Percy Jackson & Os Olimpianos
Um garoto meio-sangue, de 12 anos, carrega consigo um importante legado que desconhece. Muda-se pra uma terra de magia onde tem que provar para si e para os outros que é merecedor de sua importância. Parte então em uma aventura, em busca de um artefato mágico que fora roubado – junto com seu amigo medroso e abobalhado, porém leal e uma garota inteligente e espertalhona que conhece mais sobre este mundo novo para o protagonista e assim pretende ajudá-lo e também mostrar sua relevância – enfrentando forças inimagináveis vindas das trevas. O primeiro filme é dirigido por Chris Columbus.
Ok, se você já não soubesse pelo título do post, pensaria que estou falando do famoso menino bruxo, Harry Potter.
Semelhanças à parte falo de Percy Jackson (ou Perseu Jackson, seu nome sem apelido), personagem de um livro que carrega profundas e intrínsecas influências de muitos lugares, não só da literatura contemporanêa, mas que consegue se sustentar e destacar-se muito bem sozinho.
Mitologia grega sempre me fascinou, e a forma como a série aborda e conta os mitos e personagens da literatura antiga, assim como os adapta para a sociedade atual, são dignos dos prêmios que a obra ganhou.
Vou falar, neste primeiro momento, especificamente de “O Ladrão de Raios”, o primeiro livro da saga de Rick Riordan.
Narrado em primeira pessoa, “O Ladrão de Raios” é um diário da aventura do pequeno Perseu, nos dias atuais, a fim de provar sua inocência perante Zeus, que acha ter sido o garoto filho de Poseidon quem roubara seu raio. Exatamente como diria a orelha do livro “O que aconteceria se os deuses do Olimpo estivessem em pleno século 21?”
A história então se desenvolve em uma simples trama de traição, complôs e situações dignas de explicar o constante comportamento dos deuses antigos, que me faziam sentir estar na pele de Percy. E digo aqui que a trama é simples, não sendo pejorativo ou degradativo, mas como um jovem adulto que já leu livros mais complexos e pode dizer que “O Ladrão de Raios” é uma leitura rápida, mas de forma nenhuma ruim. Entretenimento de cabeceira, ou de busão, em menos de uma semana você terá terminado o livro e estará ansioso para começar “Mar de Monstros”.
Então vamos nos aprofundar na história e eu explico melhor porque ler este livro, se empolgar com o filme que virá em fevereiro e depois se decepcionar com algumas coisas quando sair do cinema:
Manhattan é o palco principal. Lá, no 600º andar do Empire State agora é o Olimpo (e em West Hollywood, LA, o Mundo Inferior) – calma não pragueje, nem ofenda nenhum deus (os nomes tem poder), tudo é explicado no livro e sem apesares faz sentido. Em Montauk, na costa de NY, fica um acampamento de verão para os meio-sangue (termo infeliz para se repetir na literatura contemporânea, mas vamos ter que abstrair o jovem Potter de nossas mentes para que tudo seja mais divertido), cheio de semi-deuses em seus tenros anos de infância e adolescência , onde são treinados a fim de cumprirem missões para seus pais e tornarem-se heróis. Para tanto, tem ajuda de um centauro, um deus e todos os bons seres da natureza mitológica grega que você puder imaginar.
Durante todo o inicio do livro eu desejava poder ter este livro quando mais novo e nunca ter conhecido os personagens de J. K. Rowling (que só acompanhei nos dois primeiros livros). As aventuras de Percy Jackson, porém, começaram em 2005, então isso seria impossível de qualquer forma.
5 anos depois de seu lançamento, e algumas listas de mais-vendidos depois, o filme está por vir (como acontece com 70% de todo livro juvenil que vende bem, desde… bem.. Harry Potter novamente) e o direto parece ter experiência com esses meninos cheios de poderes mágicos vivendo em mundos paralelos que os humanos não enxergam. Chris Columbus dirigiu Harry Potter e a Pedra Filosofal e Harry Potter e a Câmara Secreta, e mostra no trailer e no elenco que o filme, sem dúvida vai agradar quem não aguenta o lançamento do filme do menino bruxo ou que ficou orfão da inocência dos primeiros filmes. Ação bagarai, frenesi, explosões de fogo, água, vento, escuridão e qualquer outro elementar que exista, efeitos especiais bem montados, Sean Bean, Pierce Brosnan, Uma Thurman, e como Percy Jackson… aquele garoto de Gamer, em um trailer que realmente empolga.
Aparentemente Chris aprendeu com Harry Potter que crianças crescem, então a solução é… usar adolescentes que parecem crianças. Logan Lerman é um bom ator, de 17 anos, que faz o papel de um garoto de 12, Brando T. Jackson, o Alpa Chino de Trovão Tropical, tem 21 anos e faz o papel do melhor amigo de Percy, que deveria ainda parecer com um secundarista.
Outras coisas vistas nos trailers e lendo a lista do elenco no IMDB só fizeram com que eu me perguntasse “Por que?”, e para saber o motivo da questão só lendo o livro e imaginando os personagens por conta própria primeiro.
Ainda assim, estarei na primeira semana de estréia do filme – previsto para 12 de fevereiro de 2010 nos EUA – e com certeza na sequência vai rolar um review aqui.











to lendo…. =oD
Eu jurava que o personagem principal era afro-americano (sem brincadeira)
Só pra perguntar.. acharam o texto spoiler demais?
[...] surpreendi com Percy Jackson e O Ladrão de Raios no cinema. A aventura do pequeno semideus – já comentada aqui – é levada para outra dimensão, em uma versão mais adolescente da história. Percy e [...]
eu jurava que annabeth iria namorar percy mas no final do quarto livro ele começa a perceber que goasta dela mas ela gosta deluck
Pare de ser ignorante, Annabeth vê Luke como seu herói e, sim, ela já foi apaixonada por ele. Mas ela e o Peixinho, infelizmente, acabam juntos.
Faço referência à frase:
“é uma leitura rápida, mas de forma alguma ruim.”
É um erro empregar o pornome “ALGUM” como termo de negação.
Se o reforço de negativa não faz segunda negação, então o pronome “ALGUM”, posposto a substantivo, tem a função de reforçar e não de negar.
O correto é:
“é uma leitura rápida, mas de forma nenhuma ruim.”
É preciso melhorar a expressão de linguagem do nosso
idioma.
Obrigado.
Clayton, fiz a correção no texto
Obrigado.
ok ok,
vamos esclarecer essa história que Annabeth Chase iria namorar Percy Jackson mas ela ama Luke Castellan, sim ela já amou o Luke, mas pela profecia do 4 livro, a batalha do labirinto, “decerás no labirinto infinito, o morto o traidor e o perdidos reerguidos, ascenderás ou cairás pela mão do rei espectral, da criança de atena a defesa final, a destruição virá quando o ultimo suspiro do herói acontecer, e perderás seu amor para pior que morrer”, é isso gente Annabeth ama sim o Luke mas depois da batalha do labirinto
continuação…
que luke acomoda Cronos um dos Titãs em seu corpo, ela perde ele para a morte e para cronos, e no final do ultimo olimpiano Luke morre com uma facada dada por Percy em seu ponto mortal de Aquiles, e escolhe ao invés de detruir o Olimpo ele salva, hãaa e eu acho que é isso pessoal, bom no caso de meus 2 textos estiver errado algum, me desculpe.