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	<title>GeeX! &#187; Você</title>
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	<description>Mais um passo rumo a dominação mundial!</description>
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	<copyright>Copyright © GeeX! 2010 </copyright>
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		<title>GeeX!</title>
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	<itunes:summary>GeeBeRiSh! - O Podcast do GeeX!

Nosso podcast foi carinhosamente nomeado de GeeBeRiSh, uma adaptação de giberish, que é o ato de discursar sem falar nada importante, ou sem significado algum, e um sinônimo para &#34;bobagem&#34; em inglês. É exatamente o tipo de coisas que vocês podem esperar ouvir no podcast, portanto. :)</itunes:summary>
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		<title>Game of Thrones &#8211; a série</title>
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		<pubDate>Tue, 31 May 2011 22:17:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Você</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
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		<category><![CDATA[Televisão]]></category>

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		<description><![CDATA[Já falamos aqui no GeeX! sobre a série de livros de Game of Thrones (agora publicado como Guerra dos Tronos) e a briga que foi entre as editoras para conseguir trazê-lo para o Brasil. Agora, Max Augusto traz um pouco mais sobre a mega-produção da série e sua opinião sobre porquê devemos acompanhar de perto as artimanhas deste jogo de poder. . por Max Augusto &#8211; Não é cool e também não gostaria de ser. Nerd por vocação, cinéfilo em período integral, marvete, desenhista da escola &#8216;liefeldiana&#8217;, ainda vai publicar seu livro, acha que Pearl Jam é a maior banda do universo e quando sobra algum tempo exerce o hobby da advocacia. Queria ser O Batman, mas como o Homem-Aranha, tem que pagar as contas no fim do mês. . . A série televisiva é da HBO. Baseada no primeiro volume de uma série literária iniciada nos anos 90 por George R. R. Martin (não sei se por coincidência esse autor tem tbm os &#8220;R.R.&#8221; de Tolkien, de &#8220;O Senhor dos Anéis&#8220;), intitulada &#8220;As Crônicas de Gelo e Fogo&#8220;. Como não li os livros (a série ainda não foi terminada pelo autor), posso me basear pura e simplesmente no que vi na tela até o momento (os dois primeiros episódios pela HBO e os demais via locadora bit torrent). . A comparação com os livros de Tolkien pode ser óbvia, mas não é exata. Dá pra notar personalidade própria a Game of Thrones suficiente para dizer que tem uma narrativa muito mais fluida e contagiante do que os (cansativamente) descritivos livros do criador da Terra-Média. Ainda assim, a obra de Martin é permeada por elementos de fantasia, mas mais arraigada no mundo real (as estações climáticas em Westeros &#8211; a terra de Game of Thrones &#8211; duram anos, por vezes décadas), que conferem uma aura enigmática aos eventos. Não é por menos que o mote principal da série é &#8220;O Inverno está Chegando.&#8221; . Portanto, é, sim, uma fantasia. Envolvente. E para adultos. . No que tange ao trabalho televisivo, vamos aos fatos: selo HBO de qualidade já garante à série: . 1) um orçamento polpudo (100 milhões de dólares), muito bem investidos na ambientação, com cenários, maquiagem e efeitos digitais apurada e estrategicamente bem utilizados; . 2) liberdade para a construção do roteiro, sem preocupações com índices de violência ou apelo sexual. Ou seja, pode esperar por sangue, mebros decepados, e muito mais sangue, além de libertinagem, desregramento, devassidão e prostituição (confesso que busquei alguns sinônimos no Aurélio). O que, diga-se de passagem, é altamente recomendável em se tratando de uma série que se propõe a nos entregar um Mundo Medieval com todos os vícios e virtudes desse cenário épico; . 3) apuro nos critérios mais técnicos da produção, como edição, trilha sonora e a própria direção, bem inspirada, devo admitir. . A série começa com um ritmo bem cadenciado, nitidamente se preocupando em nos apresentar Os Sete Reinos de Westeros e todos os seus (inúmeros) personagens, espalhados entre os clãs que povoam a terra...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<div><a title="Jogo de Tronos ou Jogo de Editoras?" href="http://www.geex.com.br/2009/10/01/jogo-de-tronos-ou-jogo-de-editoras/" target="_blank">Já falamos aqui no GeeX! sobre a série de livros de Game of Thrones</a> (agora publicado como Guerra dos Tronos) e a briga que foi entre as editoras para conseguir trazê-lo para o Brasil. Agora, Max Augusto traz um pouco mais sobre a mega-produção da série e sua opinião sobre porquê devemos acompanhar de perto as artimanhas deste jogo de poder.</div>
<div><span style="color: #ffffff;">.</span></div>
<div><strong>por Max Augusto</strong> &#8211; Não é cool e também não gostaria de ser. Nerd por vocação, cinéfilo em período integral, marvete, desenhista da escola &#8216;liefeldiana&#8217;, ainda vai publicar seu livro, acha que Pearl Jam é a maior banda do universo e quando sobra algum tempo exerce o <em>hobby </em>da advocacia. Queria ser O Batman, mas como o Homem-Aranha, tem que pagar as contas no fim do mês.</div>
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<div><a href="http://www.geex.com.br/blog2/wp-content/uploads/2011/05/Game-of-Thrones-Danerys.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-9429" title="Game-of-Thrones-Danerys" src="http://www.geex.com.br/blog2/wp-content/uploads/2011/05/Game-of-Thrones-Danerys.jpg" alt="" width="518" height="130" /></a></div>
</div>
<div>A série televisiva é da HBO. Baseada no primeiro volume de uma série literária iniciada nos anos 90 por <strong><a href="http://www.georgerrmartin.com/" target="_blank">George R. R. Martin</a></strong> (não sei se por coincidência esse autor tem tbm os &#8220;R.R.&#8221; de Tolkien, de &#8220;<em>O Senhor dos Anéis</em>&#8220;), intitulada &#8220;<strong><em><a href="http://www.ascronicasdegeloefogo.com/" target="_blank">As Crônicas de Gelo e Fogo</a></em></strong>&#8220;. Como não li os livros (a série ainda não foi terminada pelo autor), posso me basear pura e simplesmente no que vi na tela até o momento (os dois primeiros episódios pela HBO e os demais via locadora <em>bit torrent</em>).</div>
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<div><a href="http://www.geex.com.br/blog2/wp-content/uploads/2011/05/game-of-thrones-preview-29-11-10-kc1.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-9432" title="game-of-thrones-preview-29-11-10-kc1" src="http://www.geex.com.br/blog2/wp-content/uploads/2011/05/game-of-thrones-preview-29-11-10-kc1.jpg" alt="" width="274" height="164" /></a>A comparação com os livros de<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/J._R._R._Tolkien" target="_blank"> Tolkien</a> pode ser óbvia, mas não é exata. Dá pra notar personalidade própria a <strong>Game of Thrones</strong> suficiente para dizer que tem uma narrativa muito mais fluida e contagiante do que os (cansativamente) descritivos livros do criador da <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Terra_M%C3%A9dia" target="_blank">Terra-Média</a>. Ainda assim, a obra de Martin é permeada por elementos de fantasia, mas mais arraigada no mundo real (as estações climáticas em Westeros &#8211; a terra de Game of Thrones &#8211; duram anos, por vezes décadas), que conferem uma aura enigmática aos eventos. Não é por menos que o mote principal da série é <em>&#8220;O Inverno está Chegando.&#8221;</em></div>
<div><span style="color: #ffffff;"><em>. </em></span></div>
<div>Portanto, é, sim, uma fantasia. Envolvente. E para adultos.</div>
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<p><img class="alignright size-full wp-image-9433" title="DanyHeart2" src="http://www.geex.com.br/blog2/wp-content/uploads/2011/05/DanyHeart2.jpg" alt="" width="320" height="181" /></p>
<div>No que tange ao trabalho televisivo, vamos aos fatos: selo <a href="http://www.hbo.com/" target="_blank">HBO</a> de qualidade já garante à série:</div>
<div><span style="color: #ffffff;">.</span></div>
<div>1) um orçamento polpudo (100 milhões de dólares), muito bem investidos na ambientação, com cenários, maquiagem e efeitos digitais apurada e estrategicamente bem utilizados;</div>
<div><span style="color: #ffffff;">.</span></div>
<div>2) liberdade para a construção do roteiro, sem preocupações com índices de violência ou apelo sexual. Ou seja, pode esperar por sangue, mebros decepados, e muito mais sangue, além de libertinagem, desregramento, devassidão e prostituição (confesso que busquei alguns sinônimos no <a href="http://www.aureliopositivo.com.br/" target="_blank">Aurélio</a>). O que, diga-se de passagem, é altamente recomendável em se tratando de uma série que se propõe a nos entregar um Mundo Medieval com todos os vícios e virtudes desse cenário épico;</div>
<div><span style="color: #ffffff;">.</span></div>
<div>3) apuro nos critérios mais técnicos da produção, como edição, trilha sonora e a própria direção, bem inspirada, devo admitir.</div>
<div><span style="color: #ffffff;">.</span></div>
<div>A série começa com um ritmo bem cadenciado, nitidamente se preocupando em nos apresentar<strong> Os Sete Reinos</strong> de <a href="http://www.youtube.com/watch?v=lLKVJr7QHjM" target="_blank"><strong>Westeros </strong></a>e todos os seus (inúmeros) personagens, espalhados entre os clãs que povoam a terra medieval.</div>
<div><span style="color: #ffffff;">.</span></div>
<div><span style="color: #ffffff;"><a href="http://www.geex.com.br/blog2/wp-content/uploads/2011/05/Game-of-Thrones-2.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-9428" title="Game-of-Thrones-2" src="http://www.geex.com.br/blog2/wp-content/uploads/2011/05/Game-of-Thrones-2.jpg" alt="" width="450" height="338" /></a><br />
</span></div>
<div>Para se ter ideia da grande gama de informações: temos os <strong>Stark em Winterfell</strong>, nas terras do <strong>Norte</strong>, próximos da <strong>Muralha </strong>(gigantesca e de gelo), guardada pela <strong>Patrulha</strong><strong> da Noite</strong>(uma ordem decadente e quase religiosa de guerreiros que juraram doar sua vida para proteger Westeros de uma ameaça desconhecida, selada do outro lado do grande muro de gelo). Somente no  clã dos Stark (liderados por um honrado e admirável <strong><a href="http://www.youtube.com/watch?v=xkgNP60rPMs" target="_blank">Ned Stark</a></strong>, vivido por <a href="http://www.imdb.com/name/nm0000293/" target="_blank">Sean Bean</a>, o eterno &#8220;<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Boromir" target="_blank">Boromir</a>&#8221; de <em>Senhor dos Anéis</em>), são cinco filhos, mais outro bastardo (<strong>Jon Snow</strong> &#8211; nome comumente dado aos filhos bastardos nas terras do Norte).</div>
<div>É muita informação para um primeiro episódio. Mas a série lida bem com tudo isso e torna orgânico esse entendimento quanto à organização dos Sete Reinos. Claro que à medida que a história passa, as informações vão se completando cuidadosamente na cabeça do espectador.</div>
<div><a href="http://www.geex.com.br/blog2/wp-content/uploads/2011/05/e2-80-98game-of-thrones-e2-80-99-season-1-episode-6-e2-80-98a-golden-crown-e2-80-99-tv-recap.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-9434" title="-e2-80-98game-of-thrones-e2-80-99-season-1-episode-6--e2-80-98a-golden-crown-e2-80-99-tv-recap" src="http://www.geex.com.br/blog2/wp-content/uploads/2011/05/e2-80-98game-of-thrones-e2-80-99-season-1-episode-6-e2-80-98a-golden-crown-e2-80-99-tv-recap.jpg" alt="" width="571" height="226" /></a></div>
<div><span style="color: #ffffff;">.</span></div>
<div>O fato é que cada personagem ganha seu momento na série, que vai delineando-os de forma cuidadosa com o passar dos episódios. Se isto é uma vantagem, também pode ser encarado como um problema por alguns, já que a narrativa pode se perder um pouco, em detrimento da admiração pela grandiosidade da criação de Martin. Não acho que este seja o caso, visto que já deu pra notar, a esta altura da série, que todos os personagens fazem parte de um jogo maior (sem falsos trocadilhos com o título) e têm seus lugares no tabuleiro.</div>
<div><span style="color: #ffffff;">.</span></div>
<div><a href="http://www.geex.com.br/blog2/wp-content/uploads/2011/05/game_of_thrones-290x290.png"><img class="alignleft size-full wp-image-9426" title="game_of_thrones-290x290" src="http://www.geex.com.br/blog2/wp-content/uploads/2011/05/game_of_thrones-290x290.png" alt="" width="162" height="162" /></a>Certa preocupação descritiva me incomodou em alguns momentos, como no episódio nº 04 desta primeira temporada. Os personagens, por várias vezes, se vêem descrevendo e contando histórias passadas, narrando eventos ou fatos já acontecidos. Se por um lado isso enriquece o mundo criado por Martin, também parece tirar um pouco da imersão na história principal. Acredito eu que foi uma saída encontrada pelos roteiristas (dentre eles, o competente <a href="http://www.imdb.com/name/nm1125275/" target="_blank">David Benioff</a>, que também é produtor da série) para poder contar parte da história dos livros que naqueles era contada por um narrador onisciente (o que na literatura é uma saída muito mais prática e não se encaixa bem no meio audiovisual).</div>
