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	<title>GeeX! &#187; Behave</title>
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	<description>Mais um passo rumo a dominação mundial!</description>
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	<copyright>Copyright © GeeX! 2010 </copyright>
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		<title>GeeX!</title>
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	<itunes:summary>GeeBeRiSh! - O Podcast do GeeX!

Nosso podcast foi carinhosamente nomeado de GeeBeRiSh, uma adaptação de giberish, que é o ato de discursar sem falar nada importante, ou sem significado algum, e um sinônimo para &#34;bobagem&#34; em inglês. É exatamente o tipo de coisas que vocês podem esperar ouvir no podcast, portanto. :)</itunes:summary>
	<itunes:keywords>geex, GeeX!, nerds, geeberish, gibberish, cultura pop, pop, cultura</itunes:keywords>
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	<itunes:author>Equipe GeeX!</itunes:author>
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		<title>A magia oitentista da Amblin Entertainment</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Aug 2011 17:26:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Max Augusto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Editorial]]></category>
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		<description><![CDATA[&#160; Há um quê de singelo e mágico na visão infantil sobre o mundo ao seu redor, seja ele (o mundo) realista ou até mesmo fantástico. Spielberg, principalmente no início de sua carreira, apostou muito nessa ideia. E.T. – The Extra Terrestrial (1982) foi seu ápice neste sentido e através de sua produtora, Amblin Entertainment (em sociedade com Kathleen Kennedy e Frank Marshall), Spielberg apostou em outros realizadores que também compartilhavam dessa ideia. E foi de lá que viu nascer o clássico oitentista Os Goonies (The Goonies, Richard Donner – 1985). Em Os Goonies o que encanta é a exata medida entre o mundano e o extraordinário: acompanhamos aquele grupo de heroizinhos camaradas tão humanos e cheios de problemas como nós (o Gordo fez tanta coisa ruim na vida…), que se superam ao enfrentar desafios inimagináveis (ladrões, armadilhas piratas e Slot!) A Amblin, principalmente nos anos 80, simbolizou o modo que o próprio Spielberg acreditava ser o certo para se fazer filmes. Além do elemento fantástico, que permeava volta e meia as produções do estúdio, havia principalmente a dedicação em se criar uma alma para cada filme. Essa alma ficava nos personagens e nos conflitos pessoais que os moviam, ainda que eventos em larga escala estivessem acontecedo à sua volta. E foi por isso que eu me preocupei bem mais com a possibilidade de Marty McFly não conseguir salvar o passado/presente/futuro de seus entes queridos do que se efetivamente ele e Doc Brown conseguiriam retornar para o seu tempo em De Volta Para o Futuro. Da mesma forma, por mais divertido que fosse acompanhar o humor negro da infestação de criaturinhas danadas em Gremlins, acredito que não me empolgaria tanto com a ideia se não tivesse me afeiçoado primeiro à história do rapaz que tinha uma ótima família, mas teve que aprender da forma mais complicada sobre cuidado e responsabilidade, ao ganhar o fofinho Gizmo como presente de Natal. Em O Milagre Veio do Espaço, os extraterrestres em forma de pequenas naves são o ingrediente extraordinário na já mágica metáfora estabelecida entre o condomínio que deve ser derrubado e seus habitantes pobres e desiludidos, cada qual à sua forma excluído da sociedade (idosos no fim da vida, uma latina mãe solteira, um pintor incompreendido e um ‘zelador’ que aparenta ter problemas psicológicos). O fato é que quando eu via a chamada da Globo, que começava com “Uma produção de Steven Spielberg”, meus olhos brilhavam de cara porque sabia que mesmo correndo o risco de chegar atrasado à aula na terça de manhã, eu poderia ficar até mais tarde à frente da TV na noite anterior, na companhia de minha mãe, que me autorizava a ver o filme com um “se é do Spielberg, é bom né?”. Ainda que enganada quanto às funções no circo hollywoodiano (ela e nem eu precisávamos saber a diferença entre  produção e direção), minha mãe me acompanhava naquela jornada fantástica só porque o nome do produtor estava ali avalizando a obra. Eu, garoto do interior, infelizmente...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p><img class="aligncenter" src="http://www.logodesignworks.com/blog/images/amblin-entertainment-logo-design.jpg" alt="" width="633" height="287" /></p>
<p>Há um quê de singelo e mágico na visão infantil sobre o mundo  ao seu redor, seja ele (o mundo) realista ou até mesmo fantástico. Spielberg,  principalmente no início de sua carreira, apostou muito nessa ideia.  <a href="http://www.youtube.com/watch?v=oR1-UFrcZ0k" target="_blank"><em>E.T. – The  Extra Terrestrial</em></a> (1982) foi seu ápice neste sentido e através de sua  produtora, <em>Amblin Entertainment</em> (em sociedade com <strong>Kathleen Kennedy</strong> e  <strong>Frank Marshall</strong>), Spielberg apostou em outros realizadores que também  compartilhavam dessa ideia. E foi de lá que viu nascer o clássico oitentista <a href="http://www.youtube.com/watch?v=kFEfHCJG4G4" target="_blank"><em>Os  Goonies</em></a><em> (The Goonies, </em><strong>Richard Donner</strong> – 1985).</p>
<p><img src="http://www.rejeitados.com.br/imagens/goonies.jpg" alt="" width="186" height="255" align="right" />Em  <em>Os Goonies</em> o que encanta é a exata medida entre o mundano e o  extraordinário: acompanhamos aquele grupo de heroizinhos camaradas tão humanos e  cheios de problemas como nós (<em><a href="http://www.youtube.com/watch?v=VItu-nwJrjA&amp;feature=related" target="_blank">o Gordo fez tanta coisa ruim na vida</a></em>…), que se superam ao  enfrentar desafios inimagináveis (<em><a href="http://www.youtube.com/watch?v=C009NeZxMTA" target="_blank">ladrões,  armadilhas piratas</a></em> e <em><a href="http://www.youtube.com/watch?v=qFUISvEZ3aw" target="_blank">Slot</a></em>!)</p>
<p>A <em>Amblin, </em>principalmente nos anos 80, simbolizou o  modo que o próprio Spielberg acreditava ser o certo para se fazer filmes. Além  do elemento fantástico, que permeava volta e meia as produções do estúdio, havia  principalmente a dedicação em se criar uma alma para cada filme. Essa alma  ficava nos personagens e nos conflitos pessoais que os moviam, ainda que eventos  em larga escala estivessem acontecedo à sua volta. E foi por isso que eu me  preocupei bem mais com a possibilidade de <strong><a href="http://www.youtube.com/watch?v=d4Cr7kxjSBs" target="_blank">Marty  McFly</a><em> </em></strong>não conseguir salvar o passado/presente/futuro de  seus entes queridos do que se efetivamente ele e <strong><a href="http://www.youtube.com/watch?v=I5cYgRnfFDA" target="_blank">Doc  Brown</a></strong><em> </em>conseguiriam retornar para o seu tempo em <em><a href="http://www.youtube.com/watch?v=3N4U1az17PI" target="_blank">De Volta Para o  Futuro</a></em>. <img src="http://noticias.r7.com/blogs/fabio-ramalho/files/2010/10/steven_spielberg_et_go_home.jpg" alt="" width="229" height="225" align="left" />Da mesma forma, por mais divertido que fosse acompanhar o  humor negro da infestação de criaturinhas danadas em <em><a href="http://www.youtube.com/watch?v=h24CFZqSEAA" target="_blank">Gremlins</a>, </em>acredito que não me empolgaria tanto com a ideia se não tivesse me  afeiçoado primeiro à história do rapaz que tinha uma ótima família, mas teve que  aprender da forma mais complicada sobre cuidado e responsabilidade, ao ganhar o  fofinho <strong><a href="http://www.youtube.com/watch?v=eWTi137wU6w" target="_blank">Gizmo</a></strong> como presente de Natal. Em <em><a href="http://www.youtube.com/watch?v=rJmvsb13dA8" target="_blank">O Milagre Veio  do Espaço</a>, </em>os extraterrestres em forma de pequenas naves são o  ingrediente extraordinário na já mágica metáfora estabelecida entre o condomínio  que deve ser derrubado e seus habitantes pobres e desiludidos, cada qual à sua  forma excluído da sociedade (idosos no fim da vida, uma latina mãe solteira, um  pintor incompreendido e um ‘zelador’ que aparenta ter problemas  psicológicos).</p>
<p>O fato é que quando eu via a chamada da Globo, que começava com  <em>“Uma produção de Steven Spielberg”, </em>meus olhos brilhavam de cara porque sabia que mesmo correndo o risco de chegar atrasado à aula na terça de  manhã, eu poderia ficar até mais tarde à frente da TV na noite anterior, na  companhia de minha mãe, que me autorizava a ver o filme com um “<em>se é do Spielberg, é bom né?</em>”. Ainda que enganada quanto às funções no circo hollywoodiano (ela e  nem eu precisávamos saber a diferença entre <em> produção </em>e <em>direção</em>), minha mãe me acompanhava naquela jornada fantástica só porque o nome do produtor estava ali avalizando a obra.</p>
<p><a rel="attachment wp-att-9935" href="http://www.geex.com.br/2011/08/18/a-magia-oitentista-da-amblin-entertainment/amblin-filmes/"><img class="aligncenter size-full wp-image-9935" src="http://www.geex.com.br/blog2/wp-content/uploads/2011/08/amblin-filmes.jpg" alt="" width="593" height="229" /></a></p>
<p><img src="http://www.best-cine.com/wp-content/uploads/2011/01/cinema-Jurassic-Park-5.jpeg" alt="" width="317" height="241" align="right" />Eu, garoto do interior, infelizmente não tive a constante  oportunidade de ver cada um desses filmes no cinema. Talvez por  isso, quando pude assistir numa sala escura a <em><a href="http://www.youtube.com/watch?v=Bim7RtKXv90" target="_blank">Jurassic  Park</a></em> (1993), acompanhado de primos e tios que fui visitar noutra cidade  interiorana (notadamente mais urbanizada), o impacto tenha sido tão tremendo.  Era Spielberg fazendo sua mágica uma vez mais, desta vez numa tela gigante a duas fileiras à minha frente. E as crianças da história (ainda  que aquela menina fosse insuportável) me permitiam acreditar que poderia ser eu  naquele lugar.</p>
<p>Uma pena que essa aura em torno dos projetos da <em>Amblin </em>foi-se perdendo com o tempo, principalmente após o surgimento da <strong><em>DreamWorks  SKG</em></strong>, ainda que nos anos 2000 Spielberg tenha recorrido ao selo de sua primeira empresa em boas produções com aquele tom de fantasia juvenil, tais como <em><a href="http://www.youtube.com/watch?v=sqS83f-NUww" target="_blank">A.I. –  Inteligência Artificial</a> (</em>com mais um dos idióticos subtítulos  redundantes brasileiros) e <em><a href="http://www.youtube.com/watch?v=4Qb-hHqwXJA" target="_blank">A Casa  Monstro</a> </em>(exemplar genuíno dos anos 80 em pleno ano de 2006).</p>
<p>O estúdio continua na ativa, produzindo esporadicamente seus filmes (em especial, alguns dos últimos exemplares do cinema de  <strong><em>Clint Eastwood, </em></strong>como <em>Cartas de Iwo Jima</em> e  <em>Além da Vida</em>), mas espero que com o sucesso de <a href="http://www.youtube.com/watch?v=Ef-NMmyMnhQ"><em>Super 8</em></a> (idem, <strong>J.J.Abrams</strong> &#8211; 2011),  produções com a cara e a alma da <em>Amblin </em>sejam vistas com mais frequência nas  salas escuras de cinema. Minha criança interior será eternamente grata.</p>
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		<title>O Universo de Glauco em exposição</title>
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		<pubDate>Thu, 21 Jul 2011 16:10:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lu Fávero</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
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		<category><![CDATA[arte]]></category>
		<category><![CDATA[exposição]]></category>
		<category><![CDATA[Glauco Rodrigues]]></category>

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		<description><![CDATA[Ali, no meio da principal avenida da cidade &#8211; mais especificamente no espaço Caixa Cultural - serigrafias multicoloridas tingem o cinza típico das manhãs paulistanas.  Litografias e capas de periódicos e discos também adicionam mais cor e graça a vida dos que adentram o espaço do Conjunto Nacional que abriga, desde 29 de junho, &#8220;O universo gráfico de Glauco Rodrigues&#8221;. Glauco, segundo o folder da exposição &#8220;um dos maiores pintores da arte brasileira contemporânea&#8221;, foi também gravador, ilustrador e cenógrafo. Fez cartaz de divulgação de filme quando &#8220;garota&#8221; ainda recebia acento; fez capa pra livro de João Cabral de Melo Neto e pra disco de João Bosco; e até capa da Veja ele ilustrou. Faleceu em 2004, aos 75 anos, e, numa homenagem póstuma, recebeu a mostra-retrospectiva que fica em SP até dia 21 de agosto &#8211; e já passou pelo RJ. Comemorando os 50 anos da primeira exibição individual do artista (no Rio de Janeiro, em 1961), a mostra promovida pela Caixa Cultural foca-se na produção gráfica de Rodrigues. As mais de 100 obras expostas, todas do acervo pessoal de Glauco (hoje sob cuidado de Norma Estellita Pessôa, esposa do falecido artista e curadora adjunta da exposição), foram selecionadas por Antonio Cava e apresentam um pouco da sintaxe desse poeta das cores, responsável por samba-enredos gráficos que chamam a atenção até de quem não gosta muito de exposições. &#8220;O Universo Gráfico de Glauco Rodrigues&#8221; pode ser vista entre 29/6 e 21/8  (terças à sábados, das 9h às 21h;  domingos e feriados das 10h às 21h), na Caixa Cultural (Conjunto Nacional, Av. Paulista nº2083), de graça. O site da exposição traz mais informações. &#160; &#160;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_9820" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><a href="http://www.geex.com.br/blog2/wp-content/uploads/2011/07/garôta-de-ipanema.jpg"><img class="size-full wp-image-9820" title="garôta de ipanema" src="http://www.geex.com.br/blog2/wp-content/uploads/2011/07/garôta-de-ipanema.jpg" alt="" width="500" height="296" /></a><p class="wp-caption-text">Poster para o filme &quot;Garôta de Ipanema&quot;, de Leon Hirszman</p></div>
