, digamos, convencionais.</div>
<div><span style="color: #ffffff;">.</span></div>
<div><strong>Beki Band&#8217;Aid)</strong> Quando descobri o roller derby na internet achei incrivel, e pensei &#8221; já que não tem aqui vou fundar uma liga e começar a treinar&#8221;</div>
<div><span style="color: #ffffff;">..</span></div>
<div><strong>Luka &#8220;Fresh Meat&#8221;)</strong> O que fez um monte de garotas fazer isso, eu não sei huehueheu.  Já, o que me fez fazer isso, foi o simples fato de parecer (e ser) muito divertido. É meio que perguntar o que fez um bando de marmanjo tentar lutar por uma bola de couro e correr até um lado xis de um campo. É simplesmente divertido.</div>
<div><span style="color: #ffffff;">.</span></div>
<div><strong>Manu &#8220;Fresh Meat&#8221;)</strong> Também jogo porque é bem divertido. Um monte de menina em cima de patins andando rápido, pulando, caindo, tentando ajudar a sua <a href="http://www.brighthub.com/health/fitness/articles/67867.aspx" target="_blank">jammer</a>, atrapalhando o outro time, isso tudo sem cometer faltas (como segurar na galera e dar cotovelada). Como isso pode  não parece divertido? No começo é bem difícil se focar em tudo, mas já é legal pra caralho e super emocionante, imagina quando eu conseguir de fato fazer tudo isso ao mesmo tempo!</div>
<div>
<p><span style="color: #ffffff;">..</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #ffffff;"><a href="http://www.geex.com.br/blog2/wp-content/uploads/2011/06/league.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-9585" title="league" src="http://www.geex.com.br/blog2/wp-content/uploads/2011/06/league.jpg" alt="" width="504" height="272" /></a><br />
</span></p>
<p><strong>Q) Como vocês começaram a se juntar com esse fim desestressante?</strong></p>
<p><strong>B)</strong> Comecei com essa idéia sozinha, todo mundo me achava maluca por querer trazer um esporte pro Brasil que não existia e que precisava de  equipamento em que a maior parte é gringo. Mas com o apoio dos amigos fui em frente, conversando com outras amigas que também se interessaram e por aí começamos nossos humildes treinos, até virar o que eh hj.<span style="color: #ffffff;">.</span></p>
<p><span style="color: #ffffff;"> </span><strong>N)</strong> Eu me interessei pelo esporte assim que o descobri e acabei tendo contato com a Beki, fundadora da Ladies of HellTown. Me juntei à ela logo no início. Desde então várias garotas se juntaram a nós, com o mesmo propósito.</p>
<p><strong>L)</strong> Eu simplesmente fiquei sabendo da existência da liga através da minha irmã. Juntas fomos assistir um treino, curtimos e estamos aí.</p>
<p><strong>M)</strong> Eu fiquei sabendo da existência delas pela <a href="http://www.facebook.com/photo.php?fbid=10150152188997367&amp;set=a.444929777366.244370.368884037366&amp;type=1" target="_blank">Dani Cruz</a> [N.E.: fresh meat há tanto tempo foi apelidade de "rotten meat" já], e depois recebi um flyer em um evento de carros custom ano passado. Depois eu enrolei pra caralho e no começo deste ano tomei vergonha na cara e me juntei às meninas.</p>
<p><span style="color: #ffffff;">.</span></p>
<p><strong><a href="http://www.geex.com.br/blog2/wp-content/uploads/2011/06/patins.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-9588" title="patins" src="http://www.geex.com.br/blog2/wp-content/uploads/2011/06/patins.jpg" alt="" width="346" height="230" /></a>Q) Vocês estão tendo uma exposição cada vez maior na mídia, aparecendo em grandes sites e jornais. Mesmo sendo tudo tão recente, isso está trazendo mais garotas interessadas em praticar esse esporte e mais pessoas querendo assistir os treinos?</strong></p>
<p><strong>B)</strong> Não é exatamente recente, a liga foi fundada em 2009 mas eu venho correndo atrás desde 2007. Então foi um trabalho de lá pra cá pra conseguirmos esse espaço na mídia (e com certeza o filme <a href="http://www.imdb.com/title/tt1172233/" target="_blank">Whip It!</a> ajudou muito). Agora cada vez que saimos em <a href="http://ladiesofhelltown.wordpress.com/2011/04/19/ladies-no-jornal-da-gazeta/" target="_blank">alguma materia </a>recebemos muitos emails de pessoas interessadas e com isso a liga a cada dia cresce mais (e espero que continue assim).</p>
<p><strong>N)</strong> A exposição na mídia, querendo ou não, é um grande canal de ligação entre a liga e novos entusiastas. Cada vez mais garotas entram em contato, querendo conhecer melhor o esporte e treinar com a gente. Assim também aumenta o número de pessoas interessadas no esporte, seja no aspecto jornalístico, esportivo ou apenas para suprir curiosidade; o número de interessados é cada vez maior.</p>
<p><strong>L)</strong> Sim, com certeza. Já apareceram meninas nos treinos com interesse em conhecer e praticar porque viram a gente na mídia.</p>
<p><strong>M) </strong>A exposição na mídia tem ajudado mesmo, algumas meninas vieram assisitir treinos porque viram alguma matéria, outras ainda vem pelo boca a boca. O que importa é que a gente consiga divulgar e cada vez mais mocinhas (e mocinhos! vocês não jogam, mas podem fazer outras coisas, temos o coach D.Araki, 2 árbitros em treinamente e um menino que começou a ajudar com a parte de preparamento físico) se interessem.</p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #ffffff;"><a href="http://www.geex.com.br/blog2/wp-content/uploads/2011/06/treino.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-9591" title="treino" src="http://www.geex.com.br/blog2/wp-content/uploads/2011/06/treino.jpg" alt="" width="504" height="336" /></a>.</span></p>
<p><strong><a href="http://www.geex.com.br/blog2/wp-content/uploads/2011/06/logo_branco.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-9592" title="logo_branco" src="http://www.geex.com.br/blog2/wp-content/uploads/2011/06/logo_branco.jpg" alt="" width="179" height="331" /></a>Q) O estilo que envolve a cultura Roller Derby é muito interessante, marcado por desenhos e garotas pin-ups, com nomes fortes como, Psycho Rollers, Riot River, Psychoticdolls Roller Derby, Meatgrinders. A inspiração para Ladys of Helltown, veio depois de muita discussão ou foi um insight divino (ou diabólico no caso)?</strong></p>
<p><strong>N)</strong> Foi meio que um insight divino, se assim possa ser colocado, entre as fundadoras da liga. É uma menção/homenagem/identificação com o nome Lords of DogTown.</p>
<p><strong>B)</strong> O nome da liga foi criado por mim e pela Camila (minha amiga que agora não treina, mas acho que ano que vem ela volta). Ficava pensando em nomes mas nunca gostava o suficiente deles pra falar &#8220;simmmm, eh esse o nome&#8221;. Até que um dia assistindo pela milésima vez o <a href="http://www.imdb.com/title/tt0355702/" target="_blank">Lords of Dogtown</a> eu tive esse insight de chamar a liga da <strong>Ladies of HellTown</strong>. Por dois motivos principais, primeiro em homenagem aos caras que fizeram do skateboard o que é hoje em dia, segundo porque da mesma maneira que o skateboard é o que conhecemos hoje em dia por causa deles, nos também fomos pioneiras no Roller Derby no Brasil &#8211; e o nome ficou muito legal.</p>
<p><strong>L) </strong>Podemos dizer também Helltown se refere a nossa queridíssima São Paulo.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.geex.com.br/blog2/wp-content/uploads/2011/06/poseladies.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-9593" title="poseladies" src="http://www.geex.com.br/blog2/wp-content/uploads/2011/06/poseladies.jpg" alt="" width="432" height="347" /></a></p>
<p><strong>Q) Quando começaram as ligas amadoras e copas sul-americanas de Roller Derby? Colómbia e Chile parecem estar à frente na quantidade de times femininos. Existem pensamentos de fazer algo grande assim? Ou vocês esperam que as coisas tenham proporções menores?</strong></p>
<p><strong><span style="font-weight: normal;"><strong><a href="http://www.geex.com.br/blog2/wp-content/uploads/2011/06/41.jpg"><img class="alignright size-large wp-image-9596" title="4" src="http://www.geex.com.br/blog2/wp-content/uploads/2011/06/41-259x1024.jpg" alt="" width="181" height="717" /></a>N)</strong> Nesses últimos dois anos a quantidade de ligas amadoras cresceu significativamente na América Latina. No Brasil, o número de ligas também é crescente. Mas atenções estão voltadas, momentaneamente, para a <a href="http://www.bloodandthundermag.com/WorldCup2011.htm" target="_blank">primeira Copa Mundial</a>que será realizada no Canadá, em Dezembro desse ano. O Brasil está trabalhando bastante pra montar seu time que representará o país na Copa, assim como os outros países da América Latina também devem estar. A partir do ano que vem é provável que esse assunto passe a ser discutido formalmente.</span></strong></p>
<p><strong>B)</strong> As ligas são todas amadoras, as ligas da América do sul começaram meio que ao mesmo tempo &#8211; não sei ao certo quando exatamente elas começaram mas foi por volta de 2009/2010.  Regionalmente, temos campeonatos e os bouts (jogos), dentro das próprias ligas e entre ligas. Dentro de uma liga os times jogam entre si e depois nos campeonatos regionais a liga envia o time das <em>all stars</em> pra jogar contra outras <em>all stars </em>de outras ligas.</p>
<p>Quantidade não significa qualidade,  então isso não é uma preocupação competir entre as ligas para ver quem tem mais gente. Só nos no preocupamos em treinars pra podermos jogar. Estamos todos aqui por um único motivo ROLLER DERBY! <a href="http://www.derbyroster.com/" target="_blank">No Brasil já temos 9 ligas </a>(algumas ainda estão bem no começo e outras ja estão mais avançadas), as grandes dificuldades que temos ainda se resume à  falta de espaços públicos, de patrocinio e ao excesso de burocracia pra conseguir essas coisas</p>
<p><strong>M)</strong> Acho que o desejo não é necessariamente ser gigante, mas ter um tamanho que permita algumas coisas &#8211; como ter vários times (cada time tem 15 meninas creio), um ginásio próprio, ter um dia uma <em><a href="http://www.urbandictionary.com/define.php?term=banked%20track" target="_blank">banked track</a></em>, conseguir importar patins com mais facilidade ou ter mais modelos disponíveis aqui (por um preço mais justo, diga-se de passagem)  etc.</p>
<p>Então, não é crescer por crescer, é um esporte de time, precisa sempre de mais pessoas &#8211; e precisa de uma certa infra-estrutura. Esse ano vai ter um sulamericano na Colômbia e o mundial no Canadá. Na Colômbia, na verdade, vai ser um interligas, então não é obrigatório um time representando o país. Mas com o mundial, não sei se vamos conseguir mandar meninas para a Colômbia em tempo. Ainda não temos muuuuitas meninas, e temos muitas <em>fresh meats</em> (eu inclusive), além disso existem questões como dinheiro e tempo. Com as opções, percebo então que a galera tá na pilha de ir no mundial mesmo. <img src='http://www.geex.com.br/blog2/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>&nbsp;</p>
<p>As perguntas encerraram-se por aí. Não por falta de questões e curiosidades, mas por que é muito difícil conversar via e-mail com tantas mulheres ao mesmo tempo e depois organizar tudo. Mas não se acanhe com a cara de má e a postura que o Roller Derby exige, como a Napalm Dash disse &#8220;<em>É um esporte em que a garota pode extravasar sua &#8216;dureza&#8217; sem perder a feminilidade</em>&#8220;, então entre em contato com elas, via twitter, facebook, <a href="mailto:ladiesofhelltown@hotmail.com" target="_blank">email</a> ou até ao vivo.</p>
<p>E se ficou empolgado MESMO depois de ler isso e se pudesse IA HOJE MESMO conhecer essas meninas, ÓTIMO! Pois neste dia 09 de junho acontece a primeira festa promovida por elas E com direito à <a href="http://papodehomem.com.br/jello-shots-drinks-de-gelatina/" target="_blank">jello shots</a> a cada uma hora.</p>
<p>Rock de verdade, meias arrastão e atitude. Isso sim é esporte.</p>
<p><a href="http://www.geex.com.br/blog2/wp-content/uploads/2011/06/syxz2.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-9597" title="syxz2" src="http://www.geex.com.br/blog2/wp-content/uploads/2011/06/syxz2.png" alt="" width="399" height="582" /></a></p>
</div>
</div>
</div>
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		<title>Q&amp;A: Ana Mendes</title>
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		<pubDate>Wed, 27 Apr 2011 19:25:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Muñoz</dc:creator>
				<category><![CDATA[Behave]]></category>
		<category><![CDATA[Colunas]]></category>