<div><span style="color: #ffffff;">.</span></div>
<div>Apesar disto, o cuidado da produção e da própria história é tão fascinante que é impossível ao espectador menos curioso não se entregar à rede de intrigas que vai se formando acerca da disputa pelo <strong>Trono de Ferro</strong>. Personagens como <a href="http://www.youtube.com/watch?v=5H7Q3SZ2kec" target="_blank"><strong>Lady Stark</strong></a> (com sua dedicação cega à família), <a href="http://www.youtube.com/watch?v=g7ZSQRDUroo" target="_blank"><strong>Tyrion Lannister</strong></a> (o anão mais eloquente que já se ouviu falar) e o <a href="http://www.youtube.com/watch?v=WdGntO7vi0w" target="_blank"><strong>Rei Robert</strong></a> (glutão, fanfarrão e orgulhoso como poucos) são de encher os olhos e a imaginação.</div>
<div><span style="color: #ffffff;">.</span></div>
<div>O quinto episódio da série parece querer engrenar uma marcha mais rápida nos eventos. Muita da ação prometida já é liberada durante todo o episódio. Surgem decisões que põem frente a frente adversários prometidos desde o primeiro dia e o tom mais fantasioso (crânios gigantes de dragões!!!), que parecia ser só mito na série, promete aparecer de forma grandiosa (o que só soma a favor de tudo).</div>
<div><a href="http://www.geex.com.br/blog2/wp-content/uploads/2011/05/game-of-thrones.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-9427" title="game-of-thrones" src="http://www.geex.com.br/blog2/wp-content/uploads/2011/05/game-of-thrones.jpg" alt="" width="590" height="202" /></a></div>
<div><span style="color: #ffffff;">.</span></div>
<div>Como já disse antes: é fantasia para adultos.Com H de HBO.</div>
<div><span style="color: #ffffff;">.</span></div>
<div><a href="http://2.bp.blogspot.com/-saE2y9zHWIo/TdLwiTyuJII/AAAAAAAAAEY/D9A_Pj_GYBs/s1600/800px-Game_of_Thrones_2011_logo.svg.png" target="_blank"></a></div>
<div><strong><em>Aqui, uma rápida cotação dos episódios e sinopse:</em></strong></div>
<div><span style="color: #ffffff;">.<a href="http://goog_380602396/" target="_blank"> </a></span></div>
<div><a href="http://goog_380602396/" target="_blank"><strong> </strong></a><strong><a href="http://www.geex.com.br/blog2/wp-content/uploads/2011/05/Game-of-Thrones-HBO.jpeg"><img class="alignright size-full wp-image-9430" title="Game-of-Thrones-HBO" src="http://www.geex.com.br/blog2/wp-content/uploads/2011/05/Game-of-Thrones-HBO.jpeg" alt="" width="288" height="191" /></a>s01e01</strong> &#8211; <strong><a href="http://www.youtube.com/watch?v=xVytEgSO0wQ" target="_blank">&#8220;Winter Is Coming&#8221;</a> &#8211; 8 de 10 &#8211; </strong>o mundo de Westeros é muito bem apresentado. Temos uma breve ideia da trama principal, envolvendo o assassinato da antiga Mão do Rei, mas o desenvolvimento da história parece um pouco arrastado (o que é compreensível pela grandiosidade das pretensões da série).</div>
<div><a href="http://goog_380602392/" target="_blank"><strong>s01e02</strong> &#8211; </a><strong><a href="http://www.youtube.com/watch?v=kPrW3Swrp4E&amp;feature=relmfu" target="_blank">&#8220;The Kingsroad&#8221;</a> - 8.5 de 10 - </strong>começamos a conhecer melhor a interessante personalidade do &#8220;Duende&#8221; Tyrion Lannister e a série se dedica a desenvolver sua parte mais fantasiosa sobre a Patrulha da Noite. Este elemento fantástico introduzido nesse mundo medieval crível eleva o potencial da série.</div>
<div><a href="http://goog_380602387/" target="_blank"><strong>s01e03 </strong>- </a><strong><a href="http://www.youtube.com/watch?v=CSxODw7y1AE" target="_blank">&#8220;Lord Snow&#8221;</a> - 8.5 de 10 - </strong>o trato na direção da série continua apurado e o episódio se dedica mais a John Snow, revelando se preocupar com o olhar peculiar de cada personagem dentro do mundo de Westeros.</div>
<div><a href="http://goog_380602383/" target="_blank"><strong>s01e04 </strong>- </a><strong><a href="http://www.youtube.com/watch?v=uqZorL-1gcU" target="_blank">&#8220;Cripples, Bastards, and Broken Things&#8221;</a> - 7.5 de 10 - </strong>o mais fraco de todos os episódios até aqui. Mais por uma questão de gosto pessoal do que por critérios técnicos. São muitas informações lançadas em conversa pelos personagens da estória, como se o roteiro estivesse se preocupando em introduzir alegorias que nos livros (que não li) soam mais fluidas à narrativa. Ainda assim, a história do Cão e da Montanha não deixa de ser interessante. E o final apoteótico de Lady Stark introduz os <em>cliffhangers </em>épicos na série medieval.</div>
<div><a href="http://goog_380602379/" target="_blank"><strong>s01e05 &#8211; </strong></a><strong><a href="http://www.youtube.com/watch?v=qKxOe8sspKM" target="_blank">&#8220;The Wolf and the Lion&#8221;</a> - 9 de 10 - </strong>a ação prometida em momentos anteriores é entregue em doses cavalares neste episódio. A violência, igualmente. Certas decisões tomadas pela emoção acabam por gerar consequências graves aos Stark e a crueza da semi-loucura de Lady Arryn deixam o espectador travado na cadeira com medo do que poderá acontecer. Some-se a isso o primeiro embate prometido na história, entre Ned Stark e Jaime Lannister<strong>. A série engrena como poucas há muito tempo.</strong></div>
<div><strong><a href="http://goog_380602375/" target="_blank"><strong> </strong></a></strong><strong><a href="http://www.geex.com.br/blog2/wp-content/uploads/2011/05/got-imp.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-9435" title="got-imp" src="http://www.geex.com.br/blog2/wp-content/uploads/2011/05/got-imp.jpg" alt="" width="200" height="334" /></a>s01e06 &#8211; &#8220;</strong><strong><a href="http://www.youtube.com/watch?v=OU7VpQYd_yg&amp;NR=1" target="_blank">A Golden Crown&#8221;</a> &#8211; </strong><span style="color: #000000;"><strong>8.5 de 10 </strong></span>- a cena da confissão no julgamento de Tyrion já vale o episódio inteiro. Mas ainda há tempo para Ned Stark, enquanto no provisório controle de Westeros (o rei Robert saiu em mais uma de suas caçadas), tomar certas decisões que podem comprometer o frágil Estado de Paz entre os Reinos. O final ainda mostra que o personagem Khal Drogo e os Dothraki (equivalentes aos  Mongóis no universo de Martin) têm muito a oferecer à intrincada teia de acontecimentos da série.</div>
<p><span style="font-weight: normal;"><a href="http://www.youtube.com/watch?v=zR6ZCi6psn0" target="_blank"><strong> </strong></a></span></p>
<p><strong><span style="font-weight: normal;"><a href="http://www.youtube.com/watch?v=zR6ZCi6psn0" target="_blank"><strong>S01e07 - &#8221;You Win or You Die&#8221;</strong></a> – <strong>9.5 de 10</strong> – com um final de estrangular até o mais prevenido e perspicaz dos espectadores, o episódio nos mostra quanto seus personagens podem ser complexos (o discurso/sermão de Tywin Lannister ao filho Jaime revela insegurança e pequenez no Cavaleiro que não haviam aparecido até então na história). Aliás, neste episódio é que tomamos consciência de que realmente tudo pode acontecer nesse universo, mostrando através de um fato comum (a saída para uma caçada) que toda a estrutura política de Westeros é absurdamente frágil. <strong>Sensacional</strong>.</span></strong></p>
<p><strong>Deixo aqui abaixo o <a href="http://www.youtube.com/watch?v=3X3oVX_2Uy8&amp;feature=player_embedded" target="_blank">sneak peak legendado pra mostrar do que a série é feita</a>.</strong></p>
<p><strong><br />
</strong></p>
<div><strong><br />
</strong></div>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Wine</title>
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		<pubDate>Fri, 20 May 2011 17:13:32 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[wine]]></category>

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		<description><![CDATA[por Ettore Bovo – viciado em tecnologia, especialista em infraestrutura, nerd, gamer e ciclista no percurso casa-trabalho. No início de seu desenvolvimento, o Wine, deu a esperança aos usuários de Linux, de rodar algumas aplicações de Windows em seus ambientes favoritos. Muitos exclamavam “Isso nunca vai funcionar direito!” ou “O Wine fica emulando tudo, por isso é lento!”. Hoje, no entanto, o Wine, na versão 1.3.20, permite que você  jogue games de windows, rode programas pesados e ainda trabalhe tranquilamente com toda a segurança do ambiente do pinguim. Wine é um nome interessante já que ele mesmo explica sua existencia… “Wine Is Not an Emulator”. O Wine não precisa fazer nenhuma conversão de hardware virtual, ele apenas simula um ambiente windows fazendo o uso de dlls do DirectX e do próprio ambiente para que seja possível rodar as aplicações corretamente. Através da ferramenta winetricks é possível utilizar várias ferramentas que possíveis antes apenas no sistema operacional da Microsoft, como a plataforma .Net, o famigerado Internet Explorer e diversos outros recursos. Consegui experiências satisfatórias rodando o maravilhoso RPG “The Elder Scrolls IV: Oblivion” em full quality. Tudo graças ao ambinte bem configurado no Wine. E para você, curioso, aqui vai um tutorial ligeiro, para configurar alguns games em suas melhores opções &#8211; já que, ao contrário do Windows, os modos de compatibilidade são bem funcionais, sendo que se voce quiser rodar uma ferramenta de Windows 98, pode ficar tranqüilo que ela irá funcionar corretamente (se você tiver os dlls necessários e as respectivas dependências). Neste tutorial mostrarei a instalação no Ubuntu e um pouco dos detalhes de suas configurações. O primeiro passo é, na central de programas do Ubuntu -&#62; Editar -&#62; Canais de software -&#62; Outro Software -&#62; e digite ppa:ubuntu-wine/ppa; Lembrando que na próxima vez que voce atualizar sua distro, será necessário refazer este processo! Feito isto, vá em terminal e digite sem as áspas &#8220;sudo apt-get update&#8221; e depois &#8220;sudo apt-get install wine1.3&#8220;, assim já irá instalar a versão 1.3, a mais recente do Wine. Caso você seja um gamer, sugiro que utilizem o gmount-iso, disponível também na Central de Programas do Ubuntu. Recomendo isto pois agora vamos configurar os “dispositivos” padrão do Wine. Crie uma pasta em /media com o nome de sua preferência (no meu caso criei a pasta isoload) e sempre monte seu ISO nesta pasta. Como já sabemos o Wine não é um emulador, porém ele simula um ambiente do Windows com disco C:, D: e assim vai. Agora abra o Wine &#8211; caso você não o tenha acessado &#8211; e aguarde ele ficar pronto para o uso, não se preocupe ele irá fazer algumas configurações automáticas. Clique em “Unidades” e em seguida em “Adicionar”; Feito isto basta digitar o caminho para a pasta criada (citada no início do post); Assim que você terminar a configuração, clique em “Aplicar” e pronto, seu Wine estará pronto para rodar seus games, softwares e o que mais você quiser. Lembrando que para algumas aplicações funcionarem corretamente, o Wine deverá ter algumas alterações,...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>por <a href="mailto:ebovo@krm.com.br">Ettore Bovo</a></strong> – viciado em tecnologia, especialista em infraestrutura, nerd, gamer e ciclista no percurso casa-trabalho.</p>
<div id="attachment_9344" class="wp-caption alignleft" style="width: 304px"><a href="http://www.geex.com.br/blog2/wp-content/uploads/2011/05/Instalação-do-Office-2007.png"><img class="size-large wp-image-9344  " title="Instalação do Office 2007" src="http://www.geex.com.br/blog2/wp-content/uploads/2011/05/Instalação-do-Office-2007-1024x640.png" alt="" width="294" height="184" /></a><p class="wp-caption-text">Instalação do Office 2007 através do Wine</p></div>
<p>No início de seu desenvolvimento, o <a href="http://www.winehq.org/" target="_blank">Wine</a>, deu a esperança aos usuários de <a href="http://br-linux.org/faq-linux/" target="_blank">Linux</a>, de rodar algumas aplicações de <a href="http://windows.microsoft.com/pt-BR/windows/home" target="_blank">Windows</a> em seus ambientes favoritos. Muitos exclamavam “Isso nunca vai funcionar direito!” ou “O Wine fica emulando tudo, por isso é lento!”. Hoje, no entanto, o Wine, na versão 1.3.20, permite que você  jogue games de windows, rode programas pesados e ainda trabalhe tranquilamente com toda a segurança do ambiente do pinguim.</p>
<p>Wine é um nome interessante já que ele mesmo explica sua existencia… “<em>Wine Is Not an Emulator</em>”. O Wine não precisa fazer nenhuma conversão de hardware virtual, ele apenas simula um ambiente windows fazendo o uso de <em><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/DLL" target="_blank">dll</a></em>s do <a href="http://www.gamesforwindows.com/en-US/About/Learn-about-DirectX/" target="_blank">DirectX</a> e do próprio ambiente para que seja possível rodar as aplicações corretamente. Através da ferramenta <em><a href="http://wiki.winehq.org/winetricks" target="_blank">winetricks</a></em> é possível utilizar várias ferramentas que possíveis antes apenas no sistema operacional da <a href="http://www.microsoft.com/brasil/" target="_blank">Microsoft</a>, como a plataforma <a href="http://www.microsoft.com/net/" target="_blank">.Net</a>, o famigerado <a href="http://www.internetexplorer9.com.br/" target="_blank">Internet Explorer</a> e diversos outros recursos.</p>