<p style="text-align: left;">Ali, no meio da principal avenida da cidade &#8211; mais especificamente no espaço Caixa Cultural - serigrafias multicoloridas tingem o cinza típico das manhãs paulistanas.  Litografias e capas de periódicos e discos também adicionam mais cor e graça a vida dos que adentram o espaço do Conjunto Nacional que abriga, desde 29 de junho, &#8220;O universo gráfico de Glauco Rodrigues&#8221;.</p>
<div id="attachment_9819" class="wp-caption alignleft" style="width: 440px"><a href="http://www.geex.com.br/blog2/wp-content/uploads/2011/07/discos.jpg"><img class="size-large wp-image-9819  " title="discos" src="http://www.geex.com.br/blog2/wp-content/uploads/2011/07/discos-1024x681.jpg" alt="" width="430" height="286" /></a><p class="wp-caption-text">Capas de discos criadas por Glauco (clique para ver maior)</p></div>
<p>Glauco, segundo o folder da exposição &#8220;um dos maiores pintores da arte brasileira contemporânea&#8221;, foi também gravador, ilustrador e cenógrafo. Fez cartaz de divulgação de filme quando &#8220;garota&#8221; ainda recebia acento; fez capa pra livro de João Cabral de Melo Neto e pra disco de João Bosco; e até capa da Veja ele ilustrou. Faleceu em 2004, aos 75 anos, e, numa homenagem póstuma, recebeu a mostra-retrospectiva que fica em SP até dia 21 de agosto &#8211; e já passou pelo RJ.</p>
<p>Comemorando os 50 anos da primeira exibição individual do artista (no Rio de Janeiro, em 1961), a mostra promovida pela Caixa Cultural foca-se na produção gráfica de Rodrigues. As mais de 100 obras expostas, todas do acervo pessoal de Glauco (hoje sob cuidado de Norma Estellita Pessôa, esposa do falecido artista e curadora adjunta da exposição), foram selecionadas por Antonio Cava e apresentam um pouco da sintaxe desse poeta das cores, responsável por samba-enredos gráficos que chamam a atenção até de quem não gosta muito de exposições.<br />
<strong>&#8220;O Universo Gráfico de Glauco Rodrigues&#8221; </strong>pode ser vista entre 29/6 e 21/8  (terças à sábados, das 9h às 21h;  domingos e feriados das 10h às 21h), na Caixa Cultural (Conjunto Nacional, Av. Paulista nº2083), de graça.</p>
<p>O <a href="http://www.universoglaucorodrigues.com.br/index.html">site da exposição</a> traz mais informações.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>X-Men: A Primeira Classe nos quadrinhos</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Jun 2011 14:39:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Max Augusto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Editorial]]></category>
		<category><![CDATA[Quadrinhos]]></category>
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		<description><![CDATA[Atenção: antes de mais nada, os links diretos nos textos que se referem a cenas de X-Men: Primeira Classe abrem clipes do filme disponibilizados oficialmente pela 20º Century Fox, mas que entregam momentos importantes da trama e, portanto, devem ser considerados como spoilers. Fica o aviso, ok? Cliquem por sua conta e risco. Apesar do que muitos afirmam, Sin City, assim como 300 (esse em menor intensidade), não são precisamente adaptações dos quadrinhos. São fiéis transposições do material original para o cinema. O que isso quer dizer em termos práticos é que seus diretores simplesmente se valeram dos quadrinhos como storyboard e repetiram, quadro a quadro, tudo aquilo que já foi eficazmente retratado nas HQ´s. Se o resultado é positivo, cabe à crítica e às bilheterias concluírem. O problema é que, na minha opinião (que fique claro), não existe mérito nisso. Na verdade, revela uma certa preguiça de seus realizadores em inovar e surpreender o público (o que é essencial no cinema de adaptações). Em termos de adaptação de quadrinhos, garantir a essência de cada personagem e respeitar suas motivações é o quesito mais importante. Se há fidelidade a esse material base, a interação entre os personagens e a sucessão dos eventos poderá ser rearranjada de forma que não se repita algo já feito anteriormente (vide o exemplo máximo de The Dark Knight). E, vejam vocês, X-Men: Primeira Classe, mimetiza a técnica de inspiração no material original muito bem trabalhada em X-Men &#8211; O Filme e em X-Men 2 e não tão bem aproveitada em X-Men &#8211; O Confronto Final. O filme homenageia um momento-chave na história da primeira turma de X-Men nos quadrinhos, mas sem se preocupar em emular no cinema a mesma história. Agrega elementos daqui e dali e presta referências sem afetar sua personalidade. Assim, o sequestro do submarino nuclear russo em X-Men  #01 (Lee &#38; Kirby, 1963), adaptado para a animação no terceiro episódio da primeira temporada do desenho dos mutantes dos anos 90 (“Enter Magneto”) e revisitado na nova revista, X-Men nº 1 (Jim Lee, Chris Claremont, 1991), foi nítida inspiração para Vaughan e seus co-roteiristas, que em First Class o traduziram no tenso clímax, em plena Crise dos Mísseis Cubanos. As sequências do treinamento dos mutantes na Mansão Xavier são de uma leveza incrível, quase pueril, assim como todo o seguimento envolvendo a luta entre Destrutor, Banshee e Angel. É uma boa menção ao clima de aventura juvenil dos primeiros anos dos quadrinhos: os argumentos de Lee eram simples, diretos e rasteiros e casavam perfeitos com os traços dinâmicos e sem rebuscamentos de Kirby. A aura mais singela dos quadrinhos da Era de Prata (assim como na Era de Ouro), foi bem emulado entre 1999 e 2001, com John Byrne em seu autoconclamado “Projeto Pessoal”, X-Men: Hidden Years, que tratou de contar as histórias da Primeira Equipe Mutante entre o período de 1969 a 1972 (o momento de hiato nas publicações mutantes, antes de surgir a segunda e mais famosa formação do grupo). Depois, em 2008, o roteirista Jeff Parker e...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Atenção: antes de mais nada, os links diretos nos textos que se referem a cenas de<a title="X-Men: Primeira Classe (2011)" href="http://www.geex.com.br/2011/06/13/x-men-primeira-classe-2011/" target="_blank"> </a></strong></em><strong><a title="X-Men: Primeira Classe (2011)" href="http://www.geex.com.br/2011/06/13/x-men-primeira-classe-2011/" target="_blank">X-Men: Primeira Classe</a></strong><em><strong> abrem clipes do filme disponibilizados oficialmente pela 20º Century Fox, mas que entregam momentos importantes da trama e, portanto, devem ser considerados como <span style="color: #ff0000;">spoilers</span>. Fica o aviso, ok? Cliquem por sua conta e risco.</strong></em></p>
<p style="text-align: center;"><em><strong><a href="http://www.geex.com.br/blog2/wp-content/uploads/2011/06/X_Men_First_Class_Finals_Cover_by_valstaples.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-9655" title="X_Men_First_Class_Finals_Cover_by_valstaples" src="http://www.geex.com.br/blog2/wp-content/uploads/2011/06/X_Men_First_Class_Finals_Cover_by_valstaples-1024x388.jpg" alt="" width="614" height="233" /></a><br />
</strong></em></p>
<p>Apesar do que muitos afirmam, <em><a href="http://www.youtube.com/watch?v=mYuF09P4l7g" target="_blank">Sin City</a>, </em>assim como <em><a href="http://www.youtube.com/watch?v=dyxqkqvnkKE" target="_blank">300</a> </em>(esse em menor intensidade), não são precisamente adaptações dos quadrinhos. São <strong>fiéis transposições<em> </em></strong>do  material original para o cinema.</p>
<p>O que isso quer dizer em termos  práticos é que seus diretores simplesmente se valeram dos quadrinhos  como <em>storyboard</em> e repetiram, quadro a quadro,  tudo aquilo que já foi eficazmente retratado nas HQ´s. Se o resultado é  positivo, cabe à crítica e às bilheterias concluírem. O problema é que,  na minha opinião (que fique claro), não existe mérito nisso. Na verdade,  revela uma certa preguiça de seus realizadores em inovar e surpreender o  público (o que é essencial no cinema de adaptações).</p>
<p>Em termos de adaptação de quadrinhos, garantir a essência de cada personagem e respeitar suas  motivações é o quesito mais importante. Se há fidelidade a esse material base, a interação entre os  personagens e a sucessão dos eventos poderá ser rearranjada de forma que  não se repita algo já feito anteriormente (vide o exemplo máximo de <a href="http://www.youtube.com/watch?v=8NAb98ziW2M" target="_blank"><em>The Dark Knight</em></a>). E, vejam vocês, <em>X-Men: Primeira Classe,</em> mimetiza a técnica de inspiração no material original muito bem trabalhada em <em>X-Men &#8211; O Filme </em>e em <em>X-Men 2 </em>e não tão bem aproveitada em <em>X-Men &#8211; O Confronto Final.</em><em><br />
</em></p>
<p>O filme  homenageia um momento-chave na história da primeira turma de X-Men nos  quadrinhos, mas sem se preocupar em emular no cinema a mesma história.  Agrega elementos daqui e dali e presta referências sem afetar sua  personalidade.</p>
<p><img src="http://4.bp.blogspot.com/-EmTQcPX1jF8/TV8prpOg2PI/AAAAAAAAI5E/wCxPhStlltk/s1600/1-3.jpg" alt="" width="216" height="319" align="left" />Assim, o sequestro do submarino nuclear russo em <em>X-Men  #01 (Lee &amp; Kirby, 1963</em>), adaptado para a animação no terceiro episódio da primeira temporada do desenho dos mutantes dos anos 90 (<em>“</em><a href="http://www.youtube.com/watch?v=iJnBldrOrD4" target="_blank"><em>Enter Magneto</em></a><em>”) </em>e revisitado na nova revista, <em>X-Men nº 1 </em>(<em>Jim Lee</em>, <em>Chris Claremont</em>, 1991), foi nítida <a href="http://www.youtube.com/watch?v=XhBKr40kPpU&amp;feature=related" target="_blank">inspiração</a> para Vaughan e seus co-roteiristas, que em <em>First Class</em> o traduziram no <a href="http://www.youtube.com/watch?v=AZyX1YwPIyU" target="_blank">tenso clímax</a>, em plena Crise dos Mísseis Cubanos.</p>
<p>As  sequências do treinamento dos mutantes na Mansão Xavier são de uma  leveza incrível, quase pueril, assim como todo o seguimento envolvendo a  luta entre <em>Destrutor</em>, <em>Banshee </em>e <em>Angel</em>. É uma boa menção ao clima de  aventura juvenil dos primeiros anos dos quadrinhos: os argumentos de Lee  eram simples, diretos e rasteiros e casavam perfeitos com os traços  dinâmicos e sem rebuscamentos de Kirby.</p>
<p><img src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/en/d/d5/Xmenhiddenyears.jpg" alt="" width="201" height="308" align="right" /></p>
<p>A aura  mais singela dos quadrinhos da Era de Prata (assim como na Era de Ouro),  foi bem emulado entre 1999 e 2001, com <em>John Byrne</em> em  seu autoconclamado “Projeto Pessoal”, <em>X-Men: Hidden Years</em>, que  tratou de contar as histórias da Primeira Equipe Mutante entre o  período de 1969 a 1972 (o momento de hiato nas publicações mutantes,  antes de surgir a segunda e mais famosa formação do grupo).</p>
<p>Depois, em  2008, o roteirista <em>Jeff Parker</em> e o desenhista brasileiro <em><a href="http://www.rogercruzbr.blogspot.com/" target="_blank">Roger Cruz</a> </em> (com um traço bem mais leve e menos caído para o mangá) tentaram  resgatar o que seriam as primeiras aventuras da primeira turma mutante,  na revista <em><strong>X-Men: First Class</strong>, </em>esta, sim, responsável pela ideia de reivenção do universo mutante no cinema, segundo declaração da produtora <strong>Lauren Shuller Donner</strong>. Os quadrinhos tratam da equipe quando eram apenas estudantes brincando de heróis, usando os  clássicos macacões azuis e amarelos. As histórias eram fechadas em cada  edição. As aventuras, sempre despretensiosas, iam desde um encontro com o  Lagarto (inimigo do Aranha) numa ilha paradisíaca a um caso de amor  entre o <em>Anjo</em> e a <em>Feiticeira Escarlate</em>, que ocasionou a fúria do irmão  ciumento, <em>Mercúrio</em>.</p>
<p><img src="http://2.bp.blogspot.com/_HHEysOrBzrY/TEjNr8aU2yI/AAAAAAAABEE/5i1FshAJXBU/s1600/x-men-first-class-original-team%5B1%5D.jpg" alt="" width="280" height="195" align="right" /></p>
<p>Esse clima  jovial, de descoberta dos poderes, é bem replicado em todas as  cenas nas quais os jovens recrutas de Charles interagem no filme atualmente em cartaz.</p>