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		<description><![CDATA[Ana Mendes, ou Zaphky, é uma designer, formada em Comunicação Visual no Senac. Ilustradora, gamer, tímida e talentosa, já trabalhou na Ubisoft São Paulo e agora é uma polivalente na Glu Mobile, fazendo concepts, assets finais, e arte 2D para os jogos da empresa. Seu portfólio pode ser visto em www.zaphky.com, assim como seus contatos para quem quiser conhecer melhor o incrível trabalho desta garota. E para quem quiser conhecer mais além do seu trabalho, ficam as perguntas e resposta a seguir. Q) Ana Mendes, de onde raios então saiu Zaphky? A) Zaphky é um daqueles nicknames criados na época da adolescência que, depois que você cresce, fica com vergonha de ter que explicar a origem. &#8220;Zaphk&#8221; é a abreviação do nome de um arcanjo, o Zaphky é só uma das variações. Q) Zaphkiel então tem um significado para você ou é só um nome legal? E a Ana Mendes, onde fica? A) Nenhum significado especial, só gostei da palavra e resolvi adaptá-la. Pode parecer que a Ana ficou um pouco perdida no meio desse nickname, mas está ai também. Para mim nomes são apenas palavras, não me apego muito a isso. Se me conhecem como Ana, ótimo. Se me conhecem como Zaphky, ótimo também!  =) É só não me conhecerem por um nome ruim que está valendo. Q) De onde veio seu interesse pela cultura oriental? E porque você não parou com Cavaleiros do Zodíaco como tantos outros? A) Quando era criança eu não via essas animações japonesas como algo tão diferente dos outros cartoons ocidentais que eu assistia. Percebia a diferença na temática e no traço exagerado, mas mesmo assim era um cartoon como qualquer outro, eu gostava de Cavaleiros do Zodíaco e Dragon Ball, mas parei por ai. Até que alguns anos depois vi uma revista com ilustrações de &#8220;Legend of Zelda&#8221; do Nintendo 64. Na hora a única coisa que consegui pensar foi uma mistura de &#8220;preciso jogar isso&#8221; com &#8220;preciso saber desenhar assim&#8221;. A partir dai comecei a procurar mais sobre games e comecei a desenhar em um estilo parecido com o das ilustrações da revista, mas um pouco mais exagerado (e bem mais mal feitos). Só por causa de uma amiga que viu meus desenhos e falou que pareciam &#8220;mangá&#8221; que acabei voltando para esse mundo das animações e quadrinhos japoneses. Q) Parecem mangá mesmo, felizmente bem melhores que a maioria. Muito estudo por trás das técnicas de pintura e desenho? Quantas horas por dia foi praticando até chegar onde está hoje? A) Sim, muitos estudos. Quando comecei a desenhar, minhas referências eram sempre desenhos de outros artistas e sempre artistas que desenhavam no estilo mangá. Agora, quando olho o que fiz me arrependo um pouco, não por escolher este estilo de desenho, mas por ter negligenciado tantos outros no passado. Da mesma maneira que para mim muitas portas foram abertas por causa desse estilo, muitas também foram fechadas. Quando percebi isso comecei a estudar para recuperar um pouco do tempo que creio não ter sido utilizado da...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ana Mendes, ou Zaphky, é uma designer, formada em Comunicação Visual no Senac. Ilustradora, gamer, tímida e talentosa, já trabalhou na <a href="http://www.ubi.com/UK/default.aspx" target="_blank">Ubisoft</a> São Paulo e agora é uma polivalente na <a href="http://www.glu.com/game" target="_blank">Glu</a> Mobile, fazendo concepts, assets finais, e arte 2D para os jogos da empresa. Seu portfólio pode ser visto em <a href="http://www.zaphky.com/" target="_blank">www.zaphky.com</a>, assim como seus contatos para quem quiser conhecer melhor o incrível trabalho desta garota. E para quem quiser conhecer mais além do seu trabalho, ficam as perguntas e resposta a seguir.</p>
<div>
<div id="attachment_9032" class="wp-caption alignleft" style="width: 360px"><a href="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/04/16.jpg"><img class="size-full wp-image-9032        " title="16" src="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/04/16.jpg" alt="" width="350" height="353" /></a><p class="wp-caption-text">Não é Zaphkiel, mas Kid Icarus mesmo</p></div>
<p><strong>Q)</strong> Ana Mendes, de onde raios então saiu Zaphky?</p>
<p><strong>A) </strong>Zaphky é um daqueles nicknames criados na época da adolescência que, depois que você cresce, fica com vergonha de ter que explicar a origem. &#8220;Zaphk&#8221; é a abreviação do nome de um arcanjo, o Zaphky é só uma das variações.</p>
<p><strong>Q) </strong>Zaphkiel então tem um significado para você ou é só um nome legal? E a Ana Mendes, onde fica?</p>
</div>
<p><strong>A) </strong>Nenhum significado especial, só gostei da palavra e resolvi adaptá-la. Pode parecer que a Ana ficou um pouco perdida no meio desse nickname, mas está ai também. Para mim nomes são apenas palavras, não me apego muito a isso. Se me conhecem como Ana, ótimo. Se me conhecem como Zaphky, ótimo também!  =) É só não me conhecerem por um nome ruim que está valendo.</p>
<div>
<p><strong>Q) </strong>De onde veio seu interesse pela cultura oriental? E porque você não parou com Cavaleiros do Zodíaco como tantos outros?</p>
</div>
<p><strong>A) </strong>Quando era criança eu não via essas animações japonesas como algo tão diferente dos outros cartoons ocidentais que eu assistia. Percebia a diferença na temática e no traço exagerado, mas mesmo assim era um cartoon como qualquer outro, eu gostava de Cavaleiros do Zodíaco e Dragon Ball, mas parei por ai. Até que alguns anos depois vi uma revista com ilustrações de &#8220;Legend of Zelda&#8221; do Nintendo 64. Na hora a única coisa que consegui pensar foi uma mistura de &#8220;preciso jogar isso&#8221; com &#8220;preciso saber desenhar assim&#8221;. A partir dai comecei a procurar mais sobre games e comecei a desenhar em um estilo parecido com o das ilustrações da revista, mas um pouco mais exagerado (e bem mais mal feitos). Só por causa de uma amiga que viu meus desenhos e falou que pareciam &#8220;mangá&#8221; que acabei voltando para esse mundo das animações e quadrinhos japoneses.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/04/05.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-9028" title="05" src="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/04/05.jpg" alt="" width="560" height="440" /></a></p>
<div>
<p><strong>Q) </strong>Parecem mangá mesmo, felizmente bem melhores que a maioria. Muito estudo por trás das técnicas de pintura e desenho? Quantas horas por dia foi praticando até chegar onde está hoje?</p>
</div>
<p><a href="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/04/07.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-9029" title="07" src="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/04/07.jpg" alt="" width="384" height="387" /></a><strong>A) </strong>Sim, muitos estudos. Quando comecei a desenhar, minhas referências eram sempre desenhos de outros artistas e sempre artistas que desenhavam no estilo mangá. Agora, quando olho o que fiz me arrependo um pouco, não por escolher este estilo de desenho, mas por ter negligenciado tantos outros no passado. Da mesma maneira que para mim muitas portas foram abertas por causa desse estilo, muitas também foram fechadas.</p>
<p>Quando percebi isso comecei a estudar para recuperar um pouco do tempo que creio não ter sido utilizado da melhor maneira.  Apesar de gostar de desenhar mangá, pratico desenho e pintura mais realista, procuro observar mais as coisas a minha volta, me inspiro em filmes, livros, fotografias, games e em outros artistas também.</p>
<p>Não sei dizer quantas horas gastei para treinar a técnica, antes praticava todos os dias, agora quase todos. Mesmo quando não consigo praticar a técnica tento praticar a observação, prestando atenção na composição de filmes, iluminação, tudo. Meio loucura isso, acho.</p>
<p>E agora meus objetivos estão mudando novamente, então minha arte também vai mudar.  Vamos ver no que vai dar isso tudo!</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/04/04.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-9027" title="04" src="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/04/04.jpg" alt="" width="336" height="437" /></a></p>
<div>
<p><strong>Q)</strong> Onde vivem os monstros?</p>
<p><strong>A)</strong> Não sei todos, mas conheço alguns que vivem no meu armário.</p>
<p><a href="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/04/192.jpg"><img class="size-full wp-image-9037 alignleft" title="19" src="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/04/192.jpg" alt="" width="210" height="321" /></a></p>
<p><strong>Q) </strong>Freud explica. Desses qual mais te persegue e toma seu tempo?</p>
</div>
<p><strong>A)</strong> O que aparece com mais freqüência é aquele que chamo de monstro “Auto-Sabotador”.  É aquele monstro que faz com que eu acredite que não sou capaz de realizar meus objetivos, mesmo os fatos indicando o contrário. Ele tenta colocar uma desculpa esfarrapada na frente de tudo, mas estou tentando mantê-lo sob controle dentro do armário.</p>
<div>
<p><strong>Q)</strong> Qual o game que você jogou por mais tempo?</p>
</div>
<p><strong>A) </strong>Ragnarok Online, jogava todo santo dia durante quase 3 anos, foi um vício terrível! Se não for contar MMORPG, provavelmente Pokémon e Team Fortress 2.</p>
<div>
<p><strong>Q)</strong> E agora, está jogando o que e por que?</p>
</div>
<p><strong>A)</strong> Agora estou jogando muitas coisas ao mesmo tempo, de Bulletstorm a Beautiful Katamari.  Mas de todos esses, o game que mais marcou foi Portal 2. Confesso que tenho uma queda por puzzles, mas não é só o gênero ou a mecânica que chamam minha atenção. A história é tão bem escrita, os diálogos são os melhores que já vi e várias vezes parava no meio das áreas de teste só para observar os backgrounds . É difícil falar qual é o ponto alto desse jogo, por que qualquer aspecto dele é um ponto alto. Ok, vou parar com a bajulação.</p>
<p>E, claro, estou jogando também Pokémon Black para não perder a tradição. <img src='http://www.geex.com.br/blog2/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
<div>
<p><strong>Q)</strong> Você ganha dinheiro com algo que gosta de fazer? Ou você gosta do que faz porque dá dinheiro?</p>
<p><strong>A) </strong>Difícil dizer 100%, mas fico com a primeira opção: ganho dinheiro com algo que gosto de fazer. Se eu gostasse do que faço por que dá dinheiro, provavelmente eu teria tentado virar presidente ou prefeita e não artista de games. =p</p>
<p><a href="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/04/241.jpg"><img class="size-full wp-image-9038 alignright" title="24" src="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/04/241.jpg" alt="" width="392" height="458" /></a></p>
<p><strong>Q)</strong> Você faria algo diferente na sua profissão?</p>
<p><strong>A)</strong> (<em>Hey, Felipe! Prefiro pular essa, ok? hehehe - É que se eu respondesse teria tantas coisas que mudaria, e a resposta acabaria indo para as mudanças na industria de games inteira..hahah não teria fim <img src='http://www.geex.com.br/blog2/wp-includes/images/smilies/icon_razz.gif' alt=':P' class='wp-smiley' /> )</em></p>
<p><strong>Q)</strong> Qual foi o emprego que mudou sua vida? O que mudou desde então?</p>
</div>
<div>
<p><strong>A)</strong> Foi quando comecei a trabalhar na Ubisoft. Não apenas por ser meu primeiro emprego, por estar trabalhando na área que sempre sonhei, ou por acreditar que a vinda da multinacional faria o mercado de desenvolvimento de games crescer no Brasil e vários outros ideais que tinha quando comecei a trabalhar lá.</p>
</div>
<p>O que realmente fez a minha vida mudar foi a experiência, tanto profissional quanto pessoal, que adquiri graças as pessoas incríveis que conheci por lá. Nunca aprendi tanto em tão pouco tempo, a equipe inteira era super talentosa, sempre compartilhávamos o que sabíamos uns com os outros, foi realmente bom trabalhar em um ambiente assim.</p>
<div>
<p>Posso dizer que virei uma artista melhor e uma pessoa melhor também. =)</p>
<p><strong>Q)</strong> E qual foi o dia que mudou a sua vida?</p>
</div>
<p><strong>A)</strong> Não tem um dia específico. Alguns foram bem tristes e me fizeram aprender coisas boas que não aprenderia de outra maneira, outros quando percebi que conseguiria fazer o que quisesse se me esforçasse, outros quando conheci pessoas que me fizeram enxergar as coisas de outra maneira, geralmente mais positiva.</p>
<p>Ou eu acho que minha vida muda bastante, ou realmente tiveram muitos dias que a fizeram mudar, difícil saber.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/04/12.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-9031" title="12" src="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/04/12.png" alt="" width="582" height="241" /></a></p>
<p><strong>Q)</strong> Quer deixar algum recado, agradecimento, beijos pra alguém?</p>
<p><strong>A) </strong>Ah, não, sou bem ruim com esse tipo de coisa, então sem recados e agradecimentos hehehe.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-9036" title="25" src="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/04/25.jpg" alt="" width="575" height="300" /></p>
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		<title>Q&amp;A: Miniboss</title>
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		<pubDate>Tue, 19 Apr 2011 14:47:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Muñoz</dc:creator>
				<category><![CDATA[Colunas]]></category>
		<category><![CDATA[Editorial]]></category>
		<category><![CDATA[Games]]></category>
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		<description><![CDATA[Raquel Oliveira, Pedro Medeiros,  Rafael Miranda, Karen Garcia e Irene Sasaki, preferem ser conhecidos por seus nicks em seus trabalhos como desenvolvedores no Studio MiniBoss, uma pequena equipe com um imenso potencial que inspirados pela paixão por games resolveram fazer algo mais que tentar. Inspirados, nostalgicos, artísticos e determinados, correram atrás de mostrar seu trabalho com jogos pequenos, porém muito bem desenvolvidos e assim se mostraram como destaque ao ganhar o eGames (Competição promovida pelo Senac para incentivar projetos de games). Com isso conseguiram correr atrás do sonho e viajar para Europa, a fim de participar do The Global Game Jam e agora trilham o caminho para aprimorar o projeto que desenvolveram neste e aumentar cada vez mais seu portfolio de produtos. Muito mais que pensar no dinheiro, MiniBoss é um grupo de pessoas que fazem o que amam, pelo amor ao que fazem. Com pequenos passos descobrem um mercado que ainda tem muito a ser explorado e mostram uma finesse com que poucos desenvolvedores brasileiros se preocupam. Conheça então um pouco mais dessas dedicadas pessoas, bitmOO, Santo, Amora, Rafa e Ne, responderam questões que fomentam ainda mais nossa curiosidade sobre o mundo do desenvolvimento de games. Se tiver mais questões, deixe seu comentário, ou visite o site do estúdio para sempre ficar atento às novidades, aventuras e produções do pessoal. E não esqueça de fazer o download dos jogos deles no IndieDB. &#160; Q) &#8220;MiniBoss is a small game development studio, dedicated to creating games with art.&#8221; &#8211; É isso que realmente define vocês? Ou existe mais por trás da pequena frase que não pode ocupar metade do site? A) Hmm não, acho que é bem isso, mesmo! Heheh. Somos uma equipe muito pequena, que só quer fazer jogos bonitos e divertidos. Q) Como e por que vocês resolveram abrir um estúdio de games? A) A decisão não foi exatamente essa, &#8220;vamos abrir um estúdio de games&#8221;! Na realidade, o que eu e o Santo estávamos procurando era um emprego em uma área legal, e de hobby começamos a fazer o Six Feet Over em casa. Então ele teve a ideia de criar um blog para mostrarmos pros amigos o que estávamos fazendo, e tudo começou a acontecer a partir daí. Quando ficamos sabendo do concurso do Senac (e-Games), decidimos acelerar a produção do nosso próximo jogo, o Talbot, para podermos participar. A essa altura, já não estávamos mais considerando esse trabalho como hobby e começamos e nos chamar de &#8220;estúdio&#8221;, mesmo não tendo uma empresa ou um escritório oficial. Q) E agora, vocês se consideram um estúdio mesmo? E vão tentar fazer disso o emprego em uma área legal que tanto almejavam? A) Absolutamente! Estamos tentando, e muito. Não sabemos no que vai dar, somos muito inexperientes como empresários, mas com certeza a ideia é ter um estúdio de verdade, com salário de verdade etc. Q) Alguns de vocês já fizeram outros trabalhos para outros games - como a Amora e bitmOO &#8211; está dando certo correr atrás do sonho de trabalhar com...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://keeru.deviantart.com/" target="_blank">Raquel Oliveira</a>, <a href="http://thelectricafe.blogspot.com/" target="_blank">Pedro Medeiros</a>,  <a href="http://rafamiranda.mus.br/" target="_blank">Rafael Miranda</a>, <a href="http://bitmoo.me/" target="_blank">Karen Garcia</a> e <a href="http://kiroi.deviantart.com/" target="_blank">Irene Sasaki</a>, preferem ser conhecidos por seus nicks em seus trabalhos como desenvolvedores no <a href="http://studiominiboss.blogspot.com" target="_blank">Studio MiniBoss</a>, uma pequena equipe com um imenso potencial que inspirados pela paixão por games resolveram fazer algo mais que tentar.</p>