<div id="attachment_9345" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://www.geex.com.br/blog2/wp-content/uploads/2011/05/Doom3.png"><img class="size-medium wp-image-9345" title="Doom3" src="http://www.geex.com.br/blog2/wp-content/uploads/2011/05/Doom3-300x187.png" alt="" width="300" height="187" /></a><p class="wp-caption-text">Rodando Doom3 no Ubuntu. As coisas que você pode rodar são limitadas apenas pelo seu hardware</p></div>
<p>Consegui experiências satisfatórias rodando o maravilhoso RPG “<a href="http://www.elderscrolls.com/" target="_blank">The Elder Scrolls IV: Oblivion</a>” em <em>full quality</em>. Tudo graças ao ambinte bem configurado no Wine.</p>
<p>E para você, curioso, aqui vai um tutorial ligeiro, para configurar alguns games em suas melhores opções &#8211; já que, ao contrário do Windows, os modos de compatibilidade são bem funcionais, sendo que se voce quiser rodar uma ferramenta de Windows 98, pode ficar tranqüilo que ela irá funcionar corretamente (se você tiver os dlls necessários e as respectivas dependências).</p>
<p>Neste tutorial mostrarei a instalação no <a href="http://www.ubuntu-br.org/" target="_blank">Ubuntu</a> e um pouco dos detalhes de suas configurações.</p>
<p>O primeiro passo é, na central de programas do Ubuntu -&gt; Editar -&gt; Canais de software -&gt; Outro Software -&gt; e digite <em>ppa:ubuntu-wine/ppa;</em></p>
<p><strong>Lembrando que na próxima vez que voce atualizar sua distro, será necessário refazer este processo!</strong></p>
<div id="attachment_41">
<p><a href="http://itvicio.files.wordpress.com/2011/05/ubuntu-ppa.png"><img class="aligncenter" title="ubuntu-ppa" src="http://itvicio.files.wordpress.com/2011/05/ubuntu-ppa.png?w=537&amp;h=501" alt="" width="537" height="501" /></a>Feito isto, vá em <strong><a href="http://wiki.ubuntu-br.org/Terminal" target="_blank">terminal</a></strong> e digite sem as áspas &#8220;<strong>sudo apt-get update</strong>&#8221; e depois &#8220;<strong>sudo apt-get install wine1.3</strong>&#8220;, assim já irá instalar a versão 1.3, a mais recente do Wine.</p>
</div>
<p>Caso você seja um gamer, sugiro que utilizem o<strong> <em><a href="http://www.superdownloads.com.br/download/124/gmount-iso/" target="_blank">gmount-iso</a></em></strong>, disponível também na <strong>Central de Programas</strong> do Ubuntu. Recomendo isto pois agora vamos configurar os “dispositivos” padrão do Wine.</p>
<p>Crie uma pasta em <strong>/media</strong> com o nome de sua preferência (no meu caso criei a pasta <strong>isoload</strong>) e sempre monte seu <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Imagem_ISO" target="_blank">ISO</a> nesta pasta.</p>
<p>Como já sabemos o Wine não é um <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Emulador" target="_blank">emulador</a>, porém ele <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Simula%C3%A7%C3%A3o" target="_blank">simula</a> um ambiente do Windows com disco <strong>C:</strong>, <strong>D:</strong> e assim vai.</p>
<p>Agora abra o Wine &#8211; caso você não o tenha acessado &#8211; e aguarde ele ficar pronto para o uso, não se preocupe ele irá fazer algumas configurações automáticas.</p>
<p>Clique em “<strong>Unidades</strong>” e em seguida em “<strong>Adicionar</strong>”;</p>
<p><a href="http://itvicio.files.wordpress.com/2011/05/configurando-unidades.png"><img class="aligncenter" title="Configurando unidades" src="http://itvicio.files.wordpress.com/2011/05/configurando-unidades.png?w=422&amp;h=499" alt="" width="422" height="499" /></a></p>
<div id="attachment_47">
<p><a href="http://itvicio.files.wordpress.com/2011/05/selecione-a-letra.png"><img class="aligncenter" title="Selecione a Letra" src="http://itvicio.files.wordpress.com/2011/05/selecione-a-letra.png?w=267&amp;h=133" alt="" width="267" height="133" /></a></p>
<p style="text-align: center;">Feito isto basta digitar o caminho para a pasta criada (citada no início do post);</p>
</div>
<p><em><a href="http://itvicio.files.wordpress.com/2011/05/iso-read-pronto.png"><img class="aligncenter" title="Iso read pronto" src="http://itvicio.files.wordpress.com/2011/05/iso-read-pronto.png?w=422&amp;h=499" alt="" width="422" height="499" /></a></em></p>
<p>Assim que você terminar a configuração, clique em “<strong>Aplicar</strong>” e pronto, seu Wine estará pronto para rodar seus games, softwares e o que mais você quiser.</p>
<div id="attachment_9346" class="wp-caption aligncenter" style="width: 563px"><a href="http://www.geex.com.br/blog2/wp-content/uploads/2011/05/The-Orange-Box.png"><img class="size-large wp-image-9346 " title="The Orange Box" src="http://www.geex.com.br/blog2/wp-content/uploads/2011/05/The-Orange-Box-1024x640.png" alt="" width="553" height="346" /></a><p class="wp-caption-text">O processo de instalação do Orange Box é semelhante ao do Windows</p></div>
<p style="text-align: left;">Lembrando que para algumas aplicações funcionarem corretamente, o Wine deverá ter algumas alterações, mas todas são muito bem explicadas no site <a href="http://wiki.winehq.org/" target="_blank">www.winehq.org</a>. Você também pode  procurar a configuração correta para sua aplicação <a href="http://appdb.winehq.org/objectManager.php?sClass=application&amp;sTitle=Browse%20Applications&amp;sOrderBy=appName&amp;bAscending=true" target="_blank">entrando aqui e fazendo sua busca</a> .</p>
<p style="text-align: center;">&nbsp;</p>
<div id="attachment_9348" class="wp-caption aligncenter" style="width: 585px"><a href="http://www.geex.com.br/blog2/wp-content/uploads/2011/05/portal-gameplay.jpg"><img class="size-large wp-image-9348    " title="portal-gameplay" src="http://www.geex.com.br/blog2/wp-content/uploads/2011/05/portal-gameplay-1024x640.jpg" alt="" width="575" height="359" /></a><p class="wp-caption-text">Não há melhor jogo pra ilustrar tudo isso do que Portal</p></div>
<p>É isso aí. Tecnicamente não tão complicado quanto parece e na prática mais fácil ainda <img src='http://www.geex.com.br/blog2/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Tendo algum dúvida, é só postar nos comentários!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Cândido, ou O Otimismo</title>
		<link>http://www.geex.com.br/2011/05/19/candido-ou-o-otimismo/</link>
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		<pubDate>Thu, 19 May 2011 15:36:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Você</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[candide]]></category>
		<category><![CDATA[candido]]></category>
		<category><![CDATA[chesterfield]]></category>
		<category><![CDATA[clássicos]]></category>
		<category><![CDATA[otimismo]]></category>
		<category><![CDATA[voltaire]]></category>

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		<description><![CDATA[por Felicidade Marquês Gouvea - mestre em filosofia, mãe de três filhos, não sabe direito o que é ser nerd, mas se encaixa na categoria dada a quantidade de livros lidos por mês. Às vezes ficamos nos preocupando em ver nas livrarias só o que tem de novo, qual é o best-seller no topo, se em evidência estão anjos ou vampiros, e esquecemos de procurar ler clássicos que ficaram imortalizados por muito mais que piadas com misturas de gêneros. Cândido, de Voltaire, é um desses clássicos. Um romance escrito em 1759, por um filósofo iluminista francês &#8211; e disponível para download gratuito. Este livro merece ser lido e relido, não só por seu valor histórico, mas pelo humor negro subestimado. . A palavra cândido tem um significado de pureza, de inocência e imaculado, e assim é forma da atuação do protagonista. Agindo o tempo todo de modo ingênuo e mantendo-se na crença fixa de que todas as ocorrências no mundo, por mais catastróficas que sejam, são sempre o que poderia ocorrer de melhor. . Por sarcasmo do destino, no entanto, lhe é mostrado que o mundo exige mais do que otimismo e ingenuidade para enfrentar a intolerância, o fanatismo, as catástrofes naturais assim com tantos outros enganos e artifícios sociais. Ainda assim, Cândido, personagem principal, embora tenha sido banido de todos “os melhores mundos possíveis”, mantém-se resignado acreditando sempre que tudo poderia ter sido bem pior. . É essa ironia do livro que nos faz pensar sobre a nossa condição humana. O problema é que a saga “do herói” contradiz a sua crença. Cândido tem sua inocência maculada com assassinatos e roubos, sua fé no amor puro e inocente &#8211; por Cunegonde, sua amada &#8211; abalada pela constatação da realidade (a jovem se tornará velha, feia e amargurada pelas agruras da vida, com o passar do tempo &#8211; se bem que não podemos assegurar que a amada já não fosse feia e com traços envelhecidos, já que sua beleza está apenas nos olhos do “herói”). . O caminho de Cândido é atravessado por uma sucessão de aventuras e calamidades, porém, ao final de cada uma delas, ele resgatará inocentemente a visão de que tudo é o que tem de ser e que a vida lhe apresenta, novamente, o “seu melhor mundo possível”. . Ficam então dois pontos para reflexão: será que não poderia haver um mundo melhor? E se esse é o melhor mundo possível, então o que seria de nós nos mundos piores possíveis&#8230;&#160; &#160;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<p id="internal-source-marker_0.9525357815437019"><strong>por <a href="mailto:felicidade.munoz@uol.com.br" target="_blank">Felicidade Marquês Gouvea</a></strong> - <em>mestre em filosofia, mãe de três filhos, não sabe direito o que é ser nerd, mas se encaixa na categoria dada a quantidade de livros lidos por mês.</em></p>
<p>Às vezes ficamos nos preocupando em ver nas livrarias só o que tem de novo, qual é o best-seller no topo, se em evidência estão <a title="Cidade dos Ossos" href="http://www.geex.com.br/2010/11/04/cidade-dos-ossos/" target="_blank">anjos</a> ou <a title="A Saga Crepúsculo: Eclipse (2010)" href="http://www.geex.com.br/2010/07/01/a-saga-crepusculo-eclipse-2010/" target="_blank">vampiros</a>, e esquecemos de procurar ler clássicos que ficaram imortalizados por muito mais que piadas com <a title="A subversão dos Clássicos" href="http://www.geex.com.br/2010/08/05/a-subversao-dos-classicos/" target="_blank">misturas de gêneros</a>.</p>
<p><a href="http://www.geex.com.br/blog2/wp-content/uploads/2011/05/ts.jpg"><img title="ts" src="http://www.geex.com.br/blog2/wp-content/uploads/2011/05/ts-1024x822.jpg" alt="" width="614" height="493" /></a></p>
<p>Cândido, de Voltaire, é um desses clássicos. Um romance escrito em 1759, por um filósofo iluminista francês &#8211; e disponível para <a href="http://www.ebooksbrasil.org/eLibris/candido.html" target="_blank">download gratuito</a>. Este livro merece ser lido e relido, não só por seu valor histórico, mas pelo humor negro subestimado.</p>
<p><span style="color: #ffffff;">.</span></p>
</div>
<div><a href="http://www.geex.com.br/blog2/wp-content/uploads/2011/05/candide-tm.jpg"><img class="alignleft" title="candide-tm" src="http://www.geex.com.br/blog2/wp-content/uploads/2011/05/candide-tm.jpg" alt="" width="147" height="196" /></a>A palavra cândido tem um significado de pureza, de inocência e imaculado, e assim é forma da atuação do protagonista. Agindo o tempo todo de modo ingênuo e mantendo-se na crença fixa de que todas as ocorrências no mundo, por mais catastróficas que sejam, são sempre o que poderia ocorrer de melhor.</div>
<div><span style="color: #ffffff;">.</span></div>
<div>Por sarcasmo do destino, no entanto, lhe é mostrado que o mundo exige mais do que otimismo e ingenuidade para enfrentar a intolerância, o fanatismo, as catástrofes naturais assim com tantos outros enganos e artifícios sociais. Ainda assim, Cândido, personagem principal, embora tenha sido banido de todos “os melhores mundos possíveis”, mantém-se resignado acreditando sempre que tudo poderia ter sido bem pior.</div>
<div><span style="color: #ffffff;">.</span></div>
<div>É essa ironia do livro que nos faz pensar sobre a nossa condição humana.</div>
<div></div>
<div><img class="aligncenter" title="DSC01245" src="http://www.geex.com.br/blog2/wp-content/uploads/2011/05/DSC012451-1024x426.jpg" alt="" width="511" height="213" /></div>
<div></div>
<div>O problema é que a saga “do herói” contradiz a sua crença. Cândido tem sua inocência maculada com assassinatos e roubos, sua fé no amor puro e inocente &#8211; por Cunegonde, sua amada &#8211; abalada pela constatação da realidade (a jovem se tornará velha, feia e amargurada pelas agruras da vida, com o passar do tempo &#8211; se bem que não podemos assegurar que a amada já não fosse feia e com traços envelhecidos, já que sua beleza está apenas nos olhos do “herói”).</div>
<div><span style="color: #ffffff;">.</span></div>
<div>O caminho de Cândido é atravessado por uma sucessão de aventuras e calamidades, porém, ao final de cada uma delas, ele resgatará inocentemente a visão de que tudo é o que tem de ser e que a vida lhe apresenta, novamente, o “seu melhor mundo possível”.</div>