<p>E é  basicamente isso que o exemplar cinematográfico pega emprestado de suas origens no papel. A essência dos quadrinhos está lá, mas é uma história de origem totalmente nova, que apresenta uma turma  de alunos bem diferente daquela primeira criada por <em>Lee </em>e <em>Kirby </em>(à  exceção do Fera). Aliás, o filme gera concessões que alguns não engolirão tão  facilmente (<em>Alex Summers</em> é irmão mais novo de <em>Scott Summers, </em>o  <em>Ciclope</em>, nos quadrinhos, e essa informação não se encaixa com o momento  histórico do filme) e se preocupa em ser, diferentemente dos filmes  anteriores (em data de lançamento, mas não na cronologia), também um  filme de <strong>super-herois.</strong></p>
<p>Não é por  acaso que existem as cenas em que os jovens mutantes se  divertem com a <a href="http://www.youtube.com/watch?v=sTQ4GLs3h8E&amp;feature=relmfu" target="_blank">apresentação de seus poderes</a>, decidem  escolher seus  codinomes, <a href="http://www.youtube.com/watch?v=ie0zMvz6XiY" target="_blank">treinam e desenvolvem suas habilidades</a> (com uma edição que homenageia a leitura quadro-a-quadro das HQ´s, num eco bem-vindo do <a href="http://www.youtube.com/watch?v=MJ3n60wjEJg"><em>Hulk </em></a>de Ang lee) e, já no trecho final, usam, sem medos, seus uniformes de lycra amarela, objeto de piada no filme de 2000.</p>
<p style="text-align: left;"><a href="http://www.geex.com.br/blog2/wp-content/uploads/2011/06/what-would-you-prefer-yellow-spandex.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-9658" title="what would you prefer yellow spandex" src="http://www.geex.com.br/blog2/wp-content/uploads/2011/06/what-would-you-prefer-yellow-spandex.jpg" alt="" width="335" height="106" /></a>O filme de 2000, aliás, foi responsável por uma mudança nos quadrinhos com o advento da era <em>Grant Morrison</em> nas publicações mutantes. Os uniformes heroicos foram postos de lado e foram adotadas roupas de couro, inspiradas no visual mais realista imprimido pela película de <em>Bryan Singer</em>. A justificativa de Morrison, à época, era que os X-Men estavam mais para uma tropa de mutantes do que precisamente heróis. Em 2005, essa tendência de cientificação dos quadrinhos foi limada pelo novo roteirista, <a href="http://www.imdb.com/name/nm0923736/" target="_blank">Joss Whedon</a> (diretor do vindouro e aguardadíssimo <em>The Avengers</em>) que assumiu os mutantes em <a href="http://www.coverbrowser.com/image/astonishing-x-men/1-8.jpg" target="_blank"><em>The Astonishing X-Men </em>#01</a> e baniu os uniformes estilo matrix trazendo de volta as vestes coloridas, mas não sem antes dar um peteleco na orelha de Morrison, ao justificar, pela boca (e balões de fala) de Ciclope, que os uniformes de couro traziam aos X-Men um ar de &#8220;milícia sangrenta mutante&#8221; e eles nada mais eram do que heróis e assim deveriam se apresentar aos olhos do mundo.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-9657" title="xmen2000" src="http://www.geex.com.br/blog2/wp-content/uploads/2011/06/xmen2000.jpg" alt="" width="574" height="196" /></p>
<p>Exatamente  por se preocupar em trazer ao cinema essa faceta heroica (ainda que com um declarado conteúdo dramático),  <em>X-Men: Primeira Classe </em>é o filme dos  mutantes que tem o valioso mérito de  mais se aproximar de sua leve e colorida origem nos quadrinhos da <em>Marvel Comics</em>.</p>
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		<title>O que esperar da E3 em 2011?</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Jun 2011 16:06:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Engels Marx</dc:creator>
				<category><![CDATA[Editorial]]></category>
		<category><![CDATA[Games]]></category>

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		<description><![CDATA[Entre os dias 7 e 9 de junho teremos o início da E3 2011, feira dedicada ao jogos eletrônicos. Porém, nos dias 6 e 7 de junho há a conferência das três maiores empresas de games que irão mostrar os grandes lançamentos para o futuro, mostrar novidades e talvez ditar quais serão os próximos passos da indústria, além de derrubar o Twitter e começar flamewars entre os fãs mais “devotos”. Mas o que podemos esperar da Microsoft, Nintendo e Sony esse ano? Quais são os rumores mais fortes? O que os fãs querem ver? &#160; &#8211; Microsoft No dia 06 as 13:00h aqui no Brasil teremos novidades para os donos de um Xbox 360. Após mais de 6 meses do lançamento oficial do Kinect, a empresa deve tentar não cair no problema do Wii, anunciando títulos mais “hardcore” para o dispositivo. Um dos mais aguardados é Star Wars Kinect, que foi mostrado na E3 anterior e deve ter mais novidades esse ano. Também é esperado o anuncio do famoso simulador de carros Forza com suporte ao sensor de movimentos do console além de outras franquias fortes como Metal Gear Solid, Gears of War. A Live, amada e idolatrada (com motivos) rede para os usuários de Xbox deve ter mais algumas melhorias implementadas. Grandes novidades como o anúncio de um sucessor para o Xbox 360 não são esperadas já que o lançamento do Kinect é algo recente, mas não é algo que pode ser descartado. &#8211; Sony No mesmo dia da apresentação da Microsoft, as 21:00 pelo horário brasileiro, a Sony deve fazer sua apresentação. Depois dos problemas da PSN sendo atacada por hackers e deixando usuários sem poder jogar online por vários dias é esperado algum comentário da gigante japonesa nessa E3, nem que seja de forma rápida. O PS Move &#8211; controle com sensor de movimentos da Sony &#8211; deve ter alguns games apresentados para tirar a aparência de “abandonado” que paira sobre ele, quem sabe até com a volta do promissor Sorcery, porém Uncharted 3, Twisted Metal e Last Guardian &#8211; titulos exclusivos da empresa &#8211; devem ser destaque na conferencia, pelo menos até o anúncio do NGP. Pra quem não sabe o NGP será o sucessor do PSP, apresentado na E3 2010. Graças a exploração de jogabilidade no portátil com um touchpad traseiro e tela de 5” sensivel ao toque é esperado que tenha mais sucesso que seu antecessor. Embora ainda não tenha um nome oficial rumores fortes dizem que se chamará PSP Vita e todos aguardam maiores informações, em especial o preço. Nintendo Depois do lançamento do portátil 3DS &#8211; que consegue mostrar imagens 3D sem uso de óculos &#8211; devem ser anunciados as datas de lançamentos de alguns titulos fortes, como Kid Icarus e Ocarina of Time 3D, principalmente porque o essa nova aposta da Nintendo ainda não decolou em vendas como o esperado, vendendo menos que o concorrente PSP. Deve também ser mostrado pela Nintendo algumas ações para comemorar os 25 anos de uma...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p id="internal-source-marker_0.9905541865155101"><a href="http://www.geex.com.br/blog2/wp-content/uploads/2011/06/screen-shot-2011-05-17-at-111652-pm-1.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-9473" title="screen-shot-2011-05-17-at-111652-pm (1)" src="http://www.geex.com.br/blog2/wp-content/uploads/2011/06/screen-shot-2011-05-17-at-111652-pm-1.jpg" alt="" width="147" height="175" /></a>Entre os dias <strong>7 e 9 de junho</strong> teremos o início da <strong>E3 2011</strong>, feira dedicada ao jogos eletrônicos. Porém, nos dias <strong>6 e 7 de junho</strong> há a conferência das três maiores empresas de games que irão mostrar os grandes lançamentos para o futuro, mostrar novidades e talvez ditar quais serão os próximos passos da indústria, além de derrubar o Twitter e começar<a href="http://www.collegehumor.com/video/3980096/we-didnt-start-the-flame-war" target="_blank"> flamewars</a> entre os fãs mais “devotos”.</p>
<p>Mas o que podemos esperar da Microsoft, Nintendo e Sony esse ano? Quais são os rumores mais fortes? O que os fãs querem ver?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&#8211;</p>
<p><strong>Microsoft </strong></p>
<p><a href="http://www.geex.com.br/blog2/wp-content/uploads/2011/06/Kinect-Star-Wars.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-9476" title="Kinect-Star-Wars" src="http://www.geex.com.br/blog2/wp-content/uploads/2011/06/Kinect-Star-Wars-260x300.jpg" alt="" width="156" height="180" /></a>No dia 06 as 13:00h aqui no Brasil teremos novidades para os donos de um Xbox 360. Após mais de 6 meses do lançamento oficial do <a href="http://www.xbox.com/pt-br/kinect">Kinect</a>, a empresa deve tentar não cair no problema do Wii, anunciando títulos mais “hardcore” para o dispositivo. Um dos mais aguardados é Star Wars Kinect, que foi mostrado na E3 anterior e deve ter mais novidades esse ano. Também é esperado o anuncio do famoso simulador de carros Forza com suporte ao sensor de movimentos do console além de outras franquias fortes como <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Metal_Gear_Solid" target="_blank">Metal Gear Solid</a>, <a href="http://gearsofwar.xbox.com/AgeGate.htm" target="_blank">Gears of War</a>.</p>
<p>A Live, amada e idolatrada (com motivos) rede para os usuários de Xbox deve ter mais algumas melhorias implementadas. Grandes novidades como o anúncio de um sucessor para o Xbox 360 não são esperadas já que o lançamento do Kinect é algo recente, mas não é algo que pode ser descartado.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-9477" title="forza4" src="http://www.geex.com.br/blog2/wp-content/uploads/2011/06/forza4.jpg" alt="Forza 4 é um dos lançamentos aguardados pelos caixistas" width="448" height="252" /></p>
<p>&#8211;</p>
<p><strong>Sony</strong></p>
<p><a href="http://www.geex.com.br/blog2/wp-content/uploads/2011/06/twistedmetal_ps3.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-9478" title="twistedmetal_ps3" src="http://www.geex.com.br/blog2/wp-content/uploads/2011/06/twistedmetal_ps3.jpg" alt="" width="240" height="282" /></a>No mesmo dia da apresentação da Microsoft, as 21:00 pelo horário brasileiro, a Sony deve fazer sua apresentação. Depois dos problemas da PSN sendo atacada por hackers e deixando usuários sem poder jogar online por vários dias é esperado algum comentário da gigante japonesa nessa E3, nem que seja de forma rápida.</p>
<p>O <a href="http://us.playstation.com/ps3/playstation-move/" target="_blank">PS Move</a> &#8211; controle com sensor de movimentos da Sony &#8211; deve ter alguns games apresentados para tirar a aparência de “abandonado” que paira sobre ele, quem sabe até com a volta do promissor Sorcery, porém<a href="http://www.unchartedthegame.com/" target="_blank"> Uncharted 3</a>, <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Twisted_Metal" target="_blank">Twisted Metal</a> e <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/The_Last_Guardian" target="_blank">Last Guardian</a> &#8211; titulos exclusivos da empresa &#8211; devem ser destaque na conferencia, pelo menos até o anúncio do NGP.</p>
<p>Pra quem não sabe o NGP será o sucessor do PSP, apresentado na E3 2010. Graças a exploração de jogabilidade no portátil com um touchpad traseiro e tela de 5” sensivel ao toque é esperado que tenha mais sucesso que seu antecessor. Embora ainda não tenha um nome oficial rumores fortes dizem que se chamará PSP Vita e todos aguardam maiores informações, em especial o preço.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.geex.com.br/blog2/wp-content/uploads/2011/06/ngpashcraft_kotakubr.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-9479" title="ngpashcraft_kotakubr" src="http://www.geex.com.br/blog2/wp-content/uploads/2011/06/ngpashcraft_kotakubr.jpg" alt="" width="504" height="284" /></a></p>
<p><strong>Nintendo</strong></p>
<p><a href="http://www.geex.com.br/blog2/wp-content/uploads/2011/06/kid-icarus-uprising-1.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-9480" title="kid-icarus-uprising-1" src="http://www.geex.com.br/blog2/wp-content/uploads/2011/06/kid-icarus-uprising-1.jpg" alt="" width="223" height="134" /></a>Depois do lançamento do portátil <a href="http://www.nintendo.com/3ds" target="_blank">3DS</a> &#8211; que consegue mostrar imagens 3D sem uso de óculos &#8211; devem ser anunciados as datas de lançamentos de alguns titulos fortes, como Kid Icarus e<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/The_Legend_of_Zelda:_Ocarina_of_Time" target="_blank"> Ocarina of Time </a>3D, principalmente porque o essa nova aposta da Nintendo ainda não decolou em vendas como o esperado, vendendo menos que o concorrente PSP. Deve também ser mostrado pela Nintendo algumas ações para comemorar os 25 anos de uma de suas maiores franquias: The Legend of Zelda. Porém o mais aguardado nessa conferencia atende pelo nome de <a href="http://www.google.com.br/search?sourceid=chrome&amp;ie=UTF-8&amp;q=Project+Caf%C3%A9" target="_blank">Project Café</a>.</p>