<p><a href="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/04/crw.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-8810" title="crw" src="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/04/crw.png" alt="" width="533" height="164" /></a></p>
<p>Inspirados, nostalgicos, artísticos e determinados, correram atrás de mostrar seu trabalho com jogos pequenos, porém muito bem desenvolvidos e assim se mostraram como destaque ao ganhar o <a href="http://www.google.com.br/url?sa=t&amp;source=web&amp;cd=1&amp;ved=0CBgQFjAA&amp;url=http%3A%2F%2Fwww3.sp.senac.br%2Fhotsites%2Fgd2%2Fegames%2F&amp;ei=x1ejTYDTAfSC0QHJrbmcBQ&amp;usg=AFQjCNGbpNguIX5R2nfwpzw0FPHtqLnFEw&amp;sig2=lLLN6dBuGhkAgVGOOWA5Uw" target="_blank">eGames</a> (Competição promovida pelo Senac para incentivar projetos de games).</p>
<p>Com isso conseguiram correr atrás do sonho e viajar para Europa, a fim de participar do <a href="http://globalgamejam.org/" target="_blank">The Global Game Jam</a> e agora trilham o caminho para aprimorar o projeto que desenvolveram neste e aumentar cada vez mais seu portfolio de produtos.</p>
<p>Muito mais que pensar no dinheiro, MiniBoss é um grupo de pessoas que fazem o que amam, pelo amor ao que fazem. Com pequenos passos descobrem um mercado que ainda tem muito a ser explorado e mostram uma finesse com que poucos desenvolvedores brasileiros se preocupam.</p>
<p>Conheça então um pouco mais dessas dedicadas pessoas, bitmOO, Santo, Amora, Rafa e Ne, responderam questões que fomentam ainda mais nossa curiosidade sobre o mundo do desenvolvimento de games.</p>
<p>Se tiver mais questões, deixe seu comentário, ou <a href="http://studiominiboss.blogspot.com/" target="_blank">visite o site do estúdio</a> para sempre ficar atento às novidades, aventuras e produções do pessoal. E não esqueça de fazer o <a href="http://www.indiedb.com/members/miniboss/games" target="_blank">download dos jogos deles no IndieDB</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><a href="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/04/mascot_02.png"><img class="alignleft size-full wp-image-8809" title="mascot_02" src="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/04/mascot_02.png" alt="" width="270" height="292" /></a>Q) &#8220;<em>MiniBoss is a small game development studio, dedicated to creating games with art</em>.&#8221; &#8211; É isso que realmente define vocês? Ou existe mais por trás da pequena frase que não pode ocupar metade do site?</strong></p>
<p>A) Hmm não, acho que é bem isso, mesmo! Heheh. Somos uma equipe muito pequena, que só quer fazer jogos bonitos e divertidos.</p>
<p><strong>Q) Como e por que vocês resolveram abrir um estúdio de games?</strong></p>
<p>A) A decisão não foi exatamente essa, &#8220;vamos abrir um estúdio de games&#8221;! Na realidade, o que eu e o Santo estávamos procurando era um emprego em uma área legal, e de hobby começamos a fazer o Six Feet Over em casa. Então ele teve a ideia de criar um blog para mostrarmos pros amigos o que estávamos fazendo, e tudo começou a acontecer a partir daí.</p>
<p>Quando ficamos sabendo do concurso do Senac (e-Games), decidimos acelerar a produção do nosso próximo jogo, o Talbot, para podermos participar. A essa altura, já não estávamos mais considerando esse trabalho como hobby e começamos e nos chamar de &#8220;estúdio&#8221;, mesmo não tendo uma empresa ou um escritório oficial.</p>
<p><strong>Q) E agora, vocês se consideram um estúdio mesmo? E vão tentar fazer disso o emprego em uma área legal que tanto almejavam?</strong></p>
<p>A) Absolutamente! Estamos tentando, e muito. Não sabemos no que vai dar, somos muito inexperientes como empresários, mas com certeza a ideia é ter um estúdio de verdade, com salário de verdade etc.</p>
<p style="text-align: left;"><strong><a href="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/04/DreamTeam_names.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-8811" title="DreamTeam_names" src="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/04/DreamTeam_names.jpg" alt="" width="397" height="315" /></a></strong></p>
<p style="text-align: left;"><strong>Q) Alguns de vocês já fizeram outros trabalhos para outros games - como a Amora e bitmOO &#8211; está dando certo correr atrás do sonho de trabalhar com games?</strong></p>
<p>A) Para algumas pessoas, &#8220;dar certo&#8221; significa &#8220;ganhar dinheiro&#8221;. Nesse caso, não, ainda não deu nem um pouco certo. Nossa renda sempre veio de outros lugares, como freelances de ilustração e animação.<br />
Pra mim, tem dado super certo porque nunca me senti tão realizada. As pessoas torcem por nós, gostam do nosso trabalho, e a gente nem sequer pensa em desistir.</p>
<p style="text-align: center;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong> </strong></p>
<div id="attachment_8812" class="wp-caption aligncenter" style="width: 486px"><strong><a href="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/04/screenshot1zq.jpg"><img class="size-full wp-image-8812      " title="screenshot1zq" src="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/04/screenshot1zq.jpg" alt="" width="476" height="295" /></a></strong><p class="wp-caption-text">Screenshot do projeto para o Global Game Jam: Planetary Plan C</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Q) Como vocês pretendem então alcançar um meio termo entre os dois &#8220;dar certo&#8221;? Ou a realização pessoal já compensa qualquer outra coisa?</strong></p>
<p>A) Estamos tentando de várias maneiras, sim, alcançar um meio termo. O Talbot desperta o interesse de publishers aqui e ali, estamos sempre tentando fazer negócio. Também começamos um projeto pequeno para colocar no 8-bit Funding e ver como funciona etc. Claro que o mais fácil seria fazer um joguinho bobo, cópia de qualquer outro que já tenha dado certo, e vender pra algum site, mas a gente prefere evitar isso pelo maior tempo possível.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong></p>
<div id="attachment_8813" class="wp-caption alignright" style="width: 395px"><a href="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/04/well-screenshot2.jpg"><img class="size-full wp-image-8813 " title="well-screenshot2" src="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/04/well-screenshot2.jpg" alt="" width="385" height="289" /></a><p class="wp-caption-text">Screenshot de Talbot&#39;s Odyssey: Part I</p></div>
<p></strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Q) Vocês viajaram, se inspiraram, ganharam concursos, participaram de feiras, o que tem sido mais gratificante na jornada do estúdio desde sua fundação até hoje, e como isso tem influenciado o trabalho de vocês?</strong></p>
<p>A) O mais gratificante mesmo é ver as pessoas se orgulhando da gente e se divertindo com os nossos jogos. Não tem nada melhor do que esse reconhecimento. Tudo influencia o nosso trabalho, tudo serve de inspiração e motivação. Se não tivéssemos esse tipo de apoio, provavelmente nosso processo seria muito mais lento e iríamos ficar quebrando a cabeça tentando descobrir o que as pessoas gostariam de ver em jogos indies brasileiros, o porquê de não estar dando certo etc.</p>
<p><strong>Q) E por que fazer jogos? No estúdio vocês tem ótimos ilustradores, animadores, músicos&#8230; Vocês poderiam ter escolhido qualquer outra área da comunicação e também ter despontado para o sucesso. O que fez vocês escolherem uma mídia ainda tão marginalizada no Brasil?</strong></p>
<p>A) Eu nunca havia considerado realmente trabalhar com jogos no Brasil, achava que era uma coisa muito distante, que só era possível &#8220;lá fora&#8221;. Passei pelas áreas de ilustração, quadrinhos e animação, conheci muita gente bacana, aprendi muito, mas sinceramente nunca me senti realizada em nenhuma delas. Estava sempre jogando alguma coisa, pensava em jogo o dia inteiro, desenhava personagens e os imaginava dentro de um jogo etc.<br />
Quando eu e o Santo começamos a fazer uns testes de jogos, aí que a gente se tocou de que dá pra fazer isso, sim. Só tinha que partir da gente. E realmente, é uma mídia super marginalizada, mas a paixão é muito grande, a gente não liga.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong></p>
<div id="attachment_8814" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/04/61.jpg"><img class="size-medium wp-image-8814" title="61" src="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/04/61-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Inspiração...</p></div>
<p></strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Q) Quantas idéias foram descartadas antes de surgir o Talbot&#8217;s Odyssey?</strong></p>
<p>A) Umas quatro, que eu me lembre. A primeira ideia que a gente descartou foi sobre uma história que eu venho escrevendo há alguns anos, chamada Kuutamo Stray. Depois pensamos em fazer um jogo baseado no sistema de RPG que o Santo criou, Nasgoth, mas também parecia muito megalomaníaco para um primeiro projeto. Então começamos a pensar em coisas mais simples, e tivemos a idéia de um jogo top down, de uma menininha alquimista que andava pela fase com três criaturas. Fizemos mock-ups, definimos personagens, mas descartamos o projeto porque achamos melhor ir para um caminho ainda mais simples, com um jogo em plataforma. Em um jogo top-down, a gente teria que fazer a animação dos personagens em vários sentidos diferentes. Em um plataforma, é só fazer para um sentido e inverter, então começamos a rabiscar outra ideia: a das astronautas. Era um jogo quase todo procedural, a pessoa controlaria uma astronautinha super sexy que poderia ter caído num planeta, ou aterrissado, ou várias outras alternativas. E o planeta seria cada hora de um jeito, e a cada vez que o jogador recomeçasse, o objetivo seria diferente.<br />
Para fazemos um teste pra esse jogo, criamos uma bolinha (pra ser fácil de animar) e o Santo fez uma engine pra gerar labirintos procedurais. A bolinha ia coletando itens, fugindo de fantasmas, tipo o pac-man, e procurando a saída da fase. A gente se deu conta de que era muito difícil seguir com essa ideia porque não tínhamos um programador, então achamos melhor desenhar cada fase, já que desenhar é o nosso forte, e acabar com a parte procedural.<br />
Esse &#8220;teste&#8221; foi tomando forma, a bolinha ganhou o nome de Talbot e os itens viraram os ingredientes para o ensopado do chefe dele, o Pakku, que nada mais era do que um pac-man que comeu demais e ficou &#8220;do mal&#8221;.</p>
<p style="text-align: center;">&nbsp;</p>
<div id="attachment_8815" class="wp-caption aligncenter" style="width: 478px"><a href="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/04/016.jpg"><img class="size-full wp-image-8815  " title="016" src="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/04/016.jpg" alt="" width="468" height="351" /></a><p class="wp-caption-text">... vem de todos os lugares</p></div>
<p><strong>Q) Então ainda tem muita coisa fomentando na cabeça de vocês. O  Planetary Plan C foi um bom exemplo de que vocês não querem deixar a peteca cair. O estopim para esse foi o Global Game Jam e para o Talbot&#8217;s foi o e-Games. Há um padrão aí. Você pretendem lançar algum projeto maior &#8211; ou mesmo expandir estes dois &#8211; fora do âmbito dos concursos? Ou é melhor trabalhar na pressão para ter um prazo melhor definido?</strong></p>
<p>A) Nós gostamos de aproveitar os concursos para termos um prazo certinho, regras e tal! É muito divertido e nos obriga a realmente produzir um jogo. Mas isso não nos impede de também ter projetos por fora dos concursos. Estamos continuando o Plan C agora, polindo, deixando com carinha de &#8220;jogo pronto&#8221;. Também estamos fazendo outras coisas, como esse mini-projeto para sites de funding e um outro, chamado Settlers of Ash, em parceira com a Sulistas. Mas quando surge um concurso ou um evento interessante, a gente faz de tudo pra poder participar.</p>
<p style="text-align: center;">&nbsp;</p>
<div id="attachment_8816" class="wp-caption aligncenter" style="width: 512px"><a href="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/04/IMAG0275.jpg"><img class="size-large wp-image-8816   " title="IMAG0275" src="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/04/IMAG0275-1024x682.jpg" alt="" width="502" height="334" /></a><p class="wp-caption-text">Modelagem em massa de do Lord Pakku. Vilão de Talbot&#39;s Odyssey</p></div>