<div><span style="color: #ffffff;">.</span></div>
<div>Ficam então dois pontos para reflexão: será que não poderia haver um mundo melhor? E se esse é o melhor mundo possível, então o que seria de nós nos mundos piores possíveis&#8230;&nbsp;</p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>L.A. Noire &#8211; Revolução técnica</title>
		<link>http://www.geex.com.br/2011/05/18/l-a-noire-uma-revolucao-tecnica/</link>
		<comments>http://www.geex.com.br/2011/05/18/l-a-noire-uma-revolucao-tecnica/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 18 May 2011 13:58:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Você</dc:creator>
				<category><![CDATA[Games]]></category>
		<category><![CDATA[Hardware]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnlg]]></category>
		<category><![CDATA[game]]></category>
		<category><![CDATA[L.A. Noire]]></category>
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		<category><![CDATA[tecnica]]></category>

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		<description><![CDATA[por Ettore Bovo &#8211; viciado em tecnologia, especialista em infraestrutura, nerd, gamer e ciclista no percurso casa-trabalho. Desde o início da era dos videogames, os desenvolvedores lutavam para trazer as experiências mais excêntricas e divertidas, porém, a partir do momento em que foi possível com alguns pixels a mais trazer uma forma próxima de um ser humano, a indústria dos games busca a experiência que vem dos cinemas aos games. Nada havia sido criado que chegasse aos pés de uma experiência vívida, que nos fizesse acreditar em todas as expressões e gestos de um personagem. Chegávamos sempre à um ponto da imersão onde algum traço robótico nos trazia de volta à superfície. Depois de mais de vinte anos, a indústria &#8211; mais precisamente a Rockstar, já conhecida por GTA, Red Dead Redemption, Bully, Table Tennis entre outros &#8211; nos trouxe o surpreendente L.A. Noire, um jogo totalmente diferente do que conhecemos. Através de uma nova tecnologia de captura facial, o jogo nos permite distinguir cada alteração na expressão dos personagens, nos levando até um lugar jamais visto pelos gamers. É possível reconhecer se um personagem está mentindo, se está escondendo algo, se está triste, se está nervoso. Tudo isso, já era possível, mas NUNCA de forma tão próxima, tão HUMANA. O jogo em sí não nos trás tantas inovações nas texturas (algumas até bem fracas) ou nos controles. No entanto, o jogo &#8211; literalmente &#8211; coloca um filme dentro do console, onde voce controla o protagonista. O uso de HDR é muito bem empregado e TUDO o que tem relação com áudio é perfeito. Junte ainda a atuação e as características únicas de cada personagem, e  nos deixamos ficar cada vez mais imersos nesta maravilhosa obra, rapidamente. O mais próximo de ser comparado à ambição dessa revolução técnica são os jogos da série Mass Effect, ainda assim, estes não tem as características únicas deste incrível mundo digital dos anos 40. Para aqueles que querem tiro, tiro, tiro sem parar, esqueçam, esse jogo é para quem tem interesse em uma experiência jamais tida em in game. Sem mais, diria que este é um jogo imperdível, e só pra extender mais a curiosidade do leitor, um behind the scenes mostrando a tecnologia de captura facial. &#160;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>por <a href="mailto:ebovo@krm.com.br">Ettore Bovo</a></strong> &#8211; viciado em tecnologia, especialista em infraestrutura, nerd, gamer e ciclista no percurso casa-trabalho.</p>
<p><img class="size-full wp-image-9286 alignleft" title="la-noire-post" src="http://www.geex.com.br/blog2/wp-content/uploads/2011/05/la-noire-post.jpg" alt="" width="266" height="160" /></p>
<p>Desde o início da era dos videogames, os desenvolvedores lutavam para trazer as experiências mais excêntricas e divertidas, porém, a partir do momento em que foi possível com alguns pixels a mais trazer uma forma próxima de um ser humano, a indústria dos games busca a experiência que vem dos cinemas aos games.</p>
<p>Nada havia sido criado que chegasse aos pés de uma experiência vívida, que nos fizesse acreditar em todas as expressões e gestos de um personagem. Chegávamos sempre à um ponto da imersão onde algum traço robótico nos trazia de volta à superfície.</p>
<p><a href="http://www.geex.com.br/blog2/wp-content/uploads/2011/05/LA-noire-1.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-9285" title="LA-noire (1)" src="http://www.geex.com.br/blog2/wp-content/uploads/2011/05/LA-noire-1.jpg" alt="" width="185" height="169" /></a>Depois de mais de vinte anos, a indústria &#8211; mais precisamente a Rockstar, já conhecida por GTA, Red Dead Redemption, Bully, Table Tennis entre outros &#8211; nos trouxe o surpreendente <a href="http://www.rockstargames.com/lanoire/agegate/ref/?redirect=" target="_blank">L.A. Noire</a>, um jogo totalmente diferente do que conhecemos.</p>
<p>Através de uma nova tecnologia de captura facial, o jogo nos permite distinguir cada alteração na expressão dos personagens, nos levando até um lugar jamais visto pelos gamers. É possível reconhecer se um personagem está mentindo, se está escondendo algo, se está triste, se está nervoso. Tudo isso, já era possível, mas NUNCA de forma tão próxima, tão HUMANA.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.geex.com.br/blog2/wp-content/uploads/2011/05/la-noire.jpg"><img class="size-full wp-image-9288 aligncenter" title="la-noire" src="http://www.geex.com.br/blog2/wp-content/uploads/2011/05/la-noire.jpg" alt="" width="480" height="267" /></a></p>
<p style="text-align: left;">O jogo em sí não nos trás tantas inovações nas texturas (algumas até bem fracas) ou nos controles. No entanto, o jogo &#8211; literalmente &#8211; coloca um filme dentro do console, onde voce controla o protagonista.</p>
<p><a href="http://www.geex.com.br/blog2/wp-content/uploads/2011/05/la-noire-20110228111545520.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-9287" title="la-noire-20110228111545520" src="http://www.geex.com.br/blog2/wp-content/uploads/2011/05/la-noire-20110228111545520.jpg" alt="" width="214" height="239" /></a>O uso de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/High_dynamic_range_rendering" target="_blank">HDR</a> é muito bem empregado e TUDO o que tem relação com áudio é perfeito. Junte ainda a atuação e as características únicas de cada personagem, e  nos deixamos ficar cada vez mais imersos nesta maravilhosa obra, rapidamente.</p>
<p>O mais próximo de ser comparado à ambição dessa revolução técnica são os jogos da série <a href="http://masseffect.bioware.com/agegate/?url=%2F" target="_blank">Mass Effect</a>, ainda assim, estes não tem as características únicas deste incrível mundo digital dos anos 40.</p>
<p style="text-align: left;">Para aqueles que querem tiro, tiro, tiro sem parar, esqueçam, esse jogo é para quem tem interesse em uma experiência jamais tida em <em>in game. </em>Sem mais, diria que este é um jogo imperdível, e só pra extender mais a curiosidade do leitor, <a href="http://www.youtube.com/watch?v=YDJa26WhEi0" target="_blank">um <em>behind the scenes</em> mostrando a tecnologia de captura facial.</a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Lollapalooza &#8211; Chile 2011 (pt.2)</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Apr 2011 15:13:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Você</dc:creator>
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		<description><![CDATA[por Gabriela Serio &#8211; uma publicitária que não vive sem a família, amigos, céu, música e cinema. Gosta de pensar que é uma personagem de trailer de filme que está sempre no ápice da emoção acompanhada por uma trilha sonora emocionante. (veja a primeira parte aqui) No dia seguinte fiquei fascinada pelas músicas do Devendra Banhart, doido de pedra, mas com um show muito bom, animado e contagiante até pra mim que não conhecia. Tudo aquilo só que me deu vontade de ouvir mais. Logo depois o show &#8220;low profile&#8221; da Cat Power. Todo mundo sentado, nem parecia que estávamos em um festival com tantas pessoas. Incrível como ela não fica no centro do palco e divide a intensidade da música com a banda que é impecável. Na hora de ir embora ela nem falou nada no microfone e só agradeceu com gestos, fiquei realmente impressionada com a discrição dela, uma artista low profile que está lá pela música e não por ela. Depois veio a nova banda The Drums, que me fez ir no túnel do tempo para algum lugar dos anos 80/90. Sensacional. O vocalista dançando é impagável, muita energia. Tenho certeza que essa banda vai crescer muito, tem muito potencial. Ápice do show foi: Let´s go surfing e Forever and ever, não sei como minha perna conseguiu aguentar pular mais um pouco depois de The Killers. Outro poder sensacional da música é fazer esquecer a parte ruim da vida. Como os shows foram muito bons, deu até para relevar o perrengue da péssima organização do festival. Logo que chegamos para trocar o protocolo pelo ingresso percebemos a jornada que ia acontecer. Quase 4 horas para conseguir entrar, o mundo todo lá na fila perdendo os primeiros shows do festival. Tiveram que chamar a polícia, seus cavalos e suas grades para conseguir organizar algo que deveria ter sido organizado desde o começo. Foi um pouco revoltante e até me fez pensar &#8220;o que estou fazendo aqui?&#8221;. E depois ainda veio o perrengue para conseguir entrar em um palco minúsculo e fechado que eles colocaram várias bandas boas como: Devendra Banhart, The Drums, Cat Power e não foi todo mundo que conseguiu ver, não foi todo mundo que se arriscou como eu e o meu amigo fizemos, não foi todo mundo que teve a força de ultrapassar a grosseria da polícia que foi chamada novamente para fazer o crowd control Até agora não entendi como fizeram um palco pequeno e fechado para um festival assim&#8230;Com todo aquele controle da policia fiquei me sentindo na ditadura ou algo parecido. Não foi legal. Mas como eu disse, como os shows foram bons toda essa parte ruim ficou em segundo plano, pelo menos pra mim. Balanço final? Valeu a pena, pela música valeu a pena, pela companhia valeu a pena, pela experiência valeu a pena. Poderia não ter a remota lembrança negativa, mas acho que não é só aqui no Brasil que as coisas não são perfeitas.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>por Gabriela Serio</strong> &#8211; uma publicitária que não vive  sem a família, amigos,  céu, música e cinema. Gosta de pensar que é uma  personagem de trailer de  filme que está sempre no ápice da  emoção  acompanhada por uma trilha sonora emocionante.</em></p>
<div id="attachment_8886" class="wp-caption alignleft" style="width: 280px"><em></em><em><a href="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/04/5596357337_221b07d237.jpg"><img class="size-full wp-image-8886  " title="5596357337_221b07d237" src="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/04/5596357337_221b07d237.jpg" alt="" width="270" height="203" /></a></em><p class="wp-caption-text">devendra em sua apresentação</p></div>
<p>(<a title="Lollapalooza – Chile 2011 (pt.1)" href="http://www.geex.com.br/2011/04/12/lollapalooza-chile-2011-pt-1/">veja a primeira parte aqui</a>)</p>
<p>No dia seguinte fiquei fascinada  pelas músicas do <a href="http://www.devendrabanhart.com/"><strong>Devendra Banhart</strong></a>, doido de pedra, mas com um show muito bom,  animado e contagiante até pra mim que não conhecia. Tudo aquilo só que  me deu vontade de ouvir mais. Logo depois o show &#8220;low profile&#8221; da <a href="http://www.myspace.com/catpower"><strong>Cat  Power</strong></a>. Todo mundo sentado, nem parecia que estávamos em um festival com  tantas pessoas. Incrível como ela não fica no centro do palco e divide a  intensidade da música com a banda que é impecável. Na hora de ir embora  ela nem falou nada no microfone e só agradeceu com gestos, fiquei  realmente impressionada com a discrição dela, uma artista low profile  que está lá pela música e não por ela. Depois veio a nova banda <a href="http://www.myspace.com/thedrumsforever"><strong>The  Drums</strong></a>, que me fez ir no túnel do tempo para algum lugar dos anos 80/90.  Sensacional. O vocalista dançando é impagável, muita energia. Tenho  certeza que essa banda vai crescer muito, tem muito potencial. Ápice do  show foi: <em>Let´s go surfing</em> e <em>Forever and ever</em>, não sei como minha perna  conseguiu aguentar pular mais um pouco depois de <strong>The Killers</strong>.</p>
<div id="attachment_8848" class="wp-caption alignright" style="width: 268px"><a href="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/04/1.jpg"><img class="size-large wp-image-8848   " title="-1" src="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/04/1-1024x768.jpg" alt="" width="258" height="194" /></a><p class="wp-caption-text">tensão no segundo dia</p></div>