<p>Mesmo com o sucesso do Wii, o publico mais tradicional dos games e as grandes desenvolvedoras de jogos não estavam tão felizes quanto a Big N. O público pela falta de títulos mais “hardcores” o que fez muitos (eu incluso) encostarem o console e liga-lo a cada eclipse lunar, e as third-parties por não conseguirem emplacar titulos não casuais na plataforma. Para mudar um pouco isso a Nintendo anunciou oficialmente que irá apresentar seu próximo console, que está sendo conhecido como Project Café. A única certeza que temos são dos gráficos em alta definição, porém há fortes rumores de suporte a mídia Blu-ray (como o PS3) e a volta de controles tradicionais que teriam uma tela sensivel ao toque. A conferencia será no dia 07 de junho, ao meio-dia.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.geex.com.br/blog2/wp-content/uploads/2011/06/pcafe.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-9481" title="pcafe" src="http://www.geex.com.br/blog2/wp-content/uploads/2011/06/pcafe.jpg" alt="" width="614" height="161" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Muito rumor, muita expectativa, muitos trailers e quem sabe muitas novidades, como acontece em toda <a href="http://www.e3expo.com/">E3</a>. Depois das conferencias, não perca o resumo aqui no GeeX!</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Inspire Japan</title>
		<link>http://www.geex.com.br/2011/05/24/inspire-japan/</link>
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		<pubDate>Tue, 24 May 2011 12:33:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jairo Neto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Behave]]></category>
		<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[ajuda]]></category>
		<category><![CDATA[criatividade]]></category>
		<category><![CDATA[humanitária]]></category>
		<category><![CDATA[idéias]]></category>
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		<category><![CDATA[terremoto]]></category>
		<category><![CDATA[tsunami]]></category>

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		<description><![CDATA[No próximo dia 28/05 a cidade de São Paulo receberá não apenas o Volume 8 do Pecha Kucha Night mas também o evento global Inspire Japan. No dia 11 de março, o Japão sofreu com uma catástrofe natural que chocou bilhões de pessoas ao redor do mundo. O terremoto e o Tsunami destruíram 400 km de costa, matando mais de 10.000 pessoas, deixando 400.000 pessoas desabrigadas e iniciando um impasse nuclear que ainda não foi resolvido. O país tem inspirado designers há gerações, e é onde o &#8220;Pecha Kucha Night &#8211; 20 imagens x 20 segundos&#8221; nasceu e cresceu, motivando designers a se juntarem em mais de 400 cidades ao redor do mundo para compartilhar sua criatividade em mais 1.000 eventos todos os anos. O Japão sempre nos inspirou, e agora chegou nossa vez de inspirá-los. Participe desta edição especial &#8220;Pecha Kucha Night &#8211; Inspire Japan&#8221;. Vamos todos nos juntar e mostrar para o Japão que o mundo criativo está pensando neles, que nem tudo está perdido, e que há uma possibilidade de se levantar e reconstruir, mesmo em vilarejos e cidades que foram completamente destruídos. Com criatividade e paixão, tudo é possível. Na programação, Lounge com DJ, mostra de vídeos japoneses, Oficina de Origami, Workshop de Furoshiki, Demonstração de Shodô, Live Drawing com ilustradores de mangá, degustação de culinária típica e outros. Além disso, esta edição do Pecha Kucha Night conta com a participação de palestrantes das mais diversas áreas, mostrando como seu trabalho e suas vidas foram inspiradas pelo Japão. Palestrantes: - Marcella Tamayo &#124; www.marcella-tamayo.com - Mario Narita &#124; www.naritadesign.com.br - Fábio Yamaji &#124; www.skerzocinema.com - Cruz Vermelha - Lucas Momosaki &#124; www.behance.net/ya_su - Eduardo Shiota &#124; www.eshiota.com e muito mais! Serviço: Pecha Kucha Night &#8211; Inspire Japan Local: Senac Lapa Scipião Endereço: R. Scipião, 67 &#8211; Lapa &#8211; São Paulo Horário: das 13h30 às 18h Entrada franca Exibir mapa ampliado]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No próximo dia 28/05 a cidade de São Paulo receberá não apenas o Volume 8 do <strong><a href="http://www.geex.com.br/?s=pecha+kucha+night">Pecha Kucha Night</a></strong> mas também o evento global <strong><a href="http://global-day.pecha-kucha.org/">Inspire Japan</a></strong>.</p>
<p>No dia 11 de março, o Japão sofreu com uma catástrofe natural que chocou  bilhões de pessoas ao redor do mundo. O terremoto e o Tsunami  destruíram 400 km de costa, matando mais de 10.000 pessoas, deixando  400.000 pessoas desabrigadas e iniciando um impasse nuclear que ainda  não foi resolvido.</p>
<div id="attachment_9374" class="wp-caption alignright" style="width: 312px"><img class="size-full wp-image-9374  " title="PKNSPVOL8JPN" src="http://www.geex.com.br/blog2/wp-content/uploads/2011/05/PKNSPVOL8JPN.jpg" alt="" width="302" height="403" /><p class="wp-caption-text">cartaz feito pelo designer Guma</p></div>
<p>O país tem inspirado designers há gerações, e é  onde o &#8220;Pecha Kucha Night &#8211; 20 imagens x 20 segundos&#8221; nasceu e cresceu,  motivando designers a se juntarem em mais de 400 cidades ao redor do mundo para compartilhar sua criatividade em mais 1.000 eventos todos os anos.</p>
<p>O Japão sempre nos inspirou, e agora chegou nossa vez de inspirá-los.</p>
<p>Participe  desta edição especial &#8220;Pecha Kucha Night &#8211; Inspire Japan&#8221;. Vamos todos  nos juntar e mostrar para o Japão que o mundo criativo está pensando  neles, que nem tudo está perdido, e que há uma possibilidade de se  levantar e reconstruir, mesmo em vilarejos e cidades que foram  completamente destruídos. Com criatividade e paixão, tudo é possível.</p>
<p>Na  programação, Lounge com DJ, mostra de vídeos japoneses, Oficina de  Origami, Workshop de Furoshiki, Demonstração de Shodô, Live Drawing com  ilustradores de mangá, degustação de culinária típica e outros.</p>
<p>Além  disso, esta edição do Pecha Kucha Night conta com a participação de  palestrantes das mais diversas áreas, mostrando como seu trabalho e suas  vidas foram inspiradas pelo Japão.</p>
<p>Palestrantes:</p>
<p>- <strong>Marcella Tamayo</strong> | <a rel="nofollow" href="http://www.marcella-tamayo.com/" target="_blank">www.marcella-tamayo.com</a><br />
- <strong>Mario Narita</strong> | <a rel="nofollow" href="http://www.naritadesign.com.br/" target="_blank">www.naritadesign.com.br</a><br />
- <strong>Fábio Yamaji</strong> | <a rel="nofollow" href="http://www.skerzocinema.com/" target="_blank">www.skerzocinema.com</a><br />
- <strong>Cruz Vermelha</strong><br />
- <strong>Lucas Momosaki</strong> | <a rel="nofollow" href="http://www.behance.net/ya_su" target="_blank">www.behance.net/ya_su</a><br />
-<strong> Eduardo Shiota</strong> | <a rel="nofollow" href="http://www.eshiota.com/" target="_blank">www.eshiota.com</a></p>
<p>e muito mais!</p>
<p>Serviço:</p>
<p>Pecha Kucha Night &#8211; Inspire Japan</p>
<p>Local: Senac Lapa Scipião</p>
<p>Endereço: R. Scipião, 67 &#8211; Lapa &#8211; São Paulo</p>
<p>Horário: das 13h30 às 18h</p>
<p>Entrada franca</p>
<p><iframe width="425" height="350" frameborder="0" scrolling="no" marginheight="0" marginwidth="0" src="http://maps.google.com.br/maps?oe=utf-8&amp;client=firefox-a&amp;ie=UTF8&amp;q=senac+lapa+scipi%C3%A3o&amp;fb=1&amp;gl=br&amp;hq=senac+lapa+scipi%C3%A3o&amp;hnear=0x94ce448183a461d1:0x9ba94b08ff335bae,S%C3%A3o+Paulo&amp;cid=0,0,10685692138038173316&amp;ll=-23.519214,-46.69919&amp;spn=0.006886,0.00912&amp;z=16&amp;iwloc=A&amp;output=embed"></iframe><br /><small><a href="http://maps.google.com.br/maps?oe=utf-8&amp;client=firefox-a&amp;ie=UTF8&amp;q=senac+lapa+scipi%C3%A3o&amp;fb=1&amp;gl=br&amp;hq=senac+lapa+scipi%C3%A3o&amp;hnear=0x94ce448183a461d1:0x9ba94b08ff335bae,S%C3%A3o+Paulo&amp;cid=0,0,10685692138038173316&amp;ll=-23.519214,-46.69919&amp;spn=0.006886,0.00912&amp;z=16&amp;iwloc=A&amp;source=embed" style="color:#0000FF;text-align:left">Exibir mapa ampliado</a></small></p>
<p><strong><br />
</strong></p>
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		<title>Sobrevivendo ao YouPIX (pt.2)</title>
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		<pubDate>Mon, 02 May 2011 17:17:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jairo Neto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Behave]]></category>
		<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
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		<description><![CDATA[(Leia a pt.1 aqui) #27abrquarta O segundo dia começou sem grandes problemas, com uma fila de credenciamento até mais ágil. Apenas uma espera para a liberação do auditório criou uma aglomeração temporária, mas o público logo se espalhou com a chegada de outra web-celebridade: o PC Siqueira (e sua trupe de seguidores). Fãs pulavam em sua frente com câmeras portáteis, tirando fotos ou gravando testemunhos in loco da chegada do garoto da Mtv ao Porão das Artes. Logo ele se juntou aos palestrantes do &#8220;encontro de vlogueiros: a febre do vídeo&#8221;, onde outros &#8220;famosos&#8221; como o Lucas Caetano (aka Vagazóide) subiam ao palco. Aliás, o último parecia sofrer da crise de comportamento carrancudo que atinge a maioria do pessoal nessa idade, travando o debate em certos momentos. Após a comoção da saída dos vlogueiros, teve início uma apresentação em skype do Jamie Wilkinson, co-fundador do Know Your Meme e pesquisador de inúmeras coisas legais da internet que a gente nunca tem a capacidade de pensar antes. Apesar da distância e de certos problemas técnicos (ele não conseguia ouvir as perguntas do público, por exemplo), sua apresentação foi recheada de ideias e conceitos bacanas. Foi uma mão na roda para qualquer um que tinha a dúvida de como iniciar um processo de popularizar seu projeto na internet. (Aliás, o seu novo projeto, VHX.tv promete um burburinho nos próximos meses. Você não precisar ser um early adopter mas seria legal se registrar nessa primeira fase do projeto) A lembrança dos acontecimentos das horas que se seguiram é um pouco nebulosa: por alguma razão esse segundo dia foi estupidamente mais cheio que qualquer outro dia (se for contar pelo movimento durante TODO o dia e lembrar que o terceiro dia sofreu com a chuva durante a tarde). Mais pessoas surgiam pelo espaço do Porão, lotando ainda mais o auditório principal ou disputando espaço no Hub. A bacia de amendoins era ferozmente atacada e os pratos servidos na &#8220;cozinha&#8221; também duravam muito pouco tempo. Inri Cristo em algum momento surgiu e realizou um batismo digital naquele lugar. Amém. #28abrquinta A temperatura cai em São Paulo. O último dia de evento e o público é atormentado por uma chuva que apenas serviu para amontoar mais pessoas no único local que recebia sinal de celular de quase todas as operadoras. Lá dentro iniciava-se o debate &#8220;opinião na web, quem pode ter?&#8221;. Pessoas gritavam e brigavam. O maior ponto discutido era se, hipoteticamente, um irresponsável como este aqui, pode ou não ter tanto espaço para emitir opinião na internet. Carlos Cardoso e Mauricio Stycer pendiam para todos os lados, enquanto um ou outro integrante do público apontava a sua opinião em discursos ferozes. Como respiro criativo: o papo de arroba comandado pelo user da @NairBello foi fenomenal. Talvez o melhor exemplo de um encontro descontraído de contas fakes do twitter e seus respectivos criadores. No mesmo palco tínhamos o @Sensacionalista, @VouConfessarQue, @TioDino, @MussumLive e ao telefone o @SilvioSantos. Todos contaram rapidamente a origem de seus personagens, guiados...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>(Leia <a href="http://www.geex.com.br/2011/04/28/sobrevivendo-ao-youpix-pt-1/">a pt.1 aqui</a>)</p>
<p><strong>#27abrquarta</strong></p>
<p>O segundo dia começou sem grandes problemas, com uma fila de credenciamento até mais ágil. Apenas uma espera para a liberação do auditório criou uma aglomeração temporária, mas o público logo se espalhou com a chegada de outra web-celebridade: o <a href="http://www.youtube.com/user/maspoxavida">PC Siqueira</a> (e sua trupe de seguidores).</p>
<div id="attachment_9103" class="wp-caption alignleft" style="width: 250px"><a href="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/04/11.jpg"><img class="size-medium wp-image-9103 " title="-1" src="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/04/11-300x300.jpg" alt="" width="240" height="240" /></a><p class="wp-caption-text">jamie no skype durante sua apresentação</p></div>
<p>Fãs pulavam em sua frente com câmeras portáteis, tirando fotos ou gravando testemunhos <em>in loco</em> da chegada do garoto da <a href="http://mtv.uol.com.br/">Mtv</a> ao Porão das Artes. Logo ele se juntou aos palestrantes do &#8220;encontro de vlogueiros: a febre do vídeo&#8221;, onde outros &#8220;famosos&#8221; como o Lucas Caetano (aka <a href="http://www.youtube.com/user/Vagazoides">Vagazóide</a>) subiam ao palco. Aliás, o último parecia sofrer da crise de comportamento carrancudo que atinge a maioria do pessoal nessa idade, travando o debate em certos momentos.</p>
<p>Após a comoção da saída dos vlogueiros, teve início uma apresentação em skype do<a href="http://twitter.com/jamiew"> Jamie Wilkinson</a>, co-fundador do <a href="http://knowyourmeme.com/">Know Your Meme</a> e pesquisador de inúmeras coisas legais da internet que a gente nunca tem a capacidade de pensar antes. Apesar da distância e de certos problemas técnicos (ele não conseguia ouvir as perguntas do público, por exemplo), sua apresentação foi recheada de ideias e conceitos bacanas. Foi uma mão na roda para qualquer um que tinha a dúvida de como iniciar um processo de popularizar seu projeto na internet.</p>