<div>
<div><strong>Q) O que vocês quere falar por último? Querem deixar um recado? Mandar beijo para alguém? Deixar votos de esperança para o Japão? Telefone de contato para investidores? Fiquem a vontade <img src='http://www.geex.com.br/blog2/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </strong></div>
<div><strong><br />
</strong></div>
</div>
<div><span style="color: #330033;">A)</span> Só queria agradecer, mesmo! Obrigada a todos pelo apoio e por acreditarem no nosso trabalho. Como disse, é de onde a gente mais tira forças. E claro, obrigada a vocês! Adoramos a entrevista.</div>
<div>
<div style="text-align: center;"><a href="http://4.bp.blogspot.com/_u6cymW1398s/THmwEw7d5RI/AAAAAAAAAT4/eZgdKFVRP5Q/s1600/stand1.gif"><img src="http://4.bp.blogspot.com/_u6cymW1398s/THmwEw7d5RI/AAAAAAAAAT4/eZgdKFVRP5Q/s320/stand1.gif" border="0" alt="" /></a><a href="http://1.bp.blogspot.com/_u6cymW1398s/THmwAQVkwQI/AAAAAAAAATw/T76N4FGdcp8/s1600/walk1.gif"><img src="http://1.bp.blogspot.com/_u6cymW1398s/THmwAQVkwQI/AAAAAAAAATw/T76N4FGdcp8/s320/walk1.gif" border="0" alt="" /></a><a href="http://1.bp.blogspot.com/_u6cymW1398s/THmwIH7lTTI/AAAAAAAAAUA/TvofFZ-vleA/s1600/jump1.gif"><img src="http://1.bp.blogspot.com/_u6cymW1398s/THmwIH7lTTI/AAAAAAAAAUA/TvofFZ-vleA/s320/jump1.gif" border="0" alt="" /></a><a href="http://2.bp.blogspot.com/_u6cymW1398s/THm0CXXxttI/AAAAAAAAAU4/Ej1fnVsx4oo/s1600/fall1.gif"><img src="http://2.bp.blogspot.com/_u6cymW1398s/THm0CXXxttI/AAAAAAAAAU4/Ej1fnVsx4oo/s320/fall1.gif" border="0" alt="" /></a><a href="http://1.bp.blogspot.com/_u6cymW1398s/THmwMJBlurI/AAAAAAAAAUI/Kl0Y5kmGp98/s1600/fly1.gif"><img src="http://1.bp.blogspot.com/_u6cymW1398s/THmwMJBlurI/AAAAAAAAAUI/Kl0Y5kmGp98/s320/fly1.gif" border="0" alt="" /></a><a href="http://2.bp.blogspot.com/_u6cymW1398s/THmwQBeC5JI/AAAAAAAAAUY/Z5NF5Id6FI0/s1600/fall2.gif"><img src="http://2.bp.blogspot.com/_u6cymW1398s/THmwQBeC5JI/AAAAAAAAAUY/Z5NF5Id6FI0/s320/fall2.gif" border="0" alt="" /></a><a href="http://2.bp.blogspot.com/_u6cymW1398s/THmx4qmwk0I/AAAAAAAAAUo/_exiNq89b-c/s1600/flip1.gif"><img src="http://2.bp.blogspot.com/_u6cymW1398s/THmx4qmwk0I/AAAAAAAAAUo/_exiNq89b-c/s320/flip1.gif" border="0" alt="" /></a></div>
</div>
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		<title>Q&amp;A: Vortex Game Studios</title>
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		<pubDate>Wed, 13 Apr 2011 17:48:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Muñoz</dc:creator>
				<category><![CDATA[Colunas]]></category>
		<category><![CDATA[Editorial]]></category>
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		<category><![CDATA[Tecnlg]]></category>
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		<description><![CDATA[Já parou para pensar quanta gente interessante você conhece? Que uma grande história pode estar ali ao seu lado na fila do ônibus ou na timeline do facebook? Pois bem, paramos para pensar um pouco e percebemos que já que nos propomos em ser um ponto comum para geeks, nerds e afins se expressarem e se exporem, nada mais justo que sermos mais pró-ativos na exposição dessas pessoas. Vamos mostrar pessoas comuns, pessoas estranhas, pessoas com iniciativa, com interesses em comum, pessoas que nem se acham tão interessantes ou legais assim, mas são pessoas que o são. Gamers, colecionadores, estudantes, cineastas, entusiastas das novas e velhas tecnologias, bancários, administradores, designers, artistas, administradores de rede, SEOs, CFOs, surfistas e músico&#8230; Afinal, ser nerd é uma afinidade universal que todos que procuram esse canal de comunicação tem em comum, independente de profissão, sexo ou idade. Para nosso primeiro Q&#38;A convidamos um grupo de jovens empreendedores e amigos, que resolveram transformar a casa dos fundos de onde moravam em um estudio de games. Segundo o próprio site dos caras: A Vortex Game Studios foi fundada 1998, com o objetivo de desenvolver jogos eletrônicos de qualidade, com conteúdo totalmente produzido em território nacional. Mas pelo que já conversei e vi do trabalho, empenho e paixão dos funcionários/sócios dessa empresa, existe muito mais do que o objetivo de desenvolver jogos eletrônicos e ganhar dinheiro com softwares embarcados na vida desse pessoal. Alexandre e Luiz Fernando Ribeiro de Sá, irmãos, filhos de um engenheiro elétrico, juntaram-se com alguns amigos &#8211; de vida e de faculdade &#8211; André Asai, José Osmar e Karen Garcia para criar um grupo de estudos voltados para C++ e DirectX, o Silicon Dreams. Como forma de estudo e aplicação, fizeram uma Jukebox Virtual, que foi uma das primeiras máquinas do gênero a usar arquivos de música digital e não CDs, mais tarde criaram seus primeiros trabalhos experimentais, voltando-se para o mundo das artes eletrônicas. Suas instalações artísticas fizeram parte de exposições em São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre e Belo Horizonte. Com o tempo foram não só amadurecendo seus trabalhos, mas se tornando cada vez mais íntimos da tecnologia e de sua linguagem. Hoje desenvolvem trabalhos experimentais, comerciais, montam arcades personalizados, interfaces e sim, jogos eletrônicos. &#160; &#160; Durante o período de 12 de abril à 8 de maio alguns trabalhos da Vortex &#8211; inclusive um demo jogável de My Country My Name &#8211; estarão no FILE RIO. Agora, às perguntas e respostas. E se ficar curioso por mais, deixe suas perguntas nos comentários! Q) POR QUE EXISTE TANTO SENTIMENTO DE NOSTALGIA ENVOLVENDO A IDENTIDADE E OS TRABALHOS DO ESTUDIO? A) Esse sentimento de nostalgia do estúdio é apenas um reflexo do tipo de envolvimento que temos em relação ao videogame. Todos os membros do estúdio são filhos de engenheiros elétricos, e eles foram meio que pioneiros no ramo da eletrônica no Brasil. Assim, todos nós jogávamos Atari 2600 quando pirralhos, tivemos o NES entre outros videogames da geração 8 bits. Acho que esse sentimento da...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_8653" class="wp-caption alignleft" style="width: 178px"><a href="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/03/27012_422403205336_83757785336_4878964_403696_n.jpg"><img class="size-full wp-image-8653  " title="27012_422403205336_83757785336_4878964_403696_n" src="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/03/27012_422403205336_83757785336_4878964_403696_n.jpg" alt="" width="168" height="252" /></a><p class="wp-caption-text">Cartaz da instalação &quot;Aventuras Banais&quot; feita pelo vLab (braço artístico da Vortex)</p></div>
<p>Já parou para pensar quanta gente interessante você conhece? Que uma grande história pode estar ali ao seu lado na fila do ônibus ou na timeline do facebook?</p>
<p>Pois bem, paramos para pensar um pouco e percebemos que já que nos propomos em ser um ponto comum para geeks, nerds e afins se expressarem e se exporem, nada mais justo que sermos mais pró-ativos na exposição dessas pessoas.</p>
<p>Vamos mostrar pessoas comuns, pessoas estranhas, pessoas com iniciativa, com interesses em comum, pessoas que nem se acham tão interessantes ou legais assim, mas são pessoas que o são.</p>
<p>Gamers, colecionadores, estudantes, cineastas, entusiastas das novas e velhas tecnologias, bancários, administradores, designers, artistas, administradores de rede, SEOs, CFOs, surfistas e músico&#8230; Afinal, ser nerd é uma afinidade universal que todos que procuram esse canal de comunicação tem em comum, independente de profissão, sexo ou idade.</p>
<p>Para nosso primeiro Q&amp;A convidamos um grupo de jovens empreendedores e amigos, que resolveram transformar a casa dos fundos de onde moravam em um estudio de games.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/03/vortex-retro-rev2.jpg"><img class="size-full wp-image-8648 aligncenter" title="vortex-retro-rev2" src="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/03/vortex-retro-rev2.jpg" alt="" width="500" height="136" /></a></p>
<p>Segundo o <a href="http://vortexgamestudios.com.br/sobre/" target="_blank">próprio site dos caras</a>: <em>A Vortex Game Studios foi fundada 1998, com o objetivo de desenvolver jogos eletrônicos de qualidade, com conteúdo totalmente produzido em território nacional.</em></p>
<p>Mas pelo que já conversei e vi do trabalho, empenho e paixão dos funcionários/sócios dessa empresa, existe muito mais do que o objetivo de desenvolver jogos eletrônicos e ganhar dinheiro com softwares embarcados na vida desse pessoal.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/03/vortex.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-8655" title="vortex" src="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/03/vortex.jpg" alt="" width="624" height="156" /></a></p>
<p><a href="http://www.facebook.com/alexrdes" target="_blank">Alexandre</a> e Luiz Fernando Ribeiro de Sá, irmãos, filhos de um engenheiro elétrico, juntaram-se com alguns amigos &#8211; de vida e de faculdade &#8211; <a href="http://www.facebook.com/minoru.asai" target="_blank">André Asai</a>, <a href="http://www.facebook.com/profile.php?id=572679399" target="_blank">José Osmar</a> e <a href="http://www.facebook.com/bitmOO" target="_blank">Karen Garcia</a> para criar um grupo de estudos voltados para C++ e DirectX, o Silicon Dreams. Como forma de estudo e aplicação, fizeram uma <em>Jukebox Virtual</em>, que foi uma das primeiras máquinas do gênero a usar arquivos de música digital e não CDs, mais tarde criaram seus primeiros trabalhos experimentais, voltando-se para o mundo das artes eletrônicas. <a href="http://www.youtube.com/watch?v=U6UFFB8W-FE&amp;feature=player_embedded#at=45" target="_blank">Suas instalações artísticas</a> fizeram parte de exposições em São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre e Belo Horizonte. Com o tempo foram não só amadurecendo seus trabalhos, mas se tornando cada vez mais íntimos da tecnologia e de sua linguagem. Hoje desenvolvem trabalhos experimentais, comerciais, montam<a href="http://vimeo.com/6409051" target="_blank"> arcades personalizados</a>, interfaces e sim, <a href="http://vimeo.com/20269821" target="_blank">jogos eletrônicos</a>.</p>
<p style="text-align: left;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: left;">&nbsp;</p>
<div id="attachment_8656" class="wp-caption aligncenter" style="width: 609px"><a href="http://www.facebook.com/photo.php?fbid=417508275336&amp;set=a.417496000336.193344.83757785336"><img class="size-full wp-image-8656 " title="monge" src="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/03/monge.jpg" alt="" width="599" height="200" /></a><p class="wp-caption-text">Illuminator - the Book of the Bird, performance do vLab</p></div>
<p>Durante o período de 12 de abril à 8 de maio alguns trabalhos da Vortex &#8211; inclusive um demo jogável de My Country My Name &#8211; estarão no <strong><a href="http://www.file.org.br/" target="_blank">FILE RIO</a></strong>.</p>
<p>Agora, às perguntas e respostas. E se ficar curioso por mais, deixe suas perguntas nos comentários!</p>
<p><strong><a href="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/04/jbv.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-8863" title="jbv" src="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/04/jbv.jpg" alt="" width="138" height="194" /></a>Q) POR QUE EXISTE TANTO SENTIMENTO DE NOSTALGIA ENVOLVENDO A IDENTIDADE E OS TRABALHOS DO ESTUDIO?</strong></p>
<p><strong>A)</strong> Esse sentimento de nostalgia do estúdio é apenas um reflexo do tipo de envolvimento que temos em relação ao videogame. Todos os membros do estúdio são filhos de engenheiros elétricos, e eles foram meio que pioneiros no ramo da eletrônica no Brasil. Assim, todos nós jogávamos Atari 2600 quando pirralhos, tivemos o NES entre outros videogames da geração 8 bits. Acho que esse sentimento da primeira aproximação com o videogame, a aproximação infantil ficou marcado para sempre em nós. Sempre que podemos, queremos fazer um jogo com esse espírito infantil e divertido&#8230;</p>
<p>Já a identidade visual meio retrô surgiu primeiro como uma brincadeira. O Alexandre, nosso programador, estava brincando com a identidade visual da Vortex, e fez um meio em pixel e com cores retrô. Esse logo retrô era muito mais vivo e interessante que o logo antigo, por isso que acabou virando o logo “oficial” da Vortex Game Studios. Consequentemente, toda a identidade visual acompanhou a piadinha.</p>
<p><a href="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/04/4121585658_3d02681457.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-8860" title="4121585658_3d02681457" src="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/04/4121585658_3d02681457.jpg" alt="" width="500" height="366" /></a></p>
<p><strong>Q) PARA VOCÊS QUAL A PRINCIPAL DIFERENÇA ENTRE SER GAMER E DESENVOLVEDOR?</strong></p>
<p><strong>A)</strong> Basicamente o tempo que passamos jogando novos jogos (risos). Apesar das outras pessoas acharem que jogamos sem parar, raramente temos tempo pra parar e jogar alguma coisa com afinco. Temos tempo para jogar quando estamos no início de um projeto, e necessitamos de referências, ver a solução encontrada por outros estúdios, ou mesmo tentando ver o que podemos diferenciar em termos de gameplay em relação a outro jogo. O nosso jogar quase sempre tem um propósito de estudo e/ou análise.</p>
<p><strong>Q) QUAL A SENSAÇÃO DE VER O RESULTADO DO TRABALHO DE VOCÊS? ASSISTIR ALGUÉM JOGANDO NESSE CASO É MELHOR DO QUE JOGAR?</strong></p>