<p>Outro   poder sensacional da música é fazer esquecer a parte ruim da vida.   Como os shows foram muito bons, deu até para relevar o perrengue da  péssima organização do festival. Logo que chegamos para trocar o  protocolo pelo ingresso percebemos a jornada que ia acontecer. Quase 4  horas para conseguir entrar, o mundo todo lá na fila  perdendo os primeiros shows do festival.  Tiveram que chamar a polícia, seus cavalos e suas grades para conseguir  organizar  algo que deveria ter sido organizado desde o começo. Foi um  pouco revoltante e até me fez pensar &#8220;o que estou fazendo aqui?&#8221;. E  depois  ainda veio  o perrengue para conseguir entrar em um palco minúsculo e  fechado que  eles colocaram várias bandas boas como: <strong><a href="http://www.youtube.com/watch?v=k_QAPjtO2cA" target="_blank">Devendra Banhart</a>, <a href="http://www.youtube.com/watch?v=6OsTUnkqSi4" target="_blank">The Drums</a>,  <a href="http://www.youtube.com/watch?v=skreabVrMRk&amp;feature=fvst" target="_blank">Cat Power</a></strong> e  não foi todo mundo que conseguiu ver, não foi todo mundo  que se arriscou como eu e o meu amigo fizemos, não foi todo mundo que  teve a força de ultrapassar a grosseria da polícia que foi chamada  novamente para fazer o crowd control Até agora não entendi como fizeram  um palco pequeno e fechado para um festival assim&#8230;Com todo aquele  controle da policia fiquei me sentindo na  ditadura ou algo parecido. Não foi legal. Mas como eu disse, como os  shows foram bons toda essa parte ruim ficou em segundo plano, pelo menos  pra mim.</p>
<p>Balanço final? Valeu a pena, pela música valeu a pena,  pela companhia valeu a pena, pela experiência valeu a pena. Poderia não  ter a remota lembrança negativa, mas acho que não é só aqui no Brasil  que as coisas não são perfeitas.</p>
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		<title>Lollapalooza &#8211; Chile 2011 (pt.1)</title>
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		<pubDate>Tue, 12 Apr 2011 13:50:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Você</dc:creator>
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		<description><![CDATA[por Gabriela Serio &#8211; uma publicitária que não vive sem a família, amigos, céu, música e cinema. Gosta de pensar que é uma personagem de trailer de filme que está sempre no ápice da emoção acompanhada por uma trilha sonora emocionante. Um dos meus sonhos era é nestes festivais gigantes no estilo Glastonbury de ser. Aí fiquei sabendo que o festival americano Lollapalooza iria vir para o Chile e pensei: por que não? Pelo menos é mais perto, um sonho mais acessível, por enquanto. Então aderi a loucura ideia de passar o final de semana no Chile. Acho que esse negócio de muitas pessoas unidas pela música me fascina, acho incrível como a música pode unir pessoas tão diferente, de lugares diferentes, de culturas diferentes, mas que naquela música tem algo em comum. O festival foi em Santiago, a cidade dos cachorros pela rua e do céu azul sem nuvens. O Parque O&#8216;Higgins era simplesmente gigante. Dentro do festival um clima completamente de verão. Pessoas do mundo todo por ali. Coca light sendo distribuída a vontade. Americanas de biquini. Chilenos sentados na grama, totalmente na deles. Muitos brasileiros, obviamente. Hipsters ou não, o clima era o mesmo: todos estavam ali pela música. Mas um detalhe surpreendente e impressionante era a quantidade de crianças, eram MUITAS. E o mais curioso é que elas estavam muito bem por ali, estavam se sentindo em casa, curtindo os shows, dançando, parecia que elas sabiam que estavam ali pelos shows. Todos os shows que eu vi foram sensacionais. Eram bandas de verdade, que tocam por paixão. Ouvi de relance o antigo James e gostei muito, nunca tinha ouvido falar, mas sei de pessoas que foram ao festival por causa dele. O meu primeiro show foi Edward Sharpe and the magnetic zeros. Que show! Nunca tinha visto 3 baterias tocando juntas. Nunca tinha visto tanta gente num palco. Que músicas. Que presença de palco. O ápice foi quando ele chamou um menininho sem camisa e com chapéu para ajudar no show, parecia algum personagem de filme. Eu sabia que o show ia ser bom mas mesmo assim me surpreendeu. A música Home é só uma amostra do que eles são capazes. Saindo de lá demos de cara com um por do sol lindo ao som da voz grave do The National! Que momento. O show deles já tinha começado há um tempo, o ápice pra mim foi em Abel, Mr November e Terrible Love naquela hora dourada. Ainda bem que eu teria mais deles logo quando eu voltasse pra SP! Depois disso fomos para o mundo surreal de Empire of the Sun, parecia que estávamos dentro de um planeta qualquer no universo. Tentar definir Empire é perder tempo. Só sei que é uma experiência de vida. E aí começou a contagem regressiva para o grande momento do festival pra mim! THE KILLERS! Minutos antes do show parecia que eu estava na subida da montanha russa só esperando a adrenalina descarregar na descida. Quando estávamos já a postos...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>por Gabriela Serio</strong> &#8211; uma publicitária que não vive sem a família, amigos,  céu, música e cinema. Gosta de pensar que é uma personagem de trailer de  filme que está sempre no ápice da  emoção acompanhada por uma trilha sonora emocionante.</em></p>
<div id="attachment_8821" class="wp-caption alignleft" style="width: 311px"><a href="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/04/2.jpg"><img class="size-large wp-image-8821" title="-2" src="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/04/2-1024x768.jpg" alt="" width="301" height="226" /></a><p class="wp-caption-text">público e o palco principal</p></div>
<p>Um dos meus sonhos era é nestes festivais gigantes no estilo <a href="http://www.glastonburyfestivals.co.uk/" target="_blank">Glastonbury</a> de ser. Aí fiquei sabendo que o festival americano <em><strong><a href="http://www.lollapalooza.com/" target="_blank">Lollapalooza</a></strong></em> iria  vir para o Chile e pensei: por que não? Pelo menos é mais perto, um  sonho mais acessível, por enquanto. Então aderi a loucura ideia de  passar o final de semana no Chile. Acho que esse negócio de muitas  pessoas unidas pela música me fascina, acho incrível como a música pode  unir pessoas tão diferente, de lugares diferentes, de culturas  diferentes, mas que naquela música tem algo em comum.</p>
<p>O festival foi em Santiago, a cidade dos cachorros pela rua e do céu azul sem nuvens. O Parque<em> O</em>&#8216;Higgins  era simplesmente gigante. Dentro do festival um clima completamente de  verão. Pessoas do mundo todo por ali. Coca light  sendo distribuída a vontade. Americanas de biquini. Chilenos sentados na  grama, totalmente na deles. Muitos brasileiros, obviamente. <em><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Hipster_(contemporary_subculture)" target="_blank">Hipsters</a></em> ou  não, o clima era o mesmo: todos estavam ali pela música. Mas um detalhe  surpreendente e impressionante era a quantidade de crianças, eram  MUITAS. E o mais curioso é que elas estavam muito bem  por ali, estavam se sentindo em casa, curtindo os shows, dançando,  parecia que elas sabiam que estavam ali pelos shows.</p>
<p>Todos os  shows que  eu vi foram sensacionais. Eram bandas de verdade, que tocam  por paixão. Ouvi de relance o  antigo James e gostei muito, nunca tinha ouvido falar, mas sei de  pessoas que foram ao festival por causa dele. O meu primeiro show  foi <a href="http://www.myspace.com/edwardsharpe"><strong>Edward Sharpe and the magnetic zeros</strong></a>. Que show! Nunca tinha visto 3  baterias tocando juntas. Nunca tinha visto tanta gente num palco. Que  músicas. Que presença de palco. O ápice foi quando ele chamou um  menininho sem camisa e com chapéu para ajudar no show, parecia algum  personagem de filme.</p>
<div id="attachment_8824" class="wp-caption alignright" style="width: 354px"><a href="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/04/3.jpg"><img class="size-large wp-image-8824   " title="-3" src="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/04/3-1024x768.jpg" alt="" width="344" height="258" /></a><p class="wp-caption-text">Pôr-do-sol em santiago</p></div>
<p>Eu sabia que o show ia  ser bom mas mesmo assim me surpreendeu.  A música <em>Home</em> é só uma  amostra do que eles são capazes. Saindo de lá demos de cara com um por  do sol lindo ao som da voz grave do <a href="http://www.americanmary.com/"><strong>The National</strong></a>! Que momento. O show  deles já tinha começado há um tempo, o ápice pra mim foi em <em>Abel, Mr  November e Terrible Love</em> naquela hora dourada. Ainda bem que eu  teria mais deles logo quando eu voltasse pra SP! Depois disso fomos para  o mundo surreal de <a href="http://www.myspace.com/empireofthesunsound"><strong>Empire of the Sun</strong></a>, parecia que estávamos dentro de  um planeta qualquer no universo. Tentar definir Empire é perder tempo.  Só  sei que é uma experiência de vida.</p>
<p>E aí começou a contagem regressiva  para o grande momento do festival pra mim! <a href="http://www.thekillersmusic.com/html5"><strong>THE KILLERS</strong></a>! Minutos antes  do show parecia que eu estava na subida da montanha russa só esperando a  adrenalina descarregar na descida. Quando estávamos já a postos e o  show poderia começar a qualquer momento aí parecia que eu estava no  elevador da Disney só esperando o momento que iria cair! E realmente  começou do NADA! Sem introdução nenhuma. Com que música? Spaceman. Só  pra me fazer pular até a Lua e ficar lá por uma hora e meia.  Não dava  para não pular. Ele ainda soltou um &#8220;Estan listos para The Killers?&#8221; Eu  respondi: NÃO!!!!! hahaha&#8230;.Que show! A intensidade deles é algo inexplicável. Quem estava de fora do  show falou que dava pra ouvir todo mundo cantando, sensacional. Posso  riscar um sonho da minha lista.</p>
<p style="text-align: center;">&nbsp;</p>
<div id="attachment_8834" class="wp-caption aligncenter" style="width: 501px"><a href="http://www.flickr.com/photos/wenselao/5590884256/"><img class="size-full wp-image-8834  " title="5590884256_0bddb6f724_b" src="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/04/5590884256_0bddb6f724_b.jpg" alt="" width="491" height="369" /></a><p class="wp-caption-text">The Killers, no palco do Lollapalooza</p></div>
<p><em>Continua na pt.2!</em></p>
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		<title>Rio (2011)</title>
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		<pubDate>Tue, 05 Apr 2011 15:52:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Você</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Mais uma vez temos várias perspectivas de um esperado lançamento. Veja as opiniões de Leonardo, sua filha Sofia e de Ricardo Trakinos. Rio (idem): Dirigido por Carlos Saldanha. Estrelando Leslie Mann, Kelly Keaton, Jesse Eisenberg. Estréia dia 8 de abril de 2011 &#160; por Leonardo Bavaresco Samba, carnaval, futebol, praia, favela e Pão de Açúcar. Palavras chave que definem o Brasil e, especialmente, o Rio de Janeiro, em qualquer lugar do globo. Não é por acaso que esses elementos façam parte do recheio da nova animação &#8220;Rio&#8221;, feita pelos mesmos criadores da série &#8220;Era do Gelo&#8221; e dirigido pelo diretor brasileiro, Carlos Saldanha. Para quem ainda não viu o trailer, &#8220;Rio&#8221; nos apresenta a história de Blu, uma arara azul brasileira que vive na cidade de Moose Lake, em Minnesota, com sua dona e amiga, Linda. Por ser uma ave domesticada, possui vários truques escondidos debaixo das asas, mas não sabe como voar. Sendo o último macho da espécie, Blu e Linda são convidados a vir ao Rio de Janeiro encontrar-se com Jade, a última arara azul fêmea. Mas toda a história muda graças a um grupo de contrabandistas de animais silvestres. Partindo disso, desenrola-se toda a história, com samba, bossa nova e uma pitadinha de funk carioca. Para uma melhor análise do filme, resolvi levar minha filha, de 4 anos, para saber o que ela acharia do filme e, apesar dos nossos 21 anos de diferença, ambos adoramos o filme. Ela me falava &#8220;O Blu é muito bonitinho, né?&#8221; &#8220;Eles dançam engraçado!&#8221;, enquanto eu dizia pra ela &#8220;Olha que bonita a cidade!&#8221;,  &#8220;Olha só as folhinhas caindo no Blu!&#8221; ou, na maioria das vezes &#8220;Não quer mesmo colocar o óculos 3D?&#8221;. Insistia com ela para por os óculos pois me impressionei com qualidade técnica e com a riqueza de detalhes na qual o Rio de Janeiro é mostrado. Aliás, é tão bonito que senti até uma ponta de vontade de conhecer a cidade maravilhosa. A cada vôo, dança ou passeio, via alguma coisa para comentar &#8220;Caramba, pensaram nisso!&#8221;, como os padrões da calçada em Copacabana, alguns dos carros que circulam pela cidade, e a magnífica forma como é retratado o carnaval no longa. Assim como aquele episódio dos Simpsons no Brasil (Blame It On Lisa), &#8220;Rio&#8221; se vale dos clichês brasileiros. Entretanto, no longa, esses clichês são muito bem explorados pelos roteiristas e brilhantemente dirigidos por Saldanha. São detalhes que nos fazem reconhecer a essência do Brasil, sermos solidários com algum fato e, principalmente, darmos risada ao reconhecermos algum dos clichês ali apresentados, sem que possa vir a despertar fúria como aconteceu com Simpsons (confesso que eu dei muita risada com esse episódio dos Simpsons e discordo do que li por aí na época). Para finalizar, deixo duas conclusões sobre o filme: Léo: &#8220;Sem dúvida é um filme para se assistir em 3D, mesmo achando um saco precisar usar dois óculos (o meu de grau e o 3D), pois a profundidade de campo e os detalhes são muito bem trabalhados. O roteiro e a história...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Mais uma vez temos várias perspectivas de um esperado lançamento. Veja as opiniões de Leonardo, sua filha Sofia e de Ricardo Trakinos.</p>