<p>(Aliás, o seu novo projeto, <a href="http://vhx.tv/">VHX.tv</a> promete um burburinho nos próximos meses. Você não precisar ser um <em>early adopter</em> mas seria legal se registrar nessa primeira fase do projeto)</p>
<p>A lembrança dos acontecimentos das horas que se seguiram é um pouco nebulosa: por alguma razão esse segundo dia foi estupidamente mais cheio que qualquer outro dia (se for contar pelo movimento durante TODO o dia e lembrar que o terceiro dia sofreu com a chuva durante a tarde). Mais pessoas surgiam pelo espaço do Porão, lotando ainda mais o auditório principal ou disputando espaço no Hub. A bacia de amendoins era ferozmente atacada e os pratos servidos na &#8220;cozinha&#8221; também duravam muito pouco tempo.</p>
<p>Inri Cristo em algum momento surgiu e realizou um batismo digital naquele lugar.</p>
<p>Amém.</p>
<p><strong>#28abrquinta</strong></p>
<div id="attachment_9114" class="wp-caption alignright" style="width: 250px"><a href="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/04/41.jpg"><img class="size-medium wp-image-9114" title="-4" src="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/04/41-300x300.jpg" alt="" width="240" height="240" /></a><p class="wp-caption-text">tchau vivo pass</p></div>
<p>A temperatura cai em São Paulo.</p>
<p>O último dia de evento e o público é atormentado por uma chuva que apenas serviu para amontoar mais pessoas no único local que recebia sinal de celular de quase todas as operadoras. Lá dentro iniciava-se o debate &#8220;opinião na web, quem pode ter?&#8221;. Pessoas gritavam e brigavam. O maior ponto discutido era se, hipoteticamente, um irresponsável como este aqui, pode ou não ter tanto espaço para emitir opinião na internet. Carlos Cardoso e Mauricio Stycer pendiam para todos os lados, enquanto um ou outro integrante do público apontava a sua opinião em discursos ferozes.</p>
<p>Como respiro criativo: o papo de arroba comandado pelo user da <a href="http://twitter.com/NairBello">@NairBello</a> foi fenomenal. Talvez o melhor exemplo de um encontro descontraído de contas fakes do twitter e seus respectivos criadores. No mesmo palco tínhamos o <a href="http://twitter.com/Sensacionalista">@Sensacionalista</a>, <a href="http://twitter.com/VouConfessarQue">@VouConfessarQue</a>, <a href="http://twitter.com/TioDino">@TioDino</a>, <a href="http://twitter.com/MussumAlive">@MussumLive</a> e ao telefone o <a href="http://twitter.com/SilvioSantos">@SilvioSantos</a>. Todos contaram rapidamente a origem de seus personagens, guiados e moderados com muito bom humor pelo ultra carismático Gustavo Braun. <a href="http://yfrog.com/7ha3qz">Pra finalizar, o público foi convidado para cantar e dançar ao som de &#8220;Volare&#8221;.</a> Genial!</p>
<p><strong>Em resumo:</strong></p>
<p>O <strong>YouPIX</strong> é sim uma festa voltada a cultura da internet. Por mais que existam esses debates, nunca há um tempo hábil ou coerente para muito aprofundamento, mostrando que ali existe mais uma &#8220;provocação&#8221; para uma discussão que talvez continuasse nas redes sociais. Os próprios momentos em que o público tinha o microfone aberto não foram tão bem utilizados, mais por desinteresse da plateia que por esquecimento do apresentador. O povo queria mais beber e se divertir com os momentos mais engraçados e descontraídos.</p>
<p>O Vivo Pass teve um funcionamento honesto, apesar de no primeiro dia ter funcionado às cegas com os participantes (quando cheguei em casa, ele havia marcado duas vezes meu check-in no foursquare) nos outros ele funcionou de forma decente.</p>
<p>Apenas ficou a impressão que o evento poderia abrir mais espaço para entusiastas de novos projetos ou ideias, que não fossem necessariamente startups de tecnologia. Quase sempre existia alguém que te puxava para um lado e te apresentava um projeto digno do <a href="http://www.thecreatorsproject.com/pt-br/">The Creators Project</a>.</p>
<p>Será que não era um momento de pensar em um espaço melhor para esse pessoal numa próxima edição?</p>
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		<title>Sob o peso dos meus amores</title>
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		<pubDate>Thu, 28 Apr 2011 23:03:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lu Fávero</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
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		<category><![CDATA[arte]]></category>
		<category><![CDATA[exposição]]></category>
		<category><![CDATA[josé leonilson]]></category>
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		<category><![CDATA[poesia]]></category>
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		<description><![CDATA[Poesia em algodão, verbos em linha, mundo em traços delicadamente brutos: “Sob o peso dos meus amores”, exposição em cartaz até dia 29 de maio na sede do Itaú Cultural, em São Paulo, reconstrói a trajetória  de José Leonilson, artista cearense que foi fundamental para a arte brasileira dos anos 1980.&#160; No fim da Paulista, três andares &#8211; revestidos de madeira e palavras -, sustentam um mundo particular. Entre coleções de brinquedos e pinturas, fac-símilis e aquarelas, poesias e pedrarias, borda-se a história de José Leonilson Bezerra Dias (1957-1993),  pintor, desenhista e escultor que nasceu cearense, viveu em São Paulo e registrou em diários (todos digitalmente expostos) a maior parte de sua curta vida.&#160; Adentramos a exposição pelo piso central, onde cartões postais, cartas e nanquins nos apresentam Leonilson em sua face “social”. Não sabemos a biografia do artista, mas descobrimos seu traço delicado, sua personalidade densa e aparentemente de difícil convivência, sua oculta doçura em cartas de feliz aniversário endereçadas à amigos, suas obras feitas em conjunto com outros amigos-artistas. Podemos escolher entre subir ou descer as escadas. No piso subterrâneo, não são muitas as obras expostas: uma biografia cobre as paredes, fac-símilis de revista mostram um pouco do trabalho de adolescente, coleções de brinquedos nos trazem à infância do poeta de imagens e linhas. Das obras, é como se estivessem ali porque não couberam nos outros espaços. Conhecemos as raízes.&#160; Subimos as escadas estreitas sob o peso das palavras cravadas na madeira-corpo. Passamos novamente pelo tronco, espiamos (com outros olhos) o lugar já visitado, e seguimos em direção ao último andar. Lá, repousa o sublime. Nas paredes  Leonilson sangra e tem sua alma exibida pra quem quiser capturá-la. Bordados, palavras e gigantescos painéis, construindo uma topologia do corpo (ou cartografia do desejo), mostram ainda mais mundos do universo dessa precoce vitima da AIDS. É no ultimo andar que lemos os versos que dão título a exposição. Leonilson se arquivou como poesia, se fixou com repetições, se perpetuou nos ciclos infinitos de suas narrativas particulares. E pode ser visto (gratuitamente) no Itaú Cultural, até dia 29/05. &#160;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: left;"><img class="alignnone" src="http://4.bp.blogspot.com/-xOuBLKQD6gg/TaIbuxIYFhI/AAAAAAAAAfc/GijufgOPynI/s1600/Jos%25C3%25A9%2BLeonilson%2BSob%2Bo%2BPeso%2Bdos%2BMeus%2BAmores.jpg" alt="" width="672" height="296" /></div>
<div style="text-align: left;">Poesia em algodão, verbos em linha, mundo em traços delicadamente brutos: “Sob o peso dos meus amores”, <a href="http://www.itaucultural.org.br/leonilson/" target="_blank">exposição em cartaz até dia 29 de maio </a>na sede do<a href="http://www.itaucultural.org.br/" target="_blank"> Itaú Cultural</a>, em São Paulo, reconstrói a trajetória  de <a href="http://www.projetoleonilson.com.br/site.php" target="_blank">José Leonilson</a>, artista cearense que foi fundamental para a arte brasileira dos anos 1980.&nbsp;</p>
</div>
<div style="text-align: left;"><span id="more-9128"></span><br />
<img class="alignleft" src="http://t3.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcTaaZyuNzHJNHZ0ranCd3C9kLuQM0t1tQvjzs_FuHgaEZe-pMJ2Sw&amp;t=1" alt="" width="221" height="228" />No fim da Paulista, três andares &#8211; revestidos de madeira e palavras -, sustentam um mundo particular. Entre coleções de brinquedos e pinturas, fac-símilis e aquarelas, poesias e pedrarias, borda-se a história de José Leonilson Bezerra Dias (1957-1993),  pintor, desenhista e escultor que nasceu cearense, viveu em São Paulo e registrou em diários (todos digitalmente expostos) a maior parte de sua curta vida.&nbsp;</p>
<p>Adentramos a exposição pelo piso central, onde cartões postais, cartas e nanquins nos apresentam Leonilson em sua face “social”. Não sabemos a biografia do artista, mas descobrimos seu traço delicado, sua personalidade densa e aparentemente de difícil convivência, sua oculta doçura em cartas de feliz aniversário endereçadas à amigos, suas obras feitas em conjunto com outros amigos-artistas.</p>
</div>
<div style="text-align: left;">Podemos escolher entre subir ou descer as escadas. No piso subterrâneo, não são muitas as obras expostas: uma biografia cobre as paredes, fac-símilis de revista mostram um pouco do trabalho de adolescente, coleções de brinquedos nos trazem à infância do poeta de imagens e linhas. Das obras, é como se estivessem ali porque não couberam nos outros espaços. Conhecemos as raízes.&nbsp;</p>
<p><img class="alignright" src="http://www.itaucultural.org.br/leonilson/img/obras11_thumb.jpg" alt="" width="300" height="209" />Subimos as escadas estreitas sob o peso das palavras cravadas na madeira-corpo. Passamos novamente pelo tronco, espiamos (com outros olhos) o lugar já visitado, e seguimos em direção ao último andar.</p>
<p>Lá, repousa o sublime. Nas paredes  Leonilson sangra e tem sua alma exibida pra quem quiser capturá-la. Bordados, palavras e gigantescos painéis, construindo uma topologia do corpo (ou cartografia do desejo), mostram ainda mais mundos do universo dessa precoce vitima da AIDS. É no ultimo andar que lemos os versos que dão título a exposição.</p>
</div>
<div style="text-align: left;">
<p>Leonilson se arquivou como poesia, se fixou com repetições, se perpetuou nos ciclos infinitos de suas narrativas particulares. <strong>E pode ser visto (gratuitamente) no Itaú Cultural, até dia 29/05</strong>.</p>
</div>
<p><img class="aligncenter" src="http://www.fabianalangaroloos.com.br/wpress/wp-content/gallery/leonilson/sob-o-peso-dos-meus-amores.jpg" alt="" width="400" height="683" /></p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Sobrevivendo ao YouPIX (pt.1)</title>
		<link>http://www.geex.com.br/2011/04/28/sobrevivendo-ao-youpix-pt-1/</link>
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		<pubDate>Thu, 28 Apr 2011 16:30:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jairo Neto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Behave]]></category>
		<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[double rainbow]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[midias]]></category>
		<category><![CDATA[são paulo]]></category>
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		<description><![CDATA[Li uma vez: exploda uma bomba no YouPIX e você resolverá 90% dos problemas da web brasileira. Digamos que é um exagero falar isso. Se você é um estrangeiro ao maior festival de cultura da internet do Brasil, pode ou se assustar ou se revoltar com esse microcosmo que se formou no Porão das Artes durante os dias 26 a 28 de Abril. (Já que o GeeX! tinha poucos representantes no evento, pedimos a ajuda de quem foi em todos os dias e em mais debates para dividir a opinião com todo mundo, ok?) #26abrterça A maior expectativa para muitos era de descobrir como raios funcionaria o aguardado Vivo Pass. Quando feita a inscrição para o evento, já tínhamos sincronizado nossas contas de twitter, facebook e foursquare, portanto alguma coisa rolaria durante o evento. Para buscar o tal passe, foi preciso suportar uma fila de quase uma hora para o credenciamento, o que irritou certas pessoas que logo descobriram que algumas operadoras de celular não tinham sinal dentro do Porão das Artes (óbvio, é um porão). Uma vez que o adesivo do Vivo Pass era &#8220;instalado&#8221; em seu celular, ele funcionava a partir de estações espalhadas pelo evento. Se você queria fazer o check-in no foursquare tinha que ir em um totem logo na entrada, se queria curtir uma palestra, tinha que passar o celular no leitor na parede e por aí vai. Outro porém foi que nesse primeiro dia não havia uma fonte confiável que nos explicasse da onde conectar a um wi-fi confiável. Tudo era feito na base da troca de informações cruzadas: &#8220;fulano me falou que a senha e tal&#8221;, &#8220;ciclano me falou que perto do palco é melhor&#8221;, etc. Daí tínhamos dezenas de participantes sem sinal de celular (com exceção de alguns que afirmavam que a Vivo pegava), sem wi-fi e sem saber o que raios tava acontecendo em suas contas e no mundo. MAS, esse foi só um stress passageiro desse primeiro dia. Os debates abordaram diferentes esferas e assuntos, iniciando-se com &#8220;sexo.com + ensaio sensual&#8221; que tirando alguns comentários ácidos e engraçados do Marcelo Vitorino (Pergunte ao Urso) foi mais um chamariz para um live clicking da @TchulimTchulim. Partimos então pro Hub, outro ponto do evento onde aconteceriam mais palestras e debates. Conferimos o papo do Giuliano Chiaradia, que apresentou os seus projetos pela SetExperimental, baseados em estratégias inovadoras de produção e divulgação de vídeos. (Foi em algum momento que dentro do auditório rolava o &#8220;passa ou repassa wébico&#8221; que resultou em tortas voando no público, nas luzes, no projetor, no chão, no além) Uma vez que passou por uma limpeza, o auditório recebeu a discussão sobre &#8220;por que os trolls são importantes?&#8221;, com a presença de famosos como Wagner Martins (aka Mr. Manson) entre outros. A grande expectativa girava em torno na próxima apresentação, que traria para o palco o famoso Double Rainbow Guy. Sim, aquele vídeo. Você deve se perguntar: de que raios o cara falaria? Além de explicar a origem do...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Li uma vez: exploda uma bomba no <strong><a href="http://youpix.com.br/">YouPIX</a></strong> e você resolverá 90% dos problemas da web brasileira.</p>
