Video Girl Ai
Em tempos de novas e velhas tecnologias, nada melhor do que trazer um mangá do passado. Aliás, nos anos 90 tudo era motivo para ser futurista. Apenas um século do novo milênio a moda era a inovação. Os mangás também sofreram dessa febre. Histórias com teletransporte, computadores, chips, robôs, entre outras popularizaram-se de maneira radical.
Foi assim que, em 1991, surgiu Video Girl Ai, uma das narrativas japonesas mais famosas do mundo. Masakazu Katsura, criador da série, achou que uma garota saída de um vídeo-cassete seria um avanço inimaginável no futuro. E agora com DVD, Blue-Ray e as novas televisões via satélite para celular? Ok, não vamos tão adiante. Mas que no passado o mangá causou, isso é fato. No Brasil, a publicação chegou atrasada, somente em 2001, lançada pela editora JBC.
Os 30 volumes contam as desventuras amorosas de um jovem garoto, Youta. Após descobrir que a sua alma gêmea está apaixonada por seu melhor amigo, ele encontra uma estranha vídeolocadora (naquela época não existia download). Depois de alugar um filme sobre uma menina chamada Ai (que em japonês quer dizer amor), o tímido rapaz vai para casa assisti-lo. Ai, a garota do vídeo, sai misteriosamente da tela da televisão de Youta com a missão de fazê-lo feliz no amor.
Como todo bom drama nipônico, a menina irreal se apaixona pelo garoto que gosta de outra. Uma confusão de triângulos amorosos sem fim. Mas nem tudo é choro, Ai é uma menina extrovertida e trapalhona, sempre falando besteiras. O amor impossível entre os dois jovens move a trama. O estilo fez tanto sucesso que ganhou uma versão OVA (Original Video Animation). Em seis episódios adaptados as animações dão o gostinho da excitante aventura tecnológica do mangá.
Chobits, outro mangá dos anos 90, também entrou nessa onda e retrata um mundo onde as pessoas buscam consolo em robôs. Envolvendo toda uma questão ética sobre assunto, a publicação tem um desfecho bem diferente do que a narrativa leva a crer. Vale a pena ler os dois para ver como o momento foi decisivo na influência dos mangás.
Veja o anime AQUI.
Leia o mangá AQUI.











Adoro Video Girl AI, um dos meus primeiros mangás, até fiz um music video do anime, mas perdi.
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Um mangá muito maduro, o autor soube explorar a personalidade dos personagens como ninguém, é difícil achar um mangá tão emotivo quanto esse, eu recomendo
Chobits não é tão legal mas da pro gasto, eu só que aqui no Brasil dois mangás como esses I’s e Ah! Megami-sama.
Ótimo blog de vcs, continuem assim.
Eu gostei bastante de Chobits, principalmente por causa do final que é totalmente fora do esperado. Esse Video Girl Ai nunca me chamou a atenção, vou tentar ver o anime pra ver como é.
Querida Deborah
Depois de ler esta sua coluna resolvi dar uma olhada no Video Girl e acabei gostando tanto que ontem fui dormir as 6h30min da manhã, pois não consegui para de ler.
Obrigado por me dar um novo vicio “insonico”.
hehehe
Adoro Video Girl, tenho a série completa que saiu pela JBC! É um dos poucos mangás shounen que realmente me encantaram. Adoro Chobits também. xD
Pessoal, pelo amor de Deus, alguem sabe onde eu posso ler ou baixar esse manga em portugues????? Eu to desesperado!!
Meu ingles é razoavel, mas para ler um manga na lingua do Tio Sam não da. E eu nao acho em lugar nenhum os scans!
Por favor, se alguma alma caridosa souber onde eu posso ler, me deixa um recado no Orkut (coloquei o link no espaço Site), me add no msn (nome) ou manda um e-mail (nome)
Por favor!!!! To desesperado e sem condições de comprar (ta na minha lista de planos)
Valeu desde ja