<p><strong>A)</strong> Uma sensação muito positiva, pois é sempre bom ver a reação das pessoas perante o jogo feito por você. Durante as apresentações públicas do <a href="http://www.google.com.br/url?sa=t&amp;source=web&amp;cd=1&amp;ved=0CCEQFjAA&amp;url=http%3A%2F%2Fblogs.vortexgamestudios.com.br%2Fmycountrymyname%2F&amp;ei=PASeTajaF-Xw0gG035WwBA&amp;usg=AFQjCNEF51Ur86I30uOsySkkiRpoU2VzfA&amp;sig2=ZBEqGfzsB6wJ5uB9dTO7ww" target="_blank">My Country My Name</a>. Sempre tinha um membro da equipe para observar a reação das pessoas que jogavam nosso jogo. Uma coisas interessante que notamos foi a faixa etária das pessoas que curtiam o jogo. Ela era bem ampla! Tinha desde crianças com seus 10 anos que não largavam o controle até pessoas idosas jogando e dando um feedback bastante positivo.</p>
<p><strong><a href="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/04/mcmn-engineer-1.gif"><img class="alignleft size-full wp-image-8862" title="mcmn-engineer (1)" src="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/04/mcmn-engineer-1.gif" alt="" width="157" height="157" /></a>Q) O MAIOR DESAFIO DESDE A CONCEPÇÃO DA IDÉIA DE ABRIR O ESTÚDIO, QUAL FOI E COMO SUPERARAM?</strong></p>
<p><strong>A) </strong>O principal problema, e nós não somos os únicos que tivemos esse problema, é um bem grande: dinheiro. Somos um estúdio independente, quase que com aquele espírito de “garagem”, e comprar licenças dos softwares, equipamento, e mesmo jogos de videogames são coisas bastante custosas. A quantidade e o valor dos impostos são coisas que impedem um crescimento adequado. Por sorte dos desenvolvedores independentes é que existem ótimas ferramentas e são gratuitas para o uso, alguns exemplos delas é a linha do <a href="http://www.google.com.br/url?sa=t&amp;source=web&amp;cd=1&amp;ved=0CBgQFjAA&amp;url=http%3A%2F%2Fwww.microsoft.com%2Fexpress%2F&amp;ei=fQSeTY_6BILE0QHZ9NHHBA&amp;usg=AFQjCNEUwrhnVdfjg-Nv7RaOUJSyehdjOw&amp;sig2=NLxRRYTfjZPsQS8sXVxJwA" target="_blank">Visual Studio Express</a> da Microsoft que é de excelente qualidade, <a href="http://www.google.com.br/url?sa=t&amp;source=web&amp;cd=1&amp;ved=0CCoQFjAA&amp;url=http%3A%2F%2Funity3d.com%2F&amp;ei=bQSeTfLjIaaX0QHNr7HLBA&amp;usg=AFQjCNGmV9YAkS7AoqarqxS54m_ToZ_ZMQ&amp;sig2=lstaCFyeh_JMck2ynkCNUQ" target="_blank">Unity 3D</a> que tem uma versão gratuita, isso sem contar com os softwares open que estão cada vez mais desenvolvido, como o novo <a href="http://www.google.com.br/url?sa=t&amp;source=web&amp;cd=1&amp;ved=0CCsQFjAA&amp;url=http%3A%2F%2Fwww.blender.org%2F&amp;ei=TQSeTe3XJOmW0QG2xYTZBA&amp;usg=AFQjCNEufrIkWa9VH5VWtZtqGYtzTmUQfA&amp;sig2=L9xUaH0tsJBAZhqgE-8R7A" target="_blank">Blender</a> e o novo <a href="http://www.google.com.br/url?sa=t&amp;source=web&amp;cd=3&amp;ved=0CDQQFjAC&amp;url=http%3A%2F%2Fwww.gimp.org%2F&amp;ei=WwSeTdWbH6Pk0QHmpZSwBA&amp;usg=AFQjCNHSDGuHdZTSGB1PiMFTSSn1zSDRCw&amp;sig2=hDKXHYRW17z7h3fnUC5xZA" target="_blank">GIMP</a> que estão atualizando suas interfaces e que estão prometendo muito!</p>
<p><strong>Q) AONDE VOCÊS QUEREM CHEGAR COM ISSO?</strong></p>
<p><strong>A)</strong> Bem, queremos lançar jogos divertidos e que as pessoas se divirtam com elas. O resto é consequência&#8230;</p>
<div><strong><a href="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/04/mcmn-nurse-150x150.gif"><img class="alignright size-full wp-image-8861" title="mcmn-nurse-150x150" src="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/04/mcmn-nurse-150x150.gif" alt="" width="150" height="150" /></a>Q) ENTRE FAZER ARTE E JOGOS ELETRÔNICOS, O QUE TEM A DIZER? </strong></div>
<p><strong>A)</strong> Ambos são muito divertidos de serem desenvolvidos, mas acho que a principal diferença entre a arte e o jogo é que na arte podemos deixar a imaginação correr solta sem ter que ser podado pelo fator comercial do produto.</p>
<p><strong>Q) QUAIS OS PLANOS PARA ANTES DO MUNDO ACABAR?</strong></p>
<p><strong>A) </strong>Bom, temos até o final do ano que vem mais ou menos (risos). Acho que o principal de todos os membros aqui do grupo é ampliar o estúdio e trabalhar exclusivamente com os  nossos games, tanto para PCs quanto para consoles e em nossos projetos artísticos pelo VLAB.</p>
<p><strong>Q) E para finalizar o que tem a acrescentar?</strong></p>
<p><strong>A) </strong>É muito legal trabalhar com games e projetos mais artísticos, mas, diferente de que muitos pensam não jogamos tanto como a gente gostaria e muitas vezes pode ser até bem estresante.<br />
Então sempre que possível a gente tenta dar uma pausa para um churrasco de madrugada, sair com o pessoal aqui do estúdio para uma pizza ou comer bolo, todos gostam de bolo&#8230; Só não pode ser de chocolate, o Asai tem alergia&#8230; (risos)</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/04/4121606232_a1e6ef3849_b.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-8864" title="4121606232_a1e6ef3849_b" src="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/04/4121606232_a1e6ef3849_b.jpg" alt="" width="430" height="155" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Música, Videogame e pastiche</title>
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		<pubDate>Tue, 05 Apr 2011 18:00:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lu Fávero</dc:creator>
				<category><![CDATA[Behave]]></category>
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		<guid isPermaLink="false">http://www.geex.com.br/?p=8715</guid>
		<description><![CDATA[A influência dos games na cultura mundial é inegável. Não são poucos os filmes e quadrinhos que dialogam com a linguagem dos jogos eletrônicos (cito aqui Sucker Punch, pra indicar um dos mais recentes), e são muitas as campanhas publicitárias fundamentadas em  jogos e seus conceitos. É o lúdico, parte tão importante da sociedade, o responsável por movimentar essa indústria bilionária e prestigiosa, que cresce cada vez mais. Almejando fazer parte de um dos filões mais rentáveis do mercado de entretenimento atual, músicos brasileiros tem buscado nos videogames a inspiração para seus trabalhos. Dos clássicos que se consagraram ainda na era dos arcades aos jogos de luta mais famosos, as produções passeiam pela história dos games retratando, com toda a licença poética a que a arte tem direito, momentos importantes na vida de todo gamer. As produções primam-se pela tosquisse e, não fosse a Internet, jamais poderíamos desfrutar de tanta alegria. Deliciem-se, nos próximos parágrafos, com uma compilação do crème de la crème  da música nacional inspiradas nos nossos queridos jogos eletrônicos. Inspirado em uma pizza com fatia a menos e na infame onomatopéria paku-paku (uma versão japonesa e antiga do atual om-nom-nom), Pac-man foi criado por Toru Iwatani para a Namco no inicio dos anos 1980. Inicialmente um arcade, teve versões para inúmeras plataformas desde seu lançamento &#8211; sendo, inclusive, topo da página do Google em 2010, homenageando seus 30 anos. Sua mecânica, simplíssima, consiste  em navegar por um labirinto, fugindo de quatro fantasmas e comendo todas as pastilhas disponíveis no caminho. Todo esse “apetite” que motiva o jogo, deu o carinhoso apelido de Come-Come para jogo, aqui no Brasil. E este é o título da belíssima canção de  Emerson &#8211; que abusou da licença poética e modificou a mecânica do jogo, incluindo nela uma versão “multiplayer pra pegar gurias”. E para você que gosta de navegar no site, eu vou apresentar a dança do Street Fighter. Explicar a mecânica do jogo inspirador aqui não se faz necessário: basicamente, trata-se de bater no coleguinha virtual até que ele apague e você ganhe a luta &#8211; tudo isso com controles e combos complexos, hadoukens, shoryoukens e outros especiais, citados no hit de Mantena e JP.  Se eles tentarem produzir tantos clipes quanto foram os jogos da série, ainda teremos axé-tortura para muitos carnavais. Mas por ora foram só duas versões, a Super e a Alpha. E já que falamos em lutas, devemos citar a série criado para competir com  o maior jogo de luta da Capcom, Mortal Kombat. Controverso, tornou-se popular devido a mistura de realismo e violência que apresentava. Esse é o caso também do vídeo a seguir. As imagens e letra do funk nerd (que provavelmente estará nas baladinhas descoladas na próxima semana) falam por si só &#8211; e por isso me absterei de mais comentários. &#160;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A influência dos games na cultura mundial é inegável. Não são poucos os filmes e quadrinhos que dialogam com a linguagem dos jogos eletrônicos (cito aqui <a href="http://www.geex.com.br/2011/04/01/sucker-punch-mundo-surreal-2011/" target="_blank">Sucker Punch</a>, pra indicar um dos mais recentes), e são muitas as campanhas publicitárias fundamentadas em  jogos e seus conceitos. É o lúdico, parte tão importante da sociedade, o responsável por movimentar essa indústria bilionária e prestigiosa, que cresce cada vez mais.</p>
<p>Almejando fazer parte de um dos filões mais rentáveis do mercado de entretenimento atual, músicos brasileiros tem buscado nos videogames a inspiração para seus trabalhos. Dos clássicos que se consagraram ainda na era dos arcades aos jogos de luta mais famosos, as produções passeiam pela história dos games retratando, com toda a licença poética a que a arte tem direito, momentos importantes na vida de todo gamer. As produções primam-se pela tosquisse e, não fosse a Internet, jamais poderíamos desfrutar de tanta alegria. Deliciem-se, nos próximos parágrafos, com uma compilação do crème de la crème  da música nacional inspiradas nos nossos queridos jogos eletrônicos.</p>
<div id="attachment_8730" class="wp-caption aligncenter" style="width: 687px"><a href="http://www.youtube.com/watch?v=AuhAbil_B_Q&amp;feature=player_embedded"><img class="size-full wp-image-8730 " title="COME-COME" src="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/04/COME-COME.jpg" alt="" width="677" height="374" /></a><p class="wp-caption-text">Clique para ver o come-come</p></div>
<p style="text-align: left;">Inspirado em uma pizza com fatia a menos e na infame onomatopéria paku-paku (uma versão japonesa e antiga do atual <a href="http://www.google.com.br/images?q=nom%20nom&amp;um=1&amp;ie=UTF-8&amp;source=og&amp;sa=N&amp;hl=pt-br&amp;tab=wi&amp;biw=1280&amp;bih=933" target="_blank">om-nom-nom</a>), Pac-man foi criado por <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/T%C5%8Dru_Iwatani" target="_blank">Toru Iwatani</a> para a <a href="http://www.namcobandaigames.com/" target="_blank">Namco</a> no inicio dos anos <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1980" target="_blank">1980</a>. Inicialmente um arcade, teve versões para inúmeras plataformas desde seu lançamento &#8211; sendo, inclusive, topo da página do <a href="http://www.google.com/pacman/" target="_blank">Google em 2010, homenageando seus 30 anos</a>. Sua mecânica, simplíssima, consiste  em navegar por um labirinto, fugindo de quatro fantasmas e comendo todas as pastilhas disponíveis no caminho.</p>
<p style="text-align: left;">Todo esse “apetite” que motiva o jogo, deu o carinhoso apelido de Come-Come para jogo, aqui no Brasil. E este é o título da belíssima canção de  <a href="http://www.youtube.com/watch?v=AuhAbil_B_Q" target="_blank">Emerson</a> &#8211; que abusou da licença poética e modificou a mecânica do jogo, incluindo nela uma versão “multiplayer pra pegar gurias”.</p>
<p style="text-align: left;">E para você que gosta de navegar no site, eu vou apresentar a dança do <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Street_Fighter" target="_blank">Street Fighter</a>.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/04/street.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-8731" title="street" src="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/04/street.jpg" alt="" width="542" height="299" /></a></p>
<p>Explicar a mecânica do jogo inspirador aqui não se faz necessário: basicamente, trata-se de bater no coleguinha virtual até que ele apague e você ganhe a luta &#8211; tudo isso com controles e combos complexos, hadoukens, shoryoukens e outros especiais, citados no hit de Mantena e JP.  Se eles tentarem produzir tantos clipes quanto foram os jogos da série, ainda teremos axé-tortura para muitos carnavais. Mas por ora foram só duas versões, a <a href="http://www.youtube.com/watch?v=QphWVNJDd2s&amp;feature=related" target="_blank">Super</a> e a <a href="http://www.youtube.com/watch?v=rL_5tBGC2SU" target="_blank">Alpha</a>.</p>
<p style="text-align: left;">E já que falamos em lutas, devemos citar a série criado para competir com  o maior jogo de luta da Capcom, <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Mortal_Kombat" target="_blank">Mortal Kombat</a>. Controverso, tornou-se popular devido a mistura de realismo e violência que apresentava. Esse é o caso também do vídeo a seguir.</p>
<p style="text-align: center;"><object width="480" height="390"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/VV2y21GjZ8E?fs=1&amp;hl=en_US&amp;rel=0" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="480" height="390" src="http://www.youtube.com/v/VV2y21GjZ8E?fs=1&amp;hl=en_US&amp;rel=0" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always"></embed></object></p>
<p style="text-align: left;">As imagens e letra do funk nerd (que provavelmente estará nas baladinhas descoladas na próxima semana) falam por si só &#8211; e por isso me absterei de mais comentários.</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Absolutameme</title>
		<link>http://www.geex.com.br/2011/03/25/absolutameme/</link>
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		<pubDate>Fri, 25 Mar 2011 15:57:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lu Fávero</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tecnlg]]></category>
		<category><![CDATA[Weird Search]]></category>
		<category><![CDATA[ABSOLUTA]]></category>
		<category><![CDATA[MEMES]]></category>