<div id="attachment_9076" class="wp-caption aligncenter" style="width: 478px"><a href="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/04/Picture-42.png"><img class="size-full wp-image-9076  " title="Picture 4" src="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/04/Picture-42.png" alt="" width="468" height="311" /></a><p class="wp-caption-text">público do primeiro dia do festival</p></div>
<p>Digamos que é um exagero falar isso. Se você é um estrangeiro ao maior festival de cultura da internet do Brasil, pode ou se assustar ou se revoltar com esse microcosmo que se formou no <a href="http://vejasp.abril.com.br/passeios/porao-das-artes-bienal/como-chegar">Porão das Artes</a> durante os dias 26 a 28 de Abril.</p>
<p>(Já que o GeeX! tinha poucos representantes no evento, pedimos a ajuda de quem foi em todos os dias e em mais debates para dividir a opinião com todo mundo, ok?)</p>
<p><strong>#26abrterça</strong></p>
<p>A maior expectativa para muitos era de descobrir como raios funcionaria o aguardado Vivo Pass. Quando feita a inscrição para o evento, já tínhamos sincronizado nossas contas de twitter, facebook e foursquare, portanto alguma coisa rolaria durante o evento. Para buscar o tal passe, foi preciso suportar uma fila de quase uma hora para o credenciamento, o que irritou certas pessoas que logo descobriram que algumas operadoras de celular não tinham sinal dentro do Porão das Artes (óbvio, é um porão).</p>
<div id="attachment_9068" class="wp-caption alignleft" style="width: 226px"><a href="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/04/21.jpg"><img class="size-medium wp-image-9068  " title="-2" src="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/04/21-300x300.jpg" alt="" width="216" height="216" /></a><p class="wp-caption-text">telão mostrava os usuários do vivo pass</p></div>
<p>Uma vez que o adesivo do Vivo Pass era &#8220;instalado&#8221; em seu celular, ele funcionava a partir de estações espalhadas pelo evento. Se você queria fazer o <em>check-in</em> no foursquare tinha que ir em um totem logo na entrada, se queria curtir uma palestra, tinha que passar o celular no leitor na parede e por aí vai. Outro porém foi que nesse primeiro dia não havia uma fonte confiável que nos explicasse da onde conectar a um wi-fi confiável. Tudo era feito na base da troca de informações cruzadas: &#8220;fulano me falou que a senha e tal&#8221;, &#8220;ciclano me falou que perto do palco é melhor&#8221;, etc.</p>
<p>Daí tínhamos dezenas de participantes sem sinal de celular (com exceção de alguns que afirmavam que a Vivo pegava), sem wi-fi e sem saber o que raios tava acontecendo em suas contas e no mundo. MAS, esse foi só um stress passageiro desse primeiro dia.</p>
<p>Os debates abordaram diferentes esferas e assuntos, iniciando-se com &#8220;sexo.com + ensaio sensual&#8221; que tirando alguns comentários ácidos e engraçados do Marcelo Vitorino (<a href="http://inblogs.com.br/pergunteaourso/">Pergunte ao Urso</a>) foi mais um chamariz para um <em>live clicking</em> da <a href="http://twitter.com/TchulimTchulim">@TchulimTchulim</a>. Partimos então pro Hub, outro ponto do evento onde aconteceriam mais palestras e debates. Conferimos o papo do Giuliano Chiaradia, que apresentou os seus projetos pela <a href="http://www.setexperimental.com/">SetExperimental</a>, baseados em estratégias inovadoras de produção e divulgação de vídeos.</p>
<p>(Foi em algum momento que dentro do auditório rolava o &#8220;passa ou repassa wébico&#8221; que resultou em tortas voando no público, nas luzes, no projetor, no chão, no além)</p>
<div id="attachment_9073" class="wp-caption alignright" style="width: 250px"><a href="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/04/ed9064770d554786bff7f9c0375b25a0_7.jpg"><img class="size-medium wp-image-9073 " title="ed9064770d554786bff7f9c0375b25a0_7" src="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/04/ed9064770d554786bff7f9c0375b25a0_7-300x300.jpg" alt="" width="240" height="240" /></a><p class="wp-caption-text">double rainbow guy em pessoa</p></div>
<p>Uma vez que passou por uma limpeza, o auditório recebeu a discussão sobre &#8220;por que os trolls são importantes?&#8221;, com a presença de famosos como Wagner Martins (aka <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Wagner_Martins">Mr. Manson</a>) entre outros. A grande expectativa girava em torno na próxima apresentação, que traria para o palco o famoso <a href="http://youtu.be/OQSNhk5ICTI">Double Rainbow Guy</a>.</p>
<p>Sim, aquele vídeo. Você deve se perguntar: de que raios o cara falaria?</p>
<p>Além de explicar a origem do vídeo, Paul Vasquez ou BEAR (como ele prefere ser chamado) conversou com muito humildade sobre um pouco de sua vida, da sua luta para controlar o peso, sua infância complicada, seus projetos paralelos e por fim, sobre sua plantação maconha medicinal.</p>
<p>A coisa &#8220;inchou&#8221; mesmo quando o <a href="http://twitter.com/rafinhabastos">Rafinha Bastos</a> adentrou a arena. Pessoas se empurravam, xingavam, gritavam em um momento digno de beatlemania. Claro que o homem conseguiu proporcionar risadas boas, pois, afinal, o YouPIX tá aí para divertir e animar o pessoal.</p>
<p>(<a href="http://www.geex.com.br/2011/05/02/sobrevivendo-ao-youpix-pt-2/">Continua na pt.2</a>)</p>
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		<item>
		<title>Q&amp;A: Ana Mendes</title>
		<link>http://www.geex.com.br/2011/04/27/qa-ana-mendes/</link>
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		<pubDate>Wed, 27 Apr 2011 19:25:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Muñoz</dc:creator>
				<category><![CDATA[Behave]]></category>
		<category><![CDATA[Colunas]]></category>

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		<description><![CDATA[Ana Mendes, ou Zaphky, é uma designer, formada em Comunicação Visual no Senac. Ilustradora, gamer, tímida e talentosa, já trabalhou na Ubisoft São Paulo e agora é uma polivalente na Glu Mobile, fazendo concepts, assets finais, e arte 2D para os jogos da empresa. Seu portfólio pode ser visto em www.zaphky.com, assim como seus contatos para quem quiser conhecer melhor o incrível trabalho desta garota. E para quem quiser conhecer mais além do seu trabalho, ficam as perguntas e resposta a seguir. Q) Ana Mendes, de onde raios então saiu Zaphky? A) Zaphky é um daqueles nicknames criados na época da adolescência que, depois que você cresce, fica com vergonha de ter que explicar a origem. &#8220;Zaphk&#8221; é a abreviação do nome de um arcanjo, o Zaphky é só uma das variações. Q) Zaphkiel então tem um significado para você ou é só um nome legal? E a Ana Mendes, onde fica? A) Nenhum significado especial, só gostei da palavra e resolvi adaptá-la. Pode parecer que a Ana ficou um pouco perdida no meio desse nickname, mas está ai também. Para mim nomes são apenas palavras, não me apego muito a isso. Se me conhecem como Ana, ótimo. Se me conhecem como Zaphky, ótimo também!  =) É só não me conhecerem por um nome ruim que está valendo. Q) De onde veio seu interesse pela cultura oriental? E porque você não parou com Cavaleiros do Zodíaco como tantos outros? A) Quando era criança eu não via essas animações japonesas como algo tão diferente dos outros cartoons ocidentais que eu assistia. Percebia a diferença na temática e no traço exagerado, mas mesmo assim era um cartoon como qualquer outro, eu gostava de Cavaleiros do Zodíaco e Dragon Ball, mas parei por ai. Até que alguns anos depois vi uma revista com ilustrações de &#8220;Legend of Zelda&#8221; do Nintendo 64. Na hora a única coisa que consegui pensar foi uma mistura de &#8220;preciso jogar isso&#8221; com &#8220;preciso saber desenhar assim&#8221;. A partir dai comecei a procurar mais sobre games e comecei a desenhar em um estilo parecido com o das ilustrações da revista, mas um pouco mais exagerado (e bem mais mal feitos). Só por causa de uma amiga que viu meus desenhos e falou que pareciam &#8220;mangá&#8221; que acabei voltando para esse mundo das animações e quadrinhos japoneses. Q) Parecem mangá mesmo, felizmente bem melhores que a maioria. Muito estudo por trás das técnicas de pintura e desenho? Quantas horas por dia foi praticando até chegar onde está hoje? A) Sim, muitos estudos. Quando comecei a desenhar, minhas referências eram sempre desenhos de outros artistas e sempre artistas que desenhavam no estilo mangá. Agora, quando olho o que fiz me arrependo um pouco, não por escolher este estilo de desenho, mas por ter negligenciado tantos outros no passado. Da mesma maneira que para mim muitas portas foram abertas por causa desse estilo, muitas também foram fechadas. Quando percebi isso comecei a estudar para recuperar um pouco do tempo que creio não ter sido utilizado da...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ana Mendes, ou Zaphky, é uma designer, formada em Comunicação Visual no Senac. Ilustradora, gamer, tímida e talentosa, já trabalhou na <a href="http://www.ubi.com/UK/default.aspx" target="_blank">Ubisoft</a> São Paulo e agora é uma polivalente na <a href="http://www.glu.com/game" target="_blank">Glu</a> Mobile, fazendo concepts, assets finais, e arte 2D para os jogos da empresa. Seu portfólio pode ser visto em <a href="http://www.zaphky.com/" target="_blank">www.zaphky.com</a>, assim como seus contatos para quem quiser conhecer melhor o incrível trabalho desta garota. E para quem quiser conhecer mais além do seu trabalho, ficam as perguntas e resposta a seguir.</p>
<div>
<div id="attachment_9032" class="wp-caption alignleft" style="width: 360px"><a href="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/04/16.jpg"><img class="size-full wp-image-9032        " title="16" src="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/04/16.jpg" alt="" width="350" height="353" /></a><p class="wp-caption-text">Não é Zaphkiel, mas Kid Icarus mesmo</p></div>
<p><strong>Q)</strong> Ana Mendes, de onde raios então saiu Zaphky?</p>
<p><strong>A) </strong>Zaphky é um daqueles nicknames criados na época da adolescência que, depois que você cresce, fica com vergonha de ter que explicar a origem. &#8220;Zaphk&#8221; é a abreviação do nome de um arcanjo, o Zaphky é só uma das variações.</p>
<p><strong>Q) </strong>Zaphkiel então tem um significado para você ou é só um nome legal? E a Ana Mendes, onde fica?</p>
</div>
<p><strong>A) </strong>Nenhum significado especial, só gostei da palavra e resolvi adaptá-la. Pode parecer que a Ana ficou um pouco perdida no meio desse nickname, mas está ai também. Para mim nomes são apenas palavras, não me apego muito a isso. Se me conhecem como Ana, ótimo. Se me conhecem como Zaphky, ótimo também!  =) É só não me conhecerem por um nome ruim que está valendo.</p>
<div>
<p><strong>Q) </strong>De onde veio seu interesse pela cultura oriental? E porque você não parou com Cavaleiros do Zodíaco como tantos outros?</p>
</div>
<p><strong>A) </strong>Quando era criança eu não via essas animações japonesas como algo tão diferente dos outros cartoons ocidentais que eu assistia. Percebia a diferença na temática e no traço exagerado, mas mesmo assim era um cartoon como qualquer outro, eu gostava de Cavaleiros do Zodíaco e Dragon Ball, mas parei por ai. Até que alguns anos depois vi uma revista com ilustrações de &#8220;Legend of Zelda&#8221; do Nintendo 64. Na hora a única coisa que consegui pensar foi uma mistura de &#8220;preciso jogar isso&#8221; com &#8220;preciso saber desenhar assim&#8221;. A partir dai comecei a procurar mais sobre games e comecei a desenhar em um estilo parecido com o das ilustrações da revista, mas um pouco mais exagerado (e bem mais mal feitos). Só por causa de uma amiga que viu meus desenhos e falou que pareciam &#8220;mangá&#8221; que acabei voltando para esse mundo das animações e quadrinhos japoneses.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/04/05.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-9028" title="05" src="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/04/05.jpg" alt="" width="560" height="440" /></a></p>