<p><strong>Rio </strong>(<em>idem</em>): Dirigido por <a href="http://www.google.com.br/url?q=http://www.imdb.com/name/nm0757858/&amp;sa=X&amp;ei=GzubTd_dD5StgQeL2-yOBw&amp;ved=0CEIQggkoADAC&amp;usg=AFQjCNEo17ne-DECup1T7SFC5TvEW2jqQQ">Carlos Saldanha</a>. Estrelando <a href="http://www.google.com.br/url?q=http://www.imdb.com/name/nm0005182/&amp;sa=X&amp;ei=GzubTd_dD5StgQeL2-yOBw&amp;ved=0CEMQggkoATAC&amp;usg=AFQjCNH_dQ8u0L0QZC0mrrwOyqJ8KTKAOA">Leslie Mann</a>, <a href="http://www.google.com.br/url?q=http://www.imdb.com/name/nm1960185/&amp;sa=X&amp;ei=GzubTd_dD5StgQeL2-yOBw&amp;ved=0CEQQggkoAjAC&amp;usg=AFQjCNEw0K0deX9ysrffbDLrBP75aCBZ2Q">Kelly Keaton</a>, <a href="http://www.google.com.br/url?q=http://www.imdb.com/name/nm0251986/&amp;sa=X&amp;ei=GzubTd_dD5StgQeL2-yOBw&amp;ved=0CEUQggkoAzAC&amp;usg=AFQjCNGuQcxql2j-_wtZxWP_EvBikicpWA">Jesse Eisenberg</a>.</p>
<p><strong>Estréia dia 8 de abril de 2011</strong></p>
<p><strong><br />
</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>por Leonardo Bavaresco</strong></p>
<blockquote><p><span style="font-family: Helvetica; font-size: small;">Samba, carnaval, futebol, praia, favela e Pão de Açúcar. Palavras chave que definem o Brasil e, especialmente, o Rio de Janeiro, em qualquer lugar do globo. Não é por acaso que esses elementos façam parte do recheio da nova animação &#8220;Rio&#8221;, feita pelos mesmos criadores da série &#8220;<a href="http://www.imdb.com/title/tt0268380/" target="_blank">Era do Gelo</a>&#8221; e dirigido pelo diretor brasileiro, <a href="http://www.google.com.br/url?q=http://www.imdb.com/name/nm0757858/&amp;sa=X&amp;ei=zjebTb3lNMnogQfj4qieBw&amp;ved=0CGQQggkoATAK&amp;usg=AFQjCNGchoz5tyOuWRNSrfB7g2ilDV7m6g">Carlos Saldanha</a>.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-family: Helvetica; font-size: small;"><a href="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/04/20.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-8722" title="Rio" src="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/04/20.jpg" alt="" width="604" height="256" /></a><br />
</span></p>
<p><span style="font-family: Helvetica; font-size: small;">Para quem ainda não viu o <a href="http://www.youtube.com/watch?v=LQkwNUiFqLs" target="_blank">trailer</a>, &#8220;<a href="http://www.imdb.com/title/tt1436562/" target="_blank">Rio</a>&#8221; nos apresenta a história de Blu, uma arara azul brasileira que vive na cidade de Moose Lake, em Minnesota, com sua dona e amiga, Linda. Por ser uma ave domesticada, possui vários truques escondidos debaixo das asas, mas não sabe como voar. Sendo o último macho da espécie, Blu e Linda são convidados a vir ao Rio de Janeiro encontrar-se com Jade, a última arara azul fêmea. Mas toda a história muda graças a um grupo de contrabandistas de animais silvestres. Partindo disso, desenrola-se toda a história, com samba, bossa nova e uma pitadinha de funk carioca. </span></p>
<p><span style="font-family: Helvetica; font-size: small;">Para uma melhor análise do filme, resolvi levar minha filha, de 4 anos, para saber o que ela acharia do filme e, apesar dos nossos 21 anos de diferença, ambos adoramos o filme. Ela me falava &#8220;O Blu é muito bonitinho, né?&#8221; &#8220;Eles dançam engraçado!&#8221;, enquanto eu dizia pra ela &#8220;Olha que bonita a cidade!&#8221;,  &#8220;Olha só as folhinhas caindo no Blu!&#8221; ou, na maioria das vezes &#8220;Não quer mesmo colocar o óculos 3D?&#8221;.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-family: Helvetica; font-size: small;"><a href="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/04/22.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-8723" title="Rio" src="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/04/22.jpg" alt="" width="604" height="256" /></a><br />
</span></p>
<p><span style="font-family: Helvetica; font-size: small;">Insistia com ela para por os óculos pois me impressionei com qualidade técnica e com a riqueza de detalhes na qual o Rio de Janeiro é mostrado. Aliás, é tão bonito que senti até uma ponta de vontade de conhecer a cidade maravilhosa. A cada vôo, dança ou passeio, via alguma coisa para comentar &#8220;Caramba, pensaram nisso!&#8221;, como os padrões da calçada em Copacabana, alguns dos carros que circulam pela cidade, e a magnífica forma como é retratado o carnaval no longa.</span></p>
<p><span style="font-family: Helvetica; font-size: small;">Assim como aquele episódio dos Simpsons no Brasil (<em><a href="http://www.youtube.com/watch?v=invBjPmY8iE" target="_blank">Blame It On Lisa</a></em>), &#8220;Rio&#8221; se vale dos clichês brasileiros. Entretanto, no longa, esses clichês são muito bem explorados pelos roteiristas e brilhantemente dirigidos por Saldanha. São detalhes que nos fazem reconhecer a essência do Brasil, sermos solidários com algum fato e, principalmente, darmos risada ao reconhecermos algum dos clichês ali apresentados, sem que possa vir a despertar </span><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Blame_It_on_Lisa#Rea.C3.A7.C3.A3o_das_autoridades_brasileiras" target="_blank"><span style="font-family: Helvetica; font-size: small;">fúria como aconteceu com Simpsons</span></a><span style="font-family: Helvetica; font-size: small;"> (confesso que eu dei muita risada com esse episódio dos Simpsons e discordo do que li por aí na época).</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-family: Helvetica; font-size: small;"><a href="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/04/44.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-8724" title="Rio" src="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/04/44.jpg" alt="" width="604" height="256" /></a><br />
</span></p>
<p><span style="font-family: Helvetica; font-size: small;">Para finalizar, deixo duas conclusões sobre o filme:</span></p>
<p><span style="font-family: Helvetica; font-size: small;">Léo: &#8220;Sem dúvida é um filme para se assistir em 3D, mesmo achando um saco precisar usar dois óculos (o meu de grau e o 3D), pois a profundidade de campo e os detalhes são muito bem trabalhados. O roteiro e a história fluem muito bem, aproveitando-se de todos os elementos de &#8220;brasilidade&#8221;, sem exageros e sem perder a mão. Gostei de que vi e recomendo assisti-lo assim que estreiar.&#8221;</span></p>
<p><span style="font-family: Helvetica; font-size: small;">Sofia: &#8220;O  filme é muito legal, mas eu fiquei com medo dos homens maus  e do pássaro branco… Por isso eu quis chamar a mamãe aquela hora. O cachorro é engraçado e fica babando toda hora! E.. eu fiquei com lagriminha no olho quando o Blu foi preso.&#8221;</span></p>
<p><span style="font-family: Helvetica; font-size: small;">PS: Alguns momentos até eu me senti intimidado por aquela cacatua.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-family: Helvetica; font-size: small;"><a href="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/04/19.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-8721" title="Rio" src="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/04/19.jpg" alt="" width="604" height="256" /></a><br />
</span></p>
</blockquote>
<p><strong> </strong><strong>por Ricardo &#8220;Trakinos&#8221; Aquino</strong></p>
<blockquote><p><a href="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/04/19_MHG_cult_saldanha2.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-8786" title="19_MHG_cult_saldanha2" src="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/04/19_MHG_cult_saldanha2-300x191.jpg" alt="" width="180" height="115" /></a>Fui assistir Rio no cinema; em 3D; Legendado.</p>
<p>Fiquei impressionado por vários aspectos. Carlos Saldanha executa seu papel de modo fantástico em uns aspectos&#8230; e falha em outros.</p>
<p>Aonde eu acho que ele falha? O musical.</p>
<p>A trilha está ótima. Uma ótima mistura de Bossa Nova com Samba com itens de Jazz, mostrando uma mistura das culturas envolvidas na criação do filme. O que me incomodou foi o musical. Tem músicas muito boas&#8230; a do início do filme (que é a mesma que cantam no final) e a do vilão. As outras músicas parecem não ser propícias para serem inseridas como cantadas por personagens; poderiam facilmente terem sido colocadas como trilha de fundo.</p>
<p>Em compensação, a maestria com que o diretor &#8220;brinca&#8221; com o gênero foi impressionante, principalmente em dois  momentos  específicos: quando o vilão corrige o coro na sua música e quando Blu e Jewel finalmente se soltam &#8211; onde podemos ver (e ouvir) bem de longe que Jewel está cantando uma música, mas o foco fica em Blu, que está no chão, não tão feliz &#8211; como se o musical estivesse acontecendo, mas ele não faz parte.</p>
<p>Mas vamos aos pontos positivos!</p>
<p>Primeiro, o retrato do Brasil.</p>
<p><a href="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/04/lan_Samba_de_Roda.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-8784" title="lan_Samba_de_Roda" src="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/04/lan_Samba_de_Roda.jpg" alt="" width="320" height="233" /></a></p>
<p>Sempre, o Brasil foi retratado como Carnaval, mulheres semi-nuas, futebol, etc.. Saldanha brinca com esses estereótipos, começando por colocar que visitamos o Rio bem na época do Carnaval; por isso todo mundo está como está. Passando pela paixão do futebol e até tocando no estereótipo da mulher (as mulheres brasileiras são todas MUITO parecidas no filme, mas identifico isso como uma referência a caricaturas feitas antigamentes do carnaval), Saldanha mostra seu país como ele deveria ser visto pelo mundo &#8211; ou como eu acho que ele deveria. Tirando os contrabandistas vilões do filme, não temos bandidos pelas ruas. Temos roubos e violência, mas por bichos e não pessoas. Vemos no Rio o que os países gostam de usar em suas propagandas: pessoas felizes.</p>
<p>Além disso, a animação dos pássaros é fantástica! Os detalhes de penas, músculos&#8230; são impressionantes.</p>
<p>Uma coisa me chamou a atenção na formação de sua equipe para fazer o filme: a presença de brasileiros em muitos papéis. Não sou a favor dessa festa &#8220;olha um brasileiro famoso lá fora&#8221;, mas acho que a intenção dele foi outra. Quando vemos um filme dublado por atores no Brasil, temos uma dublagem forçada (a atuação também chega a ser&#8230; nossos atores são de teatro, não de cinema), mas colocando atores pra trabalhar com uma equipe que pede perfeição, da experiência aos nossos atores e aumenta a qualidade da indústria nacional. <a href="http://www.google.com.br/url?sa=t&amp;source=web&amp;cd=9&amp;ved=0CEAQFjAI&amp;url=http%3A%2F%2Fwww.imdb.com%2Fname%2Fnm0763928%2F&amp;ei=Ha6hTdueBYi60QHrn9SJBQ&amp;usg=AFQjCNGn8fDEg-EHGs9t1W9TEAg-SzJHGw&amp;sig2=V-s7RAzD16wVt3AiE79q0w" target="_blank">Rodrigo Santoro</a> mostra isso quando dubla  Túlio (na versão original; provavelmente seu papel com mais falas desde que foi pra Hollywood). Sua dublagem é tão impecável que custei a acreditar que era ele.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/04/39.jpg"><img class="size-large wp-image-8785 aligncenter" title="Rio" src="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/04/39-1024x434.jpg" alt="" width="614" height="260" /></a></p>
<p>Fiquei animado com isso, esperando uma melhora da nossa indústria cinematográfica, mas fiquei triste quando vi os créditos. Vi que Saldanha não fez isso com a parte técnica do filme, onde acredito precisamos mais desse tipo de incentivo.</p>
<p>Carlos Saldanha fez um trabalho incrível com esse filme. Monstrando uma maturidade maior ainda como diretor. Sua direção de comédia foi melhor do que muitos diretores que trabalham somente com isso e sua evolução como diretor de animação é nítida. Ele está chegando lá.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/04/rio_saldanha.jpg"><img class="size-full wp-image-8787 aligncenter" title="rio_saldanha" src="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/04/rio_saldanha.jpg" alt="" width="372" height="150" /></a></p>
<p>Rio provavelmente vá ser trollado ainda (como os <em>Simpsons</em> foram, já comentado na resenha do Leo), mas creio que foi a melhor representação do Brasil nas telonas  - contando filmes brasileiros. E garanto: as melhores piadas não estão no trailer, então vale a pena assistir.</p></blockquote>
<p><strong> </strong><strong><br />
</strong></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Lenda</title>
		<link>http://www.geex.com.br/2011/02/23/lenda/</link>