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		<description><![CDATA[Como tantas outras pessoas obcecadas por Internet, altamente influenciadas por memes, e que têm mais tempo de vida social online do que nos bares da cidade, não pude deixar de quase destruir o teclado com o que bebia quando apertei o play no vídeo que vos apresento nesse post. Não, eu não sou fã de tecno ou pop brega ou como quer que se chame o ritmo com o qual vocês se depararão em alguns instantes. Só achei bastante válido compartilhar essa pérola tupiniquim. Trata-se de mais uma fantástica peça de vídeo musical estrelada por ninguém menos que Stefhany, a assombrar o YouTube desde o último dia 17 de março. A guria piauiense &#8211; que ganhou “fama” com o clipe de sua egocêntrica versão de “A Thousand Miles”, nos idos anos de 2009 &#8211; atacou novamente, mais velha e com muito mais verbas, numa superprodução brasileira digna de um Framboesa de Ouro. A música parece ser só um pretexto para extravasar as ambições cinematográficas da morena absoluta, que almeja alcançar a fama de ser conhecida por Silvio Santos. Mas chega de blá blá blá. Com vocês, “Menino Sexy”: A horda de guerreiras seminuas que surge do meio do mar e, na areia da praia, dança desajeitadamente o refrão/ título da música que lembra bastante Britney Spears e colegas nos áureos tempos de propaganda de refrigerante. O ferro velho com latões de lixo em chamas, onde os intrépidos rascunhos de Xena enfrentam &#8211; com sabres de luz &#8211; policiais gordinhas de lingerie para roubar os meninos mantidos cativos, também traz referências inumeráveis (e uma ofensa à inteligência alheia em inúmeros níveis). A endeusada e prateada Stefhany, que recebe a prenda sequestrada (os rapazes de coleira com guia, como mandam as regras de conduta que todo mundo deveria seguir na hora de levar o cachorrinho passear), parece uma redublagem esquisita de “A Rainha dos Condenados”. E ela ainda dança e rebola e brilha mais do que o globo de luz que foi desmontado pra confecção de seu figurino. &#160; As inspirações populares pipocam por toda a narrativa truncada e sem continuidade nenhuma. Stefhany &#8211; agora de quase-Mulher-Gato num conjunto de couro preto &#8211; ressurge pilotando uma moto ao estílo Tron, e bate-cabelos que fariam Katylene morrer de inveja salvam o menino nada sexy dos homens de preto maus. Quando tudo parecia caminhar para o fim, ela resolve mudar de cenário e de roupa e volta para o ferro velho. Depois, ela vai pra praia. Depois, ruína. Ninguém pode dizer que a mocinha não aproveitou cada centavo dos R$200 mil reais investidos na produção, nem todos os cenários que Recife poderia proporcionar. Quando os seis minutos e meio de clipe terminam, podemos ter paz de espírito e amaldiçoar Michael Jackson &#8211; responsável por revolucionar o mundo musical e originar a onda de clipes “cinematográficos” &#8211; que evidentemente deixou suas marcas na obra prima da Absoluta.  Michael Jackson que ela, aliás, homenageou em outra de suas pérolas. &#160; &#160;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Como tantas outras pessoas obcecadas por Internet, altamente influenciadas por memes, e que têm mais tempo de vida social online do que nos bares da cidade, não pude deixar de quase destruir o teclado com o que bebia quando apertei o play no vídeo que vos apresento nesse post. Não, eu não sou fã de tecno ou pop brega ou como quer que se chame o ritmo com o qual vocês se depararão em alguns instantes. Só achei bastante válido compartilhar essa pérola tupiniquim.</p>
<p>Trata-se de mais uma fantástica peça de vídeo musical estrelada por ninguém menos que <a href="http://stefhanyabsoluta.blogspot.com/" target="_blank">Stefhany</a>, a assombrar o YouTube desde o último dia 17 de março. A guria piauiense &#8211; que ganhou “fama” com o <a href="http://www.youtube.com/watch?v=X2TiBSCcquA" target="_blank">clipe</a> de sua egocêntrica versão de <a href="http://www.youtube.com/watch?v=Cwkej79U3ek" target="_blank">“A Thousand Miles”,</a> nos idos anos de 2009 &#8211; atacou novamente, mais velha e com muito mais verbas, numa superprodução brasileira digna de um Framboesa de Ouro. A música parece ser só um pretexto para extravasar as ambições cinematográficas da morena absoluta, que almeja alcançar a fama de <a href="http://www.youtube.com/watch?v=f5d0p99JL7w&amp;feature=related" target="_blank">ser conhecida por Silvio Santos</a>. Mas chega de blá blá blá. Com vocês, “Menino Sexy”:</p>
<p><object width="640" height="390"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/Iz1-WstqhRU?fs=1&amp;hl=en_US&amp;rel=0" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="640" height="390" src="http://www.youtube.com/v/Iz1-WstqhRU?fs=1&amp;hl=en_US&amp;rel=0" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>A horda de guerreiras seminuas que surge do meio do mar e, na areia da praia, dança desajeitadamente o refrão/ título da música que lembra bastante <a href="http://www.youtube.com/watch?v=ofICNgc8lqU" target="_blank">Britney Spears e colegas nos áureos tempos de propaganda de refrigerante</a>. O ferro velho com latões de lixo em chamas, onde os intrépidos rascunhos de Xena enfrentam &#8211; com sabres de luz &#8211; policiais gordinhas de lingerie para roubar os meninos mantidos cativos, também traz referências inumeráveis (e uma ofensa à inteligência alheia em inúmeros níveis). A endeusada e prateada Stefhany, que recebe a prenda sequestrada (os rapazes de coleira com guia, como mandam as regras de conduta que todo mundo deveria seguir na hora de levar o cachorrinho passear), parece uma redublagem esquisita de “<a href="http://www.youtube.com/watch?v=IcpXJGc7TDA" target="_blank">A Rainha dos Condenados</a>”. E ela ainda dança e rebola e brilha mais do que o globo de luz que foi desmontado pra confecção de seu figurino.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/03/stephany.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-8627" title="stephany" src="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/03/stephany.jpg" alt="" width="506" height="283" /></a></p>
<p>As inspirações populares pipocam por toda a narrativa truncada e sem continuidade nenhuma. Stefhany &#8211; agora de quase-Mulher-Gato num conjunto de couro preto &#8211; ressurge pilotando uma moto ao estílo Tron, e bate-cabelos que fariam <a href="http://katylene.mtv.uol.com.br/" target="_blank">Katylene morrer de inveja</a> salvam o menino nada sexy dos homens de preto maus. Quando tudo parecia caminhar para o fim, ela resolve mudar de cenário e de roupa e volta para o ferro velho. Depois, ela vai pra praia. Depois, ruína. Ninguém pode dizer que a mocinha não aproveitou cada centavo dos R$200 mil reais investidos na produção, nem todos os cenários que Recife poderia proporcionar.</p>
<div id="attachment_8630" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px">&#8220;]<a href="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/03/black.jpg"><img class="size-full wp-image-8630" title="black" src="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/03/black.jpg" alt="" width="500" height="500" /></a><p class="wp-caption-text">[N.E.: Aqui iriamos colocar outra imagem do vídeo. Mas resolvemos censurar pois é muita crueldade com o leitor que já teve que passar por tantos detalhes nos parágrafos anteriores</p></div>Quando os seis minutos e meio de clipe terminam, podemos ter paz de espírito e amaldiçoar Michael Jackson &#8211; responsável por revolucionar o mundo musical e originar a onda de clipes “cinematográficos” &#8211; que evidentemente deixou suas marcas na obra prima da Absoluta.  Michael Jackson que ela, aliás, <a href="http://www.youtube.com/watch?v=P3UvEUnaDos&amp;feature=player_embedded" target="_blank">homenageou em outra de suas pérolas.</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><div id="attachment_8629" class="wp-caption aligncenter" style="width: 363px"><a href="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/03/michael-jackson-zombie-thriller-1.jpg"><img class="size-full wp-image-8629" title="michael-jackson-zombie-thriller (1)" src="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/03/michael-jackson-zombie-thriller-1.jpg" alt="" width="353" height="279" /></a><p class="wp-caption-text">Com certeza, se revirando na tumba</p></div>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Entrevista: The Echelon Effect</title>
		<link>http://www.geex.com.br/2011/01/20/entrevista-the-echelon-effect/</link>
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		<pubDate>Thu, 20 Jan 2011 20:36:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jairo Neto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Colunas]]></category>
		<category><![CDATA[GeeX! Entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[alternativo]]></category>
		<category><![CDATA[ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[empreendedor]]></category>
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		<description><![CDATA[O The Echelon Effect é  um projeto do David Walters que trabalha em um nicho entre a música ambiente, o eletrônico e o post-rock. Parecido em concepção com outros artistas que pintaram aqui, como o Henrik José, Dave &#8211; como ele gosta de ser chamado &#8211; também trabalha sozinho, gravando, produzindo e divulgando seus álbuns por conta própria. Sobre as origens: Basicamente, eu costumava gravar e produzir música, de todos os tipos, para viver. Eu fazia isso por quase nove anos e eu estava realmente começando a perder minha paixão pela música. Eu não conseguia abrir um software de música sem pensar &#8220;droga, eu realmente não quero mais fazer isso&#8221;. Eu dei um tempo e fiz muita reflexão para ver se música tinha ainda algum efeito em mim. Eu decidi que se eu fosse continuar, eu iria produzir algo que realmente significasse para mim, algo que me deixasse orgulhoso e algo que eu apaixonasse na hora de fazer. Eu também precisava de alguma forma de saber que eu terminaria as faixas a partir do lançamento das mesmas, eu decidi que o lançamento seria por um simples upload no Myspace. E foi isso que eu fiz, eu compus uma faixa, Safety e a subi. No decorrer das outras semanas, sempre que eu queria me apaixonar novamente por música, eu fazia uma faixa e a subia no Myspace. Tudo foi o início do que seria o The Echelon Effect. Lentamente as pessoas começaram a seguir e me deixar mensagens carinhosas. Então basicamente, The Echelon Effect é uma vitrine pública de uma pessoa que encontra novamente influência e paixão na música. Dali, isso só cresceu e cresceu. Sobre inspiração: Eu enfrento uma tonelada de emoções quando eu componho, mas eu tenho que dizer que duas ou três influências me movem de novo e de novo. Eu acho a Ciência fascinante, talvez porque eu não sou inteligente o suficiente para entender nem uma parte dela, mas eu realmente encontro muitas coisas fascinantes quando penso sobre Ciência. Eu sempre fico impressionado com pessoas tão inteligentes. Viajar também tem um grande papel no The Echelon Effect. Distância, separação e reunião. Qualquer coisa que mexa com as emoções das pessoas dessa forma, a crueldade da separação de alguma coisa pela distância, comparada com êxtase de se reencontrar com pessoas e lugares. Acho que minha última influência vem dos lugares, eu amo procurar coisas bonitos por onde eu passo. Eu moro em uma região bem urbana de Londres e eu adoro sair para tirar fotos e filmar tudo ao redor, transformando em algo bonito. Eu gosto onde eu moro e componho, eu não sou mimado por paisagens lindas, etc; e eu gosto disso, pelo fato que eu tenho que olhar com mais cuidado numa área ou lugar para encontrar sua verdadeira beleza. Sobre trabalhos cooperativos: Eu realmente não considero a minha música como apenas minha, se as pessoas quiserem se juntar e ajudar, se envolverem, então será ainda melhor. Eu fazia isso com os fãs no álbum Reunion....]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O <a href="http://www.theecheloneffect.com/"><strong>The Echelon Effect</strong></a> é  um projeto do David Walters que trabalha em um nicho entre a música ambiente, o eletrônico e o post-rock. Parecido em concepção com outros artistas que pintaram aqui, <a href="http://www.geex.com.br/2010/04/30/geex-especial-henrik-jose/">como o Henrik José</a>, Dave &#8211; como ele gosta de ser chamado &#8211; também trabalha sozinho, gravando, produzindo e divulgando seus álbuns por conta própria.</p>
<p><strong>Sobre as origens:</strong></p>
<p>Basicamente, eu costumava gravar e produzir música, de todos os tipos, para viver. Eu fazia isso por quase nove anos e eu estava realmente começando a perder minha paixão pela música. Eu não conseguia abrir um software de música sem pensar &#8220;droga, eu realmente não quero mais fazer isso&#8221;. Eu dei um tempo e fiz muita reflexão para ver se música tinha ainda algum efeito em mim.</p>
<p>Eu decidi que se eu fosse continuar, eu iria produzir algo que realmente significasse para mim, algo que me deixasse orgulhoso e algo que eu apaixonasse na hora de fazer.</p>
<div id="attachment_8066" class="wp-caption alignright" style="width: 250px"><a href="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/01/3312291392-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-8066 " title="3312291392-1" src="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/01/3312291392-1-300x300.jpg" alt="" width="240" height="240" /></a><p class="wp-caption-text">Capa do álbum &quot;Migration&quot;</p></div>
<p>Eu também precisava de alguma forma de saber que eu terminaria as faixas a partir do lançamento das mesmas, eu decidi que o lançamento seria por um simples upload no <a href="http://www.myspace.com/theecheloneffect">Myspace</a>. E foi isso que eu fiz, eu compus uma faixa, <em>Safety</em> e a subi. No decorrer das outras semanas, sempre que eu queria me apaixonar novamente por música, eu fazia uma faixa e a subia no Myspace. Tudo foi o início do que seria o The Echelon Effect. Lentamente as pessoas começaram a seguir e me deixar mensagens carinhosas. Então basicamente, The Echelon Effect é uma vitrine pública de uma pessoa que encontra novamente influência e paixão na música. Dali, isso só cresceu e cresceu.</p>
<p><strong>Sobre inspiração:</strong></p>
<p>Eu enfrento uma tonelada de emoções quando eu componho, mas eu tenho que dizer que duas ou três influências me movem de novo e de novo. Eu acho a Ciência fascinante, talvez porque eu não sou inteligente o suficiente para entender nem uma parte dela, mas eu realmente encontro muitas coisas fascinantes quando penso sobre Ciência. Eu sempre fico impressionado com pessoas tão inteligentes.</p>