<div>
<p><strong>Q) </strong>Parecem mangá mesmo, felizmente bem melhores que a maioria. Muito estudo por trás das técnicas de pintura e desenho? Quantas horas por dia foi praticando até chegar onde está hoje?</p>
</div>
<p><a href="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/04/07.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-9029" title="07" src="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/04/07.jpg" alt="" width="384" height="387" /></a><strong>A) </strong>Sim, muitos estudos. Quando comecei a desenhar, minhas referências eram sempre desenhos de outros artistas e sempre artistas que desenhavam no estilo mangá. Agora, quando olho o que fiz me arrependo um pouco, não por escolher este estilo de desenho, mas por ter negligenciado tantos outros no passado. Da mesma maneira que para mim muitas portas foram abertas por causa desse estilo, muitas também foram fechadas.</p>
<p>Quando percebi isso comecei a estudar para recuperar um pouco do tempo que creio não ter sido utilizado da melhor maneira.  Apesar de gostar de desenhar mangá, pratico desenho e pintura mais realista, procuro observar mais as coisas a minha volta, me inspiro em filmes, livros, fotografias, games e em outros artistas também.</p>
<p>Não sei dizer quantas horas gastei para treinar a técnica, antes praticava todos os dias, agora quase todos. Mesmo quando não consigo praticar a técnica tento praticar a observação, prestando atenção na composição de filmes, iluminação, tudo. Meio loucura isso, acho.</p>
<p>E agora meus objetivos estão mudando novamente, então minha arte também vai mudar.  Vamos ver no que vai dar isso tudo!</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/04/04.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-9027" title="04" src="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/04/04.jpg" alt="" width="336" height="437" /></a></p>
<div>
<p><strong>Q)</strong> Onde vivem os monstros?</p>
<p><strong>A)</strong> Não sei todos, mas conheço alguns que vivem no meu armário.</p>
<p><a href="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/04/192.jpg"><img class="size-full wp-image-9037 alignleft" title="19" src="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/04/192.jpg" alt="" width="210" height="321" /></a></p>
<p><strong>Q) </strong>Freud explica. Desses qual mais te persegue e toma seu tempo?</p>
</div>
<p><strong>A)</strong> O que aparece com mais freqüência é aquele que chamo de monstro “Auto-Sabotador”.  É aquele monstro que faz com que eu acredite que não sou capaz de realizar meus objetivos, mesmo os fatos indicando o contrário. Ele tenta colocar uma desculpa esfarrapada na frente de tudo, mas estou tentando mantê-lo sob controle dentro do armário.</p>
<div>
<p><strong>Q)</strong> Qual o game que você jogou por mais tempo?</p>
</div>
<p><strong>A) </strong>Ragnarok Online, jogava todo santo dia durante quase 3 anos, foi um vício terrível! Se não for contar MMORPG, provavelmente Pokémon e Team Fortress 2.</p>
<div>
<p><strong>Q)</strong> E agora, está jogando o que e por que?</p>
</div>
<p><strong>A)</strong> Agora estou jogando muitas coisas ao mesmo tempo, de Bulletstorm a Beautiful Katamari.  Mas de todos esses, o game que mais marcou foi Portal 2. Confesso que tenho uma queda por puzzles, mas não é só o gênero ou a mecânica que chamam minha atenção. A história é tão bem escrita, os diálogos são os melhores que já vi e várias vezes parava no meio das áreas de teste só para observar os backgrounds . É difícil falar qual é o ponto alto desse jogo, por que qualquer aspecto dele é um ponto alto. Ok, vou parar com a bajulação.</p>
<p>E, claro, estou jogando também Pokémon Black para não perder a tradição. <img src='http://www.geex.com.br/blog2/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
<div>
<p><strong>Q)</strong> Você ganha dinheiro com algo que gosta de fazer? Ou você gosta do que faz porque dá dinheiro?</p>
<p><strong>A) </strong>Difícil dizer 100%, mas fico com a primeira opção: ganho dinheiro com algo que gosto de fazer. Se eu gostasse do que faço por que dá dinheiro, provavelmente eu teria tentado virar presidente ou prefeita e não artista de games. =p</p>
<p><a href="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/04/241.jpg"><img class="size-full wp-image-9038 alignright" title="24" src="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/04/241.jpg" alt="" width="392" height="458" /></a></p>
<p><strong>Q)</strong> Você faria algo diferente na sua profissão?</p>
<p><strong>A)</strong> (<em>Hey, Felipe! Prefiro pular essa, ok? hehehe - É que se eu respondesse teria tantas coisas que mudaria, e a resposta acabaria indo para as mudanças na industria de games inteira..hahah não teria fim <img src='http://www.geex.com.br/blog2/wp-includes/images/smilies/icon_razz.gif' alt=':P' class='wp-smiley' /> )</em></p>
<p><strong>Q)</strong> Qual foi o emprego que mudou sua vida? O que mudou desde então?</p>
</div>
<div>
<p><strong>A)</strong> Foi quando comecei a trabalhar na Ubisoft. Não apenas por ser meu primeiro emprego, por estar trabalhando na área que sempre sonhei, ou por acreditar que a vinda da multinacional faria o mercado de desenvolvimento de games crescer no Brasil e vários outros ideais que tinha quando comecei a trabalhar lá.</p>
</div>
<p>O que realmente fez a minha vida mudar foi a experiência, tanto profissional quanto pessoal, que adquiri graças as pessoas incríveis que conheci por lá. Nunca aprendi tanto em tão pouco tempo, a equipe inteira era super talentosa, sempre compartilhávamos o que sabíamos uns com os outros, foi realmente bom trabalhar em um ambiente assim.</p>
<div>
<p>Posso dizer que virei uma artista melhor e uma pessoa melhor também. =)</p>
<p><strong>Q)</strong> E qual foi o dia que mudou a sua vida?</p>
</div>
<p><strong>A)</strong> Não tem um dia específico. Alguns foram bem tristes e me fizeram aprender coisas boas que não aprenderia de outra maneira, outros quando percebi que conseguiria fazer o que quisesse se me esforçasse, outros quando conheci pessoas que me fizeram enxergar as coisas de outra maneira, geralmente mais positiva.</p>
<p>Ou eu acho que minha vida muda bastante, ou realmente tiveram muitos dias que a fizeram mudar, difícil saber.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/04/12.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-9031" title="12" src="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/04/12.png" alt="" width="582" height="241" /></a></p>
<p><strong>Q)</strong> Quer deixar algum recado, agradecimento, beijos pra alguém?</p>
<p><strong>A) </strong>Ah, não, sou bem ruim com esse tipo de coisa, então sem recados e agradecimentos hehehe.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-9036" title="25" src="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/04/25.jpg" alt="" width="575" height="300" /></p>
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		<title>Q&amp;A: Miniboss</title>
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		<pubDate>Tue, 19 Apr 2011 14:47:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Muñoz</dc:creator>
				<category><![CDATA[Colunas]]></category>
		<category><![CDATA[Editorial]]></category>
		<category><![CDATA[Games]]></category>
		<category><![CDATA[brasil]]></category>
		<category><![CDATA[indie]]></category>
		<category><![CDATA[invenção]]></category>
		<category><![CDATA[miniboss]]></category>
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		<category><![CDATA[produção]]></category>
		<category><![CDATA[q&a]]></category>
		<category><![CDATA[respostas]]></category>

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		<description><![CDATA[Raquel Oliveira, Pedro Medeiros,  Rafael Miranda, Karen Garcia e Irene Sasaki, preferem ser conhecidos por seus nicks em seus trabalhos como desenvolvedores no Studio MiniBoss, uma pequena equipe com um imenso potencial que inspirados pela paixão por games resolveram fazer algo mais que tentar. Inspirados, nostalgicos, artísticos e determinados, correram atrás de mostrar seu trabalho com jogos pequenos, porém muito bem desenvolvidos e assim se mostraram como destaque ao ganhar o eGames (Competição promovida pelo Senac para incentivar projetos de games). Com isso conseguiram correr atrás do sonho e viajar para Europa, a fim de participar do The Global Game Jam e agora trilham o caminho para aprimorar o projeto que desenvolveram neste e aumentar cada vez mais seu portfolio de produtos. Muito mais que pensar no dinheiro, MiniBoss é um grupo de pessoas que fazem o que amam, pelo amor ao que fazem. Com pequenos passos descobrem um mercado que ainda tem muito a ser explorado e mostram uma finesse com que poucos desenvolvedores brasileiros se preocupam. Conheça então um pouco mais dessas dedicadas pessoas, bitmOO, Santo, Amora, Rafa e Ne, responderam questões que fomentam ainda mais nossa curiosidade sobre o mundo do desenvolvimento de games. Se tiver mais questões, deixe seu comentário, ou visite o site do estúdio para sempre ficar atento às novidades, aventuras e produções do pessoal. E não esqueça de fazer o download dos jogos deles no IndieDB. &#160; Q) &#8220;MiniBoss is a small game development studio, dedicated to creating games with art.&#8221; &#8211; É isso que realmente define vocês? Ou existe mais por trás da pequena frase que não pode ocupar metade do site? A) Hmm não, acho que é bem isso, mesmo! Heheh. Somos uma equipe muito pequena, que só quer fazer jogos bonitos e divertidos. Q) Como e por que vocês resolveram abrir um estúdio de games? A) A decisão não foi exatamente essa, &#8220;vamos abrir um estúdio de games&#8221;! Na realidade, o que eu e o Santo estávamos procurando era um emprego em uma área legal, e de hobby começamos a fazer o Six Feet Over em casa. Então ele teve a ideia de criar um blog para mostrarmos pros amigos o que estávamos fazendo, e tudo começou a acontecer a partir daí. Quando ficamos sabendo do concurso do Senac (e-Games), decidimos acelerar a produção do nosso próximo jogo, o Talbot, para podermos participar. A essa altura, já não estávamos mais considerando esse trabalho como hobby e começamos e nos chamar de &#8220;estúdio&#8221;, mesmo não tendo uma empresa ou um escritório oficial. Q) E agora, vocês se consideram um estúdio mesmo? E vão tentar fazer disso o emprego em uma área legal que tanto almejavam? A) Absolutamente! Estamos tentando, e muito. Não sabemos no que vai dar, somos muito inexperientes como empresários, mas com certeza a ideia é ter um estúdio de verdade, com salário de verdade etc. Q) Alguns de vocês já fizeram outros trabalhos para outros games - como a Amora e bitmOO &#8211; está dando certo correr atrás do sonho de trabalhar com...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://keeru.deviantart.com/" target="_blank">Raquel Oliveira</a>, <a href="http://thelectricafe.blogspot.com/" target="_blank">Pedro Medeiros</a>,  <a href="http://rafamiranda.mus.br/" target="_blank">Rafael Miranda</a>, <a href="http://bitmoo.me/" target="_blank">Karen Garcia</a> e <a href="http://kiroi.deviantart.com/" target="_blank">Irene Sasaki</a>, preferem ser conhecidos por seus nicks em seus trabalhos como desenvolvedores no <a href="http://studiominiboss.blogspot.com" target="_blank">Studio MiniBoss</a>, uma pequena equipe com um imenso potencial que inspirados pela paixão por games resolveram fazer algo mais que tentar.</p>
<p><a href="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/04/crw.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-8810" title="crw" src="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/04/crw.png" alt="" width="533" height="164" /></a></p>
<p>Inspirados, nostalgicos, artísticos e determinados, correram atrás de mostrar seu trabalho com jogos pequenos, porém muito bem desenvolvidos e assim se mostraram como destaque ao ganhar o <a href="http://www.google.com.br/url?sa=t&amp;source=web&amp;cd=1&amp;ved=0CBgQFjAA&amp;url=http%3A%2F%2Fwww3.sp.senac.br%2Fhotsites%2Fgd2%2Fegames%2F&amp;ei=x1ejTYDTAfSC0QHJrbmcBQ&amp;usg=AFQjCNGbpNguIX5R2nfwpzw0FPHtqLnFEw&amp;sig2=lLLN6dBuGhkAgVGOOWA5Uw" target="_blank">eGames</a> (Competição promovida pelo Senac para incentivar projetos de games).</p>
<p>Com isso conseguiram correr atrás do sonho e viajar para Europa, a fim de participar do <a href="http://globalgamejam.org/" target="_blank">The Global Game Jam</a> e agora trilham o caminho para aprimorar o projeto que desenvolveram neste e aumentar cada vez mais seu portfolio de produtos.</p>
<p>Muito mais que pensar no dinheiro, MiniBoss é um grupo de pessoas que fazem o que amam, pelo amor ao que fazem. Com pequenos passos descobrem um mercado que ainda tem muito a ser explorado e mostram uma finesse com que poucos desenvolvedores brasileiros se preocupam.</p>
<p>Conheça então um pouco mais dessas dedicadas pessoas, bitmOO, Santo, Amora, Rafa e Ne, responderam questões que fomentam ainda mais nossa curiosidade sobre o mundo do desenvolvimento de games.</p>
