Doce Vingança (2010)
Gore. Tortura.Violência pura.
Se essas palavras já te afastam de uma sinopse de filme é melhor nem continuar a diante, pois para Doce Vingança é preciso um gosto quase sádico pela desgraça alheia. Não um gosto pela violência gratuita ou pela impotência do ser humano como em filmes como em Violência Gratuita (Funny Games – 2007), mas o gosto pela vingança cruel, crua e cheia de sangue e uma pitada de humor negro, como em O Albergue 2.
Se você é esse tipo de pessoa, compre seu ingresso o quanto antes, invista na pipoca e no refrigerante, e saia com o sorriso de satisfação no rosto.
Você pode estar pensando “MEODEOS! QUE MONSTRO É ESSE ESCREVENDO O REVIEW DE HOJE???”, mas Doce Vigança atrai exatamente esse tipo de gente. Gente como eu, que gosta de filme trash, filme B, filme de terror mesmo, gosta da sensação de aflição, dos efeitos e maquiagens, das traquinagens e maracutaias inesperadas, reviravoltas e personagens clichês e complexos. Pessoas que sabem que é só um filme e sabem apreciar tanto isso quanto um Toy Story 3. Pessoas que veêm um título “Eu cuspo na sua cova” (tradução literal do título original “I Spit on Your Grave”), e se perguntam se vem por aí um novo Wes Craven ou Sam Raimi. Pois muitos dos gênios da cinematografia passaram por alguma fase de explosões de cabeça, tronco ou membros, que o diga Quentin Tarantino, James Cameron e David Cronenberg.
Dito isso, eu conto o conto que dá inicio à trama, e conte com um quase spoiler, se o que eu disse anteriormente já foi o suficiente para vc estar comprando o ingresso online agora, pule o parágrafo a seguir.
Uma jovem escritora, se isola da cidade grande em uma afastada casa no interior de uma cidadezinha distante. Ao ser tida como uma “garota metida à besta de nariz empinado” por alguns rapazes típicos rednecks é vítima de atentados violentos à sua integridade física e moral. Sem conseguir ajuda em lugar nenhum, é obrigada a correr, nua pela floresta, quase inconsciente, e tentar um aparente suicídio. Digamos então, que o que acontece daí pra frente, é o desejo que os rapazes tem de que realmente tivesse sido um suicídio.
Doce Vingança é isso. Um bom filme, bem feito no que se propõe. Entretem que gosta do gênero e dá satisfação e aflição à quem gosta de sentir arrepior em frente à tela. Ah, e só pra completar, é um remake de um filme de explotation de mesmo título, lançado no fim dos anos 70, também conhecido como The Day of The Woman.
Doce Vingança (I Spit on Your Grave). Direção de Steven R. Monroe. Com Sarah Butler, Jeff Branson e Andrew Howard
Estreou no dia 11 de março de 2011












Eu querooooo!
Estou louca para ver esse filme…!
Adoro filmes trash. =)