<div id="attachment_8069" class="wp-caption alignleft" style="width: 250px"><a href="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/01/london1-400x400.jpg"><img class="size-medium wp-image-8069 " title="london1-400x400" src="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/01/london1-400x400-300x300.jpg" alt="" width="240" height="240" /></a><p class="wp-caption-text">Capa do álbum &quot;Mosaic&quot;</p></div>
<p>Viajar também tem um grande papel no The Echelon Effect. Distância, separação e reunião. Qualquer coisa que mexa com as emoções das pessoas dessa forma, a crueldade da separação de alguma coisa pela distância, comparada com êxtase de se reencontrar com pessoas e lugares.</p>
<p>Acho que minha última influência vem dos lugares, eu amo procurar coisas bonitos por onde eu passo. Eu moro em uma região bem urbana de Londres e eu adoro sair para tirar fotos e filmar tudo ao redor, transformando em algo bonito. Eu gosto onde eu moro e componho, eu não sou mimado por paisagens lindas, etc; e eu gosto disso, pelo fato que eu tenho que olhar com mais cuidado numa área ou lugar para encontrar sua verdadeira beleza.</p>
<p><strong>Sobre trabalhos cooperativos:</strong></p>
<p>Eu realmente não considero a minha música como apenas minha, se as pessoas quiserem se juntar e ajudar, se envolverem, então será ainda melhor. Eu fazia isso com os fãs no álbum <em>Reunion</em>. Eu consegui que os ouvintes se gravasse explicando o que significava &#8220;casa&#8221; para eles. Eu verdadeiramente acredito que música é para todos. E alternativamente eu adoro me envolver com a música dos outros por meio de remixes etc. Há muito talento por aí que não dá para ignorar. Eu gosto tanto de ouvir quando de fazer, por isso que acho que é importante calibrar.</p>
<p><strong>Sobre turnês:</strong></p>
<p>Eu ainda não faço turnês! Apesar que isso vai mudar. Em breve existirá o momento de transformar o The Echelon Effect, um projeto que eu comecei solo, em um projeto que funcione ao vivo. Eu sou bem exigente! Se não soar tão bom quanto <a href="http://www.myspace.com/thiswilldestroyyou">This Will Destroy</a> ou <a href="http://www.casadecalexico.com/">Calexico</a> então não farei. Fiquem de olho!</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;</p>
<p><em>O GeeX! agradece a boa vontade do The Echelon Effect e aguardamos ansiosamente por uma visita do artista ao Brasil!</em></p>
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		<title>GeeX! Especial: Cars &amp; Trains</title>
		<link>http://www.geex.com.br/2010/09/17/geex-especial-cars-trains/</link>
		<comments>http://www.geex.com.br/2010/09/17/geex-especial-cars-trains/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 17 Sep 2010 20:17:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jairo Neto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[GeeX! Entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
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		<description><![CDATA[Sair em turnê pode ser uma jornada solitária e ninguém sabe isso tanto quanto Tom Filepp, o homem por trás do projeto Cars &#38; Trains. Uma espécie de &#8220;primo&#8221; norte-americano do Henrik José, o Cars &#38; Trains tem lá suas experimentações eletrônicas, mas também joga em suas composições instrumentos analógicos e, digamos, orgânicos, como violinos, xilofones e até brinquedos. Como e quando você teve a ideia de criar o Cars &#38; Trains? Bom, fui um músico por toda a minha vida.  Eu acho que uns dez anos atrás eu fiquei intrigado em como organicamente misturar instrumentos acústicos com uma produção eletrônica. Na época eu não tinha ouvido nada neste estilo, e parecia que era um bom desafio. Eu gostava da ideia de violões acústicos acompanhados de eletrônicos ao estilo Aphex Twin (na era Richard D. James), ou Boards of Canada, e eu gostava como tudo isso soava na minha cabeça. O que te afeta mais em suas composições? Quais são suas influências? Há definitivamente muita inspiração vinda de meus amigos músicos. Desde quando eu fiz meu primeiro EP como Cars &#38; Trains, eu lembro de toda a vez que o Chen (Boy In Static) lançava um novo álbum, eu fazia um remix para ele, e aquelas técnicas e timbres que eu utilizava naqueles remixes preparariam a base/sonoridade do meu próximo álbum de diversas formas. Em termos musicais, eu amo Mount Eerie / The Microphones e Mirah. Eu acho eles muito bons. Entre eles e um pessoal como Múm, está muito do meu &#8220;wow&#8221; na minha vida musical de hoje em dia. Nós recentemente entrevistamos o músico Henrik José, onde perguntamos se um dia ele deixaria outros músicos participarem de seu projeto. Você acredita em uma forma cooperativa de compor músicas? É, eu amo essa coisa solo justamente porque você não precisa depender de outras pessoas para fazer as coisas funcionarem. Eu já estive em bandas, então sei como são essas coisas. I sinto a falta do ambiente colaborativo,  eu amaria trabalhar com mais gente, mesmo que fosse apenas para shows ao vivo. Talvez arranjar alguém para tocar o cello, o mini moog, ou a bateria ou algo assim. Meu último álbum, The Roots, The Leaves, é definitivamente aberto para muita colaboração, tem bastante gente tocando os instrumentos em algumas músicas lá, e também alguns vocais especiais. A turnê é tranquila ou você encontra dificuldades na estrada? Os dois, na verdade. Algo muda em mim quando eu caio na estrada e eu já fico pronto para a coisa. Eu já vejo de longe e encaro a coisa. Tem funcionado bem, em exceção as últimas turnês onde eu dirigi sozinho, o que tem sido bem duro. Pode rolar legal por um tempo, mas depois a coisa te pega. Dirigir saindo de Denver, do Colorado para Lawrence, tudo sozinho (nove horas e meia de estrada) meio que acaba com você. Eu também esmaguei os meus dedos em um acidente bicicleta alguns anos atrás, o que meio que estragou eles e me dá problemas...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sair em turnê pode ser uma jornada solitária e ninguém sabe isso tanto quanto Tom Filepp, o homem por trás do projeto <strong><a href="http://www.carsandtrains.net/">Cars &amp; Trains</a>. </strong></p>
<p>Uma espécie de &#8220;primo&#8221; norte-americano do <a href="http://www.geex.com.br/2010/04/30/geex-especial-henrik-jose/">Henrik José</a>, o Cars &amp; Trains tem lá suas experimentações eletrônicas, mas também joga em suas composições instrumentos analógicos e, digamos, orgânicos, como violinos, xilofones e até brinquedos.</p>
<p><strong>Como e quando você teve a ideia de criar o Cars &amp; Trains?</strong></p>
<div id="attachment_6812" class="wp-caption alignright" style="width: 290px"><strong> </strong><strong><a href="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/09/DSC_0054_low.jpg"><img class="size-full wp-image-6812  " title="DSC_0054_low" src="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/09/DSC_0054_low.jpg" alt="" width="280" height="418" /></a></strong><p class="wp-caption-text">Tom e seu xilofone de criança</p></div>
<p>Bom, fui um músico por toda a minha vida.  Eu acho que uns dez anos atrás eu fiquei intrigado em como organicamente misturar instrumentos acústicos com uma produção eletrônica. Na época eu não tinha ouvido nada neste estilo, e parecia que era um bom desafio. Eu gostava da ideia de violões acústicos acompanhados de eletrônicos ao estilo <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Aphex_Twin">Aphex Twin</a> (na era Richard D. James), ou <a href="http://www.boardsofcanada.com/">Boards of Canada</a>, e eu gostava como tudo isso soava na minha cabeça.</p>
<p><strong>O que te afeta mais em suas composições? Quais são suas influências?</strong></p>
<p>Há definitivamente muita inspiração vinda de meus amigos músicos. Desde quando eu fiz meu primeiro EP como Cars &amp; Trains, eu lembro de toda a vez que o Chen (<a href="http://www.boyinstatic.com/">Boy In Static</a>) lançava um novo álbum, eu fazia um remix para ele, e aquelas técnicas e timbres que eu utilizava naqueles remixes preparariam a base/sonoridade do meu próximo álbum de diversas formas.</p>
<p>Em termos musicais, eu amo<a href="http://www.myspace.com/mounteerieorthemicrophones"> Mount Eerie / The Microphones</a> e <a href="http://www.myspace.com/cmonmirah">Mirah</a>. Eu acho eles muito bons. Entre eles e um pessoal como <a href="http://www.myspace.com/mumtheband">Múm</a>, está muito do meu &#8220;wow&#8221; na minha vida musical de hoje em dia.</p>
<p><strong>Nós recentemente entrevistamos o músico Henrik José, onde perguntamos se um dia ele deixaria outros músicos participarem de seu projeto. Você acredita em uma forma cooperativa de compor músicas?</strong></p>
<p>É, eu amo essa coisa solo justamente porque você não precisa depender de outras pessoas para fazer as coisas funcionarem. Eu já estive em bandas, então sei como são essas coisas. I sinto a falta do ambiente colaborativo,  eu amaria trabalhar com mais gente, mesmo que fosse apenas para shows ao vivo. Talvez arranjar alguém para tocar o cello, o mini moog, ou a bateria ou algo assim.</p>
<p>Meu último álbum, <em>The Roots, The Leaves</em>, é definitivamente aberto para muita colaboração, tem bastante gente tocando os instrumentos em algumas músicas lá, e também alguns vocais especiais.</p>
<p><strong>A turnê é tranquila ou você encontra dificuldades na estrada?</strong></p>
<p>Os dois, na verdade. Algo muda em mim quando eu caio na estrada e eu já fico pronto para a coisa. Eu já vejo de longe e encaro a coisa. Tem funcionado bem, em exceção as últimas turnês onde eu dirigi sozinho, o que tem sido bem duro. Pode rolar legal por um tempo, mas depois a coisa te pega. Dirigir saindo de Denver, do Colorado para Lawrence, tudo sozinho (nove horas e meia de estrada) meio que acaba com você.</p>
<p>Eu também esmaguei os meus dedos em um acidente bicicleta alguns anos atrás, o que meio que estragou eles e me dá problemas de estamina naquela mão, o que torna bem difícil tocar oito ou dez shows de uma vez.</p>
<p><strong>Você também é dono da netlabel Circle Into Square. O que você pode contar do seu lado empreendedor?</strong></p>
<p>Bom, a <a href="http://www.circleintosquare.com/"><strong>Circle Into Square</strong></a> foi algo que eu comecei para ter uma base para minha própria música, como forma de contatar distribuidores e dizer: &#8220;Ei, eu sou fulano de tal da gravadora tal&#8221;, ao invés de contatá-los como uma banda. Muitos vendedores não querem conversar com bandas. É engraçado ver como isso ajudou bastante.</p>
<p>Ela cresceu BASTANTE desde então (doze artistas), e nós criamos uma parceria com a <a href="http://fakefourinc.com/">Fake Four Inc</a>, os amigos que lançaram o meu álbum mais recente. Fake Four tem ajudado a gente no financiamento enquanto nós ajudamos em dividir o nossos sistema de loja com eles. É legal, todo o sistema do site e da loja eu criei sozinho, tem várias ferramentas legais  para os artistas, portanto estou bem feliz que as pessoas têm feito bom uso dele.</p>
<p>——————————————————–</p>
<p><em>O GeeX! agradece a boa vontade do Tom Filepp em conceder a entrevista e aguarda a visita do músico ao Brasil!<br />
</em></p>
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		<title>GeeX! Especial: Maserati</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Jul 2010 22:36:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jairo Neto</dc:creator>
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		<category><![CDATA[GeeX! Entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
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		<description><![CDATA[Carros velozes? É um pouco complicado definir os americanos do Maserati. Depois que você passa da estranheza inicial de comparar o nome da banda com a famosa marca de carros luxuosos, vem a árdua tarefa de definir o tipo de som que os caras fazem. Digamos que o Maserati toca algo que seria um rock instrumental dançante, se algo assim fosse possível. Ou para alguns eles estão mais para um som experimental, quase que vindo de uma estação espacial perdida em outra dimensão. Em fase final de mixagem de seu novo álbum, a banda aproveitou para trocar uma palavra com o GeeX!, conversando sobre o passado, a terrível tragédia que envolveu o baterista Jerry Fuchs e como seguir em frente com o novo álbum Pyramid of The Sun. A Entrevista: Da onde o Maserati tira inspiração? Muitas vezes nos influenciamos e nos inspiramos por bandas e álbuns pelo tempo. Quando compusemos o Inventions For The New Season, estávamos em turnê pela Europa e o Jerry tocava Inventions For Electric Guitar, do Ash Ra Tempel, toda a hora. Nós realmente nos apaixonamos  pelo Manuel Gottshing e aquilo nos inspirou por um tempo. Seu som era um certo elemento que procurávamos há um tempo e ele é provavelmente um dos meus guitarristas preferidos desde então. Durante o ano passado, nós ouvimos bastante o Aphrodities Child além dos álbuns solo do Demis Roussos (do qual o Jerry era um grande fã) e tinha um álbum do Aphrodities Child em particular, chamado 666. Enquanto estávamos na nossa última turnê, o Jerry queria pegar muito das letras daquele álbum e utiliza-las como títulos para nossas faixas. Era como uma espécie homenagem para o que ele queria. Como a cidade influencia vocês? Todos nós moramos numa cidade e eu acho que isso influência nossas vidas maneiras diferentes. Matt mora em Atlanta e trabalha como planejador urbano. Ele cursou a faculdade de arquitetura, portanto acredito que de todos nós, ele é o que provavelmente carrega mais inspiração da estética da cidade em geral. Isso é mais visível nas capas de nossos álbuns. Jerry morava em Nova Iorque, portanto acredito que aquele estilo de vida &#8220;super-urbano&#8221; afetava a sua vida, ao contrário de eu e o Chris, que vivemos em uma pequena cidade universitária. Qual é a opinião de vocês sobre o post-rock? Vocês acham que ele sofreu com uma onda excessiva de hype? Eu acredito que o post-rock sofreu da mesma coisa que o grunge e qualquer outro gênero também sofreu. Eu sei que certos gêneros vêm e vão, mas o post-rock meio que se auto-devorou até a morte. Ainda mais com bandas que se conformavam em soar como Mogwai, etc. Eu sei que quando a gente começou, nós éramos inspirados pela música de bandas como Slint, Mogwai, Tortoise, etc; mas definitivamente queríamos tentar algo e evoluir além daquele padrão de &#8220;crecendo rock&#8221; (sic) que todas a bandas faziam. Quais são as novas direções da banda desde o terrível acidente do ano passado? Nós começamos a gravar...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_6029" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/06/athfest1_062405.jpg"><img class="size-medium wp-image-6029" title="athfest1_062405" src="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/06/athfest1_062405-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a><p class="wp-caption-text">A banda em uma apresentação ao vivo</p></div>
