Drácula o Morto-Vivo
E se o Príncipe das Trevas não tivesse morrido? Não, não estou falando de Ozzy Osbourne.
Estou falando de Drácula, de Bram Stoker. O pai de todos os vampiros. O nosferatu original. Personagem explorado, perseguido e exaustivamente revisto ao longo dos anos.
E se ele não tivesse morrido?
Em tempos de vampiros teens que brilham e são meigos, ou de vampiros modernos com sotaque da Louisiana, uma obra vem em socorro dos clássicos vampirescos. É “Drácula: o morto-vivo”, no Brasil pela Ediouro – anteriormente editado pela Ed.Planeta.
Mais do que somente mais uma obra tentando desvendar histórias sobre o conde empalador, o livro traz uma novidade para o fãs do original : é uma continuação!
Quem ousaria escrever uma continuação do clássico de Bram Stoker?
Pois só mesmo o neto do cara teria peito para tanto. Dacre Stoker, sobrinho-bisneto do Stoker original, e mais Ian Holt, pesquisador e roteirista resolveram voltar à história original, pesquisando a fundo os documentos de Bram e a vida do personagem histórico que inspirou o vampiro.
A história se passa 25 anos depois que o grupo de amigos, entre eles Van Helsing, Mina e Jonathan Harker, devolvem o conde ao inferno. Como estaria a vida deles, depois disso? Depois de tudo que passaram?
E como ter certeza de que o vampiro realmente se foi?
As dúvidas começam a aumentar, à medida que eventos terríveis e sangrentos indicam que o terror pode estar de volta a Londres.
A história é rápida, objetiva e prende o leitor de ficção. É curioso observar como a relação com Drácula marcou o casamento do casal principal, e a vida de todos os envolvidos sobreviventes.
Além disso, a introdução do próprio Bram Stoker como personagem na história é um detalhe instigante, e que coloca a história no plano do real.
E se não tivesse sido tudo uma história?
E se ele tivesse mesmo existido?
E se estivesse de volta?












Vou ler, saladera! Fiquei com vontade!