		<comments>http://www.geex.com.br/2011/02/23/lenda/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 23 Feb 2011 15:31:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Você</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Engels Marx. Post originalmente publicado no Tumblr do autor. “Antes que a vida existisse, antes do mundo tivesse forma, três deusas áureas desceram sobre a caótica terra de Hyrule, elas eram Din, a deusa do Poder; Nayru, a deusa da Sabedoria; e Farore, a deusa da Coragem. Din, com seu fortes braços flamejantes, cultivou o terreno para criar a terra. Nayru semeou sua sabedoria na terra para dar o espírito da justiça ao mundo. A valorosa alma de Farore criou todas as formas de vida que fariam a justiça. Essas três grandes deusas retornaram aos céus, deixando para trás a Sagrada Triforce Dourada. Desde então, a Triforce tornou-se a base para a providência de Hyrule e o local onde a Triforce estava tornou-se sagrado.” Há 25 anos o primeiro título da saga The Legend of Zelda foi lançado e apesar de parecer ser uma história clichê as aventuras de Link viraram a lenda épica que é hoje. Independente dos seus “ismos” ou qualquer outra fato que o faça não gostar da série é inegável que essa obra tem tanta importância para os games quanto a saga Star Wars tem para o cinema ou O Senhor dos Anéis tem para a literatura. Em todos esses anos, foram lançados 15 jogos únicos e cada um deles tem algo especial que pode ser com certeza marcou os gamers. Lembro uma vez &#8211; em uma época onde não era o apaixonado por games que sou hoje &#8211; jogando o Link’s Awakening. Em uma determinada dugeon eu não tinha mais para onde ir, já havia dado voltas e voltas e sempre voltava ao mesmo lugar. No meu desespero comecei a usar a minha espada que nem um maluco, quando de repente batendo em uma parede escuto um som oco. Uma bomba naquele local e BOOM, a parede e a minha cabeça explodiram. Estranho como um pequeno detalhe igual a esse me fez achar o jogo genial, mas acho que são essas sutilezas que talvez façam os fãs gostarem tanto da franquia. Não são necessários gráficos espetaculares ou cutscenes perfeitas para fazer o jogo ser lembrado, pois esses artifícios na próxima geração não serão tão bons assim. Agora a sua boca aberta ao pegar a flecha do fogo em Ocarina of Time ou a luta final contra Ganon em Twilight Princess serão lembradas para sempre, pode ter certeza disso amigo. Outro fator diferente dessa obra da Big N são os personagens. Gosto de histórias mais complexas como em MGS, onde cada um tem seus motivos, fantasmas passados e todas aqueles problemas, mas em Legend of Zelda os personagens conseguem ser tão bons quantos quaisquer outros apesar de serem simples. Ganon com sua ambição consegue em suas poucas ações despertar no jogador a vontade de lhe dar um chute na boca. Zelda é uma princesa do melhor jeito possível: Linda, frágil, sábia e corajosa quando necessária, uma pessoa pela qual você colocaria sua vida em risco. E Link, o link (desculpa, não podia perder essa) de Hyrule com o gamer é um herói na forma...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Por Engels Marx.</strong></p>
<p><a href="http://emarx.tumblr.com/post/3444338652/lenda" target="_blank">Post originalmente publicado no Tumblr do autor.</a></p>
<p>“Antes que a vida existisse, antes do mundo tivesse forma, três deusas áureas desceram sobre a caótica terra de Hyrule,<a href="http://pettyartist.deviantart.com/art/The-History-of-Hyrule-121683591?q=boost:popular%20hyrule%20goddess&amp;qo=2" target="_blank"> elas eram Din, a deusa do Poder; Nayru, a deusa da Sabedoria; e Farore, a deusa da Coragem</a>.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/02/The_Balance_of_Hyrule_by_GoblinQueeen.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-8386" title="The_Balance_of_Hyrule_by_GoblinQueeen" src="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/02/The_Balance_of_Hyrule_by_GoblinQueeen.jpg" alt="" width="523" height="480" /></a></p>
<p>Din, com seu fortes braços flamejantes, cultivou o terreno para criar a terra. Nayru semeou sua sabedoria na terra para dar o espírito da justiça ao mundo. A valorosa alma de Farore criou todas as formas de vida que fariam a justiça.</p>
<p>Essas três grandes deusas retornaram aos céus, deixando para trás a Sagrada Triforce Dourada. Desde então, a Triforce tornou-se a base para a providência de Hyrule e o local onde a Triforce estava tornou-se sagrado.”</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/02/legend-zelda.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-8387" title="legend-zelda" src="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/02/legend-zelda.jpg" alt="" width="512" height="384" /></a></p>
<p>Há 25 anos o primeiro título da saga <strong>The Legend of Zelda</strong> foi lançado e apesar de parecer ser uma história clichê as aventuras de Link viraram a lenda épica que é hoje. Independente dos seus “ismos” ou qualquer outra fato que o faça não gostar da série é inegável que essa obra tem tanta importância para os games quanto a saga <strong>Star Wars</strong> tem para o cinema ou<strong> O Senhor dos Anéis</strong> tem para a literatura.</p>
<div id="attachment_8385" class="wp-caption alignleft" style="width: 161px"><a href="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/02/WAKE_UP_LINK_by_ry_spirit.jpg"><img class="size-full wp-image-8385" title="WAKE_UP_LINK_by_ry_spirit" src="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/02/WAKE_UP_LINK_by_ry_spirit.jpg" alt="" width="151" height="209" /></a><p class="wp-caption-text">    </p></div>
<p>Em todos esses anos, foram lançados 15 jogos únicos e cada um deles tem algo especial que pode ser com certeza marcou os gamers. Lembro uma vez &#8211; em uma época onde não era o apaixonado por games que sou hoje &#8211; jogando o <strong>Link’s Awakening</strong>. Em uma determinada dugeon eu não tinha mais para onde ir, já havia dado voltas e voltas e sempre voltava ao mesmo lugar. No meu desespero comecei a usar a minha espada que nem um maluco, quando de repente batendo em uma parede escuto um som oco. Uma bomba naquele local e BOOM, a parede e a minha cabeça explodiram. Estranho como um pequeno detalhe igual a esse me fez achar o jogo genial, mas acho que são essas sutilezas que talvez façam os fãs gostarem tanto da franquia. <strong>Não são necessários gráficos espetaculares ou cutscenes perfeitas para fazer o jogo ser lembrado</strong>, pois esses artifícios na próxima geração não serão tão bons assim. Agora a sua boca aberta ao pegar a flecha do fogo em Ocarina of Time ou a luta final contra Ganon em Twilight Princess serão lembradas <strong>para sempre</strong>, pode ter certeza disso amigo.</p>
<p><a href="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/02/ocarina-of-time_64.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-8392" title="ocarina-of-time_64" src="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/02/ocarina-of-time_64.jpg" alt="" width="400" height="203" /></a></p>
<p>Outro fator diferente dessa obra da Big N são os personagens. Gosto de histórias mais complexas como em<strong> MGS</strong>, onde cada um tem seus motivos, fantasmas passados e todas aqueles problemas, mas em Legend of Zelda os personagens conseguem ser tão bons quantos quaisquer outros apesar de serem simples. <strong>Ganon</strong> com sua ambição consegue em suas poucas ações despertar no jogador a vontade de lhe dar um chute na boca. <strong>Zelda</strong> é uma princesa do melhor jeito possível: Linda, frágil, sábia e corajosa quando necessária, uma pessoa pela qual você colocaria sua vida em risco. E <strong>Link</strong>, o link (desculpa, não podia perder essa) de Hyrule com o gamer é um herói na forma mais pura, faz o que tem que fazer apenas porque é o certo  e com o seu silêncio característico aumenta sua ligação com quem o controla pois ele pensa e fala exatamente o que queremos, em IMAO a <strong>maior experiência de imersão</strong> que já vi em um jogo.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/02/zelda_by_fantasyace-d2s6zyx.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-8388" title="zelda_by_fantasyace-d2s6zyx" src="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/02/zelda_by_fantasyace-d2s6zyx.jpg" alt="" width="662" height="435" /></a></p>
<p>Bem, como alguém apaixonado por essa aventura posso ficar <strong>dias</strong> rasgando seda sobre <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/List_of_The_Legend_of_Zelda_media" target="_blank">todos os The Legend of Zelda</a> ou <strong>anos</strong> discutindo a cronologia da série , mas nada do que eu disser aqui vai superar a sensação de andar em Hyrule, portanto faça um favor a si mesmo e vá jogar algum dos 15 pedaços disponíveis dessa lenda, pois com certeza não irá se arrepender.</p>
<p><a href="http://browse.deviantart.com/?qh=&amp;section=&amp;q=zelda" target="_blank">Imagens retiradas do DeviantArt</a></p>
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		<title>Como a Disney levou TRON do virtual para o físico</title>
		<link>http://www.geex.com.br/2011/01/17/como-a-disney-levou-tron-do-virtual-para-o-fisico/</link>
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		<pubDate>Mon, 17 Jan 2011 13:51:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Você</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
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		<description><![CDATA[(o texto a seguir é de autoria do Fábio Omar Aluani. Ele é publicitário, cinéfilo, nerd, fã de pizza e hambúrguer e não suporta quem não ouve o bom e velho rock &#8216;n&#8217; roll.) Você já viu TRON? E TRON: Legacy? A resposta para ambos deveria ser “claro!”. Em 1982 a Disney saiu de sua zona de conforto e fez um filme que reinventou a linguagem gráfica do cinema, substituindo barreiras físicas com um espaço de pura imaginação, crua e vívida. 28 anos depois ela aposta nisso de novo – já levando junto um bloco no Guiness como a continuação com maior espaço de tempo desde o original. Mas de boba a Disney não tem nada. Onde antes havia incerteza e dúvida, desta vez existia uma promessa: pelo lado de desenvolvimento, um projeto gráfico como TRON podia ser feito facilmente com a tecnologia atual. Pelo lado de audiência, desta vez sabíamos que havia uma geração inteira ligada nos visuais, estilos e sensações dos filmes tanto quanto em suas histórias – e tudo em TRON era sobre visuais e sensações. O único problema? Apresentar a esta geração o mundo criado 28 anos atrás. A solução? Marketing. Dos pesados e sem misericórdia. Para quem ainda não sabia, a Disney investiu tanto no novo TRON que, segundo analistas, ela gastou mais com marketing do que com a produção do filme. Isso soa meio estranho, mas não vou discutir com quem tem números – apesar da Disney não se manifestar oficialmente. Existem ainda outros que afirmam que Legacy teve o maior investimento de marketing da história da produtora. Nesses eu já não acredito mesmo sem números. O fato é que a ação feita para TRON: Legacy teve o mesmo peso e força daquela consagrada ação de The Dark Knight, mas respeitando quem mora no exterior. Para os que não lembram, quem morava no exterior não recebia os brindes e cartas da Warner, apenas as ligações gravadas de Heath Ledger como o Coringa – macabras, pois ele já estava morto. A Warner Brasil fez uma caça ao tesouro na Av. Paulista que culminava com os primeiros colocados assistindo o novo trailer completo do filme, evento que ocorreu simultaneamente em diversas cidades no mundo. O evento em si foi um caos, principalmente pois dependíamos de algum amigo no telefone nos passando dicas via Internet, coisa que poucos conseguiam resolver on site já que na época o 3G era extremamente pouco difundido por aqui. Fora isso, o máximo que tivemos foi o filme nos cinemas. Com TRON, não. A Disney respeitou quem mora no exterior e levou a esses as mesmas condições e prêmios de quem reside nos Estados Unidos. E eu fui participar, claro. As ações giravam basicamente em torno de dois sites, o Arcade Aid (www.arcadeaid.com) e o Flynn Lives (www.flynnlives.com) . O primeiro é, supostamente, um centro de reparos e “veneração” aos arcades. Mas ele parece mais ser uma fachada para eventos organizados pelo segundo site, que seria de um grupo de pessoas que...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>(o texto a seguir é de autoria do <strong><a href="mailto:f.aluani@gmail.com" target="_blank">Fábio Omar Aluani</a></strong>. Ele é publicitário, cinéfilo, nerd, fã de pizza e   hambúrguer e não suporta quem não ouve o bom e velho rock &#8216;n&#8217; roll.)</p>
<div id="attachment_8044" class="wp-caption aligncenter" style="width: 682px"><a href="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/01/light-cycle-tron1.jpg"><img class="size-full wp-image-8044" title="light-cycle-tron1" src="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/01/light-cycle-tron1.jpg" alt="" width="672" height="392" /></a><p class="wp-caption-text">  </p></div>
<p style="text-align: center;">
<p>Você já viu <strong><em>TRON</em></strong>? E <strong><em>TRON: Legacy</em></strong>? A resposta para ambos deveria ser “claro!”. Em 1982 a Disney saiu de sua zona de conforto e fez um filme que reinventou a linguagem gráfica do cinema, substituindo barreiras físicas com um espaço de pura imaginação, crua e vívida. 28 anos depois ela aposta nisso de novo – já levando junto um bloco no Guiness como a continuação com maior espaço de tempo desde o original.</p>