<p><strong>Carros velozes? </strong></p>
<p>É um pouco complicado definir os americanos do <a href="http://www.ihaveadagger.net/home.html"><strong>Maserati</strong></a>.</p>
<p>Depois que você passa da estranheza inicial de comparar o nome da banda com a famosa marca de carros luxuosos, vem a árdua tarefa de definir o tipo de som que os caras fazem. Digamos que o Maserati toca algo que seria um rock instrumental dançante, se algo assim fosse possível. Ou para alguns eles estão mais para <a href="http://www.youtube.com/watch?v=UKSRvqnrajQ">um som experimental</a>, quase que vindo de uma estação espacial perdida em outra dimensão.</p>
<p>Em fase final de mixagem de seu novo álbum, a banda aproveitou para trocar uma palavra com o GeeX!, conversando sobre o passado, <a href="http://g1.globo.com/Noticias/Musica/0,,MUL1371794-7085,00.html">a terrível tragédia que envolveu o baterista Jerry Fuchs</a> e como seguir em frente com o novo álbum <em>Pyramid of The Sun</em>.</p>
<p><strong>A Entrevista:</strong></p>
<p><strong>Da onde o Maserati tira inspiração?<br />
</strong></p>
<p>Muitas vezes nos influenciamos e nos inspiramos por bandas e álbuns pelo tempo. Quando compusemos o <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Inventions_for_the_New_Season"><em>Inventions For The New Season</em></a>, estávamos em turnê pela Europa e o Jerry tocava<em> Inventions For Electric Guitar</em>, do <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Ash_Ra_Tempel">Ash Ra Tempel</a>, toda a hora. Nós realmente nos apaixonamos  pelo Manuel Gottshing e aquilo nos inspirou por um tempo. Seu som era um certo elemento que procurávamos há um tempo e ele é provavelmente um dos meus guitarristas preferidos desde então. Durante o ano passado, nós ouvimos bastante o <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Aphrodite%27s_Child">Aphrodities Child</a> além dos álbuns solo do Demis Roussos (do qual o Jerry era um grande fã) e tinha um álbum do <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Aphrodite%27s_Child">Aphrodities Child</a> em particular, chamado <em>666</em>. Enquanto estávamos na nossa última turnê, o Jerry queria pegar muito das letras daquele álbum e utiliza-las como títulos para nossas faixas. Era como uma espécie homenagem para o que ele queria.</p>
<p><strong>Como a cidade influencia vocês?</strong></p>
<p>Todos nós moramos numa cidade e eu acho que isso influência nossas vidas maneiras diferentes. Matt mora em Atlanta e trabalha como planejador urbano. Ele cursou a faculdade de arquitetura, portanto acredito que de todos nós, ele é o que provavelmente carrega mais inspiração da estética da cidade em geral. Isso é mais visível nas capas de nossos álbuns. Jerry morava em Nova Iorque, portanto acredito que aquele estilo de vida &#8220;super-urbano&#8221; afetava a sua vida, ao contrário de eu e o Chris, que vivemos em uma pequena cidade universitária.</p>
<p><strong>Qual é a opinião de vocês sobre o post-rock? Vocês acham que ele sofreu com uma onda excessiva de <em>hype</em>?</strong></p>
<p>Eu acredito que o <em>post-rock</em> sofreu da mesma coisa que o <em>grunge</em> e qualquer outro gênero também sofreu. Eu sei que certos gêneros vêm e vão, mas o <em>post-rock</em> meio que se auto-devorou até a morte. Ainda mais com bandas que se conformavam em soar como <a href="http://www.mogwai.co.uk/order/uk/">Mogwai</a>, etc. Eu sei que quando a gente começou, nós éramos inspirados pela música de bandas como <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Slint">Slint</a>, <a href="http://www.mogwai.co.uk/order/uk/">Mogwai</a>, <a href="http://www.trts.com/splash.php">Tortoise</a>, etc; mas definitivamente queríamos tentar algo e evoluir além daquele padrão de &#8220;crecendo rock&#8221; (sic) que todas a bandas faziam.</p>
<div id="attachment_6033" class="wp-caption alignleft" style="width: 280px"><a href="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/06/trr149cd.jpg"><img class="size-medium wp-image-6033" title="trr149cd" src="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/06/trr149cd-300x300.jpg" alt="" width="270" height="270" /></a><p class="wp-caption-text">&quot;Passages&quot;: o último EP lançado pela banda no ano passado</p></div>
<p><strong> </strong><strong>Quais são as novas direções da banda desde o terrível acidente do ano passado? </strong></p>
<p>Nós começamos a gravar o novo álbum em Setembro do ano passado, logo depois saímos para uma turnê de sete semanas, e uma semana depois o Jerry morreu no acidente do Brooklyn. Precisaram de muitos meses para que pudéssemos conversar sobre o que queríamos fazer. Todos nós sabíamos o quão importante este álbum era para o Jerry e em Março nós fomos para Austin para finalizar e refazer as guitarras, baixos e sintetizadores. Nós planejamos lançar nosso novo álbum pela <a href="http://temporaryresidence.com/">TRL</a>, em Novembro, e depois disso nós não temos certeza do que vai ser da banda. Jerry era uma grande força musical e também era um grande amigo para a gente, portanto é muito difícil pensar no que é o melhor para a banda neste exato momento.</p>
<p><strong>O que podemos esperar do novo álbum?</strong></p>
<p>Eu acho que se você estiver familiarizado com os nossos dois últimos álbuns, vai perceber que este novo é o passa mais lógico. Ele é em grande parte bem divertido e tem bem mais sintetizadores que qualquer outro álbum que fizemos. O Steve Moore do <a href="http://www.geex.com.br/2009/10/20/zombi-spirit-animal-2009/">Zombi</a> toca em algumas faixas e nós estamos bem felizes com o resultado. Nossos amigos ficam nos perguntando o que esperar e a gente fala que é melhor álbum que já fizemos&#8230;</p>
<p>——————————————————–</p>
<p><em>O GeeX! agradece a boa vontade dos integrantes da banda e os deseja boa sorte no lançamento deste aguardado novo álbum!</em></p>
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		<title>GeeX! Especial: Penna Filho</title>
		<link>http://www.geex.com.br/2010/05/14/geex-especial-penna-filho/</link>
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		<pubDate>Fri, 14 May 2010 19:40:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jairo Neto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Colunas]]></category>
		<category><![CDATA[GeeX! Entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[2010]]></category>
		<category><![CDATA[cinema nacional]]></category>
		<category><![CDATA[entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[especial]]></category>
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		<category><![CDATA[virada cultural]]></category>

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		<description><![CDATA[O diretor Penna Filho é de uma velha-guarda do cinema brasileiro que tende a desaparecer. Radicado em Santa Catarina, ele apresenta o seu mais novo projeto na 3ª Virada Gastronômica, evento que ocorre junto da Virada Cultural em São Paulo, onde os participantes podem desfrutar de um evento que é uma maratona que atravessa a madrugada intercalando filmes temáticos com intervalos degustativos. Na cola da divulgação de seu novo filme, Doce de Coco, o diretor aproveitou o seu tempo disponível para conversar com o GeeX! sobre o processo de criação e divulgação do projeto. Conforme conversamos, as raízes do filme vêm de 1973, quando o diretor começou a dar as primeiras pinceladas no roteiro. Na época ele recebeu uma oportunidade de um investidor, que queria trabalhar em um filme tendo como base a cidade de Aparecida. Ou como nas palavras do diretor: &#8220;A idéia do filme surgiu na fase em que eu buscava uma linha mais autoral, depois de me submeter a tantos trabalhos de encomenda, filmes de produtor da &#8216;boca do lixo paulista&#8217;, como se chamava a região da cidade de São Paulo que concentrava produtoras e distribuidoras. Mas sua realização tornou-se inviável a partir do que aconteceu com o filme &#8216;O diabo tem mil chifres’, que escrevi e dirigi em 1970, onde eu introduzi referências ao momento político que atravessávamos. Com a censura forte, a exemplo de outros realizadores, servi-me de metáforas e simbolismos. O filme caiu nas malhas da censura e eu fiquei sem trabalho, pois o núcleo de produtores ao qual estava ligado não tinha interesse em discutir política e a nossa realidade.&#8221; Numa desavença com o produtor, que preferia um filme com tom mais dramático, Penna pausou o projeto, já que queria buscar um tom mais cômico a história. &#8220;Se extraísse todas as referências políticas e sociais até poderia ter feito o filme ainda nos anos 70, mas não tinha mais disposição para fazer concessões e preferi me dedicar ao tele-jornalismo. A diferença para o projeto original está na liberdade de expressão de hoje. Então, me foi possível fazer a comédia de fundo social que pretendia, com todas as referências políticas e ideológicas aparecendo de forma clara e não mais por intermédio de metáforas e simbolismos.&#8221; O diretor apontou uma preferência à temática social, vínculo esse que ele quis manter ao filmar Doce de Coco.  Ainda por cima, gosta da realidade, querendo expor ao público as marcas deixadas pelo Golpe de 64. Ainda mais por sua ênfase em direcionar seus trabalhos para instituições de ensino, como escolas, universidades e entidades sociais, o diretor mantém a urgência de seu trabalho ativa por entre a cultura brasileira. Então, aproveite novamente o momento da 3ª Virada Gastronômica e deguste do Doce de Coco, tanto a sobremesa quanto o filme.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O diretor <strong>Penna Filho</strong> é de uma velha-guarda do cinema brasileiro que tende a desaparecer. Radicado em Santa Catarina, ele apresenta o seu mais novo projeto na <a href="http://www.geex.com.br/2010/05/07/virada-cine-gastronomica/"><strong>3ª Virada Gastronômica</strong></a>, evento que ocorre junto da <a href="http://www.geex.com.br/2010/05/13/11-lugares-para-se-estar-na-virada-cultural/" target="_blank">Virada Cultural</a> em São Paulo, onde os participantes podem desfrutar de um evento que é uma maratona que atravessa a madrugada intercalando filmes temáticos com intervalos degustativos.</p>
<p>Na cola da divulgação de seu novo filme, <strong><a href="http://www.geex.com.br/2010/05/14/doce-de-coco-2009/"><em>Doce de Coco</em></a></strong>, o diretor aproveitou o seu tempo disponível para conversar com o GeeX! sobre o processo de criação e divulgação do projeto. Conforme conversamos, as raízes do filme vêm de 1973, quando o diretor começou a dar as primeiras pinceladas no roteiro. Na época ele recebeu uma oportunidade de um investidor, que queria trabalhar em um filme tendo como base a cidade de Aparecida. Ou como nas palavras do diretor:</p>
<blockquote><p>&#8220;A idéia do filme surgiu na fase em que eu buscava uma linha mais  autoral, depois de me submeter a tantos trabalhos de encomenda, filmes  de produtor da &#8216;boca do lixo paulista&#8217;, como se chamava a região da  cidade de São Paulo que concentrava produtoras e distribuidoras. Mas sua  realização tornou-se inviável a partir do que aconteceu com o filme &#8216;O  diabo tem mil chifres’, que escrevi e dirigi em 1970, onde eu introduzi  referências ao momento político que atravessávamos. Com a censura forte,  a exemplo de outros realizadores, servi-me de metáforas e simbolismos. O  filme caiu nas malhas da censura e eu fiquei sem trabalho, pois o  núcleo de produtores ao qual estava ligado não tinha interesse em  discutir política e a nossa realidade.&#8221;</p></blockquote>
<p>Numa desavença com o produtor, que preferia um filme com tom mais dramático, Penna pausou o projeto, já que queria buscar um tom mais cômico a história.</p>
<blockquote><p>&#8220;Se extraísse todas as referências políticas e sociais até poderia ter  feito o filme ainda nos anos 70, mas não tinha mais disposição para  fazer concessões e preferi me dedicar ao  tele-jornalismo.</p>
<p>A  diferença para o projeto original está na liberdade de expressão de  hoje. Então, me foi possível fazer a comédia de fundo social que  pretendia, com todas as referências políticas e ideológicas aparecendo  de forma clara e não mais por intermédio de metáforas e simbolismos.&#8221;</p></blockquote>
<p>O diretor apontou uma preferência à temática social, vínculo esse que ele quis manter ao filmar <em>Doce de Coco</em>.  Ainda por cima, gosta da realidade, querendo expor ao público as marcas deixadas pelo Golpe de 64.</p>
<p>Ainda mais por sua ênfase em direcionar seus trabalhos para instituições de ensino, como escolas, universidades e entidades sociais, o diretor mantém a urgência de seu trabalho ativa por entre a cultura brasileira.</p>
<p>Então, aproveite novamente o momento da <strong>3ª  Virada Gastronômica </strong>e deguste do <strong><a href="../../2010/05/14/doce-de-coco-2009/"><em>Doce  de Coco</em></a></strong>, tanto a sobremesa quanto o filme.</p>
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