<p>Se tiver mais questões, deixe seu comentário, ou <a href="http://studiominiboss.blogspot.com/" target="_blank">visite o site do estúdio</a> para sempre ficar atento às novidades, aventuras e produções do pessoal. E não esqueça de fazer o <a href="http://www.indiedb.com/members/miniboss/games" target="_blank">download dos jogos deles no IndieDB</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><a href="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/04/mascot_02.png"><img class="alignleft size-full wp-image-8809" title="mascot_02" src="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/04/mascot_02.png" alt="" width="270" height="292" /></a>Q) &#8220;<em>MiniBoss is a small game development studio, dedicated to creating games with art</em>.&#8221; &#8211; É isso que realmente define vocês? Ou existe mais por trás da pequena frase que não pode ocupar metade do site?</strong></p>
<p>A) Hmm não, acho que é bem isso, mesmo! Heheh. Somos uma equipe muito pequena, que só quer fazer jogos bonitos e divertidos.</p>
<p><strong>Q) Como e por que vocês resolveram abrir um estúdio de games?</strong></p>
<p>A) A decisão não foi exatamente essa, &#8220;vamos abrir um estúdio de games&#8221;! Na realidade, o que eu e o Santo estávamos procurando era um emprego em uma área legal, e de hobby começamos a fazer o Six Feet Over em casa. Então ele teve a ideia de criar um blog para mostrarmos pros amigos o que estávamos fazendo, e tudo começou a acontecer a partir daí.</p>
<p>Quando ficamos sabendo do concurso do Senac (e-Games), decidimos acelerar a produção do nosso próximo jogo, o Talbot, para podermos participar. A essa altura, já não estávamos mais considerando esse trabalho como hobby e começamos e nos chamar de &#8220;estúdio&#8221;, mesmo não tendo uma empresa ou um escritório oficial.</p>
<p><strong>Q) E agora, vocês se consideram um estúdio mesmo? E vão tentar fazer disso o emprego em uma área legal que tanto almejavam?</strong></p>
<p>A) Absolutamente! Estamos tentando, e muito. Não sabemos no que vai dar, somos muito inexperientes como empresários, mas com certeza a ideia é ter um estúdio de verdade, com salário de verdade etc.</p>
<p style="text-align: left;"><strong><a href="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/04/DreamTeam_names.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-8811" title="DreamTeam_names" src="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/04/DreamTeam_names.jpg" alt="" width="397" height="315" /></a></strong></p>
<p style="text-align: left;"><strong>Q) Alguns de vocês já fizeram outros trabalhos para outros games - como a Amora e bitmOO &#8211; está dando certo correr atrás do sonho de trabalhar com games?</strong></p>
<p>A) Para algumas pessoas, &#8220;dar certo&#8221; significa &#8220;ganhar dinheiro&#8221;. Nesse caso, não, ainda não deu nem um pouco certo. Nossa renda sempre veio de outros lugares, como freelances de ilustração e animação.<br />
Pra mim, tem dado super certo porque nunca me senti tão realizada. As pessoas torcem por nós, gostam do nosso trabalho, e a gente nem sequer pensa em desistir.</p>
<p style="text-align: center;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong> </strong></p>
<div id="attachment_8812" class="wp-caption aligncenter" style="width: 486px"><strong><a href="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/04/screenshot1zq.jpg"><img class="size-full wp-image-8812      " title="screenshot1zq" src="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/04/screenshot1zq.jpg" alt="" width="476" height="295" /></a></strong><p class="wp-caption-text">Screenshot do projeto para o Global Game Jam: Planetary Plan C</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Q) Como vocês pretendem então alcançar um meio termo entre os dois &#8220;dar certo&#8221;? Ou a realização pessoal já compensa qualquer outra coisa?</strong></p>
<p>A) Estamos tentando de várias maneiras, sim, alcançar um meio termo. O Talbot desperta o interesse de publishers aqui e ali, estamos sempre tentando fazer negócio. Também começamos um projeto pequeno para colocar no 8-bit Funding e ver como funciona etc. Claro que o mais fácil seria fazer um joguinho bobo, cópia de qualquer outro que já tenha dado certo, e vender pra algum site, mas a gente prefere evitar isso pelo maior tempo possível.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong></p>
<div id="attachment_8813" class="wp-caption alignright" style="width: 395px"><a href="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/04/well-screenshot2.jpg"><img class="size-full wp-image-8813 " title="well-screenshot2" src="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/04/well-screenshot2.jpg" alt="" width="385" height="289" /></a><p class="wp-caption-text">Screenshot de Talbot&#39;s Odyssey: Part I</p></div>
<p></strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Q) Vocês viajaram, se inspiraram, ganharam concursos, participaram de feiras, o que tem sido mais gratificante na jornada do estúdio desde sua fundação até hoje, e como isso tem influenciado o trabalho de vocês?</strong></p>
<p>A) O mais gratificante mesmo é ver as pessoas se orgulhando da gente e se divertindo com os nossos jogos. Não tem nada melhor do que esse reconhecimento. Tudo influencia o nosso trabalho, tudo serve de inspiração e motivação. Se não tivéssemos esse tipo de apoio, provavelmente nosso processo seria muito mais lento e iríamos ficar quebrando a cabeça tentando descobrir o que as pessoas gostariam de ver em jogos indies brasileiros, o porquê de não estar dando certo etc.</p>
<p><strong>Q) E por que fazer jogos? No estúdio vocês tem ótimos ilustradores, animadores, músicos&#8230; Vocês poderiam ter escolhido qualquer outra área da comunicação e também ter despontado para o sucesso. O que fez vocês escolherem uma mídia ainda tão marginalizada no Brasil?</strong></p>
<p>A) Eu nunca havia considerado realmente trabalhar com jogos no Brasil, achava que era uma coisa muito distante, que só era possível &#8220;lá fora&#8221;. Passei pelas áreas de ilustração, quadrinhos e animação, conheci muita gente bacana, aprendi muito, mas sinceramente nunca me senti realizada em nenhuma delas. Estava sempre jogando alguma coisa, pensava em jogo o dia inteiro, desenhava personagens e os imaginava dentro de um jogo etc.<br />
Quando eu e o Santo começamos a fazer uns testes de jogos, aí que a gente se tocou de que dá pra fazer isso, sim. Só tinha que partir da gente. E realmente, é uma mídia super marginalizada, mas a paixão é muito grande, a gente não liga.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
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<div id="attachment_8814" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/04/61.jpg"><img class="size-medium wp-image-8814" title="61" src="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/04/61-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Inspiração...</p></div>
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<p><strong>Q) Quantas idéias foram descartadas antes de surgir o Talbot&#8217;s Odyssey?</strong></p>
<p>A) Umas quatro, que eu me lembre. A primeira ideia que a gente descartou foi sobre uma história que eu venho escrevendo há alguns anos, chamada Kuutamo Stray. Depois pensamos em fazer um jogo baseado no sistema de RPG que o Santo criou, Nasgoth, mas também parecia muito megalomaníaco para um primeiro projeto. Então começamos a pensar em coisas mais simples, e tivemos a idéia de um jogo top down, de uma menininha alquimista que andava pela fase com três criaturas. Fizemos mock-ups, definimos personagens, mas descartamos o projeto porque achamos melhor ir para um caminho ainda mais simples, com um jogo em plataforma. Em um jogo top-down, a gente teria que fazer a animação dos personagens em vários sentidos diferentes. Em um plataforma, é só fazer para um sentido e inverter, então começamos a rabiscar outra ideia: a das astronautas. Era um jogo quase todo procedural, a pessoa controlaria uma astronautinha super sexy que poderia ter caído num planeta, ou aterrissado, ou várias outras alternativas. E o planeta seria cada hora de um jeito, e a cada vez que o jogador recomeçasse, o objetivo seria diferente.<br />
Para fazemos um teste pra esse jogo, criamos uma bolinha (pra ser fácil de animar) e o Santo fez uma engine pra gerar labirintos procedurais. A bolinha ia coletando itens, fugindo de fantasmas, tipo o pac-man, e procurando a saída da fase. A gente se deu conta de que era muito difícil seguir com essa ideia porque não tínhamos um programador, então achamos melhor desenhar cada fase, já que desenhar é o nosso forte, e acabar com a parte procedural.<br />
Esse &#8220;teste&#8221; foi tomando forma, a bolinha ganhou o nome de Talbot e os itens viraram os ingredientes para o ensopado do chefe dele, o Pakku, que nada mais era do que um pac-man que comeu demais e ficou &#8220;do mal&#8221;.</p>
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<div id="attachment_8815" class="wp-caption aligncenter" style="width: 478px"><a href="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/04/016.jpg"><img class="size-full wp-image-8815  " title="016" src="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/04/016.jpg" alt="" width="468" height="351" /></a><p class="wp-caption-text">... vem de todos os lugares</p></div>
<p><strong>Q) Então ainda tem muita coisa fomentando na cabeça de vocês. O  Planetary Plan C foi um bom exemplo de que vocês não querem deixar a peteca cair. O estopim para esse foi o Global Game Jam e para o Talbot&#8217;s foi o e-Games. Há um padrão aí. Você pretendem lançar algum projeto maior &#8211; ou mesmo expandir estes dois &#8211; fora do âmbito dos concursos? Ou é melhor trabalhar na pressão para ter um prazo melhor definido?</strong></p>
<p>A) Nós gostamos de aproveitar os concursos para termos um prazo certinho, regras e tal! É muito divertido e nos obriga a realmente produzir um jogo. Mas isso não nos impede de também ter projetos por fora dos concursos. Estamos continuando o Plan C agora, polindo, deixando com carinha de &#8220;jogo pronto&#8221;. Também estamos fazendo outras coisas, como esse mini-projeto para sites de funding e um outro, chamado Settlers of Ash, em parceira com a Sulistas. Mas quando surge um concurso ou um evento interessante, a gente faz de tudo pra poder participar.</p>
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<div id="attachment_8816" class="wp-caption aligncenter" style="width: 512px"><a href="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/04/IMAG0275.jpg"><img class="size-large wp-image-8816   " title="IMAG0275" src="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/04/IMAG0275-1024x682.jpg" alt="" width="502" height="334" /></a><p class="wp-caption-text">Modelagem em massa de do Lord Pakku. Vilão de Talbot&#39;s Odyssey</p></div>
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<div><strong>Q) O que vocês quere falar por último? Querem deixar um recado? Mandar beijo para alguém? Deixar votos de esperança para o Japão? Telefone de contato para investidores? Fiquem a vontade <img src='http://www.geex.com.br/blog2/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </strong></div>
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<div><span style="color: #330033;">A)</span> Só queria agradecer, mesmo! Obrigada a todos pelo apoio e por acreditarem no nosso trabalho. Como disse, é de onde a gente mais tira forças. E claro, obrigada a vocês! Adoramos a entrevista.</div>
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<div style="text-align: center;"><a href="http://4.bp.blogspot.com/_u6cymW1398s/THmwEw7d5RI/AAAAAAAAAT4/eZgdKFVRP5Q/s1600/stand1.gif"><img src="http://4.bp.blogspot.com/_u6cymW1398s/THmwEw7d5RI/AAAAAAAAAT4/eZgdKFVRP5Q/s320/stand1.gif" border="0" alt="" /></a><a href="http://1.bp.blogspot.com/_u6cymW1398s/THmwAQVkwQI/AAAAAAAAATw/T76N4FGdcp8/s1600/walk1.gif"><img src="http://1.bp.blogspot.com/_u6cymW1398s/THmwAQVkwQI/AAAAAAAAATw/T76N4FGdcp8/s320/walk1.gif" border="0" alt="" /></a><a href="http://1.bp.blogspot.com/_u6cymW1398s/THmwIH7lTTI/AAAAAAAAAUA/TvofFZ-vleA/s1600/jump1.gif"><img src="http://1.bp.blogspot.com/_u6cymW1398s/THmwIH7lTTI/AAAAAAAAAUA/TvofFZ-vleA/s320/jump1.gif" border="0" alt="" /></a><a href="http://2.bp.blogspot.com/_u6cymW1398s/THm0CXXxttI/AAAAAAAAAU4/Ej1fnVsx4oo/s1600/fall1.gif"><img src="http://2.bp.blogspot.com/_u6cymW1398s/THm0CXXxttI/AAAAAAAAAU4/Ej1fnVsx4oo/s320/fall1.gif" border="0" alt="" /></a><a href="http://1.bp.blogspot.com/_u6cymW1398s/THmwMJBlurI/AAAAAAAAAUI/Kl0Y5kmGp98/s1600/fly1.gif"><img src="http://1.bp.blogspot.com/_u6cymW1398s/THmwMJBlurI/AAAAAAAAAUI/Kl0Y5kmGp98/s320/fly1.gif" border="0" alt="" /></a><a href="http://2.bp.blogspot.com/_u6cymW1398s/THmwQBeC5JI/AAAAAAAAAUY/Z5NF5Id6FI0/s1600/fall2.gif"><img src="http://2.bp.blogspot.com/_u6cymW1398s/THmwQBeC5JI/AAAAAAAAAUY/Z5NF5Id6FI0/s320/fall2.gif" border="0" alt="" /></a><a href="http://2.bp.blogspot.com/_u6cymW1398s/THmx4qmwk0I/AAAAAAAAAUo/_exiNq89b-c/s1600/flip1.gif"><img src="http://2.bp.blogspot.com/_u6cymW1398s/THmx4qmwk0I/AAAAAAAAAUo/_exiNq89b-c/s320/flip1.gif" border="0" alt="" /></a></div>
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