<p>Mas de boba a Disney não tem nada. Onde antes havia incerteza e dúvida, desta vez existia uma promessa: pelo lado de desenvolvimento, um projeto gráfico como <em>TRON</em> podia ser feito facilmente com a tecnologia atual. Pelo lado de audiência, desta vez sabíamos que havia uma geração inteira ligada nos visuais, estilos e sensações dos filmes tanto quanto em suas histórias – e tudo em <em>TRON</em> era sobre visuais e sensações. O único problema? Apresentar a esta geração o mundo criado 28 anos atrás. A solução? Marketing. Dos pesados e sem misericórdia.</p>
<p>Para quem ainda não sabia, a Disney investiu tanto no novo <em>TRON</em> que, segundo analistas, ela gastou mais com marketing do que com a produção do filme. Isso soa meio estranho, mas não vou discutir com quem tem números – apesar da Disney não se manifestar oficialmente. Existem ainda outros que afirmam que <em>Legacy</em> teve o maior investimento de marketing da história da produtora. Nesses eu já não acredito mesmo sem números.</p>
<p>O fato é que a ação feita para <em>TRON: Legacy</em> teve o mesmo peso e força daquela consagrada ação de <em>The Dark Knight</em>, mas respeitando quem mora no exterior. Para os que não lembram, quem morava no exterior não recebia os brindes e cartas da Warner, apenas as ligações gravadas de Heath Ledger como o Coringa – macabras, pois ele já estava morto. A Warner Brasil fez uma caça ao tesouro na Av. Paulista que culminava com os primeiros colocados assistindo o novo trailer completo do filme, evento que ocorreu simultaneamente em diversas cidades no mundo. O evento em si foi um caos, principalmente pois dependíamos de algum amigo no telefone nos passando dicas via Internet, coisa que poucos conseguiam resolver <em>on site </em>já que na época o 3G era extremamente pouco difundido por aqui. Fora isso, o máximo que tivemos foi o filme nos cinemas.</p>
<p>Com <em>TRON</em>, não. A Disney respeitou quem mora no exterior e levou a esses as mesmas condições e prêmios de quem reside nos Estados Unidos. E eu fui participar, claro. As ações giravam basicamente em torno de dois sites, o Arcade Aid (<a href="http://www.arcadeaid.com/">www.arcadeaid.com</a>) e o Flynn Lives (<a href="http://www.flynnlives.com/">www.flynnlives.com</a>) . O primeiro é, supostamente, um centro de reparos e “veneração” aos arcades. Mas ele parece mais ser uma fachada para eventos organizados pelo segundo site, que seria de um grupo de pessoas que defende que Kevin Flynn, protagonista desaparecido do filme, está vivo, e que estão dispostos a tudo para encontrá-lo. Entre os eventos do Flynn Lives, destacam-se os Challenging Stages – mas eles fizeram até uma versão jogável de Space Paranoids, jogo que permeira a trama do primeiro filme, que ainda é acessível no site.</p>
<p>Mas, como disse, os Challenging Stages são a cereja do bolo. Eventos baseados em um nostálgico mundo 3D isométrico com uma paleta de cores 8-bit (depois passou a ser 16-bit), eles te desafiavam a encontrar referências gráficas a jogos antigos e clássicos. Acertando todos, você ganhava prêmios. Desse eu não participei para afirmar, mas, pelo que li, os prêmios foram brindes dos mais variados – pôsteres, pins, material de papelaria, etc., tudo customizado com o logo ou mundo de <em>TRON</em>. Mais para o fim de 2010 o mundo expandiu, ganhou mais cores e virou o Challenging Stage V2, com 167 títulos escondidos (o jogo ainda existe, mas não sei se ainda enviam os prêmios). Eu encontrei os 167 e recebi um pop-up de “parabéns” e tal, dizendo que as recompensas seriam enviadas para o meu endereço cadastrado no site. Claro, eu ri. Eu moro no Brasil.</p>
<p>Pois foi para a minha surpresa que recebi o envelope abaixo ao voltar um dia do trabalho:</p>
<div id="attachment_8011" class="wp-caption alignnone" style="width: 411px"><a href="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/01/1.jpg"><img class="size-large wp-image-8011 " title="1" src="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/01/1-1024x764.jpg" alt="" width="401" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Enviado de San Diego !</p></div>
<p>Nela, um texto me parabenizando&#8230;</p>
<div id="attachment_8020" class="wp-caption alignnone" style="width: 408px"><a href="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/01/2.jpg"><img class="size-large wp-image-8020 " title="2" src="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/01/2-1024x764.jpg" alt="" width="398" height="296" /></a><p class="wp-caption-text">&quot;Great Gaming!&quot;</p></div>
<p>&#8230;e dois pins customizados!</p>
<p><strong> </strong></p>
<div id="attachment_8023" class="wp-caption alignnone" style="width: 408px"><strong> </strong><strong><a href="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/01/3.jpg"><img class="size-large wp-image-8023    " title="3" src="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/01/3-1024x764.jpg" alt="" width="398" height="296" /></a></strong><p class="wp-caption-text">Yea!</p></div>
<p>Os pins são referências a jogos presentes no Challenging Stage, escolhidos aleatoriamente na hora do envio. No meu caso, ganhei uma LightCycle, referente a <em>TRON</em> (ficaria puto se não a ganhasse, por sinal), e uma imagem que faz referência ao clássico Punchout.</p>
<div id="attachment_8026" class="wp-caption alignright" style="width: 408px"><a href="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/01/5.jpg"><img class="size-large wp-image-8026" title="5" src="http://www.geex.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/01/5-1024x764.jpg" alt="" width="398" height="296" /></a><p class="wp-caption-text">O lindo cartaz do Arcade Aid</p></div>
<p>Dois pins que juntos somam 50 cents, e a Disney já havia me comprado. Depois disso, houve mais uma ação simultânea global, como a caça ao tesouro de <em>The Dark Knight</em>, na qual as pessoas usavam mensagens recebidas no telefone para resolver problemas em um hotsite em tempo real. Estava trabalhando e não pude participar deste. Claro que eu pensei que a ação já estava acabada, mas recebi outra correspondência mesmo depois do fim dessa nova ação. Uma caixa de San Diego, <em>priority mail</em>, que declarava um produto de 1 dólar e um custo de envio de US$ 24,98 (jogaram fora esta embalagem antes de eu poder tirar uma foto). A Disney já me ganhou mais uma vez, e eu não tinha nem aberto a embalagem. Ao abrir, encontrei o pôster abaixo, impresso numa qualidade que nunca vi, num papel de gramatura altíssima com direito até a um logo em <em>hot stamp</em> na parte inferior. Como fui informado pelo texto anexado, fui um dos primeiros 999 participantes a resolver o jogo e aquele era um brinde numerado – dei sorte, fui o 977 -, uma impressão do mundo do jogo com todas as referências presentes.</p>
<p>No fim, havia mais um nerd feliz. Comprado com brindes simples mas, principalmente, com uma consideração que até agora a indústria cinematográfica americana não havia demostrado aos estrangeiros. A Disney convidou o planeta a entrar no mundo de <em>TRON</em> e não fechou a fronteira a ninguém. Como na própria Grade, não houveram limites e todos puderam vivenciar uma experiência única do mesmo jeito. O resultado pode ter ficado abaixo do esperado, mas que a ação marcou, marcou. Ela fez seu papel e, como uma das primeiras nesse escopo global, se encheu de méritos. Só nos resta esperar por mais uma empreitada no mundo virtual com o anúncio quase inevitável do terceiro <em>TRON</em>.</p>
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		<title>Encontrebas Transformers</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Aug 2010 18:53:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Você</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Diretamente do fan-release. Para os colecionadores, aficcionados e nostalgicos de plantão: Os sites Aliança Transformers Brasil e Dinastia Transformers se unem ao Universo Transformers para a realização de mais uma edição do Encontrebas. Além de itens de memorabilia, o evento mostrará o que os fãs brasileiros têm produzido pela paixão aos Transformers: desenhos, dioramas, papercraft, fanfics, animações e muito mais! Somente durante o evento, venda promocional de figuras Transformers. Passe um dia divertido. Reúna a galera e venha participar desse encontro, trocar opiniões, bater papo, encontrar e fazer novos amigos - Exposição de brinquedos, objetos e raridades. - Dioramas: Venha conferir algumas cenas dos filmes Transformers: O Filme e Transformers: A Vingança dos Derrotados transformadas em dioramas (maquetes) por fãs e colecionadores; - Fanarts: Desenhos feitos por fãs de sua própria imaginação baseados na obra original dos Transformers; - Fanfics: Interessantes e divertidos, são contos escritos por fãs que não fazem parte do enredo oficial dos Transformers; - Paper craft: Método de construção de objetos tridimensionais a partir de papel, geralmente feita com vários pedaços de papel, são cortados com tesoura e colados uns aos outros; - Exibição de vídeos: Reviews e animações feitas por fãs, além de episódios e trailers das séries; - Concurso de desenhos com distribuição de prêmios para os melhores trabalhos; Transformar e rodar! Encontrebas Transformers Data: 14 de agosto de 2010 (sábado), das 10h às 18h Local: Loja Coleciona Brinquedos Rua Augusta, 2299 &#8211; São Paulo &#8211; SP Tel. (11) 3081-4977 / (11) 3062-2226 Ingresso: Entrada Franca Realização: Universo Transformers Aliança Transformers Brasil Dinastia Transformers Coleciona Brinquedos]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Diretamente do fan-release. Para os colecionadores, aficcionados e nostalgicos de plantão:</p>
<blockquote><p><span style="color: #333333;">Os sites </span><a href="http://www.tfbrasil.net" target="_blank"><span style="color: #333333;">Aliança Transformers Brasil</span></a><span style="color: #333333;"> e </span><a href="http://www.dinastiatransformers.com.br" target="_blank"><span style="color: #333333;">Dinastia Transformers</span></a><span style="color: #333333;"> se unem ao </span><a href="http://www.universotransformers.com.br" target="_blank"><span style="color: #333333;">Universo Transformers</span></a><span style="color: #333333;"> para a realização de mais uma edição do </span><strong><span style="color: #333333;">Encontrebas</span></strong><span style="color: #333333;">.<br />
Além de itens de memorabilia, o evento mostrará o que os fãs brasileiros têm produzido pela paixão aos Transformers: desenhos, dioramas, papercraft, fanfics, animações e muito mais!<br />
Somente durante o evento, venda promocional de figuras Transformers.<br />
Passe um dia divertido. Reúna a galera e venha participar desse encontro, trocar opiniões, bater papo, encontrar e fazer novos amigos</span></p>
<p><span style="color: #333333;">- Exposição de brinquedos, objetos e raridades.<br />
- Dioramas: Venha conferir algumas cenas dos filmes </span><em><a href="http://www.youtube.com/watch?v=JGkJNYLguAQ" target="_blank"><span style="color: #333333;">Transformers: O Filme</span></a></em><span style="color: #333333;"> e </span><em><a href="http://www.youtube.com/watch?v=fYdAwBgSuzE" target="_blank"><span style="color: #333333;">Transformers: A Vingança dos Derrotados</span></a></em><span style="color: #333333;"> transformadas em dioramas (maquetes) por fãs e colecionadores;<br />
- Fanarts: Desenhos feitos por fãs de sua própria imaginação baseados na obra original dos Transformers;<br />
- Fanfics: Interessantes e divertidos, são contos escritos por fãs que não fazem parte do enredo oficial dos Transformers;<br />
- Paper craft: Método de construção de objetos tridimensionais a partir de papel, geralmente feita com vários pedaços de papel, são cortados com tesoura e colados uns aos outros;<br />
- Exibição de vídeos: Reviews e animações feitas por fãs, além de episódios e trailers das séries;<br />
- Concurso de desenhos com distribuição de prêmios para os melhores trabalhos;</span></p>
<p><span style="color: #333333;">Transformar e rodar!</span></p>
<p><strong><span style="color: #333333;">Encontrebas Transformers</span></strong><span style="color: #333333;"><br />
Data: 14 de agosto de 2010 (sábado), das 10h às 18h<br />
Local: Loja Coleciona Brinquedos<br />
Rua Augusta, 2299 &#8211; São Paulo &#8211; SP<br />
Tel. (11) 3081-4977 / (11) 3062-2226<br />
Ingresso: Entrada Franca</span></p>
<p><strong><span style="color: #333333;">Realização:</span></strong><span style="color: #333333;"><br />
</span><a href="http://www.universotransformers.com.br" target="_blank"><span style="color: #333333;">Universo Transformers</span></a><span style="color: #333333;"><br />
</span><a href="http://www.tfbrasil.net" target="_blank"><span style="color: #333333;">Aliança Transformers Brasil</span></a><span style="color: #333333;"><br />
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</span></p></blockquote>
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